História Hogwarts e a turma de 1908 - Interativa - Capítulo 1


Postado
Categorias Animais Fantásticos e Onde Habitam, Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Newt Scamander, Personagens Originais
Tags Aventura, Crossover, Fichas, Harry Potter, Interativa, Misterios
Visualizações 276
Palavras 875
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Pansexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oe! Enquanto tô com dificuldades de fazer minha outra fic, vou estar dando uma de coach e ajudando duas pessoinhas a fazer uma fanfic de Harry Potter! Espero que gostem de nosso trabalho!

Capítulo 1 - Na clareira


Alvo Dumbledore estava sentado em sua mesa, na sala dedicada ao professor de Transfiguração de Hogwarts. Estava calmamente preparando as aulas para o ano vindouro, quando uma luz azulada chamou sua atenção. Um jaguar feito de pura luz, um patrono, havia entrado pela janela. O homem deu um sorrisinho, como se estivesse esperando por isso. Uma voz jovem e feminina foi emitida pelo felino:

—Alvo. Precisa ver isso. Me encontre no lugar de sempre. — E com isso, o patrono desapareceu. Calmamente, Dumbledore se levantou e pôs o cachecol vermelho que costumava usar quando tinha de ir para a floresta proibida.

Depois de meia hora andando pela floresta, chegou numa clareira que era perfeitamente iluminada pela lua. No centro da clareira, havia um toco de árvore que mais se assemelhava a uma mesa. Dumbledore se dirigiu a uma dupla de árvores retorcidas que pareciam se curvar uma sobre a outra, criando uma espécie de arco natural. Se qualquer ser visse a cena, para este, o homem teria desaparecido sem nenhuma explicação. Mas ele estava lá.

Ao atravessar o portal, ele se viu diante da mesma clareira, mas com claras diferenças. Sobre o toco de madeira havia um amontoado de utensílios de cozinha e ao olhar para trás, deu de cara com uma porta de mogno. Onde antes havia apenas duas árvores, uma casa inteira surgira. Ele deu três batidas singelas na porta e prontamente, esta abriu.

De lá saiu uma mulher aparentemente em torno dos trinta anos, de cabelos negros e longos amarrados num coque alto. Ela era alta e tinha feições severas. Nos seus braços, um bebê de poucos meses dormia tranquilamente. Dumbledore sorriu para a criança antes de entrar.

—Lucia, como vai? E Isobel? — Ele pergunta amigavelmente. A expressão da mulher abrandou e ela pôs a criança com cuidado em lençóis protegidos da luz do sol. Ela solta um suspiro, uma mistura de tensão e cansaço, antes de sentar numa cadeira. O interior da casa era pequeno e na verdade era um único cômodo e o homem constantemente batia a cabeça no teto ao se mover. Ele também se sentou e esperou a mulher falar.

—Estamos bem. Isobel está crescendo numa velocidade assustadora, será uma jovem robusta como minha irmã. Mas não é para falar de nós que pedi para que viesse. Venha ver. — Ela o encaminhou para fora da casa, até a parte de trás, onde havia uma pedra quadrada e escavada ao meio. Ela apontou a própria varinha para o buraco. — Aguamenti.

Água jorrou da ponta da varinha e preencheu o buraco com água cristalina. Lucia tocou levemente símbolos mal esculpidos por toda a extensão da pedra antes de firmar as mãos em seu exterior. Ela focou os olhos dentro da água e sussurrou:

—Mostre-me Armando Dippet. — Por alguns segundos, a água agitou-se como se nuvens dançassem velozmente debaixo de sua superfície, mas rapidamente se abriram para mostrar uma sala impecavelmente arrumada. Um homem já aparentemente velho estava sentado a mesa, trabalhando em um pergaminho. Resmungava consigo mesmo conforme escrevia. Lucia se mexeu. — Mostre-me Gellert Grindelwald.

Novamente, a água se agitou, mas quando as nuvens se abriram apenas um branco fosco foi mostrado, sem nenhuma imagem aparente. Lucia tirou as mãos do objeto e imediatamente a água desapareceu sem deixar rastros. Subitamente, ela caiu para o lado, sendo apoiada por Dumbledore.

—Entendo. Isto é sério. — Ela concorda com a cabeça. Os dois vão até o interior da pequena casa e o homem a deita na cama. — A Viseira está te cansando muito, Lucia. Por enquanto, acho melhor pararmos.

—Dumbledore, você não quer dizer desistir? Depois de todos os nossos esforços. — Ela pergunta em tom ultrajado.

—Não, não vamos desistir. Mas por agora, precisamos pensar em outras coisas. Os novos alunos chegarão em três dias, precisamos estar preparados para recebê-los e protegê-los. Grindelwald não ousará pisar aqui, pelo menos por enquanto. Precisamos nos preocupar com os alunos, somente por enquanto.

—Compreendo. Então eu deveria me mudar para o castelo logo. Você já arranjou alguém para cuidar de Isobel enquanto trabalho?

—Sim. Armando Ross cuidará dela quando precisar.

—Armando Ross? Aquele menino piadista? Ora Dumbledore, faça-me o favor! Ele não consegue nem cuidar de si mesmo, o que dirá um recém-nascido!

—Ele se dispôs a vir e também a ficar. Nesses dias, toda ajuda é bem-vinda. — Ela ainda resmungou por alguns segundos consigo mesma, mas suspirou e voltou-se ao homem:

—Certo. Mas virei aqui todos os dias que puder para ter certeza de que Isobel está bem nas mãos daquele garoto. — Dumbledore riu antes de se levantar.

—Pois bem, eu deveria lhe ajudar a montar tudo. Liitos. — Com um aceno da varinha, os pertences espalhados pela casa se amontoaram em um único ponto. Ele pegou uma mala escondida no canto da casa e guardou as coisas dentro, logo depois virando-se para Lucia. — Vou chamar uma carruagem para vocês. Volto logo.

E saiu da casa. A mulher levantou-se e foi até a criança, bagunçando o pouco de cabelo que esta tinha. O ano de 1908 seria difícil. Com aulas para dar e um bebê para cuidar, Lucia Armgrott suspirou talvez pela milésima vez naquele dia. E pegando o bebê no colo, partiu para fora da clareira, onde sabia que Dumbledore a esperava com a mala.


Notas Finais




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