História Hobi Hood (Jung Hoseok - BTS) - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Amor, Bíblia, Casamento, Dellaware, Drama, Ggukys, Hobi, Hobi Hood, Hobin Hood, Hoseok, Igreja, Jeongguk, Jin, Jung Hoseok, Jungkook, Medieval, Namjoon, Princesa, Reino, Seokjin, Short Fic, Shoujo, Taehyung, Você, Yaoi, Yoongi, Yoonkook
Visualizações 66
Palavras 2.356
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


desisto de notas

Capítulo 1 - Hana.


Mira perfeita, corpo ereto e a presa parada, estava pronto para atirar no cervo que estava ali se alimentando perto ao rio, era um cervo grande, e seria de bastante utilidade para mim e para meu irmão em minha casa, mas toda a coragem que eu tinha para matar o animal, foi-se embora, ao ver-te com seus filhotes, era uma família, tentei ter mais força, porém enfraqueci, não poderia matar a pequena família de cervos que estava ali, abaixei meu arco suspirando, ao mesmo tempo agradecendo por ter um coração bom, mas repreendendo-me por não levar comida para casa. Andei até minha humilde cabana, na floresta e vi meu irmão mais velho, fazendo algo para nós comermos.

— O que trouxestes irmão? — Perguntou-me SeokJin enquanto mexia na comida, no pequeno fogo a lenha.

— A-Ah... hoje não havia caça. — Senti-me constrangido, por não ter coragem de matar uma família de cervos, mas não podia, se eu matasse seu pai ou mãe, aqueles cervos seriam devorados pelos animais brutos e selvagens da floresta que viviam a longe.

— Eu vi-te meu irmão, com a mira presa, em um cervo na floresta. — Suspirei, derrotado. — Não tiveres coragem de matar um cervo? De que sobreviveremos se não matastes? — Encabulou-se.

— Ele tinha uma família! — Exclamei, irritando-me, SeokJin suspirou, voltando a mexer sua comida que cheirava ao longe. — Não podia acabar com aquela família... — Murmurei, descompassado.

— Pensaste em mim e em tu, Hoseok, precisamos de comida, ou iremos morrer de fome. — Repreendeu-me. — Espero que consegues caça para amanhã. — Viraste o rosto para a sua comida cheirosa.

— O que iremos comer? — Atrevi-me a perguntar.

— Legumes. — Respondeu-me calmo, agora.

— Fostes à vila irmão? — Sentei-me na pequena rede, na qual eu passava a noite, SeokJin e eu, éramos pobres, vivíamos da caça na qual era nosso sustento e do roubo.

Roubo para ajudar meu querido irmão, não mereces nada que a vida lhe dá, é um homem bom mesmo que não transpareça em seu rosto delicado, com o pouco que temos, ajudamos tais necessitados da vila pouco longe de nossa residência.

— Sim, TaeYang disse-me que virá uma carruagem. — Comentou chamando-me a atenção. — Ouvi boatos, dizendo que era a filha do rei, que passou tempos e tempos convivendo longe da família. — Explicou.

— Vou verificar isso. — Guardei meu precioso arco e flecha, que usufruía para caçar e praticar. — Tentarei conseguir algo de grande valor meu irmão. — Virou-se para mim.

— Tomaste cuidado Hoseok, o povo do muro, são perigosos, forasteiros também são perigosos, não quero perder-te também. — Choramingou, fazendo-me cometer o ato de abraçar meu irmão mais velho.

— Tomarei SeokJin. — Sorri para o mesmo que virou-se para a comida, não deixando-a queimar. — Virei para comer. — Ditei calmo, pegando meu equipamento novamente e saindo da minha humilde cabana, andando até Esperança, meu cavalo.

Subi no animal e começou a cavalgar devagar e com calma, como costumei-me a gostar, olhava a imensidão da grande floresta de DellaWare que continha tamanha beleza, se não fosse pelos atos dos humanos continuaria linda como ela é, porém não muito longe, haveria os tais muros que o povo tanto tinha medo, ouvia-se boatos que o rei era uma pessoa ruim, mas nunca realmente vimos o seu rosto, apenas ordens mandadas, para torturar e capturar bruxos, feiticeiras e ladrões.

Meu nobre irmão, continha um enorme medo do povo dos muros, diziam serem pessoas ruins, que não fazem o bem, mamãe e papai contavam-nos histórias sobre o local, minha mãe contou-me que não deveríamos os julgar tanto, sem ao menos sabermos se são os nobres que cometiam o ato de torturar, prender e matar, mas mamãe não estava totalmente certa, o povo dos muros eram brutais e sem piedade dos camponeses da vila! Meu pai foi vítima de tais maldades deste povo sem coração. Papai era um ladrão, mas que os roubava, para alimentar sua família e os camponeses necessitados, assim como seus herdeiros.

Cavalguei em meu cavalo até chegar à pequena vila, que parecia aglomerada, era a chegada de tal carruagem que meu irmão contaste? Fico perguntando-me, desci de meu animal o amarrando no cercado para não fugir, e fui procurar quaisquer informação sobre a chegada da princesa.

— Senhor Robert. — Chamei o humilde camponês, que trabalhava em sua barraquinha de frutos e legumes, o rapaz veio até mim com um semblante alegre, conhecia-me bem.

— Olá garoto, o que lhe trás à DellaWare? — Indagou curioso.

— SeokJin disse-me sobre a carruagem. — O camponês ficou tenso. — É verdade? — Ele afirmou convicto. — Vou tentar roubar algo meu senhor.

— Acalma-te meu filho. — Segurou-me pelos ombros, enquanto andávamos pela vila de DellaWare. — Será alguém da realeza na carruagem, terá soldados em volta! E muitos! — Exclamou preocupando-me.

— Precisarei de ajuda. — Insisti e o camponês negou. — Como não? Precisamos de algo para sobrevivermos, os preços aumentam e o povo dos muros ao menos vê-te nossa situação! — Irritei-me.

— Acalma-te Hoseok. — Diz calmo. — Chamaste Yoongi e JungKook para irem contigo, não estará só. — Acalmei-me, teria ajuda, afinal de contas.

— Agradecido Robert. — Agradeci ao camponês que voltou aos seus negócios e disse-me que Jeon e Min estavam em suas casas não muito longe de onde eu me abrigava, montado em Esperança, procurei a moradia de meus conhecidos, não costumava falar com os dois.

Encontrando a pequena casa chamei pelo nome de Jeon que não tardou em receber-me em sua humilde residência, continha mais móveis que a minha e camas confortáveis para os garotos dormirem, cada um, contendo o seu quarto. Entrei na residência e encontrei meus colegas almoçando.

— O que deseja Hoseok? — Perguntou-me JungKook mexendo no fogo à lenha.

— Ouvi na vila sobre a carruagem que chegará hoje. — Ambos tiveram sua atenção, gravada em mim. — Será de algum nobre, precisamos roubá-lo.

— Certeza meu caro? Ouvi-te dizer que era uma princesa, herdeira de nosso rei. — Yoongi desconfiou-se.

— Yoongi pensa-te, teremos mais lucro, é uma princesa! — JungKook exclamou.

— Mas terás muitos guardas meu amigo, é a princesa de DellaWare que estamos falando, não alguma camponesa. — Min estava ansioso.

— Precisamos de dinheiro, se o povo dos muros não nos dá, tomaremos. — Jeon disse, confiante que iríamos conseguir uma boa quantia para ajudar-vos os necessitados e a vós.

— Ouviste, vamos, temos de nos aprontar para conseguirmos alguma coisa. — Exclamei e meus colegas fecharam sua residência após pegarem sua arma de caça, arco e flecha. Era a nossa única arma de defesa e de caça.

Andamos até a estrada de terra e nos posicionamos esperando tal cavalaria começar a aparecer, postos preparados e flechas na mira, não atirávamos em ninguém, forjávamos apenas um assalto de assassinos para assustar a cavalaria e roubávamos o que conseguíamos de dentro da carruagem de luxo. Ouvimos barulhos semelhantes à ferraduras de cavalos, dei-lhe sinal para meus colegas que atiraram com as flechas assustando os três animais que empinaram.

Os arreios soltaram-te e os animais, fugiram, boa parte dos soldados correram atrás de sua cavalaria deixando para trás, três, cuidando das jóias de dentro da carruagem. Preparamo-nos e avançamos nos soldados, nocauteando-os com facilidade, JungKook foi abrir a carruagem e pode-se ouvir sons de dentro do objeto.

— Está trancada. — Jeon esbravejou.

— Para trás Jeon. — Yoongi pegou uma espada do soldado desacordado e quebrou facilmente, a fechadura dourada, abriu-te a porta da carruagem mostrando-nos lá dentro, duas pessoas com roupas elegantes, uma mulher, e um homem.

O desconhecido não tardou em apontar sua espada para nós três, recuamos, porém, Yoongi avançou no mesmo que pulou da carruagem e começou a lutar com meu parceiro, JungKook e eu não tardamos em invadir o local que continha a moça encolhida  no canto, tentando se proteger dos quais, bandidos.

— N-N-Não me m-machuquem... — Murmurou a pequena princesa indefesa, meu coração apertou por ter-de roubá-la, mas eles eram injustos e maus.

— Nos dê o que tiver de valor, princesa. — Jeon diz em tom de firmeza.

— Levem o que quiserem! Mas não machuquem à mim! — Gritou parecendo estar em prantos, JungKook pegou tudo o que conseguia de valor de dentro da carruagem, enquanto à mim, estava congelado.

— Vamos Hoseok, ajude-me parceiro! — Esbravejou para mim e voltei à realidade, Jeon havia saído correndo da carruagem deixando-me com a pequena princesa indefesa.

Peguei pertences de ouro mas antes de sair, olhei para trás vendo-a ali, encolhida, olhou para mim mas percebestes que eu olhava a figura então, escondeu seu belo rosto, deixando-me curioso sobre sua bela face.

— Calma-te, não machucareis tu, nobre princesa. — Aproximei-me dela. — Não contastes para ninguém, sobre nós? — Perguntei-te aflito, ela havia visto meu rosto.

— Vá-te embora! — Gritou assustando-me por seu pavor comigo.

— Posso ser ladrão, mas coração bom, tenho, não duvidas disso princesa. — Murmurei inquieto. — Se vós tiveres bom coração, entenderá-me. — Me retirei do local deixando a pobre princesa sozinha.

Fugimos, porém Yoongi havia sido ferido e eu  Jeon o levamos para uma curandeira, que pouco tinha na região, eram consideradas bruxas por seus chás que faziam-nos tão bem ou terem conhecimento de ervas medicinais, um cúmulo! Meredith — curandeira — analizava Yoongi que tinha algumas perfurações leves da espada em sua pele pálida.

— Ele ficará bem meus senhores, só precisa descansar e levar alguns pontos. — Respondeu-nos sorridente, a anciã pegou suas ferramentas para ajudar o nosso amigo.

— Podem-vos ir, ficarei bem. — Min diz sonolento.

— Virei te visitar. — Jeon acariciou os cabelos negros de Min que adormeceu perante ao efeito do chá que havia tomado, saímos da cabana da humilde curandeira e vagamos até a vila, presentear os aldeões com as riquezas que conseguimos.

— Atenção! — Gritei atraindo a atenção dos camponeses em mim.

— Hoseok! Trouxestes algo para nos ajudar meu filho? — Perguntou-nos Bella e assentimos.

— Sim Bella, trouxemos! — O povo da vila comemorou, Jeon e eu distribuímos pequenas quantias das preciosidades que havíamos roubado, o povo da vida sabiam-nos que era roubado, porém, por causa justa.

— Muito obrigado meu filho, que Deus te abençoe. — Dizia uma anciã agradecida.

— Usufrua muito bem de seu valor, minha senhora. — Ditei confiante. — Vamos para casa Jeon? — Levei-a atenção para Jeon que parecia preocupado. — O que te preocupas amigo?

— Yoongi. — Respondeu-me com dúvidas no olhar. — Vou-te vê-lo agora. — Assenti, entendendo a preocupação, caminhamos até nossos cavalos amarrados no cercado.

— Gostas dele? — Perguntei deixando Jeongguk surpreso com minha pergunta.

— D-Do que falas? Ele é meu amigo, o único que importas verdadeiramente comigo... — Minha pergunta, era em outro sentido, ri tocando o ombro de Jeongguk.

— Gostar de... amor, meu caro. — Sorri e ele transpareceu um rosto corado.

— N-Não fales assim Hoseok! O padre pode ouvir! S-Sabe que é pecado! — Exclamou irritado. — De que adiantas sentir um amor assim? Deus me castigaria pelo meu pecado, e não quero ir para o inferno. — Montou em seu cavalo indo embora.

Para mim, era injusto o que ambas pessoas sentiam, se o povo ama-te, devem casar! Porém, dizem ser pecado, a relação de membros da mesma família, relações de pessoas do mesmo gênero sexual, e relação de nobres com camponeses, a pena era a morte, pois assim, iriam "livrar-vos" deste mundo e iam para aonde deveriam ir, no inferno, pelos pecados. Pecadores, todos somos, para mim, Deus ama-nos independente disso, e de nossas escolhas, Deus estará conosco.

Montei em meu cavalo sentindo a falta de algo, meu arco, havia sumido! Onde eu havia deixado? Lembrastes em instantes, havia ficado dentro da carruagem, não tinha mais volta, perdi minha arma de caça... Como chegarei em casa sem ao menos alguma caça para surpreender meu amado irmão? E dizer-lhe, que meu arco, havia sumido. Cavalguei até minha humilde residência, a noite caiu, a bela de uma noite estrelada.

Pensavas em meu arco, e meus pensamentos foram de leve para a nobre princesa indefesa, ela saberia aonde minha arma estaria, provavelmente, fora jogada fora ou guardada para os soldados, logo as tropas deveriam ser mandadas atrás de mim e de meus colegas e precisava-me esconder antes que tal ato, ocorra.

— Irmão, ouvi dizerem que conseguiste riqueza. — SeokJin veio-te até mim, alegremente. — O que ocorreu? Não alegrastes que tu conseguistes riqueza Hoseok?

— Meu arco... — Murmurei entristecido. — Irmão, as tropas serão mandadas atrás de mim, eles viram meu rosto, a princesa viu. — SeokJin espantou-se.

— Como? És sempre cuidadoso! — Dei-me por vencido, e deixei minhas lágrimas, de puro medo de ser morto em breve, ser cometido. — Não choras, odeio quando banha-se em lágrimas irmão.

— Tenho medo. — Solucei. — Vá-te à DellaWare. — Dei-lhe sua riqueza. — Compres o que estiver faltando para nós, preciso ficar só... — Entendeu e montou em nosso cavalo, indo para o reino.

Estava assustado, com medo, como deixeis que um nobre viste o meu rosto? Logo serei pego pelas tropas, não tenho como esconder-me disso e nem impedir o meu destino, ó Deus, perdoe-me por ser um ladrão, seria muita ousadia minha, pedir-te ajuda depois de tudo o que fiz, depois de meus pecados cometidos...

Caminhei em passos lentos, até o lago próximo à minha residência, precisava, de um bom banho para aliviar-me um pouco, me despi e mergulhei na água morna, fechando os olhos ao sentir tamanha pureza da água em meu corpo, molhando todo o meu ser. Ouvi barulhos ao meu lado e abri revelando minha visão, um gato preto.

— Ó bichinho, estás perdido meu amigo? — Acariciei sua cabeça molhando-a, pelo fato de minhas mãos estarem molhadas.

Para o povo, gatos pretos traziam azar por acharem que eram bruxos ou feiticeiras transformados no animal, por culpa da pelagem negra, e por isso, eram capturados para serem extintos, livrando-nos de todo mal, sem prova alguma, matando animais indefesos pelo capricho de acharem que era algo ruim, as provas, nunca encontradas. O gato deitou seu corpo negro ao lado de meu ombro e ali ronronou com meu carinho.

— Não tens dono? — Era estranho o fato, de conversar com animais, mas, agradava-me. — Cuidarei de ti, com muito carinho, meu bichinho. — Soltei uma risada nasal. — Irei chamar-te de... Anete. — Batizei a gata, era fêmea.

Fiquei minutos na água, relaxando-me com meu novo amigo, ou melhor, amiga, até que ouvi barulhos semelhantes à galhos, Anete acordou-te assustada e olhei para trás, havia alguém ali.

— Olá? Quem estás aí? — Disse em tom alto, mas sem me levantar, estava desprovido de roupas. — Apareça! — A pouca imagem de um vestido feminino apareceu sendo iluminado pela luz da lua.

— Esqueceu-te de algo, bom homem. — Reconheci pela voz, congelei ao ver a coroa em sua cabeça.

Era a princesa.


Notas Finais


espero que tenham gostado kskskskks, como estou cansada e com dor de mais para explicar coisas explico no próximo capítulo '-'

PS: o nome do capítulo, são números em coreano hana (um) du (dois) se (três)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...