História Hogwarts Lendo Harry Potter - Capítulo 11


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Categorias Harry Potter
Personagens Harry Potter, Hermione Granger, Ronald Weasley
Tags Albus Potter, Harry Potter, Hermione Granger, Hinny, Romione, Ronald Weasley, Rose Weasley, Scorbus, Scorpius Malfoy
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Palavras 2.782
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá gente, demorei demais não é? Pois é acontece que este capítulo estava pronto a algum tempo mais eu estava sem net para postar, de qualquer maneira está aí e antes de começar a ler só queria dizer que estou bem receosa de seu começo...agora sem mais delongas, boa leitura!

Capítulo 11 - A carta esquecida



– Olá para você também Weasley - Fernando Black disse com seu habitual tom sarcástico.

Sirius observou o garoto com atenção.

A ruiva revirou os olhos.

– Como vai a vida Rosinha.

– E vai começar tudo de novo - Albus fez uma careta de puro tédio.

– Não acho que seja do seu interesse - ela disse em tom de desafio.

– Onde foi parar a sua educação Rosinha

– Com você ela vai para o fundo do poço e não me chame de Rosinha eu não te dei essa intimidade.

– Calma Rosinha hoje você está pior do que naquele dia - Fernando ergueu as sobrancelhas sorrindo malicioso. Os primos deram risada da prima Weasley.

– Ah pelo amor de Deus eu não sou obrigada - Rose se levantou com a face vermelha em irritação e saiu pisando duro pelas portas do salão.

– Eu nunca entendi qual o problema desses dois - Hermione riu.

– Ah, mamãe a senhora sabe que eles não se suportam - Hugo disse.

Apesar da breve discussão ninguém prestava a mínima atenção ( ninguém nos referimos a população masculina ) estavam mesmo era interessados em duas garotas lindas, uma de cabelos loiros claros e de pele clara e brilhante e a outra de pele amorenada e cabelos ruivos, a loira muito parecida com Fleur Delacour.

– Vocês são tão fofos brigando - uma garota de pele negra e olhos amendoados falou sorrindo - Relaxa Fernando um dia ela te aceita e aliás me chamo Roxanne Weasley prazer a todo mundo.

– E esta é a minha querida irmãzinha - Fred II ironizou fazendo Roxanne revirar os olhos.

– Mais um, Jorge? Está podendo em irmão - Fred riu.

– Eu ainda não sei quem é a mãe de vocês - Jorge disse observando a garota - Ela está aqui?

– Sim - Roxanne respondeu varrendo toda a mesa da Grifinória com o olhar e viu sua mãe versão mais nova bebendo um copo de água - Angelina Johnson.

Jorge alargou um sorriso.

Angelina que ouviu o que a garota falara se engasgou com água e Katie deu uns tapinhas em suas costas para ela melhorar do choque.

– Eu não acredito - ela disse boquiaberta - O que eu fiz pra merecer?! Merlin.

– Angelina minha querida - Jorge piscou para ela a deixando levemente vermelha.

Roxanne riu.

– Mais uma Weasley! - o Sr. Weasley exclamou feliz e Roxanne correu para lhe dar um abraço.

– Ah família cresceu tanto assim? - a

Sra. Weasley disse chorosa pela emoção - Venha querida deixe-me lhe dar abraço.

E apertou Roxanne em um abraço de urso.

– Bem - a garota loira começou fazendo as atenções voltarem para si - Me chamo Victorie Weasley muito prazer.

– Mais uma neta é isso mesmo? - a Sra. Weasley exclamou e correu para abraçar a futura neta. Fleur estava calada olhando fixamente para a garota.

– Ah olá - a outra garota ruiva se pronunciou de forma educada - Me chamo Dominique Weasley.

– Ah! - a Sra. Weasley parecia a beira das lágrimas envolvendo Dominique em um abraço apertado.

– Ah, boa noite meu nome é Fernando Black - Sirius deu um pulo da cadeira e soltou uma exclamação parecida com um latido e altos comentários começaram no Salão, como assim mais um Black? Segundo o capítulo que leram Sirius estaria morto no futuro e não tinha como ele ter um filho a não ser que... não, não, não, ele não tinha nenhum irmão perdido por aí.

– Como assim?! - Harry exclamou incrédulo - Você é filho de Sirius?

– Não - ele respondeu - Serius é meu avô.

– Quê?! - Sirius estava tão confuso quanto os demais no Salão.

Todos os viajantes olharam para a Albus esperando que ele explicasse a história.

– Parece que alguns anos atrás - o moreno começou fazendo as pessoas ficarem em silêncio e observarem com atenção - A sua namorada Marlene Mckinnon.

Os olhos de Sirius brilharam ao lembrar-se de Marlene, bons tempos foram aqueles e seu coração se apertou ao saber que ela não mais estava ao seu lado e nem nunca estaria.

– Teve um filho seu sem você saber - Albus continuou e Sirius ficou sem entender porque ela faria isso, mas ele se lembrava de Marlene ter sumido por quase um ano sem explicação alguma. - É provável que ela tenha escondido esse filho com medo de perdê-lo por causa da guerra e bem... ela o entregou para uma amiga que o levou e o criou em outro país longe de qualquer perigo.

– De qualquer jeito ela tinha seus motivos Sirius - Hermione disse - Ela só tinha medo de perder o filho.

– Mais... ela não poderia ter pelo menos me dito que teve um filho e... - respirou fundo não queria deixar lágrimas escaparem - Eu poderia ter...

– Infelizmente você não podia Sirius... - disse com um olhar triste - Ela quis assim...

– Mais como é que... como é que vocês souberam que eu tive um filho?

– Uma carta esquecida - Lunna disse - Harry que achou.

Hermione puxou do bolso das vestes um pergaminho de aparência velha e desgastada.

– Leia

Sirius puxou a carta da mão de Hermione com certa violência e leu.

" Querido Sirius,

Espero que quando ler esta carta me perdoe algum dia, estou deixando escrito neste pergaminho que eu, Marlene dei a luz um filho seu e que o guardei em segurança, longe desta guerra violenta entre a luz e as trevas. Ele é o nosso filho. Sirius eu te amo e sempre vou te amar, sei que quando acabar de ler esta carta vai procurá-lo e espero que o ache. Se você o conhecer diga que eu o amo muito.

Sempre sua

Marlene "

Ps: Sarah Stace, rua 19, b. dos cristais, New York, MACUSA.

– Sarah Stace! - Sirius exclamou - Era uma colega de dormitório da Marlene eu me lembro, elas eram bem amigas!

– Foi para ela que Marlene entregou o seu filho - Teddy disse.

– Eu quero vê-lo! Quero conhecer meu filho.

– Temos que procurá-lo em New York mais especificamente na escola de magia americana porque sabemos que ele é só um ano mais velho que Harry. - Ginny sorriu para Sirius que apenas acenou com a cabeça, ele ainda nem conseguia acreditar que tinha um filho, mal conseguia conter a ansiedade de poder vê-lo com seus olhos e abraçá-lo.

– Esperem um segundo! - Dolores se levantou de sua cadeira vermelha de raiva - Nem pensem que vão sair daqui com um foragido de Azkaban!

– É claro que não vamos sair daqui sua grande idiota, já é quase de madrugada o que é que vamos fazer em New York a esta hora? - Malfoy sorriu sarcástico.

Algumas pessoas riram, Lucius e Narcisa olharam espantados para o futuro filho (que eles nem notaram que estava ali).

– Olha com quem es... - a mulher parecia um sapo vermelho inflando de tanta raiva que sentia.

– Esse não é o momento para discussões infrutiferas - a professora Minerva em seu íntimo riu por ter impedido a mulher de continuar a falar, se sentia infantil mais, quem nunca não é? - O nosso ponto principal é a descoberta de que Sirius tem um filho.

– Bem...bem... - o ministro parecia meio incerto do que iria falar - Black tem minha total permissão de seguir com dois aurores a procura do filho em New York - Com um mexer da varinha um pergaminho se estendeu ao cair nas mãos de Sirius - Mostre este pergaminho se alguém o impedir de algo.

Umbrige estava prestes a explodir.

– O que o fez mudar de idéia Cornélio? - Dumbledore olhou para o homem com curiosidade. Ele nada disse.

– Não podemos acompanhá-lo diretor. - Scorpius disse - E o endereço está aí na carta acho que não será difícil encontra-lo.

– Então irão amanhã mesmo - Dumbledore abriu um pequeno sorriso e Sirius alargou um sorriso de orelha a orelha - E amanhã a leitura será interrompida para o passeio a Hogsmead!

Todos ficaram empolgados com o passeio principalmente os alunos do terceiro ano que visitariam o vilarejo bruxo pela primeira vez.

– Vamos falar com o diretor -Scorpius contou a Albus que concordou com a cabeça.

– Depois - a voz do diretor fez o silêncio voltar - Desta viagem ao passado de Lord Voldemort acredito que precisamos de uma boa noite de sono! Boa noite a todos.

Cadeiras se arrastando e sons de vozes voltaram.

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Rose andava rápido e pisando forte por causa da raiva, quem ele pensava que era?

– Rosinha... - resmungou ao entrar pela enorme porta da Sala Precisa e se jogar em uma das camas e afundar o rosto no travesseiro fofo.

Ouviu as portas rangerem outra vez e sua mãe passar por elas.

– O que aconteceu querida? - sentou-se a beirada da cama e pôs uma das mãos sobre a perna da filha.

– Mamãe porque o trouxe? - a sua voz estava abafada por causa do travesseiro.

– Era necessário Rose e não acho motivos para que não goste dele - Hermione respondeu.

– Mais eu acho mãe, ele é chato, insuportável, metido...

– Ok Rose eu já entendi, mais você não acha que o que estamos fazendo agora é mais importante do que se preocupar com Fernando - Hermione cruzou os braços e Rose entendeu que aquela era a hora de encerrar o assunto.

Se virou e olhou para os olhos castanhos de Hermione.

– Como é que o vira-tempo está mãe?

– Ele continua da mesa forma filha, ainda temos tempo o suficiente para fazer tudo - Hermione respondeu de forma preocupada - Não se preocupe nós vamos ficar bem.

– Eu tenho medo de que possamos cometer algum erro grave e sei lá... Deixar uma mancha muito escura no tempo - Rose confessou, ela era uma grifinória não deveria sentir medo.

– Então não fique preocupada querida, todos nós sentimos medo alguma vez na vida, se existe alguém que nunca sentiu medo eu o admiro muito. - Hermione disse afagando os cabelos da filha mais velha. Rose sorriu.

As grandes portas voltaram a abrir e os outros chegaram.

– Eu nem acredito que essa era Hogwarts - Roxanne exclamou animada.

– Será que quase todos os nossos primos vão falar isso quando chegarem aqui - Teddy disse sentando-se em uma das camas.

– Vai saber - Victorie sentou-se ao lado do namorado - Estava com saudade.

– Fechem as cortinas - Dominique disse jogando um feitiço sobre os cabelos e os prendendo em uma trança.

– Joguem uma abafiato também por favor, nós agradecemos - Rony disse.

– Ronald Weasley! - Hermione deu um tapa no braço do marido.

– Eu estava só brincando - reclamou passando a mão sobre o braço.

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Albus e Scorpius subiram rápido as escadas que davam para o escritório do diretor falando a senha é batendo na porta.

– Entre - perceberam então que o diretor não se encontrava sozinho em sua sala, o ministro também estava ali.

– Amanhã continuaremos a nossa conversa Dumbledore... - com um aceno de cabeça desapareceu pela lareira a pó de fluor.

– O que os trás aqui a esta hora garotos?

– Queríamos saber se podemos ir a Hogsmead amanhã - Scorpius respondeu.

– Oras mais eu não sei Sr. Malfoy - Dumbledore sorriu os deixando confusos.

– Como não sabe? - Albus perguntou.

– Não acho que seja uma ideia ruim senhores, só devem tomar cuidado, sim? - ele advertiu - O tempo está na mão de todos vocês não devem cometer nenhum erro grave.

Confirmaram com a cabeça.

– Era só isso diretor, boa noite - Scorpius disse e os dois saíram.

– Não acredito que subimos todo esse mundo de escadas pra nada - disse Albus - E eu não vou mais a Sala Precisa avisar sobre o passeio, falamos amanhã ok?

– E nóis vamos?

– É claro que vamos!

– É, pode ser... - os dois sonserinos descera até às masmorras rindo de Filch resmungando algo sobre "alunos pelos corredores a essa hora"

Ao entrarem no salão comunal não havia mais ninguém. Scorpius sentiu os olhos coçarem pedindo uma boa noite de sono.

– Boa noite Scorp - Albus disse depois de se cobrirem com os cobertores quentes.

– Boa noite Al - caiu em sono profundo sonhando com algo encantador se esquecendo completamente de que tinha um encontro.

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O caminho para a torre da Grifinória fora tranquilo e sem muito barulho de vozes, deviam estar cansados demais para falar qualquer coisa.

– O Sirius tem um filho - Mione disse ao sentar sobre a poltrona em frente a lareira - Vocês não acham isso... surreal demais?

Harry riu.

– Toda vez que voltarmos do salão vamos ter a mesma conversa? - ele disse ainda rindo - Eu não acredito, parece loucura, impossível! - Harry repetiu com divertimento o que os três mais diziam naqueles últimos dias.

– É... - Harry viu os olhos da amiga brilharem ao observar o fogo crepitando - Eu imagino que tenha sido difícil o caminho de todos nós até chegar lá sabem?

– Será que a leitura vai falar? - Rony olhou para os dois - Sobre esse caminho.

– É óbvio - Gina respondeu se sentando no chão perto do irmão - Acho que seria muito difícil

– Seria? - Mione voltou seu olhar para a ruiva.

– É...seria - Gina respondeu - Estamos mudando o futuro não é? Será mais fácil...

– Enquanto Voldemort estiver a solta por aí, não acho que seja fácil - Harry disse - E se ele descobrir?

– Ele não pode e nem vai descobrir - Lily disse confiante se sentando perto de Gina - Por favor não pensem negativo, sim? Nós vamos conseguir...

– E se não conseguirmos? E se der tudo errado? - Harry disse, e pela primeira vez sentiu medo daquilo.

– Pare com isso Harry! - Gina brigou o olhando séria.

– Vão a Hogsmead amanhã? - Mione perguntou mudando de assunto.

– Eu não sei, Al e Scorp foram falar com Dumbledore - ela respondeu - Acho que vamos... Eu tô com sono, boa noite pra vocês!

– Boa noite - falaram em uníssono.

Ainda ficaram um tempo conversando, porém quando o sono pediu espaço foram cada um para seus dormitórios.

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– Espera! - Malfoy falou alto o suficiente para que Draco se virasse e o olhasse para ele com desprezo.

– O que você quer? - mal ele acabara de falar e Narcisa junto de Lucius apareceram atrás de Malfoy.

– Olá mãe, pai - Malfoy cumprimentou e o casal nada disse - Quero conversar com vocês.

– Não temos nada para conversar - Draco respondeu.

– Juntem-se a Ordem - Malfoy resolveu ser direto, não gostava de enrolar.

Lucius riu.

– Nos juntarmos a Dumbledore? - ele falou com deboche - Não diga essas coisas!

Narcisa ficou calada analisando a situação em silêncio.

– Eu não vou virar amiguinho do Potter - Draco disse com desprezo.

– Sei que você só quer proteger sua família Lucius - Malfoy ignorou o comentário de Draco e falou fazendo Lucius ficar sério desta vez - Juntem-se a eles antes que seja tarde demais...

– O quer dizer com isso? - Lucius questionou.

– É, antes que seja tarde demais Lucius...

– Eu não acho uma ideia ruim - Narcisa disse de repente fazendo seu marido e filho olharem para ela surpresos, Malfoy se permitiu dar um sorriso.

"Amém mãe".

– Mais Narci...

– Não Lucius, cale a boca agora! - o loiro olhou para a esposa espantado, nunca em todos esses anos de casamento ela o tratara dessa forma - Iremos pensar querido!

– Pedir desculpas não vai matar Draco - Malfoy disse - Eu consegui e não me arrependo! Pense nisso por favor, será melhor...

E saiu sem dar boa noite, os três o observaram sumir pela curva do corredor. Realmente o mundo dava muitas voltas.

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O vento gelado da noite o fazia sentir uma leve dor no rosto pálido, mais nada comparada a dor que sentira no momento em que a marca ardera em seu braço quando sentiu ele o chamar.

– Novidades Severus? - a voz fria e sombria de Voldemort chegou aos seus ouvidos e ele observou ao redor, só ele estava ali.

– Não... nenhuma M' Lord - ele respondeu de cabeça baixa, sabia que estava decepcionando seu Lord e isso não era bom.

– Não venho me agradando de você nestes últimos dias Severus - a cobra Nagmi se arrastou até Voldemort e enroscou-se em seus pés - Algo de errado anda acontecendo, o velho está quieto demais... tem certeza Severus?

– Sim M' Lord - ele sabia que naquele momento Voldemort estava tentando invadir a sua mente e não obtendo sucesso.

– Por que será Severus... que acho que está escondendo algo...

Ele ouviu sibilos e então uma dor excruciante, não viu mais nada, apagou.

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A muito longe dali Harry suado e ofegante acordava de mais um pesadelo com o Lord das trevas.

 Você acha que ele merece castigo Nagmi - ele ouviu a voz fria de Voldemort.

– Sim Lord - a cobra sibilou e então ele torturava uma pessoa mais não dava para ver quem era.




Notas Finais


Espero que tenha gostado, deixe sua opinião que é muito importante para mim saber o que acham, críticas construtivas meus portões estão aberto sempre

Bjs e até...😘


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