História Histórias macabras - Capítulo 26


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 26 - Fica comigo


Eu entrei no banheiro e vi seu corpo totalmente imóvel.

Ainda preciso de você.

Peguei seu corpo com os olhos começando a encher.

"Fica comigo!", gritava para ninguém menos que meus demônios risonhos dentro de minha cabeça.

Seu sangue suja minhas mãos, o que me faz chegar até o carro.

A estrada, parecendo tão longa. "Aguente, você é extraordinário", lembrava de suas doces palavras.

Só me prometa ver seu sorriso invadindo meu vazio essa noite.

Seu corpo, tremendo no banco pelo movimento... Você é muito mais que isso, é o ar que respiro.

"Fica comigo!", minha cabeça caiu para trás.

Gritei. Minhas mãos tremiam no volante. Cheguei ao hospital com seu corpo em meus braços.

Chutei a porta, colocaram você em uma tábua e levaram até uma sala.

Seguraram meus braços, tentando me acalmar.

"Fica comigo...!"

Gritei para meus demônios, caí, ajoelhei-me e bati no chão, sangue e sujeira deixando marcas onde passei.

Não consigo ver o mundo sem seus olhos.

Deixe-me levá-la para longe.

Ao caminho que construímos.


O médico voltou. Seu rosto era transparente.

Ele me abraçou e bateu em minhas costas, delicadamente.

Ajoelhei-me ovamente. Gritei, chorei, e os demônios gargalhavam.

Levantei e entrei porta adentro. Segurei sua mão.

Ela estava deitada. Não havia batimentos.


— F ica comigo — sussurrei.




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