História Histórias Aleatórias - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Misticismo, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Se você é uma pessoa sensível, peço que não continue leitura.

Esta história contém fortes insinuações de sexo, estupro, alcoolismo e pedofilia.

Capítulo 2 - Festa da Sara


Bom dia, dia! Bom dia, sol! Bom dia, casa! Bom dia!

Amanhã será a festa da Sarah! A Sarah é minha melhor amiga, quase uma irmã! A festa vai ser INCRÍVEEEEL!

-Hana, não vou te chamar novamente para o café da manhã! Essa é a última vez! -Anna, a empregada, me chama pela terceira e última vez para comermos.

Desço as escadas correndo e rodopiando. Estou tão animada! 

-Finalmente, mocinha! O que esava fazendo que demorava tanto? 

-Eu estava escolhendo um vestido pra festa que a Sarah irá dar. Eu estou muito animada!

-Posso ver! -Minha mãe entra na cozinha e invade nossa conversa.

Eu amo a mamãe mas, às vezes, acho ela um pouco fofoqueira. A primeira vez que eu- você sabe-... virei mocinha ela contou pra família toda!!! Eu não consegui ir visitar meus parentes por um ano!!!

-Já conseguiu escolher um vestido para ir? -Anna retorna ao assunto.

-Não sei direito o modelito mas TEM que ser rosa! -Eu as lembro.

-Ah, tudo para minha princesa! -minha mãe me dá um beijo na testa e se retira do recinto.

Eu reviro os olhos. Por que ela têm de me tratar assim na frente dos outros? Eu não sou mais uma criança!! Já tenho doze anos, mais que duas mãos completas!!!

Anna me dá um sorriso de canto, eu retribuo e começo a dar vários goles no meu suco de caixinha.

20:30.

Eu tô tão animada! Mas eu preciso dormir agora... Tenho que estar bem linda para amanhã arrasar na festa junto com a Sarah! Ela é minha melhor amiga mas não quero viver pra sempre na sombra dela. Eu preciso, definitivamente, me mostrar nessa festa, chamar atenção e mostrar que sou uma menina muito legal!

Preciso dormir, tenho que ter meu sono da beleza!

02:46.

Eu não preguei o olho. Estou morrendo de sono mas desde que eu ouvi um barulho dentro do meu guarda roupa eu não consigo dormir! Estou com muito medo! Acho que vou pro quarto da mamãe.

13:40.

Vou começar a me arrumar! A festa só começa às 19:00 hrs mas já quero estar pronta pra ter tempo de fazer tudo!

Essa é a primeira festa que vou sem a mamãe me levar!! Ela finalmente percebeu que eu já sou bem grandinha! Agora não irei mais passar vergonha!!

18:20.

Acho melhor já pegar meu presente e ir pra casa da Sarah pra não me atrasar.

Eu vou andando pelo cordão da calçada quando avistou um homem encostada em um poste lendo um jornal. Ele parece muito concentrado no jornal mas acho melhor previnir e atravessar a rua.

Quando estou atravessando ouço passos largos atrás de mim, instintivamente eu olho para trás mas minha visão é ofuscada por um jornal. 

03:00.

Eu tô presa há um bom tempo nesse quarto, estou sem voz de tanto que eu já gritei.

Esse cara parece um mágico! Ele encostou o jornal no meu rosto e segundos depois eu apaguei. Acordei aqui e comecei a gritar mas, aparentemente, ninguém me ouve. 

Ouço passos vindo até a porta e, em seguida, a maçaneta se move dando a entender que alguém está abrindo esse enorme pedaço de ferro.

Um homem se senta na minha frente e fica me encarando por um bom tempo.

-Moço, quem é você? -Eu quebro o silêncio.

Ele não diz nada.

-Onde que eu estou? -Eu aumento a minha voz com medo de ele não ter me ouvido na primeira pergunta.

Ele apenas dá um grande sorriso largo, mostrando os dentes. Faltavam muitos. Ele estava fedendo, o mesmo fedor que o papai tinha quando voltava de madrugada. A blusa desse homem estava encharcada, acho que de alguma bebida. Ele tinha uma tatuagem de borboleta no seu pescoço. 

-Tira tudo! -Ele finalmente fala.

Será que ele quer me roubar? Mas só tenho esse colar que minha mãe me deu, não possui valor e minha bolsinha da hello kitty sumiu, provavelmente ele já a pegou. O que mais ele quer de mim?

Retiro todas as minhas pulseiras e o meu colar de coração e estendo minha mão tentando lhe entregar. Minha mãe disse que nenhum objeto material vale a sua vida então era melhor desapegar.

-As roupas também! -ele grita ainda sentado.

-Minhas roupas não tem valor algum. -Eu menciono com a esperança dele não as tomar de mim.

Ele não responde, apenas me encarando. O silêncio me dá medo, vou fazer o que ele mandou.

Tiro minhas roupas e fico apenas com meu sutiã esportivo e minha calcinha. Está frio.

Ele me dá um tapa.

-Tudo. -Ele fala seco.

-Está frio demais! 

Ao ouvir minhas palavras ele me dá mais um tapa. Eu começo a chorar e tirar meu sutiã. Ele não quer me assaltar.

-Por favor, não faça nada comigo! -Eu falo entre soluços.

Ele me pega no colo, me coloca em cima da mesa e tira minha calcinha. Ele abre o zíper da calça.

-NÃO, POR FAVOR! PARE! POR FAVOR! POR FAVOR! -Eu grito.

Ele me dá outro tapa.

-Se você se comportar, eu serei gentil. -Ele se força pra dentro de mim.

Eu grito.

Por que ninguém me ouve?

Pare!

06:49.

Ele acaricia minha cabeça. 

-Boa menina!

Eu estou sem reação.

Ele passa a mão pelo meu corpo nu, fica apertando lugares, tocando em outros.

Eu estou sangrando.

-Você está com fome, não está? Eu já volto! -ele sai e fecha a porta.

Eu não consigo falar nada.

A porta se abre e lá está ele com um prato de comida. Arroz e feijão.

Ele coloca em cima da mesa.

-Coma!

Eu não consigo.

-COMA!

Eu começo a gritar, pego o prato e jogo na cabeça dele que coloca suas mãos na frente.

Ele me encara por um bom tempo e olha os cacos de vidros espalhados pelo quarto.

Ele começa a gritar e corre pra cima de mim. De novo não.

Ele me vira de costas e coloca minha cabeça na mesa. Ele começa a m bater. Me bate pelas costas, pela bunda, pelas coxas e, com sua pegada forte, machuca minha cabeça.

Eu não quero mais. Fecho os meus olhos.

Ele tira suas calças e se força dentro de mim.

Eu já não sinto mais nada.

-Grita! Grita, sua vadiazinha! -Ele fala.

Eu não sinto nada. De repente, ele para é começa a chorar. 

Eu consigo vê-lo, eu consigo me ver! Eu estou vendo essa cena mas de longe. Como?

Ele pega os cacos de vidro no chão e começa a se cortar inteiro.

Ele tá deitado no chão sem se mexer. Eu também estou.

Não acredito que perdi a festa da Sarah, ela vai me matar!




Notas Finais


A história conta a vida de uma garota com doze anos que era de uma família classe média. Hana Gilberth estava à caminho da festa de sua melhor amiga, Sarah Frey, quando ela é sequestrada é estuprada por um homem bêbado que tinha acabado de perder sua mulher e seu filho pequeno.
Nessa história eu mostro a visão de Hana sobre esses acontecimentos.
-NENHUM CAPÍTULO POSSUI CONTINUAÇÕES, QUAISQUER SEMELHANÇAS SÃO MERAS COINCIDÊNCIAS.


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