História Histórias macabras - Capítulo 14


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 446
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 14 - Não brinque com a sua sombra


Fanfic / Fanfiction Histórias macabras - Capítulo 14 - Não brinque com a sua sombra

Sempre fui uma criança solitária, moro em uma zona rural bem remota. É até calmo aqui, eu gosto disso, porém não tenho companhia de nenhuma uma criança. Desde que me entendo por gente sempre foi assim, já estou acostumado com isso, problema é que a solidão bate com força às vezes.


Tenho o costume de brincar com a minha própria sombra, sinto ela como uma amiga por sempre estar ao meu lado, até conto os meus segredos a minha sombra. A mamãe desaprova esse comportamento, ela conta-me que não devemos brincar com as sombras, porque às vezes algo toma sua forma.


Não costumo dar atenção aos avisos da mamãe, para mim, é tudo arneiro. Continuo brincando com a minha sombra, tenho ela como a minha única companhia.


Hoje é sexta-feira, eu precisarei ficar sozinho em minha casa, porque meus pais irão visitar uma tia minha que eu odeio muito. Escolhi ficar sozinho em casa, pois não sou uma criança de 5 anos e não tenho medo.


Na zona rural não há iluminação, então eu preciso me conformar com as luzes das velas, elas servem de proteção contra monstros (risos). Depois que li alguns livros e observei o luar, resolvi brincar com a minha sombra. Coloquei uma vela ao chão e sentei-me próximo dela, a minha sombra surge na parede bem em minha frente. Começo a falar com ela e brincar como se ela estivesse ali, interagindo comigo.


Um vento forte invade o cômodo onde eu estava sentado, fazendo com que a vela apague. Logo pego um isqueiro que tinha em minha posse, e acendo a vela novamente. Tenho um susto, a minha sombra havia sumido. Sinto-me em pânico, esse pânico cada vez fica maior, porque parece que alguém estava me observando.


O vento faz com que a vela apague novamente, acabo saindo correndo e vou me abrigar embaixo das cobertas de minha cama. Tudo está muito escuro, não posso vê nada. Alguém entra em meu quarto, sei disso por conta do rugido do piso de madeira e o barulho da porta abrindo.


Tento chamar a minha mãe acreditando que seja ela, mas ninguém responde. Um silêncio predomina em meu quarto, é quando escuto alguém falando: "vamos brincar". Começo a ficar amedrontado, nesse momento, sinto que alguém acaba de sentar bem próximo de mim, em minha cama, o seu calor é insuportável.


Eu ainda tenho o isqueiro comigo, pego e o acendo. Quando os meus olhos se adaptam a luz do fogo, vejo o meu próprio eu, com uma forma diabólica: Seus olhos estavam furados, e a sua boca costurada, sua pele era escura igual a carne podre e um líquido negro fluía em seu corpo. Ele aproxima o rosto  de mim, e fala:

Vamos brincar? 



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