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História Histórias - Capítulo 1


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Notas do Autor


Uou, na real não sei se vou conseguir continuar mas eu já escrevi parte desse capítulo a um tempo e de vez em quando as inspirações voltam e acabo escrevendo algo a mais. Enfim a cada cap novo com o nome sereias serão atualização dessa, se eu for continuar é claro.
Enfim bora pra leitura.

Capítulo 1 - Sereias


Sobre as montanhas de areias e o vento forte o som de inúmeras cavalgadas são ouvidas junto a gritos motivados de milhões de soldados.

Muitos estão ali sem saber o real motivo, simplesmente seguindo ordens, mas Em frente ao esquadrão principal o rei com seus olhos e cabelos negros como o mas profundo mar e sua armadura preta reluzente comanda o exército a toda a velocidade sem diminuir o ritmo nem por um instante.

Por um instante seus olhos avistam sobre o enorme horizonte o que tanto procurava, seu braço direito se ergue fechando sua mão em sinal de punho, fazendo com que seu exército pare.

Segurando as rédeas do cavalo, o mesmo se impulsiona tirando uma das pernas a apoiando no chão olhando firmemente as nuvens escuras se formarem e a água se quebrar na areia a sugando de volta ao mar.

A anos atrás, antes dos doze reinos se unirem foi dado por um oráculo uma profecia sobe um rei sem Herdeiros, que nasceria de uma família pura com pais nobres que traria ruína ao seu reino, destruindo a aliança e provocando guerras incessáveis.

Com as mãos cobertas por uma grossa luva de couro preta ele pucha de sua calça um pergaminho o abrindo, olhando de longe o lugar indicado. Ainda com o pergaminho em mãos suas pernas se movem até a água a deixando entrar em contato com sua armadura a sentindo ficar mas espeça e pesada.

E então ele teve certeza que ali era o lugar certo. Sorrindo vitorioso ele chama os magos acorrentados com inúmeros ferros juntando seus pés e mãos, vestindo trapos velhos que pelo tempo se encontravam rasgados e com um fedor insuportável, em seus lábios linhas de ferro os atravessava costurando suas bocas.

Uma pena aceitável dado aos praticantes de magia antes que sua morte seja por decapitação ou fogueira. Qualquer pessoa que Pratique tal ato herege que afronte aos deuses terão seu castigo.

Apenas com um olhar do líder, os soltados desembaiam suas espadas cortando os ferros de suas bocas.

-comecem.

A voz grossa e rouca de seu rei foi ouvida causando calafrios por seus corpos os fazendo tremer, unindo as mãos em forma de circulo e fechando os olhos.

-nerv orcon atrain.

Um dos magos começa a pronunciar sendo repetido pelos outro que começam a se sacudir pelo intensidade do feitiço.

naerv orcon atrain.

O reio revira os olhos olhando o mar ainda agitado se quebrar ao seus pés.

naerv orcon atrain.

Um grito alto foi ouvido sendo sucedido de barulhos fortes caindo, cada um dos que conjuraram o feitiço caíram no chão mortos sangrando pelo nariz.

Para o rei essas mortes não fazem diferença, todos morreriam seja aqui ou na fogueira.

E assim que todos morreram o rei observou as águas se concentrarem abaixo de seus pés o fazendo flutuar.

Praticantes de magia devem morrer por afrontem os deuses, isso ele acredita até a página dois.

Ao andar vagarosamente pelas aguas agitadas, o mesmo se afasta da Costa sendo seguido por seus soldados.

Soldados seguem seu rei, vivem pelo reino, dão sua vida por um bem maior as colocando na mão de um único homem.

Um raio corta o céu deixando suas primeiras gotas da intensa tempestade surgirem caindo ao encontro da realeza. Se misturando ao intendo mar, cortando o silêncio.

-coloque os tampões!

Ele gritou ao olhar abaixo de si inúmeras sombras se formarem.

Se colocando em posição de guerra e puxando sua espada. Ouvindo de longe um sussurro como se fossem uma longa canção, tentar seduzir seus homens.

Então submergindo das profundezas das águas mulheres extremamente belas e sexys sorriem para ele e seus homens. Os analisando por um tempo os hipnotizando por sua beleza. Sorrindo para si uma última vês antes de voltar as profundezas levando os soldados a desabotoarem os sapatos e mergulharem nas águas. Um após o outro sumindo na imensidão azul. Os soldados que permanecerem olharam assustados aquele fato segurando com mas força sua espada.

-ainda bem que o feitiço não nos alcançou.

Um soldado sorrir ao olhar seu amigo que lhe sorrir de volta antes de ser atacado pelas mulheres de antes que sem dó massacram seu imenso batalhão começando uma guerra.

O tirlinta das espadas e os longos gritos São ouvidos por toda extensão. O rei arranca sua espada do peito da criatura girando seu corpo ao certar mais uma sentindo a água envolta de si se agitar e girar formando um enorme furacão composto simplesmente por água.

Em posição de ataque ele enrijece seus músculos olhando sobre o enorme paredão uma forma feminina se formar, ainda por entre as águas mostrando sua calda com escamas cinza balança de um lado ao outro o olhando com seus enormes olhos de lua, mostrando seus sinais em forma de veia em uma parte do pulso e testa contornando a pedra cinza esbranquiçada que a mesma carrega nas costas de suas mãos e no centro de sua testa. com seus cabelos negros voando pela água a mesma lhe olha com interesse mostrando seus dentes afiados.

-então você é o rei!

Ela lhe diz ao se aproximar sem sair de dentro da água arrancando seus tampões para que o mesmo a ouça.

-vou te conceder um desejo, então o escolha com sabedoria.

Ela diz ao para a centímetros a sua frente olhando em seus olhos.

Um desejo. Por isso vagou pelas enormes montanhas de areias.

Ele respira fundo olhando seus olhos.

-um filho.- Ele diz agora relaxando sua postura a encarando- desejo um filho.

Com um sorriso pretensioso no rosto a mesma se aproxima tocando seu rosto o trazendo para dentro da água.

-mas não quero o fazer como vocês fazem.

Ele diz a ouvindo gargalhar e o puxar completamente para dentro da água beijando seus lábios.

-concederei seu desejo.

Ele a ouve dizer antes de perder a consciência dentro das águas.

.

Seus olhos ardem, sua respiração dói e seu corpo se encontra pesado.

Sua última lembrança é uma frase dita ao vento.

- concederei seu desejo.

Algo molhando toca seus lábios o sugando e os mordiscando.

Com um suspiro o mesmo força seus olhos a se abrirem falhando miseravelmente ao sentir a ardência aumentar.

-vai dormi até quando.

Um sussurro em seu ouvido o deixa alerta O Fazendo tencionar seus músculos.

O peso de seu corpo diminui e algo força seus olhos a se abrirem revelando a turva visão do borrão negro.

Seu maxilar trava ao sentir a ardência aumentar por uns instantes até algo passar sobre seus olhos o limpando.

A ardência diminui mas continua, o levando mas uma vez a fechar os olhos.

Sabe qual é a pior parte de fazer um pacto, é procurar a pessoa que o faz.

-por que ainda estou vivo?

Ele diz sentindo uma presença em seu lado e algo tocar em seu rosto.

-abra os olhos.

A voz suave se pronuncia o irritando.

-responda.

Sua voz grossa e cortante é ouvida a fazendo gargalhar de sua reação.

Com uma grande indignação seus olhos se abrem olhando a imensidão cinza se contrastar com a pequena pedrinha e sua testa, sendo quase coberta pelos cabelos negos.

-Eu nunca faço nada de graça... majestade, espero que saiba o preço de seu pedido.

Sem entender sua fala seus olhos se fecham mas uma vez caindo na imensidão escura.

Sentindo seu corpo se erguer do chão o mesmo se sente flutuar em um enorme e profundo nada. Algo dentro de si se agita ao lembrar do enorme sacrifício que o seus soldados fizeram mesmo sem saber, confiando em si cegamente. Mas em sua mente o mesmo sempre repetia “foi para um bem maior”.

.

Um suspiro alto é ouvido o fazendo se agitar sentindo algo pesado e molhado sobre si, algo mordiscou seu pescoço o lambendo e soltando um som agudo. Com o corpo quente o mesmo abre seus olhos olhando um ser cavalgar sobre si, com os olhos fechados apoiando suas mãos em seu peito antes vestido agora nu. com um rebolado nada discreto ele a vê tombar sua cabeça para o lado fazendo seus fios escuros ficarem sobre seu ombro direito mordendo os lábios com seus dentes afiados abrindo em uma fresta seus olhos de lua, se jogando sobre si ao ter seu líquido dentro dela.

Sua cabeça se acomoda em seu ombro ainda encaixada sua intimidade com a dele. Rindo da confusão estampada em seu rosto.

-boa noite... majestade.

Ele a ouve dizer ao sentir seu corpo mas uma vez cansado fechando os olhos ao sentir a ardência voltar.

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Sonolento mas um pouco relaxado o mesmo levanta seu tronco forçando seus olhos a se abrirem e se acostumar com a luz do dia. Estranhando está em seu aposento real. Como eu vim parar aqui. Ele se pergunta ao se levantar notando seu corpo nu olhando em volta a procura de um ser com calda. Com passos firmes o mesmo se aproximar da janela olhando com seus olhos breu Alexandria ainda erguida seguindo sua vida rotineira. Em direção ao banheiro o mesmo se apressa ao andar até a pia e jogar um porção generosa de água em seu rosto, apoiando suas mãos na pequena bacia em cima de um enorme móvel de madeira.

“Naerv ucon atrain”

Um voz em um sussurro chega ao seus ouvidos o fazendo virar agitado. Imagens de uma praia no meio de um enorme deserto de areia se repete em sua mente, as águas agitadas quebrando violentamente ao chegar a margem e as nuvens escuras anunciando uma terrível tempestade, um tirlinta de ferro se ouve e um sussurro se faz presente “concederei seu desejo”.

Com o coração agitado o mesmo se vira lentamente a notando em sua enorme banheira feita inteiramente de madeira mergulhada, com seus enorme cabelos negros flutuando o ser dono da voz de seus pensamentos.

Os deuses deram a nós o direito de sermos livres, contando que seguimos a sua regra e ao notar a mesma abrir seu olhos e olhar curiosa em sua direção ele teve a certeza de que acabou de quebrar uma delas.

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Levantando seu tronco até que ficasse sentada com a água sobre os seios a mesma analisa com seus olhos o homem a sua frente.

-você não parece o rei da profecia!

Ela diz ao parar seus olhos em uma parte específica entre suas pernas. Levantando vagarosamente até parar em sua frente o notando tencionar os músculos.

-conhece a profecia?

Ele a pergunta confuso se atrevendo a da um passo em sua direção a olhando morder o lábios e esticar os braços tocando seu corpo.

Com um sorriso malicioso a mesma se aproxima mais, juntando seu corpo junto ao dele notando os efeito que causa no mesmo.

-Todos conhecem a profecia!

Dado a sua resposta a mesma passa seus braços em volta de seu pescoço puxando seu rosto em direção ao dela, o notando imóvel. Ao selar seus lábios o sugando de leve sentindo suas mãos tocarem sua cintura a erguendo. Sua cauda como água se desfaz escorrendo de volta a banheira dando lugar a dois lindos pares de pernas que a mesma entrelaça em sua cintura chocando sensualmente suas intimidades expostas, o ouvindo soltar um som rouco em resposta ao seu contato ousado.

-majestade!...

Som de batidas em sua porta o faz afastar de vagar seu rosto da curva do pescoço feminino, afastando lentamente sua intimidade de sua entrada molhada e quente, apertando fortemente suas pernas, virando em direção a porta a sentindo se jogar para trás lhe fazendo ouvir um baque na água, tendo noção que a mesma voltou ao lugar de antes. Extremamente duro e com suspiro cansado o mesmo sai do cômodo sem se importar com seu estado atual, vestindo uma roupa qualquer ao andar até a porta a abrindo.

.

-sim!

Ele diz ao notar sua conselheira parada com a postura rígida se curvar, a notando tirar um pergaminho preso em sua perna lhe entregando.

-chegou hoje cedo, da guerrilha do norte senhor!, O rei Uzumaki Naruto convoca uma audiência!


Notas Finais


Ps: desculpe os erros de português.


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