História Geme manhoso para o papai, Hobi? - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Suga
Tags Bottom!hoseok, Hoseok Bottom, Yoonseok
Visualizações 147
Palavras 1.230
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção Adolescente, Lemon, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


rs, oi gente, boa leitura

Capítulo 3 - Punição?


 - Acho que revirou. O que eu disse que faria com você se tornasse a revirar os olhos para mim?

 

Merda. Ele se senta na beira da cama.

 

   - Vem cá - diz com a voz macia.

 

Fico lívido. Putz.... ele fala sério. Sento-me olhando para ele, totalmente imóvel.

 

   - Ainda não assinei - sussurro.

 

   - Eu disse o que faria. Sou um homem de palavra. Vou lhe dar uma surra, e então vou foder você bem depressa e com bastante força. 

 

   A voz dele é muito macia, ameaçadora, e isso é excitante para cacet. Meu penis e minha entrada praticamente se contorcem com um desejo forte, irreprimível. 

Ele me olha, aguardando, os olhos inflamados. Timidamente, estico as perna. Será que devo fugir? É isso aí. Nosso relacionamento está em suspenso, aqui, agora. Será que o deixo fazer isso ou digo não é acabou a história? Porque sei que tudo está terminado se eu disse não. Faça isso!, minha entrada e meu penis me implora. Meu inconsciente está tão paralisado quanto eu.

 

   - Estou esperando - diz ele. - Não sou um homem paciente. 

 

Ah, por tudo que é mais sagrado. Estou ofegando, apavorado, excitado. Meu corpo todo lateja e estou com as pernas bambas. Lentamente, vou me arrastando até ficar ao lado dele.

 

   - Muito bem - murmura ele. - Agora, levante-se.

 

Ah, merda... será que ele não pode acabar logo com isso? Não sei se aguento. Timidamente, fico em pé. Ele estende a mão, e coloca a camisinha em sua palma. De repente, ele me agarra, me fazendo cair por cima dele. Com um único movimento suave, posiciona-se de tal maneira que eu fico com o torso deitado na cama a seu lado. Ele joga a perna direita por cima das minhas e me prende com o braço, imobilizando-me. Aí, porra.

 

   - Coloque as mãos na cabeça - ordena.

Obedeço na mesma hora.

 

   - Por que eu estou fazendo isso, Hoseok? - pergunta.

 

   - Porque revirei os olhos para você. - Mal consigo falar. 

 

   - Acha que essa é uma atitude educado?

 

   - Não.

 

   - Vai fazer de novo? 

 

   - Vou lhe dar uma surra toda vez que fizer isso, entendeu? 

 

Muito lentamente, ele abaixa minhas calças. Aí, como isso é degradante! Degradante, assustador e excitante. Ele está fazendo disso um bicho de sete cabeças. Estou com o coração na boca. Mal consigo respirar. Merda, será que vai doer? 

 

Ele põe a mão na minha bunda nua, acariciando-me delicadamente, fazendo movimentos circulares com a palma da mão. De repente, tira a mão... e me bate - com força. Aí! Arregalo os olhos reagindo à dor, e tento me levantar, mas ele põe a mão Entre as minhas escápulas, forçando-me para baixo. Torna a acariciar o local onde me bateu, e sua respiração muda - está mais ruidosa, mais forte. Ele me bate de novo e de novo, depressa e sem interrupção. Puta merda, isso dói. Não emito um som, o rosto contraído para aguentar a dor, tento me contorcer para me esquivar das palmadas - estimulada pela descarga de adrenalina que me percorre o corpo.

 

   - Fique quieto - grunhe ele - , senão não vou parar de bater. 

 

Ele agora está me esfregando, e a palmada vem logo em seguida. Surge um padrão rítmico: carinho, afago, palmada. Tenho que me concentrar para enfrentar essa dor. Minha cabeça se esvazia enquanto me esforço para absorver aquela agonia. Ele não me bate duas vezes no mesmo lugar sucessivamente - está espalhando a dor. 

 

   - Aaaai! - grito na décima palmada, e percebo que andei contando mentalmente os golpes.

 

   - Só estou me aquecendo.

 

Ele me bate de novo, depois me afaga. A combinação da dor da palmada forte com o carinho é muito cansativa. Ele me bate de novo... isso está ficando mais difícil de aguentar. Meu rosto dói de tanta tensão. Ele me afaga com delicadeza e depois voltar. A bater. Grito de novo.

 

   - Ninguém vai ouvir você, baby, só eu.

 

E me bate de novo e de novo. Do fundo da minha alma, quero implorar para que ele pare. Mas não faço isso. Não quero lhe dar esse prazer. Ele continua aquele ritmo sem trégua. Grito mais seis vezes. Dezoito tapas ao todo. Meu corpo está urrando, urrando por causa desse ataque impiedoso.

 

   - Chega - sussurra ele asperamente. - Muito bem, Hoseok. Agora vou foder você. 

 

Ele afaga com delicadeza minha bunda, que arde ao ser acariciada em movimentos circulares é descendentes. De repente, ele enfia dois dedos dentro de mim, pegando-me completamente desprevenido. Arquejo, este novo ataque quebrando o torpor que envolvia meu cérebro. 

 

   - Está sentindo? Está vendo quanto seu corpo gosta disso, Hoseok? Você está piscando para mim.

 

Há um tom de assombro em sua voz. Ele mexe os dedos rapidamente num movimento de vaivém.

 

Gemo. Não, claro que não. E aí os dedos saem... e fico querendo que voltem.

 

   - Da próxima vez farei você contar. Onde está aquele camisinha? 

 

Ele leva a camisinha e me levanta delicadamente, colocando-me de bruços na cama. Escuto o zíper dele e o invólucro sendo aberto. Ele tira minha calça completamente e me põe ajoelhado, acariciando de leve minha bunda, agora muito dolorida. 

 

   - Vou comer você agora. Pode gozar - murmura ele. 

 

O quê? Como se eu estivesse escolha.

 

E ele está dentro de mim, rapidamente me preenchendo. Solto um gemido forte. Ele mexe, me penetrando com força, um ritmo rápido e ardente na minha bunda dolorida. A sensação é bastante intensa, dura, degradante e alucinante. 

 

Meus sentidos estão devastados, desligados, concentrando apenas no que ele está fazendo comigo. Agora ele me faz sentir aquela tensão familiar apertando lá dentro, cada vez mais rápido. NÃO... e meu corpo traiçoeiro explode num orgasmos intenso e violento. 

 

   - Ah, Hoseok! - grita ele ao gozar, segurando-me ali ao se derramar em mim. Ele desaba, arfando ruidosamente ao meu lado, e me puxa para cima dele, enterrando o rosto no meu pescoço, o corpo colado ao meu. 

 

   - Ah,baby - sussurra. - Bem-vindo ao meu mundo. 

 

Ficamos ali deitados, os dois ofegantes, querendo que nossa respiração se estabilize. Ele afaga o meu cabelo. Estou de novo em cima do seu peito. Mas dessa vez, não tenho forças para levantar a mão a tocar nele. Nossa... sobrevivi. Não foi tão ruim assim. Sou mais forte do que pensava. Yoongi torna a esfregar o nariz no meu pescoço, dando um beijo calmo. 

 

   - Muito bem,baby - diz, num tom exultante.

 

Suas palavras me aconchegam como uma toalha macia e felpuda do Hotel Heathman, e estou muito feliz por ele estar satisfeito. 

 

Ele puxa a minha camiseta grande.

 

   - É com isso que você dorme? - pergunta com delicadeza.

 

   - É - sussurro sonolento. 

 

   - Você devia estar vestido de seda e cetim, menino lindo. Vou levá-lo para fazer compras. 

 

   - Gosto do meu moletom - murmuro, tentando em vão soar irritado. Ele me dá um beijo na cabeça. 

 

   - Vamos ver - diz. 

 

Ficamos ali deitados mais uns minutos, umas horas, quem sabe, eu acho que cochilo. 

 

   - Tenho que ir - diz ele, e me dá um beijo na testa. - Você está bem? 

 

Penso na pergunta dele, minha bunda está doendo. Bem, agora está ardendo, e, por incrível que pareça, apensar de exausto, estou radiante. A consciência disso é humilhante, inesperada. Não entendo.

 

   - Estou bem. -


Notas Finais


Sim, e isso voltei, nao me matem, espero que tenham gostado, beijos.


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