História Hogwarts, Uma História - Nova Geração - Capítulo 178


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Arthur Weasley, Augusta Longbottom, Dominique Weasley, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Fred Weasley Ii, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Hugo Weasley, Jorge Weasley, Lilá Brown, Lílian L. Potter, Lorcan Scamander, Lucius Malfoy, Lucy Weasley, Luna Lovegood, Lysander Scamander, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Molly Weasley II, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Personagens Originais, Ronald Weasley, Rose Weasley, Rúbeo Hagrid, Scorpius Malfoy, Ted Lupin, Tiago S. Potter, Victoire Weasley
Tags Alvo Potter, Aventura, Hogwarts, Hugo Weasley, James Sirius, Lily Luna, Malfoy, Nova Geração, Potter, Romance, Rose Weasley, Scorose, Scorpius Malfoy, Sexo, Teddy Lupin, Victorie Weasley, Weasley
Visualizações 504
Palavras 2.068
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Hentai, Magia, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi meus amores!!!

Como vocês estão??

Eu estou um pouquinho melhor, graças a Deus!!!
Cadê o pessoal sumido? Semana de provas???


Aqui vai o capítulo! Espero que gostem!

Capítulo 178 - 178 - Encontro esperado


POV Lena

A semana se passou voando e o sábado logo chegou. Astérope pediu para que eu e Rose fossemos com ela até a Sonserina para ajudá-la a escolher uma roupa para usar no tal encontro com o meu irmão. O tempo havia esquentado bastante durante aquela semana, mas a noite esfriava, então tinha que ser algo próprio para a meia estação.

Depois de provar muitas coisas ela colocou um vestido preto, com a saia soltinha e as mangas curtas feitas de renda da mesma cor. Por baixo dele, ela vestiu uma meia calça preta fina e colocou botas sem salto para que pudesse caminhar mais confortavelmente. Ela estava linda e Rose sorria como se dissesse “é esse”.

— E aí? – Ela perguntou, se virando para olhar a parte de trás do seu corpo no espelho. – Gostaram?

— Está linda! – Rose sorriu, pegando um arquinho sobre a cama e colocando em seu cabelo. – Perfeito!

— Meu irmão vai ficar babando, pode apostar.

— Obrigada, meninas, não sei o que eu faria se vocês não tivessem vindo.

— Iria ficar linda do mesmo jeito. – Eu sorri.

— Já são três horas. – Ela deu um sorriso nervoso. – Acho melhor eu ir.

— Té… – Eu a encarei. – Lembra do que eu te falei. Toma cuidado, não vai se iludir.

— Pode deixar. – Ela sorriu, colocando um casaquinho preto e pegando sua bolsa.

— Avisa quando chegar, tá? – Rose sorriu e ela assentiu, nos puxando para um abraço coletivo.

— Me desejem sorte, amigas.

— Boa sorte! – Respondemos juntas.

Ela nos soltou e, após um último sorriso, saiu do quarto.

— Você sabe dos meninos? – Rose me perguntou.

— Estão todos jogando quadribol.

— Até o Hugo? – Ela me olhou, preocupada, pois ele tinha caído da vassoura há menos de uma semana.

— Ele é um teimoso. – Revirei os olhos. – Mas eu fiz ele me prometer que iria usar todo o equipamento de segurança e que iria tomar cuidado.

— Então tá. – Ela deu de ombros. – Tá a fim de pegar um suco na cozinha e ir na biblioteca para tentarmos descobrir alguma coisa sobre os dentes de leão?

— Posso trocar o suco por um sorvete?

— Que tal um milk shake? – Ela propôs, erguendo a sobrancelha.

— Me ganhou. – Sorri e cruzei meu braço com o dela, para sairmos juntas do salão da Sonserina.

 

POV Astérope

Fui sorrateiramente para uma das passagens secretas que Andrew tinha me ensinado. Passei na frente da sala precisa  três vezes imaginando o tal quadro que seria aberto e me levaria até o cabeça de Javali. E assim que a porta surgiu na minha frente eu entrei.

Havia uma sala vazia, apenas com um quadro na parede, que eu puxei para abrir. Um túnel se revelou e eu sorri vitoriosa, entrando nele e iluminando o caminho escuro com a minha varinha enquanto andava a passos largos até chegar ao meu destino, o que aconteceu uns vinte minutos depois.

Abri o retrato de Ariana Dumbledore e dei de cara com Aberforth Dumbledore atrás de um balcão.

— E aí, Abby! – Eu acenei, passando por ele. – Eu volto a noite, pode me deixar entrar?

— Até as dez.

— Fechado! Valeu! – Eu gritei saindo do bar e caminhando pela rua até a casa de chá da Madame Puddifoot, onde ele disse que me esperaria. Ainda faltavam dez minutos para o horário que marcamos, então eu me encostei na parede para esperar. Eu estava nervosa e minhas mãos estavam suadas. Aquele seria o momento que eu descobriria porque eu havia sido deixada para trás e eu estava apavorada pela ideia de descobrir que eu havia sido abandonada por um motivo idiota.

— Astérope! – Essa foi a palavra que me tirou dos meus devaneios e me faz erguer a cabeça para quem quer que tivesse me chamado. Daniel estava do outro lado da rua, segurando um saco de papel pardo com uma das mãos e acenando para mim com a outra. Ele estava lindo, usando uma calça jeans cinza, uma camiseta preta e uma jaqueta de couro da mesma cor. Seu cabelo estava arrepiado para cima e ele sorria.

Eu me aprumei, desamassando o vestido e caminhando hesitantemente na direção dele, porque eu não sabia o que fazer naquele momento constrangedor em que eu chegasse nele. Daria um selinho? Um beijo no rosto? Um aceno de longe? Eu não fazia ideia e ele estava cada vez mais perto.

— Você está linda. – Ele caminhou até mim rapidamente e ergueu o meu queixo com o indicador, para que os seus lábios chegassem aos meus sem dificuldade.

— Obrigada. – Eu dei um sorriso tímido.

— Vamos? – Ele me abraçou pelos ombros e nós andamos em silêncio por alguns metros, até chegarmos em um pequeno chalé que ficava meio escondido entre umas árvores bem altas e cercado por um muro de arame. Daniel abriu o portão e nós entramos, passando por um caminho de pedregulhos que cortava um grande jardim. A grama estava bem alta e mal cuidada, mas eu nem me importei, porque logo chegamos na porta de madeira do chalé.

— Dan, que lugar é esse?

— O chalé de um amigo meu. Na verdade, é meu, ele está ficando velho, não tem mulher e nem família viva e precisou ir para a Áustria e, como estava precisando de dinheiro me vendeu esse chalé por uma pechincha.

— Isso quer dizer que você vai voltar? – Eu o olhei esperançosa e ele sorriu enquanto pegava um molho de chaves do bolso.

— Quer dizer que eu virei com mais frequência. – Ele abriu a porta e me deu espaço para que eu entrasse. – Eu ainda não tive tempo de arrumar tudo, mas os móveis vieram junto com a casa, então fique à vontade.

— Obrigada. – Eu sorri, olhando em volta. Estávamos em uma sala de estar com as paredes todas feitas de tijolinhos vermelhos. Havia um sofá bege perto de uma lareira, uma mesinha e uma televisão antiga não muito grande pendurada na parede. Um pouco mais na lateral havia uma cozinha americana, separada da sala por um balcão com quatro banquinhos e ao lado desse balcão, ainda na sala, havia uma mesa com quatro cadeiras. Todos os móveis eram rústicos e feitos de madeira e aquilo era a cara de Dan.

Ao lado da lareira havia a porta para o lavabo e do outro lado uma escada que nos levava para o segundo andar.

— Pode subir e deixar suas coisas no meu quarto, se quiser. – Ele sorriu. – É a terceira porta.

Eu assenti em concordância e fiz o que ele sugeriu, assim eu ganharia um pouco de tempo e ainda poderia ver se estava tudo ok comigo e com a minha roupa. Assim que cheguei no andar de cima, vi que tinha três portas no corredor. Não resistindo à tentação de bisbilhotar, eu abri a primeira, mas era apenas um cômodo vazio. A segunda era um banheiro e eu revirei os olhos por não conseguir achar nada muito interessante e revelador sobre Dan. E então eu abri a terceira porta, o seu quarto. Assim que entrei, caminhei por um corredorzinho que tinha uma porta para o banheiro de um lado e um guarda-roupas de seis portas embutido na parede do outro lado. As paredes do quarto estavam todas pintadas de branco, o cheiro de tinta ainda estava presente, embora estivesse muito fraco e uma das paredes era substituída por uma grande janela de vidro, que mostrava a vista de Hogwarts. Em paralelo à janela havia uma cama coberta por uma manta xadrez preta, cinza e vermelha e em cada lado havia um criado mudo, que ainda não tinham nada em cima. Perto do pé da cama havia uma cômoda com uma televisão de tela plana pendurada na parede sobre ela e um sofá, onde estava apoiado o malão de Dan. Suspirei com isso e coloquei a minha bolsa sobre o braço do sofá, junto com o meu casaco.

Aquele lugar era lindo e combinava perfeitamente com a personalidade de Dan. Eu conseguia me imaginar vivendo alí e podia pensar em todos os detalhes para fazer daquela casa um lar, desde cortinas até enfeites de prateleira e louças para a cozinha.

— Coloquei um pouco de vinho pra nós. – Daniel disse da porta do quarto, me fazendo pular de susto e rindo. Ele me entregou uma taça e eu beberiquei um gole, sentindo o meu corpo esquentar por causa do nervosismo. – Você quer que eu comece a preparar a comida agora ou ainda não está com fome?

— Eu estou bem. Quer dizer… Me sinto um pouco enjoada, acho que comi demais no almoço. – Menti. Eu estava enjoada há uma semana por causa da ansiedade com esse encontro. Ele pareceu se solidarizar e tirou de dentro do seu malão uma bolsinha preta.

— Eu tenho algumas poções aqui, com certeza tem algo para enjoo. – Ele ia pegar a poção para mim, mas a campainha tocou. – Droga, deve ser o pão que eu encomendei para comermos com o creme. Eu vou atender, mas pode ficar à vontade e pegar a poção aí. É a vermelha clara.

— Ok. – Eu sorri e ele saiu do quarto, me fazendo suspirar de alívio e abrir a tal bolsinha a procura do frasco vermelho claro. Perdendo a paciência, eu virei a bolsinha, deixando todos os frasquinhos caírem na cama. A maioria deles era vermelho, mas tinha uns dois laranja, três verdes e alguns azuis. Achei engraçado que todos os frascos tampados com rolhas tinham um adesivo com um código QR. Ignorando isso, eu peguei um dos frascos vermelhos e o destampei para virar em minha boca, mas fui interrompida.

— O que você está tomando? – Daniel gritou da porta e eu me sobressaltei, derrubando em meu vestido algumas gotas de poção.

— Deus! Você não consegue chegar sem me assustar? – Eu bufei, enquanto ele prendia o riso. – To tomando a poção que você me falou.

— Não! – Ele correu até mim, a tirando da minha mão e a tampando, voltando a guardar todas as vermelhas dentro da bolsa. – Não é essa! – Ele suspirou aliviado e me estendeu um frasco laranja. – É essa!

— Isso é laranja e não vermelho claro. – Eu discuti, destampando o frasco e tomando todo o líquido de uma vez.

— É vermelho. – Ele revirou os olhos, com um sorriso nos lábios, estendendo a mão para que eu o devolvesse o frasco vazio.

— Laranja. – Eu rebati enquanto ele guardava o vidrinho dentro de uma caixa em uma das gavetas da cômoda. – Qual poção era a que eu quase tomei?

— Você quer que eu vá começar a preparar a janta? – Ele perguntou, como se não tivesse ouvido a minha pergunta e estreitei os meus olhos, desconfiada. Não havia nenhum motivo aparente para ele não me falar o nome de uma poção, a não ser que tivesse algo a esconder relacionado à ela e isso me incomodou mais do que eu gostaria de admitir.

— Qual era a poção, Dan? – Eu insisti, sentindo uma pontada na boca do estômago.

— Eu comprei queijo provolone, emental, suísso, parmesão, brie e catupiry. E eu comprei um pão italiano que está quentinho, vai ficar uma delícia…

— Daniel! – Eu gritei.

— O que? – Ele me olhou, assustado e eu bufei.

— Qual era a poção? – Eu perguntei entredentes.

— Isso não é importante. – Ele deu um sorriso gentil e beijou a minha testa, me fazendo suspirar e pensar em outra estratégia.

— Você tem uma vista linda da sua janela. – Eu disse, forçando um sorriso e ele suspirou, me puxando para um abraço lateral em frente à janela para que víssemos juntos.

— Eu queria ter estudado aqui. – Ele, me aninhou mais, deixando que eu encostasse minha cabeça em seu ombro e beijando a minha testa.

— Eu queria que você tivesse estudado aqui. Seria tudo muito mais fácil. – Suspirei e ele assentiu.

— É… Mas não vale a pena ficar pensando no que teria acontecido, quando a gente tem que se preocupar com o que vai acontecer daqui pra frente. – Ele se virou de frente para mim e acariciou o meu rosto.

— Eu concordo. – Sorri e ele se aproximou mais, deixando nossos narizes encostados. Eu não conseguiria beijá-lo sem saber o que ele me escondia, então fiz a primeira coisa que me veio em mente. – Acho que estou ficando com fome.

— Perfeito. – Ele sorriu e roubou um selinho rápido. – Vou fazer a nossa comida, você pode aproveitar para conhecer a casa e o jardim, se quiser.

— Tudo bem. – Eu sorri, sentindo seu dedão acariciar minha bochecha e após mais um beijo na testa ele saiu do quarto, deixando a porta aberta. – Eu vou conhecer outra coisa, Daniel Borgin.

 


Notas Finais


E aí???
Tensos? Ansiosos? Curiosos?

Não se esqueçam de comentar! Os comentários sempre me animam!

Amo vocês!

Beijinhos e Nox!


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