História Histórias macabras - Capítulo 32


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Colegial, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Acho que vou parar de escrever as histórias...

Capítulo 32 - Você viu minhã mamãe?


23:00

 


 Já era tarde da noite. Meus passos se apressavam a cada minuto que ouvia um gemido de dor ou um choro baixo.


 O medo me tomava por completo, eu podia senti-lo pendurado em minhas costas como uma mochila pesada da escola. Eu olhava para os lados, todos os lados. Mas, não olhava para trás, pois o demônio sempre está atrás.


 Parecia que o caminho de minha casa não chegava nunca. Quanto mais eu andava, nunca parecia chegar.


 Pingos de água passaram a cair do céu. Logo, logo já iria chover. Minutos depois, a chuva caiu forte. Meus cabelos morenos e lisos já molhavam de acordo com a quantidade de gotas de chuva que caía sobre eles.


 O choro baixo, aumentou, fazendo eu parar de andar por completo. Reprimi a boca numa linha reta, deixando meu corpo permanecer duro de tanto pavor.


 Me virei para trás lentamente. Já pronta para o que iria ver. Uma figura preta e com chifres permaneceu parada no final da rua. Era esta figura que fazia os gemidos de dor e o choro.


 Meu corpo congelou e meu coração acelerou. A criatura dava passos lentos e altos até minha direção.


 O chão tremia de acordo com seus passos. Era como se ele fosse algo gigante, mas não, ele tinha o tamanho de meu pai. 


 O choro ecoou pelo local mais uma vez, porém mais alto. Meu corpo estremeceu, e minha cabeça virou para olhar ao redor.


 Não havia nada perto de mim. Virei segundos depois, me deparando com a criatura já a minha frente.


 Meus olhos se arregalaram. Senti uma forte dor em meu tronco. Fechei meus olhos e poucos instantes, já abri-os novamente.


 Meu corpo foi separado ao meio. Uma criança me olhava sem expressão.


 Se ajoelhou perto de minha cabeça, e em seguida levou sua boca até meu ouvido, sussurrando:


  

 " Você viu minha mamãe?"

 




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