História Hogwarts lendo Harry Potter - Capítulo 3


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Palavras 2.793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii! Voltei cedo, hein? Não há tantos comentários ou momentos de comédia, pois esses capítulos são meio tensos, mas espero que gostem. Juro que no próximo capítulo, o Ministro irá se manifestar!
Volto a dizer que não sei quando postarei o próximo capítulo, pois meu pai está no hospital e eu passo um bom tempo lá. Mas quem sentir minha falta, pode dar uma olhada as minhas outras fanfics. Eu tenho várias! bbdhshds

Espero que Gostem e Boa Leitura!

Capítulo 3 - Prisioneiro de Azkaban: Moony, Wormtail, Padfoot e Prongs.


Fanfic / Fanfiction Hogwarts lendo Harry Potter - Capítulo 3 - Prisioneiro de Azkaban: Moony, Wormtail, Padfoot e Prongs.

Capítulo II

“Aluado, Rabicho, Almofadinhas e Pontas”

Hermione virou a página e voltou a ler o livro.

“Levou alguns segundos para os garotos absorverem o absurdo dessa afirmação. Então Rony disse em voz alta o que Harry estava pensando.

— Vocês dois são malucos.

— Ridículo! — exclamou Hermione baixinho.

— Pedro Pettigrew está morto! — afirmou Harry.”  

- SIM! - A maioria dos alunos gritaram. Isso inclui alguns sonserinos, Draco estava entre eles. Chegou o momento em que, por mais que não quisessem, a leitura havia tornado-se… interessante.

“ — Ele o matou há doze anos! — O garoto apontou para Black, cujo rosto tremeu convulsivamente.

— Tive intenção — vociferou o acusado, os dentes amarelos à mostra — mas o Pedrinho levou a melhor... Mas desta vez não!

E Bichento foi atirado ao chão quando Black avançou para Perebas; Rony berrou de dor ao receber o peso de Black sobre sua perna quebrada.

— Sirius, NÃO! — berrou Lupin atirando-se à frente e afastando Black para longe de Rony. — ESPERE! Você não pode fazer isso assim... Eles precisam entender... Temos que explicar...

— Podemos explicar depois! — rosnou Black, tentando tirar Lupin do caminho.

Ainda mantinha uma das mãos no ar, com a qual tentava alcançar Perebas, que, por sua vez, guinchava feito um porquinho, arranhando o rosto e o pescoço de Rony, tentando escapar.

— Eles têm... O... Direito... De... Saber... De... Tudo! — ofegou Lupin, ainda tentando conter Black. — Ele foi bicho de estimação de Rony! E tem partes dessa história que nem eu compreendo muito bem! E Harry... Você deve a verdade a ele, Sirius!

Black parou de resistir, embora seus olhos fundos continuassem fixos em Perebas, firmemente seguro sob as mãos mordidas, arranhadas e sangrentas de Rony.

— Está bem, então — concordou Black, sem desgrudar os olhos do rato. — Conte a eles o que quiser. Mas faça isso depressa, Remo, quero cometer o crime pelo qual fui preso...

— Vocês são pirados, os dois — disse Rony trêmulo, procurando com os olhos o apoio de Harry e Hermione. — Para mim chega. Estou fora.

O garoto tentou se levantar com a perna boa, mas Lupin tornou a erguer a varinha, apontando-a para Perebas.

— Você vai me ouvir até o fim, Rony — disse calmamente. — Só quero que mantenha Pedro bem seguro enquanto me ouve.

— ELE NÃO É PEDRO, ELE É PEREBAS! — berrou Rony, tentando empurrar o rato para dentro do bolso das vestes, mas Perebas resistia com todas as forças.

Rony oscilou e se desequilibrou, mas Harry o amparou e empurrou de volta à cama. Então, sem dar atenção a Black, Harry se dirigiu a Lupin.

— Houve testemunhas que viram Pettigrew morrer — disse. — Uma rua cheia…”

- Exato! Todos nós conhecemos a história, vai dizer agora que é tudo mentira? - Exasperou-se Lilá Brown.

- Lilá, cala a boca! - Ginny revirou os olhos e ignorou sua mãe falando “e os modos, Ginevra?” - Se você ficasse em silêncio, Hermione leria mais rápido e nós saberíamos a verdade!

- Se é que tem verdade nisso. - Pansy falou alto, atraindo a atenção dos colegas de escola. - E se for uma armação do Potter? Eu não acredito que esses livros estejam falando a verdade.

- Senhorita Parkinson, eu mesmo avaliei os livros. - Dumbledore se pronunciou. - Tenho certeza absoluta de que eles falam a verdade, não há dúvidas disso.  Digo, você duvida da minha capacidade como bruxo? Porque se a resposta for sim, espero que acredite no Ministro. Ele também avaliou os livros. Ele sabe que não há mentiras contidas neste livro.

O silêncio se instalou no lugar. Muitos alunos estavam chocados e Pansy, sabendo que seria ridículo ir contra o Diretor, murmurou um “desculpe” e sentou-se. Draco revirou os olhos, até mesmo Pansy tinha um leve respeito por Dumbledore, o que era inaceitável, na sua opinião. “Será que não veem como isso é tudo uma mentira? Potter quer ser o santo mais uma vez e Dumbledore está ajudado. Chega a ser ridículo essa situação”, resmungou para Theodore Nott que simplesmente concordou com a cabeça.

“— Eles não viram o que pensaram que viram! — disse Black ferozmente, ainda vigiando Perebas se debater nas mãos de Rony.

— Todos pensaram que Sirius tinha matado Pedro — confirmou Lupin acenando a cabeça. — Eu mesmo acreditei nisso, até ver o mapa hoje à noite. Porque o Mapa do Maroto nunca mente... Pedro está vivo. Na mão de Rony, Harry.

Harry baixou os olhos para Rony, e quando seus olhares se encontraram, os dois concordaram silenciosamente: Black e Lupin estavam delirando. A história deles não fazia o menor sentido. Como Perebas poderia ser Pedro Pettigrew? Azkaban, afinal, devia ter endoidado Black, mas por que Lupin estava fazendo o jogo dele?

Então Hermione falou, numa voz trêmula que se pretendia calma, como se tentasse fazer o professor falar sensatamente.

— Mas Prof. Lupin... Perebas não pode ser Pettigrew... Não pode ser verdade, o senhor sabe que não pode...

— Por que não pode? — perguntou Lupin calmamente, como se estivessem na sala de aula e Hermione apenas levantasse um problema relativo a uma experiência com grindylows.

— Porque... Porque as pessoas saberiam se Pedro Pettigrew tivesse sido um Animago. Estudamos Animagos com a Profª. McGonagall. E procurei maiores informações quando fiz o meu dever de casa, o Ministério da Magia controla os bruxos e bruxas que são capazes de se transformar em animais; há um registro que mostra em que animal se transformam, o que fazem, quais os seus sinais de identificação e outros dados... E fui procurar o nome da Profª. McGonagall no registro e vi que só houve sete Animagos neste século e o nome de Pettigrew não constava da lista...

Harry mal tivera tempo de se admirar intimamente com o esforço que Hermione investia nos deveres de casa, quando Lupin começou a rir.

— Certo, outra vez Hermione! — exclamou. — Mas o Ministério nunca soube que havia três Animagos não registrados à solta em Hogwarts.

— Se você vai contar a história aos garotos, se apresse, Remo — rosnou Black, que continuava vigiando cada movimento desesperado de Perebas. — Esperei doze anos, não vou esperar muito mais.

— Está bem... Mas você precisa me ajudar, Sirius — disse Lupin — só conheço o inicio...

Lupin parou. Tinham ouvido um rangido alto às costas dele. A porta do quarto se abriu sozinha. Os cincos olharam. Então Lupin foi até a porta e espiou para o patamar.

— Não há ninguém aí fora...

— Esse lugar é mal-assombrado! — comentou Rony.

— Não é, não — disse Lupin, ainda observando intrigado a porta. — A Casa dos Gritos nunca foi mal-assombrada... Os gritos e uivos que os moradores do povoado costumavam ouvir eram meus.”

Os alunos olharam-se surpresos.

- ERA VOCÊ? - Gritou Anna Abbott e mais alguns colegas.

Em questão de segundos, o caos se instalou no Salão Principal. Muitos gritavam “como assim?”, “como isso é possível?”, “A Casa dos Gritos? Professor Lupin? Lobisomem? Sirius Black? Nós vamos morrer!”

- SILÊNCIO! - Dumbledore aumentou o tom de voz e logo, todos se calaram. - Por favor, deixem a senhorita Granger ler.

“Ele afastou os cabelos grisalhos da testa, pensou um instante, e disse:

— Foi onde tudo começou, com a minha Transfiguração em Lobisomem. Nada poderia ter acontecido se eu não tivesse sido mordido... E não tivesse sido tão imprudente...

Ele parecia sóbrio e cansado. Rony ia interrompê-lo, mas Hermione fez “psiu!”. Ela observava Lupin com muita atenção.

— Eu ainda era garotinho quando levei a mordida. Meus pais tentaram tudo, mas naquela época não havia cura. A poção que o Prof. Snape tem preparado para mim é uma descoberta muito recente. Me deixa seguro, entende. Desde que eu a tome uma semana antes da lua cheia, posso conservar as faculdades mentais quando me transformo... E posso me enroscar na minha sala, um lobo inofensivo, à espera da mudança de lua. Porém, antes da Poção Mata-cão ser descoberta, eu me transformava em um perfeito monstro uma vez por mês. Parecia impossível que eu pudesse frequentar Hogwarts. Outros pais não iriam querer expor os filhos a mim. Mas, então, Dumbledore se tornou diretor e ele se condoeu. Disse que se tomássemos certas precauções, não havia razão para eu não frequentar a escola — Lupin suspirou e olhou diretamente para Harry. — Eu lhe disse, há alguns meses, que o Salgueiro Lutador foi plantado no ano em que entrei para Hogwarts. A verdade é que ele foi plantado porque eu entrei para Hogwarts. Esta casa — Lupin correu os olhos cheios de tristeza pelo quarto — e o túnel que vem até aqui foram construídos para meu uso. Uma vez por mês eu era trazido do castelo para cá, para me transformar. A árvore foi colocada na boca do túnel para impedir que alguém se encontrasse comigo durante o meu período perigoso.

Harry não conseguia imaginar onde a história iria chegar, mas, mesmo assim, ouvia arrebatado. O único som, além da voz de Lupin, eram os guinchos assustados de Perebas.

— As minhas transformações naquele tempo eram... Eram terríveis. É muito doloroso alguém virar lobisomem. Eu era separado das pessoas para morder à vontade, então eu me arranhava e me mordia. Os moradores do povoado ouviam o barulho e os gritos e achavam que estavam ouvindo almas do outro mundo particularmente violentas. Dumbledore estimulava os boatos... Ainda hoje, que a casa tem estado silenciosa há anos, os moradores de Hogsmeade não têm coragem de se aproximar... Mas tirando as minhas transformações, eu nunca tinha sido tão feliz na vida. Pela primeira vez, eu tinha amigos, três grandes amigos. Sirius Black... Pedro Pettigrew... E, naturalmente, seu pai, Harry, Tiago Potter. Agora, meus três amigos não puderam deixar de notar que eu desaparecia uma vez por mês. Eu inventava todo o tipo de histórias. Dizia que minha mãe estava doente, que tinha ido em casa vê-la... Ficava aterrorizado em pensar que eles me abandonariam se descobrissem o que eu era. Mas é claro que eles, como você, Hermione, descobriram a verdade... E não me abandonaram. Em vez disso, fizeram uma coisa por mim que não só tornou as minhas transformações suportáveis, como me proporcionou os melhores momentos da minha vida. Eles se transformaram em Animagos.

— Meu pai também? — perguntou Harry, espantado.

— Certamente. Eles gastaram quase três anos para descobrir como fazer isso. Seu pai e Sirius eram os alunos mais inteligentes da escola, o que foi uma sorte, porque se transformar em Animago é uma coisa que pode sair barbaramente errada, é uma das razões por que o ministério acompanha de perto os que tentam. Pedro precisou de toda a ajuda que pôde obter de Tiago e Sirius. Finalmente no nosso quinto ano, eles conseguiram. Podiam se transformar em um animal diferente quando queriam.

— Mas como foi que isso ajudou o senhor? — perguntou Hermione, intrigada.

— Eles não podiam me fazer companhia como seres humanos, então me faziam companhia como animais. Um lobisomem só apresenta perigo para gente. Eles saíam escondidos do castelo todos os meses, encobertos pela Capa da Invisibilidade de Tiago. E se transformavam... Pedro, por ser o menor, podia passar por baixo dos ramos agressivos do Salgueiro e empurrar o botão para imobilizá-lo. Os outros dois, então, podiam escorregar pelo túnel e se reunir a mim. Sob a influência deles, eu me tornei menos perigoso. Meu corpo ainda era o de um lobo, mas minha mente se tornava menos lupina quando estávamos juntos.”

- Owwwn! - Algumas garotas murmuraram.

- A amizade de vocês era tão fofa! - Padma Patil disse, docemente. - Eu queria ter uma amizade assim!

Hermione suspirou, seria difícil ler aquele livro.

“— Anda logo, Remo — rosnou Black, que continuava a observar Perebas com uma espécie de voracidade no rosto.

— Estou chegando lá, Sirius, estou chegando lá... Bom, abriram-se possibilidades extremamente excitantes para nós do momento em que conseguimos nos transformar. Não demorou muito e começamos a deixar a Casa dos Gritos e perambular pelos terrenos da escola e pelo povoado à noite. Sirius e Tiago se transformavam em animais tão grandes que conseguiam controlar o lobisomem. Duvido que qualquer aluno de Hogwarts jamais tenha descoberto mais a respeito dos terrenos da escola e do povoado de Hogsmeade do que nós... E foi assim que acabamos preparando o Mapa do Maroto, e assinando-o com os nossos apelidos. Sirius é Almofadinhas, Pedro é Rabicho, e Tiago era Pontas.

— Que tipo de animal...? — Harry começou a perguntar, mas Hermione o interrompeu.

— Mas a coisa continuava a ser realmente perigosa! Andar no escuro em companhia de um lobisomem! E se o senhor tivesse fugido deles e mordido alguém?

— É um pensamento que ainda me atormenta — respondeu Lupin deprimido. — E muitas vezes escapávamos por um triz. Nós nos riamos disso depois. Éramos jovens, irresponsáveis, empolgados com a nossa inteligência. Por vezes eu sentia remorsos por trair a confiança de Dumbledore, é óbvio... ele me aceitara em Hogwarts, coisa que nenhum outro diretor teria feito, e sequer desconfiava que eu estivesse desobedecendo às regras que ele estabelecera para a segurança dos outros e a minha própria. Ele nunca soube que eu tinha induzido três colegas a se transformarem ilegalmente em Animagos. Mas eu sempre conseguia esquecer meus remorsos todas as vezes que nos sentávamos para planejar a aventura do mês seguinte. E não mudei...

O rosto de Lupin endurecera, e havia desgosto em sua voz.

— Durante todo este ano, lutei comigo mesmo, me perguntando se devia contar a Dumbledore que Sirius era um Animago. Mas não contei. Por quê? Porque fui covarde demais. Porque isto teria significado admitir que eu traíra sua confiança enquanto estivera na escola, admitir que influenciara outros... E a confiança de Dumbledore significava tudo para mim. Ele me admitira em Hogwarts quando garoto, e me dera um emprego quando eu fora desprezado toda a minha vida adulta, incapaz de encontrar um trabalho remunerado porque sou o que sou. Então me convenci de que Sirius estava penetrando na escola por meio das artes das trevas que aprendera com Voldemort, que o fato de ser um Animago não entrava em questão... Então, de certa forma, Snape tinha razão quanto à minha pessoa.

— Snape? — exclamou Black com a voz rouca, desviando os olhos de Perebas pela primeira vez nos últimos minutos para olhar Lupin. — Que é que Snape tem a ver com isso?

— Ele está aqui, Sirius — respondeu Lupin sério. — É professor em Hogwarts também. — E ergueu os olhos para Harry, Rony e Hermione. — O Prof. Snape frequentou a escola conosco. Ele se opôs fortemente à minha nomeação para o cargo de professor de Defesa contra as Artes das Trevas. Passou o ano inteiro dizendo a Dumbledore que eu não sou digno de confiança. Ele tem suas razões... Entendem, o Sirius aqui pregou uma peça nele que quase o matou, uma peça de que participei...

Black emitiu uma exclamação de desdém.

— Foi bem feito para ele — zombou. — Espionando, tentando descobrir o que andávamos aprontando... Na esperança de que fôssemos expulsos…”

“Eles conheceram o Professor Snape!”, “agora eu entendo porque ele não gostava do Prof Lupin”, os alunos conversavam entre si.

Snape revirou os olhos, não iria discutir. Não naquele momento, não na frente daquelas crianças insuportáveis.

“— Severo tinha muito interesse em saber aonde eu ia todo mês — disse Lupin a Harry, Rony e Hermione. — Estávamos no mesmo ano, entendem, e não... Hum... Não nos gostávamos muito. Ele não gostava nada de Tiago. Ciúmes, acho eu, do talento de Tiago no campo de Quadribol... Em todo o caso, Snape tinha me visto atravessar os jardins com Madame Pomfrey certa noite quando ela me levava em direção ao Salgueiro Lutador para eu me transformar. Sirius achou que seria... Hum... Divertido, contar a Snape que ele só precisava apertar o nó no tronco da árvore com uma vara longa para conseguir entrar atrás de mim. Bem, é claro, que Snape foi experimentar, e se tivesse chegado até a casa teria encontrado um lobisomem adulto – mas seu pai, que soube o que Sirius tinha feito, foi procurar Snape e puxou-o para fora, arriscando a própria vida... Snape, porém, me viu, no fim do túnel. Dumbledore o proibiu de contar a quem quer que fosse, mas desde então ele ficou sabendo o que eu era...

— Então é por isso que Snape não gosta do senhor — disse Harry lentamente — porque achou que o senhor estava participando da brincadeira?

— Isso mesmo — zombou uma voz fria vinda da parede atrás de Lupin.

Severo Snape removia a Capa da Invisibilidade e segurava a varinha apontada diretamente para Lupin.”

- MEU MERLIN! - Mais uma vez os alunos gritaram.

- VAI SER ASSIM EM TODOS OS CAPÍTULOS? - Gritou uma corvina. - EU NÃO VOU AGUENTAR TANTO MISTÉRIO!

- É TIRO, ATRÁS DE TIRO! - Gritou uma nascida-trouxa da Grifinória.

- HERMIONE, LÊ LOGO! - Gritou Jorge. - EU ESTOU SEDENTO POR MAIS.

Hermione soltou um risinho, era estranho e engraçado ver todos os seus colegas interessados naquela leitura. - “Capítulo 19 - O servo de Lord Voldemort”


Notas Finais


:3 :3 :3


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