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História Hogwarts: The Winter in magic. - Capítulo 13


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Notas do Autor


Oi minha gente tudo bom com todo mundo, eu espero que sim e novamente estou aqui para mais um cão dessa hist lindinha que estou fzd para vcs, boa leitura!!!!

Capítulo 13 - 13. Descobrimos ouro.


Fanfic / Fanfiction Hogwarts: The Winter in magic. - Capítulo 13 - 13. Descobrimos ouro.

— Não pode mexer, eles estão no processo de eclosão. — Hiccup segurou a mão de Astrid que rubesceu, se afastando e assentido. Mérida deu um passo mais a frente, encarando a quantidade de ovos bem maiores que de um avestruz em sua visão. — Não é bom mexer enquanto estão em processo de crescimento.

— Como sabe.. sobre eles? — Se referiu aos ovos, enquanto caminhavam por volta da mesa.

— Meu pai trabalha com isso, aprendi algumas poucas coisas... ele disse que nós bruxos, conhecemos pouco as inúmeras raças que existem, assim como não temos a habilidade de domestica-los ou doma-los. Disse também que poucos respeitam os seres grandiosos e poderosos que eles são. — Comentou.

— Seu pai é sábio. — Disse por fim, tendo a atenção do moreno para si, arregalando os olhos por ter dito em voz alta, algo que apenas pensou. Astrid riu da amiga. Hiccup pigarteou envergonhado, a ignorando. 

— Melhor irmos, aqui não há nada que nos auxilie na busca. — A loira concordou, voltando para a porta, onde ao fundo, poderia nitidamente ver o senhor Filch atrás deles.

— Se escondam. — Disse Mérida fechando a porta. A loira fora para debaixo de uma mesa bem no canto da sala, onde a sombra de outros móveis a cobria, impossibilitando de ser vista enquanto que, Hiccup e a ruiva ainda estavam sem um esconderijo apropriado. — Onde?

— Ali, um armário. — Fora até o mesmo, notando ser bastante espaçoso. — Se você aceitar, cabe nós dois. — Mérida encarou a porta, ouvindo as passadas de Filch.

— Há, tudo bem, não vou morrer se passar alguns minutos encostada em você. — Entrou com a ajuda de Hicc ao qual ela em seguida puxou, para conseguir subir no alto armário e fecharem as portas a tempo de ver Filch empurrando a de entrada.

— Jurava ter ouvido vozes. — Comentou o idoso, ao passear pela sala de ovos. — Como estão bebês, faz tempo que ninguém vem visita-los não é? — Tocou em uma casca de ovo, Hiccup sentiu vontade de sair de seu esconderijo para impedi-lo. Mérida o parou antes que fizesse alguma besteira - como entregar a localização de ambos. -, tampando sua boca.

Você não pode. — Sussurrou para o moreno que assentiu contrariado e enraivecido, aquilo atrapalharia a evolução do pobre dragão, no ovo. A mão de um ser humano se adapta ao clima e, caso Filch esteja com elas geladas, causaria uma mudança de temperatura no animal que ali se formava, resultando em alguma provável falha no desenvolvimento.

Os três adolescentes ouviram passadas mais fortes e pesadas, descendo pelas escadas ao lado do armário e o casal de amigos se entreolhou, tentando enxergar Astrid de onde estavam, para checar se a mesma passava bem. A sombra de uma pessoa provavelmente grande, ao ponto de ser maior que o armário ao qual estavam, passou por eles.

— Senhor Filch, nunca lhe disseram que não se deve tocar em ovos quando no período de eclosão? — Indagou divertido, o velho ranzinza assustou-se e resmungou blasfêmias ao o alto. — Deixe meus amigos e vá a procura de infratores. — Assim o idoso fez, resmungando maldições ao homem que ficara com os ovos e as crianças.

— Hagrid. — Disseram Mérida e Hiccup ao mesmo tempo felizes.

— Podem sair crianças, ele já foi. — Ambos os adolescente saíram de seus lugares, suspirando em alívio, tendo a risada de Hagrid e o queimar do fogo como som, presentes na sala. — Então, o que fazem aqui? — Perguntou analisando o primeiro ovo ao qual Filch pôs a mão.

— Ele vai ficar bem? — Perguntou Hiccup, preocupado com o bicho que ali crescia.

— Sim vai, mas creio que algo nele possa não se desenvolver por completo... saberemos isso quando nascer, não? — O moreno acenou rapidamente feliz, pelo animal estar bem. — Como sabe sobre os ovos e dragões?

— Meu pai senhor, trabalha com dragões e me contou sobre alguns, desde então eu os estudo. — Comentou orgulhoso. — Um dia quero me tornar sábio como ele. — Hagrid riu bagunçando os cabelos do pequeno.

— E será, mas o que fazem aqui? Lembro de ter trancado essa sala... — Os analisou, Hicc empurrou Mérida.

— É uma história bem engraçada, senhor... — Se pronunciou a ruiva, mexendo nos cabelos envergonhada.

[...]

— Então você é como eu? — Indagou Jack a Elsa, que negou. Ela estava um pouco surpresa por ele não ter estranhado ou perguntado mais que o necessário, no entanto ela estava agradecida.

— Você carrega uma bengala, eu não. — Revirou os olhos e Jack cruzou os braços a fazendo rir pelo seu modo emburrado. Ele era extremamente fofo e engraçado quando queria, o que a deixava um pouco distante de problemas como os quais estavam passando naquele momento.

— Não é uma bengala Elsa, não seja boba. — Ela assentiu com deboche. — É um condutor de energia, e é um cajado. — Disse por fim a loira, que concordou. — Me ajuda a controlar meus poderes e, a voar.

— Por isso é tão bom nas aulas de voo, isso é injusto. — Cruzou os braços, ela fazia um biquinho com os lábios, era engraçado de se ver. — Mesmo assim, você não é como eu, é diferente. — Jack aproximou-se, fazendo uma tiara no estilo princesa, em suas mãos, com gelo e flocos de neve pondo sobre sua cabeça.

— Uma princesa e rainha, da neve. — Sorriu, a deixando de bochechas vermelhas. — Mas me diz, o que tem aqui e por que aquela avalanche? — Ela piscou os olhos, voltando a onde estavam e caminhou na frente do albino. — Ei, me espera.

— É, por causa disso. — Desfez a grade de gelo que parecia prender algo, mas não era nada além de um ovo? — A sala estava protegendo isso, por isso tentou nos soterrar. — O ovo tinha tons brancos e azuis, com desenhos por ele todo. — Acha que devemos leva-lo, ovos precisam de calor e não frio intenso como nessa sala.

— Eu não sei, se a sala estava protegendo o ovo, é porque alguém queria que ninguém chegasse perto. — Elsa encarou novamente e se aproximou. — Ei, não toca! — Falou, mais já era tarde. A loira havia andado até ele, se abaixou, tornando-se mais baixa do que normalmente é, e passou a mão pela casca a fazendo brilhar levemente, em tons rosas e azuis. — Elsa, para, você não sabe o que está fazendo. — Se aproximou.

— Sei muito bem o que estou fazendo e é por isso que não podemos deixa-lo sozinho aqui. — Pegou o ovo do ninho de gelo petrificado ao qual estava, o enrolou em sua túnica para ficar um pouco mais aquecido e o segurou nos braços como um bebê. — Pronto, podemos ir. — Olhou o albino, que tinha uma expressão nada agradável. — O quê?

— Você é teimosa! — Ralhou, a fazendo ficar vermelha.

— Ele é um bebê, assim como um dia você foi e bebês não ficam sozinhos! — Brigou de volta.

— Elsa, ele não é um humano, é um bicho, dentro de um ovo! Acha mesmo que ele não pode ficar sozinho? — Aumentou o tom de voz irritado. A loira abraçou-se mais ao ovo, dando as costas ao albino e seguindo rumo a uma saída. — Elsa!

— Se você não quer ajudá-lo, eu vou! — Gritou. Jack correu, mas parou notando água ao redor de seus sapatos, os molhando.

— Elsa, volta aqui por favor. — Pediu mas ela se quer dera ouvidos. Jack olhou ao redor, as paredes descongelavam rapidamente aumentando o nível da poça de água sob seus pés pequenos. — Snow, sei que está com raiva de mim, mas olha para os seus sapatos! — Gritou, a loira revirou os olhos e olhou para os próprios pés.

— Jack, o que você fez? — Voltou-se para o garoto que levantou as mãos e as bateu na lateral do corpo um tanto indignado. A água já alcançava seus tornozelos, molhando as vestes escuras.

— Eu, você que tirou o ovo do lugar, vem comigo. — A puxou pelo pulso, como vem fazendo constantemente durante suas aventuras juntos e voltaram para onde a avalanche ainda parecia intacta. Ele virou para guia-la a outro lugar, mas a água já quase os alcançava ali também.

— Vamos precisar de um barco. — Disse  a garota.  Elsa empurrou o ovo enrolado em sua túnica contra o peito do albino, que quase o deixou cair, mas o enrolou melhor no tecido preto. A loira bateu o pé no chão fazendo um pequeno bote de gelo transparente, entrou e estendeu os braços para Jack, que devolveu o filhote que carregava nos braços, e subiu a bordo. — Bom... agora temos que esperar.

— Esperar? Exatamente o quê? — Perguntou nervoso o albino, vendo o bote começar a flutuar com a quantidade água.

— Alguma porta se abrir.

[...]

— Não é possível que não os encontramos em nenhum lugar! — Exclamou Rapunzel, preocupado com o garoto pelo qual nutria sentimentos e pela prima, também sumida. — E o problema, essa escola é imensa! — Gritou enraivecida e frustrada. Flynn apenas revirou os olhos caminhando com as mãos nos bolsos, estavam fazendo aquilo há algumas horas e nada, nem sinal dos loiros.

— Me diz, qual a sua com o meu amigo? — Indagou Rider curioso, a loira ficou vermelha e virou a cara em resposta.

— Nada demais, somos apenas bons amigos... por quê? — O moreno deu de ombros, fazendo pouco caso e a mesma suspirou em resposta. — Você é amigo da Elsa? — Perguntou como quem não queria nada.

— Eu, amigo da esquisita da Snow? Ser quase assassinado, me perder e está propício a um castigo severo por andar durante a noite pelo castelo? Não, obrigado esse status é para pessoas verdadeiramente corajosas. — Respondeu hostil, Rapunzel não gostara do tom de voz, mas apenas ignorou.

— Então, por que está aqui?

— Não é óbvio, pelos meus amigos, eu nunca os deixaria em uma situação como essa. — A mesma assentiu, ela fazia o mesmo por suas amigas e por quem a pedisse, mas Flynn parecia magoado com algo profundo que o impedia de ser solidário. Ela deu de ombros para o assunto, talvez não fosse importante tocar nele, por enquanto.

— É bom que pensa assim então. — Fora o que ela disse, passando na frente de Rider, mas ele notara que aquela parte em especial do corredor estava inundada e a água vinha estranhamente das paredes ao lado direito.

— Rapunzel, cuidado. — Ele a puxou, resultando na queda dos dois no chão, ao tempo que uma onda gigantesca vinha no rumo deles com uma força inacreditável que os levaria longe e provavelmente os machucaria com o impacto. Flynn a cobriu com o próprio corpo enquanto a onda se aproximava deles com bastante rapidez e sem pausa, batendo contra as paredes de pedra. Mas, para a alegria do casal de amigos, ela nunca chegou, ficando congelada sobre ambos.

— Rider, Rapunzel? — Chamou ambos Elsa, logo encarando a onda congelada enquanto voltava sua atenção para os dois. — Vocês estão bem? — Flynn rapidamente se levantou, limpando as vestes um pouco sujas e molhadas pela ínfima quantidade de água que ainda tinha no chão e se quer ajudou Rapunzel. — Aqui. — A platinada ofereceu a mão a amiga, que levantou limpando o uniforme.

— Snow, cadê o Jack? — Ela olhou para trás acenando, logo o albino apareceu com os cabelos molhados e parte do uniforme também, Rider o abraçou, o espantando. — Aí está você.

— O que está fazendo com esse ovo? — Questionou Rapunzel, ao olhar para amiga com o rosto um pouco úmido. — Vocês sumiram por causa disso? — Ela deu de ombros, não falando sobre o ocorrido.

— O que vocês fazem aqui? — Perguntou, ainda abraçada ao ovo, para aquecê-lo.

— O que fazemos aqui, Jack e o restante do grupo estávamos atrás de você pelo castelo. — Elsa lançou uma carranca de raiva a Jack que se encolheu. — Ainda por cima é ingrata. — Acrescentou Flynn.

— Vocês vão simplesmente esquecer o fato da onda gigante congelada? — Jack os fez mudar de assunto, o que aliviou o rosto de Snow, a fazendo sorrir minimamente para ele, não passando despercebido por Rapunzel a troca de olhares repentina entre os dois loiros de madeixas quase brancas. Até Elsa arregalar os olhos com o pronunciamento de Rider.

— Anna também está nisso?! — Perguntou exaltada, encarando todos os outros com muita raiva e pela expressão de Rapunzel, sim, Anna estava envolvida nisso.

— Olha Elsa, ela está bem... está com o Kristoff em algum corredor procurando você... — Os olhos da platinada aumentaram significativamente a cada palavra dita pela prima a sua frente, que apenas embolava-se mais na explicação.

— Quem é Kristoff e por que está pelos corredores com a minha irmã? — Perguntou ainda mais preocupada, seus poderes logo perdendo controle, começando pelo chão onde pisava.

— Elsa, calma sua irmã está bem, olha para mim, por favor... — Pediu Jack empurrando o amigo para alcança-la. — Me escuta, sua irmã está bem, calma....

— Se aquela coisa pegar a minha irmã, eu não sei o que faço. — Admitiu encarando o albino, já com os olhos marejados. O loiro sentiu-se mal por ela, entendia a preocupação com a irmã.

Sugiro se apressarem... — Ambos ouviram, mas a primeira a correr e a responder ao chamado repentino, fora Elsa. Derrubando Jack no chão, sumindo com a onda enquanto corria. A imensa quantidade de água tornou-se pequeninos flocos de neve brilhantes, derretendo ao chegar ao chão de pedra.

— Elsa! — Gritou caído, enquanto os amigos o ajudavam a levantar. — Vamos, ela não pode ir sozinha. — Ambos assentiram com os olhos semicerrados em direção para onde ela correu.

— Que nada tenha acontecido com Anna. — Disse Rapunzel, seguindo Jack.

— Nem ao Kristoff. — Completou Flynn, seguindo os dois mais a frente. Algo dentro dele, lhe dizia que alguma coisa estava prestes a acontecer e não seria nada agradável, a nenhum dos dois.

— Anna! — Gritou a garota em plenos pulmões descendo as escadas. Ao passar por outro largo corredor, Astrid, Mérida e Hiccup a viram, correndo com um ovo branco nos braços, enrolado em sua túnica preta.

— Elsa! — Gritaram os três, correndo rumo ao encontro da loira que continuava a correr, tinha que encontrar a irmã o quanto antes, aquilo não podia machucar a sua irmã, aquilo não podia nem chegar próximo dela. A platinada enxugou os olhos enquanto corria, suas pernas já demonstravam cansaço mas ela não pararia, não até encontrar a irmã.

— Anna. — Disse ao dobrar no final do corredor, a ruiva virou-se para a mais velna, junto do loiro que ficara feliz pela pequena encontrar o familiar perdido - mesmo que em algum momento fossem encontrar, não tinha como ela simplesmente sumir. - . Ambas correram em direção uma da outra no corredor e, antes mesmo de chegarem perto, Elsa já vira a quantidade exorbitante de gigantescas sombras se aproximando deles com rapidez, apagando as tochas por onde passavam com facilidade. Todas demonstravam diferentes formas aterrorizantes e seguiam com velocidade até o trio. O restante do grupo chegando aos poucos, logo atrás, se amontoando longe dos amigos mais a frente, vendo com muita dificuldade o que se aproximava deles de modo assustador e nítido.

— Elsa!


Notas Finais


Mds acho que parei na melhor parte, não???? E aí o que acharam??? Eu achei divino os casais juntos, os vários também... ovos, dragões, Sven falando com Kristoff, eita mds o que tá acontecendo e, lembrando que eles ainda vão ficar mais velhos hein!!!


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