História Hogwarts, a mystery - Capítulo 8


Escrita por: e biiaa1

Postado
Categorias Harry Potter
Tags Fantasia, Harry Potter, Hogwarts Mystery, Novela, Romance
Visualizações 28
Palavras 1.362
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Magia, Orange, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Conseguiu o que queria


O dia amanheceu em Hogwarts. Muitos dos alunos seguiam em direção ao campo de quadribol para ver a partida entre Sonserina e Grifinória. Angélica já estava no vestiário, com as vestes apropriadas para o jogo. Ela estava confiante, porém muito nervosa.


No Salão Principal, Félix comia seu habitual mingau de aveia, com Mérula entediada do seu lado.

-Vamos logo? - Disse ela

-Vamos onde?  - Félix perguntou distraído.

-Ver a partida né! Onde mais? - Sua amiga respondeu, sem paciência.

Ele tinha combinado de se encontrar com Penny na hora do jogo, mas às vezes esquecia que era o único amigo de Mérula em Hogwarts. E também fora de lá.

-Vá sem mim. Preciso resolver um assunto com alguns primeiranistas sobre defesa contra as artes das trevas. - Ele mentiu, pois não confiava nela o suficiente para contar sobre o caso com a lufana. Havia contado somente a Chester.

Mérula não gostava do fato de que Félix agora tinha responsabilidades a mais, pois ela acabava ficando sem companhia em momentos como aquele. Mas já que não tinha como mudar a situação, decidiu aproveitar-se dela. Como estava sem o monitor por perto, o momento era ideal para planejar o que faria a respeito de Ben Cooper. Dirigiu-se até uma das estufas e furtou um pouco de bosta de dragão.


Ben esperou Rowan e os amigos da Corvinal da garota para acompanhá-los até o campo de quadribol. Ele sabia que sua melhor amiga não marcaria presença na primeira partida do ano, mas era difícil de acreditar no motivo, que ela havia revelado somente à ele. Ben não conseguia simpatizar com nenhum bruxo da Sonserina, talvez porque se sentisse intimidado por quase todos eles.


Tonks olhava-se no espelho no salão comunal da Lufa-Lufa, trocando a cor de seu cabelo do habitual rosa para um vermelho bem chamativo, já que naquele dia estaria torcendo para a Grifinória. Lá fora a partida de quadribol já havia começado, a garota saiu atrasada, porém satisfeita com sua aparência. No meio do caminho para o campo esbarrou com sua monitora.

-Ninfadora. Estava te procurando. Sprout quer falar com você. - Disse Jane

-Por que? O que eu fiz?

-Sprout disse que deixou bosta de dragão na estufa para utilizar hoje, mas não está mais lá. - A monitora disse como se fosse óbvio. -Tonks, já estamos em último lugar na taça das casas, será que você não pode se comportar?

-Sei que parece algo que eu faria, mas não entrei nas estufas nem hoje nem ontem… Tá, vou falar com ela - Tonks estava dizendo a verdade, mas não tinha certeza de que Jane acreditava nela nem que Sprout acreditaria. E não, ela não podia se comportar.


Chester estava no meio da torcida com um bando de corvinos, o jogo ainda marcava zero a zero quando ouviu uma voz indesejada atrás dele:

-Se fosse a nossa equipe jogando, eu já teria agarrado o pomo faz tempo! - André falava em voz alta. O garoto era apanhador da Corvinal. Chester lançou-lhe um olhar que o mandava ficar calado. O monitor sabia que no fundo o menino não era uma pessoa ruim, mas não conseguia olhá-lo com bons olhos depois do problema envolvendo Rowan.

Ao lembrar-se disso seus olhos automaticamente buscaram por Gui Weasley. Chester sabia que no fundo não havia mais razão para odiá-lo, mas não conseguia deixar de ter um pé atrás quando o assunto era o ruivo.


Conforme o combinado, no horário do início do jogo Penny Haywood aguardava em frente à masmorra em que se situava a sala do mestre das poções. Quando Félix chegou, viu que aquela parte do castelo estava vazia, como haviam previsto, segurou a mão da garota e começou a guiá-la para algum lugar.

-Onde estamos indo? - Quis saber Penny, acompanhando-o.

-No salão comunal da Sonserina. Todos estão lá fora e você pode subir no meu dormitório sem que a escada vire um escorregador. - Respondeu

-Engenhoso.

Era a primeira vez que a lufana entrava na sala comunal da Sonserina. Ela já havia visitado as salas da Corvinal e Grifinória. A da Corvinal para ajudar Tonks a "roubar emprestado" um livro da seção restrita da biblioteca, que elas sabiam que um corvino havia conseguido reservar. E a da Grifinória porque foi para onde Ben refugiou-se quando precisava ter um acesso de choro durante uma aula de trato das criaturas mágicas.

Félix fechou a porta do dormitório e lançou o feitiço colloportus em seguida, para trancá-la. Virou-se para Penny, que sorria amigavelmente como sempre, e no segundo seguinte já estavam se beijando.

O garoto, que abraçava a lufana pela cintura, ergueu-a do chão e ela cruzou as pernas ao redor dele. Félix sentou-se na cama em que costumava dormir, ainda segurando Penny, de modo que ela ficou sentada em seu colo. Ele delicadamente cortou o beijo e mudou o foco para o pescoço da menina.

Penny passou as mãos pelo cabelo, colocando-o para a esquerda, e retirou a camiseta de Félix. O menino a puxou para que ambos se sentassem na cama, encostados na cabeceira, e deslizou a mão por baixo da calça dela, provocando-a, enquanto a beijava intensamente.

Os dois aproveitavam o momento e, levando em consideração as proporções que aquilo estava tomando, Penny achou que precisavam conversar.

-Preciso te falar uma coisa. - Disse, pouco tempo depois que o sonserino finalmente tirou a mão de dentro da calça dela.

-Hum? - Foi o que Félix conseguiu responder. Ainda estava claramente excitado.

-Sou virgem.

-E você quer fazer algo a respeito? - Recuperando-se, ele tomou cuidado para que a pergunta não soasse grosseira ou pervertida demais.

-Sim, mas não hoje. Até porque não temos muito tempo. - A garota disse com determinação.

-Nesse caso o ideal seria durante alguma noite… - Concluiu Félix. Penny assentiu e os dois voltaram a se beijar.


Da torre de astronomia era possível ver o sol se pondo e dando lugar às estrelas. No salão comunal da Grifinória todos comemoravam a vitória da partida de quadribol. Angélica e os outros jogadores da equipe tinham sido parabenizados pelos colegas de casa e agora festejavam, comendo pequenos sanduíches que Carlinhos, junto com duas amigas, havia negociado com os elfos na cozinha.

Os alunos da Sonserina também estavam reunidos no ambiente destinado à casa. Entre eles, porém, o clima era de derrota. O lugar foi-se esvaziando conforme a escuridão da noite tomava conta dos terrenos do castelo, mas Mérula e poucos outros ainda se encontravam lá. A garota havia decidido que faria a bosta de dragão que afanou voar e chocar-se com Ben Cooper quando ele estivesse no ar, montado na vassoura durante alguma aula de voo.

Para que sua vingança fosse bem sucedida, entretanto, precisaria de ajuda, pois seria arriscado realizá-la sozinha. Félix era monitor, mas abusava da autoridade para quebrar algumas regras, ela sabia. Ponderou por alguns minutos e concluiu que não arriscaria chamar o amigo apesar de tudo, já que se ele não gostasse da ideia também iria proibi-la de colocar o plano em prática. Não, ela definitivamente não contaria nada a ele.

Passou os olhos pelo salão comunal, sem saber o que fazer. Viu alguns terceiranistas jogando bexigas, uma garota que dormia no sofá e, conversando em um canto, dois colegas de seu ano que faziam parte da equipe de  quadribol.

-Sugeri que trapaceássemos, mas ninguém me ouviu. - Lamentou Ismelda. A garota tinha o cabelo preto e curto, com um corte que deixava lado maior que o outro, e era a apanhadora do time.

-Não ia dar certo. Aquilo era um absurdo! De qualquer forma, não adianta mais… - Disse Barnaby Lee, um menino que tinha o porte perfeito para ser um dos batedores da Sonserina e estava claramente muito desapontado com a derrota.

Mérula achou que poderia se aproveitar da tristeza dos colegas para convencê-los a ajudá-la e conseguir o que queria, por isso aproximou-se sorrateiramente dos dois.

-Parecem chateados. Fazer bosta de dragão atingir o Ben Cooper animaria vocês?

-É, me soa bem animador… - Respondeu Ismelda

Os três ficaram conversando até tarde sobre como iriam agir e riram imaginando a reação do pobre grifinório quando visse a bosta voando em sua direção. Mérula conseguiu o que queria. Colocariam o plano em prática já no dia seguinte, pois os alunos da Grifinória do ano de Ben teriam aula de voo logo após o café da manhã, juntamente com os da Lufa-Lufa.



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