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História Hogwarts: The Winter in magic. - Capítulo 24


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Notas do Autor


Oi minha gente, tudo bom???? Aqui estou eu trazendo mais um cap dessa fervorosa hist que eu estou amando, assim como outra que já comecei a escrever... talvez para vcs tbm
Boa leituraaaaaa

Capítulo 24 - 24. Um ínfimo conflito começa.


Não era tão tarde da noite, quando Rapunzel se pôs a seguir madame Norra. Por um instante ambas pararam de andar e a gata, rosnou para algo mais além. A loira de olhos verdes estranhou o animal, pois ela não via nada a sua frente, para que o bicho tivesse tal reação.

— Rapunzel? — A chamou Rider, acordando a loira de seu transe momentâneo, para com a gata. — Você está bem? — Disse ao tocar em seu ombro, ela assentiu um pouco atordoada, sua cabeça estava pesada.

— Eu, acho que estava seguindo a madame Norra. — Comentou com o moreno. Flynn olhou em volta a procura do bichano asqueroso, não obtendo uma resposta positiva quanto ao que Rapunzel lhe disse. — Ela rosnou para algo e... sumiu.

— Entendo... precisa de ajuda? — Se referiu aos livros, já os tirando da mão da loira com cautela.

— Obrigada. — Disse sem graça, ainda um pouco desnorteada com o ocorrido. Se Rider não tivesse aparecido, para onde a madame a teria a levado? — Rider, você está sabendo de algo? — O moreno franziu o cenho para a pergunta.

— Relacionado a?

— Eu não sei, depois que soubemos dos poderes de gelo da Elsa, nada parece ter mudado. — Ponderou sobre o jogo de quadribol do primeiro ano, nunca vira um jogo ser tão emocionante quanto aquele, fora uma pena a loira não poder continuar no time, no entanto seria injusto com os outros times.

— Bom, se está dizendo que nada mudou porque não encontraram o culpado que enfeitiçou o balaço, então sim, nada mudou. — Novamente, Rapunzel concordou, algo ainda não estava coerente quanto ao acontecimento.

Caminharam por mais alguns minutos, cada um com seus próprios pensamentos sobre o que acontecia ou deixava de acontecer na escola, até que ambos pisaram em uma poça d'água, entretanto Flynn fora mais rápido em tapar a boca de Rapunzel, antes que ela soltasse algum ruído. Apontou a cabeça da garota para a parede no lado esquerdo de seu corpo, dela, vinha a água empoçada, derretida de um paredão de gelo, que, de dentro, saía areia negra se espalhando na escuridão e tomando forma pelo corredor.

Rider vagarosamente tirou a mão que tapava a boca de Rapunzel, a puxando delicadamente pela cintura, fazendo o possível para não emitir nenhum ruído se quer. Contudo, madame Norra apareceu miando, assim que voltaram a se movimentar, mais uma vez o casal ficou em silêncio enquanto a areia se dirigia ao bichano, rastejando pelo chão e desviando da luz da lua que adentrava a janela. Outra vez, Flynn voltou a puxar Rapunzel para trás cauteloso, enquanto a areia se movimentava para engolir a gata. A loira arregalou os olhos se debatendo nos braços do moreno, que conseguiu guia-la até a dobra do corredor. A sombra depois de matar o animal, levantou em alerta ao barulho que Rapunzel fez. Rider pôs o indicador nos lábios da garota, mantendo-a em silêncio enquanto pensava em algo, ela acenou silenciosamente. O moreno tirou do bolso da calça, a varinha, apontando para o fim do corredor.

Alarte Ascendare. — Mexeu a varinha, direcionando-a tocha apagada mais a frente. Derrubou o objeto no chão, causando um barulho oco que chamou atenção da sombra para o fim do corredor, dobrando no final do mesmo.

Flynn respirou aliviado quando o ser desconhecido se fora. Rapunzel por outro lado, o empurrou para conseguir espaço, chegando a pobre gata. Levou as mãos a boca pelo modo horrendo de como ela estava, era culpa sua, tinha certeza.

— Rapunzel. — Tentou tocá-la, a loira apenas enrolou uma mecha de cabelo na gata. — O que está fazendo? — Perguntou um tanto alterado, olhando para os corredores, a sombra a qualquer momento poderia voltar e fazer com eles, o mesmo que fez com a gata. — Rapunzel!

Brilha linda Flor... Teu poder venceu... Traz de volta já. — A garota começara a cantar. Flynn estava prestes a deixa-la, com o pensamento de que estaria louca, até seu couro cabeludo tomar um brilho dourado e reluzente.

— Tudo bem... talvez eu esteja louco. — Admitiu ainda a olhando.

Assim que a música chegou ao fim, a gata voltara a respirar e a se mexer. Os olhos do moreno arregalaram, quando viu o bicho andar de um lado a outro mexendo o rabo, Rapunzel sorriu para o animal, passando a mão por seu pelo.

— Certo, você salvou a gata, agora precisamos ir. — A puxou pelo punho.

[...]

— Tenho que ir. — Disse Astrid, ao beijar a bochecha do namorado. — Preciso ter certeza de que Elsa já está no quarto. — Brincou, ao se despedir.

— Vou chamar Mérida e me despedir do Banguela. — A garota assentiu, se distanciando.

Suspirando, Hiccup fora até o lago, onde tinha certeza que encontraria a ruiva, algumas vezes até se sentia mal pelo o que acontecia - ela cuidava de Banguela, enquanto ele se agarrava com Astrid. -, contudo não podia evitar. Para a sua infelicidade, só o dragão jazia adormecido a beirada da piscina natural. O moreno correu até o lagarto gigante, procurando em volta, preocupado com a amiga.

— Banguela, onde está Merida? — Perguntou ao dragão que acabara de acordar. O mesmo levantou, sonolento e encarando a sua volta desinteressadamente. — Sabe para onde ela foi? — O mesmo negou, começando a farejar o chão, a procura do cheiro da garota.

Hiccup dá tapinhas no dragão, para que ele continue a procurando. Antes de seguir o animal, deu uma última observada ao redor, para ter certeza de que não estava sendo seguido e enfim, adentrou mais a fundo a Floresta Proibida a procura da ruiva.

Mérida seguia as luzes cegamente. Desviando de galhos e folhas, que atrapalhavam sua visão dos espectros azuis dançantes. Ela não havia notado que já estava há uma boa distância dos limites da escola e, que dali em diante qualquer animal distinto que se escondia na floresta, poderia ataca-la. Foi guiada até uma casinha modesta, feita em uma rocha, tinha apenas uma janela feita com gravetos de madeira e uma porta de mesmo material.

Tomada pela curiosidade, Mérida forçou-se a ir até a casa, fazendo os espectros se dissiparem pela floresta, sumindo da vista humana. A ruiva empurrou a porta devagar, visto que de dentro uma iluminação fraca de velas clareava vagamente a miúda casa.

— Olá? — Perguntou, ao dar os primeiro passos. Não se parecia um lugar confortável para moradia, muita umidade e lodo nas paredes. Ela observou melhor a casa, ornamentos de madeira preenchiam o ambiente - dentre eles móveis e outros artefatos. -, tinham de todos os tamanhos e formas. Mais a diante, quase no fim da humilde e simplista residência, um caldeirão como o do professor Severo Snape em uma fogueira. — Tem alguém aqui? — Girou, ao ver terra cair do teto com um tremor leve.

Vai embora. — O vento soprou no ouvido de Mérida, a assustando. Com o susto ela correra para fora, mas parou na porta aberta, notando algum animal perambular pelas árvores rodeando os limites, não se aproximando da casa. Graças a penumbra, não via bem o que era, espantada encostou um pouco a porta e, no meio de tantos instrumentos de madeira, procurou por algo que lhe ajudasse a se livrar do animal. — O arco. — Novamente o vento soou em seus ouvidos.

Mérida tratou de pegar o arco huno encostado a mesa amadeirada. Ótimo, tinha o arco, mas não as flechas. Suspirou, pensando rapidamente em o que fazer. Por sorte, encontrou uma aljava com algumas poucas flechas, pendurada no gancho atrás da porta, sorriu pegando as mesmas e por fim, apagando as velas que iluminavam a pequena casa, para que o animal não soubesse onde ela estava.

Respirou fundo abrindo a porta novamente, dessa vez estava sentada no chão, acima de sua cabeça a janela e afora, um ser desconhecido que a queria morta. Ouviu um barulho mais próximo, ele devia está dando a volta na casa e, em algum momento ele estaria no teto novamente. Mérida fechou os olhos com força, soltando o ar devagar pela boca, seu coração aos bocados começava a bater com mais rapidez, a adrenalina tomando suas veias. Aquilo estava tornando-se questão de vida ou morte.

Terra começou cair do teto novamente, a obrigando abrir os olhos alarmada. Fitou o telhado, acompanhando atentamente o barro que caía. Cobriu os olhos e com a outra, limpou o rosto apressadamente, voltando a segurar o arco com precisão na mão direita. Estava chegando a hora. Quando vira que a terra estava a pelo menos dois metros e meio de distância, levantou endireitando a aljava nas costas e, parada de frente para a porta se preparou para correr. Contou até três mentalmente, pondo-se a correr o máximo que conseguira, olhou para trás por puro impulso. Péssima ideia. O animal pulara a casa, correndo atrás dela. A ruiva se apressou em tirar os galhos de sua frente, forçando sua memória a lembrar das raízes que havia no chão, para não cair.

Seus joelhos já reclamavam pelo esforço repentino e a mesma, fora obrigada a parar e atirar - escondida atrás de uma árvore. -, pelo menos algumas vezes em direção ao animal, que não retrocedeu. Respirou com dificuldade, seu coração parecia querer sair por sua boca a qualquer momento, retirou os fios molhados de seu rosto e se pôs a correr mais uma vez. Mérida estava perdendo as forças, não queria mais correr e a quantidade flechas estava significantemente menor, não acreditava ser possível morrer ali.

Para seu azar, seu pé prendeu em uma raiz, provocando sua queda. As pernas já estavam trêmulas e fracas, para piorar foram de encontram ao chão. A ruiva não conseguia se soltar, o nervosismo lhe consumindo mais a cada minuto que se passava, a impediam de pensar com coerência e precisão. O animal estava perigosamente perto, ela procurou rapidamente pelo arco que estava caído alguns metros de distância, tateou o chão e a arma, contudo só parecia se afastar mais a medida que o desespero aumentava, Mérida se esticou um pouco mais o alcançando com as pontas dos dedos, ao enfim alcançar o arco, tirou duas flechas da aljava, pondo-as rapidamente em mira. Por um instante a ruiva parou, notando que tratava-se de um urso, grande e prepotente, com tamanho e força inigualável.

— Mor'Du. — Seu maior e pior pesadelo, era o urso das histórias que seu pai lhe contava. O urso com força maior que de dez homens estava a sua frente, em forma física e assustadora. Não tardou a atirar no dito, o fazendo retroceder dois passos para trás, passos que não seria o suficiente para mantê-la protegida dele. Mérida novamente puxou seu pé, e dessa vez conseguira se livrar da raiz, levantando com o apoio do chão para então se erguer e conseguir correr.

A ruiva fez manobras pelas árvores. A deixavam mais cansada, porém despistava um bocado o grande animal. Mérida caiu pelo cansaço, não conseguindo chegar ao lago, seu tornozelo e joelhos ardiam pelo tamanho esforço e ralados que conseguira coma queda minutos atrás. Pegou novamente o arco, voltando a mira de suas flechas para Mor'Du, não iria para-lo, mas pelo menos devia atrasa-lo não? Quem sabe não conseguia que ele fosse embora, desistisse?

Não foi o que aconteceu, suas flechas acabaram e força ela não possuía mais para continuar, o urso negro de olhos de mesma cor estava há menos de dez metros e o máximo que ela podia fazer era rezar para que alguém aparecesse e ajudasse. Suas preces foram ouvidas. Seus ombros foram puxados para cima a assustando, o que a fez gritar em espanto, parou o escândalo quando vira que tratava-se de Banguela. O dragão fora para a copa das árvores, escondendo-se entre os galhos das de troncos grossos. Hiccup a ajudou a subir nas costas do dragão, que assistia Mor'Du de onde estavam. Assim que Mérida estava bem, sentada e segura, o moreno a abraçou forte, ela retribuiu no mesmo instante em agradecimento por ele simplesmente não ter ido embora sem antes procura-la.

Lágrimas insistentes caíram por seu rosto. Mérida sentiu medo, muito medo apesar de tudo que fizera contra o urso. Hiccup afagou os cabelos volumosos da ruiva, a acalmando como podia. Fez uma promessa a si mesmo, nunca deixaria a garota sozinha novamente, nunca mais.

[...]

— Elsa! — A garota estava parada no gramado, estranhamente falando com algo e o seu olhar para ele, fora de surpresa e apreensão. A loira correu para frente do albino, provavelmente o protegendo de algo.

— Floco de Neve, não, ele é amigo. — Apontou com a mão para baixo, logo depois Jack vira o grande dragão albino rosnando e lhe mostrando os dentes, o mesmo franziu o cenho para o animal a sua frente. Elsa tem um dragão. Para completar a situação, Elsa entrelaçou os dedos aos dele, o fazendo caminhar em direção ao ser de escamas. — Ele é meu amigo. — Não olhou para o albino, enquanto o levava-o até o animal domesticado. — Ele não vai nos machucar.

Jack ficou apenas a olhar a loira, tão carinhosa e gentil com o animal, parecia não querer o bem dele e sim, do réptil ao qual se acalmava a medida que ela se aproxima, depois de sua declaração de paz. No entanto, as pupilas ainda estavam retraídas, demonstrando seu modo de ataque a qualquer ameaça.

— Pode.. abrir a mão por favor? — Sussurrou ao garoto, que sem entender o fez. Elsa tocava a cabeça do animal, o acariciando e com a outra mão, guiou a de Frost onde estava a sua, pondo por cima da mesma. Ambos se entreolharam sorrindo e o dragão, enfim se acalmara ao ver a sintonia do casal a sua frente, lambeu Jack atrapalhando o momento constrangedor, o que resultou em gargalhadas da garota.

O albino sacudiu as mãos, depois de limpar o rosto lambuzado. Elsa levou a mão enluvada a boca, para conter o riso, mas fora inevitável e, com a risada dela, o dragão também ficara mais agitado, reagindo a felicidade espontânea da garota.

— Não é engraçado. — Rebateu, voltando a se aproximar da loira, que assentiu parando de rir dificultosamente. — Elsa, já chega... — Pediu, mas fora inevitável ela voltou a rir, segurando a barriga.

— Eu não consigo, desculpa, seus cabelos não ajudam. — Fora quando Jack notou que ambos estavam em pé e muito espetado, ele os bagunçou para melhorar a situação, rindo junto dela.

— Tudo bem, contando que a gente converse sobre ele... — Olhou para o dragão, que tinha a língua pendida para fora, balançando o rabo enquanto trocava atenção entre ele e Elsa, se assemelhando a um cachorro. Mais uma vez, Floco de Neve lhe lambeu, encharcando seu rosto. — Não! — Reclamou o albino.

Elsa se aproximou, parando de rir e entregando uma toalha pequena e azul a ele, para que se enxugasse superficialmente. — Quem te disse que é ele? 


Notas Finais


Então minha gente linda, foi isso por hj. Obg pela paciência de vcs, por esperarem por mais um cap, sei que demoro a postar me desculpem.

Bom, foi isso por hj, espero que estejam gostando e não se esqueçam de fazer suas suposições....


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