História Hogwarts, Uma História - Pós-guerra - Capítulo 234


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Categorias Harry Potter
Personagens Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cho Chang, Daphne Greengrass, Dino Thomas, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lilá Brown, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Percy Weasley, Ronald Weasley, Simas Finnigan, Theodore Nott
Tags Amor, Draco Malfoy, Dramione, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hinny, Hogwarts, Pos Hogwarts, Pos-guerra, Sexo
Visualizações 577
Palavras 2.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E aí, beleza????

Demorei mas cheguei!!!

Espero que gostem! Mais tarde eu posto mais um, se rolar bastante comentários!!!

Capítulo 234 - 234 - A Melhor de Mim Mesma


POV Hermione

Acordei cedo no dia seguinte, um domingo nublado, e dei de cara com a constelação de pintinhas nas costas do Draco. Estávamos em uma conchinha invertida, com ele segurando a minha mão perto de sua barriga. Descobrimos que essa era uma de nossas posições preferidas de dormir, por que assim, ele não ficava com o meu cabelo fazendo cócegas em seu rosto e não acordava excitado no meio da noite, o que sempre me fazia rir, e eu poderia dormir sentindo o cheiro do seu pescoço e tendo a certeza de que ele não levantaria sem que eu percebesse.

Aproximei o meu rosto de seu ombro e senti o seu cheiro de banho recém tomado, já que tínhamos chegado em casa mais de três da manhã e tínhamos ido dormir era quase cinco. Olhei no relógio e vi que eram sete horas. Eu odiava perder o sono no domingo de manhã, mas é o que tinha acontecido, para o meu azar.

Dei um beijo demorado em sua nuca e ele nem se mexeu. Draco dormia como uma pedra, não falava, não roncava, não se mexia muito e tinha o sono bem pesado. Eu sorri com isso e comecei a pensar em como ele era maravilhoso, mesmo quando éramos apenas amigos e ele me amava do jeito que eu era, não me cobrava nada, participava da minha vida, me ajudava com as coisas de trabalho e me pedia ajuda quando precisava também. Sem contar que ele cuidava de Rose como se fosse sua filha e tinha um carinho imenso com o Hugo, que nem era nascido e era filho do Ron. Ele definitivamente merecia a melhor esposa do mundo, e como ele sempre me dizia que me amava do jeito que eu era, eu decidi que eu iria ser o melhor de mim mesma pra ele. Beijei suas costas mais uma vez e saí da cama devagar, para não acorda-lo e cobri o corpo dele com um edredom quentinho.

Coloquei um shorts curto jeans e um moletom da Grifinória, prendi o cabelo em um coque bagunçado e saí determinada de casa, montando em minha bicicleta, que eu havia comprado junto com a de James, e pedalando até a feira da pracinha, que acontecia nas manhãs de domingo. Eu precisava comprar frutas para as papinhas das crianças e aproveitaria para comprar uns temperos para o Draco colocar nos vinte e quatro potinhos do porta-temperos que ele encheu o saco para comprar. Por sorte, a cestinha da bike era magicamente estendida por que eu acabei comprando mais frutas do que eu previa e muitos temperos diferentes. Parei com a bicicleta em frente a uma barraca que vendia as mudinhas do temperos e eu pensei que seria legal se um de nós dois soubesse plantar para fazermos uma hortinha perto da churrasqueira, mas meus pensamentos foram interrompidos.

- Já acordada, querida?

- Cissa! Bom dia!! – Eu sorri e dei um abraço nela. – Eu perdi o sono e resolvi fazer a feira da semana e comprar uns temperos pro Draco brincar na cozinha.

- Ele ficou meio viciado depois que começou a assistir esses programas de culinária na televisão... Virou o novo hobby dele. – Ela sorriu zombeteira. – Você está vendo mudas de planta? Quer ajuda?

- É... – Eu sorri. – Estava pensando em fazer uma hortinha de temperos em nosso quintal.

- É mais fácil comprar sementes e plantar em vasinhos, não acha? – Ela sorriu docemente e me mostrou.

- Ótima ideia! Eu não entendo nada de jardinagem... – Eu sorri e peguei vinte e quatro vasinhos coloridos e as sementes de todos os temperos que eu tinha comprado.

- Eu tenho terra em casa. Se quiser eu posso passar a tarde na casa de vocês e plantar. – Ela sorriu.

- Aceito. – Eu ri, pagando por tudo.

- Bom, vou voltar a ver as minhas flores na barraca ao lado. Até mais tarde, querida. – Ela sorriu e eu acenei, voltando a pedalar até a padaria. Amarrei a bicicleta no poste e entrei na loja, comprando pães quentinhos para o café da manhã, pó de café, algumas rosquinhas doces e dois pacotes de biscoitos amanteigados que o Draco, Rose e o Scorp adoravam. Mais uma vez, meu pensamento foi interrompido.

- Eu amo esses biscoitinhos. – Uma mulher comentou distraidamente e eu a olhei, me surpreendendo. Ela aparentemente não tinha me reconhecido antes de falar e ficou super sem graça. – Hermione... oi... eu...

- Bom dia, Lilá. – Eu sorri, tentando ser simpática e ela sorriu aliviada. – Só não os coma na cama, por que o Ronald enche o saco, falando que as migalhas pinicam ele durante a noite.

- Eu sei, já mandei ele a merda por causa disso semana passada. – Ela riu e pegou três pacotes. – Que bom que eu te encontrei, vim fazer umas compras pro café da manhã e fiquei em dúvida sobre que achocolatado a Rose gosta. A propósito... eu acho que nunca te agradeci por você ter encontrado e cuidado da Amelie naquele dia. Ela é a razão do meu viver e eu quase morri de preocupação.

- Não precisa me agradecer. Eu jamais deixaria uma criança perdida sozinha. – Eu sorri. – A Rose gosta daquele da lata amarela, o único que o Ronald detesta.

- A Amy também prefere aquele. – Ela sorriu pegando a lata e colocando na cesta. – Olha Hermione, eu quero que você fique tranquila enquanto as suas crianças estiverem conosco, o Ron pode ser meio distraído, mas eu prometo cuidar delas do jeito que você cuidou da Amy aquele dia. – Ela disse simpaticamente e eu assenti, agradecida. – Eu... Conversei com o Ron ontem e ele me falou sobre a discussão de vocês... Eu achei um absurdo tudo o que ele te falou, não foi certo e não foi legal. Nós discutimos...

- Sinto muito. – Eu sorri sem graça enquanto pagava pelas coisas e ela fazia o mesmo no caixa ao lado.

- Eu que sinto. – Ela encolheu os ombros. Nós saímos juntas da padaria e eu montei na minha bicicleta e ela na dela e nós começávamos a pedalar pela calçada da rua, onde havia uma banca de jornal. – A Rose e a Amelie se deram super bem, eu fiquei tão aliviada. Brincaram de boneca até mais tarde.

- Fico feliz! – Eu sorri, parando na banca e olhando algumas revistas, instintivamente começando a separar todas as revistas de casamentos, de diferentes marcas, de edições novas e antigas. – A noite eu passo lá para busca-la, ok?

- Claro. – Ela sorriu. – E eu soube que vai se casar. Parabéns!

- Te digo o mesmo. – Eu sorri. – Tomara que você coloque ele na linha!

- Eu vou. – Ela riu. – Bom, até mais tarde, vou fazer o café das crianças.

- Tchau. – Eu sorri e ela voltou a pedalar enquanto eu pagava pelas revistas. Voltei a pedalar até em casa e abri o portão da garagem, e entrando com a bicicleta. Fiz todas as compras levitarem para dentro de casa atrás de mim e deixei os temperos sobre a bancada da cozinha, para que Draco os arrumasse ao seu gosto, organizei as frutas na fruteira e coloquei as coisas de café da manhã sobre a mesa. Coloquei a água do café para ferver enquanto deixava as revistas de casamento sobre o aparador da sala, dando uma folheada rápida em uma delas. Terminei de fazer o café e Blink acordou.

- Bom dia! – Ela disse sonolenta e eu sorri. – Quer que eu prepare um café da manhã?

- Sim! Caprichado, por favor. Eu vou acordar o Draco para comermos juntos.

- É pra já! – Ela sorriu e eu voltei para o quarto, dando de cara com o Draco deitado de bruços e coberto até a cintura. Tirei o moletom, ficando apenas com uma regata branca e corri, pegando impulso para pular e cair montada em cima dele, distribuindo beijos em suas costas.

- Acorda, dorminhoco! – Eu disse risonha em seu ouvido e ele resmungou. – Vai, Draco! Acorda amor!!! – Eu disse fazendo cócegas em suas costelas, vendo-o se debater sob mim. – Acorda! Já acordou?

- Não! – Ele disse com um sorrisinho zombeteiro e virou, me derrubando na cama, só pra me agarrar e me aninhar em uma conchinha. – Fica quietinha pro seu amorzinho dormir, fica.

Eu gargalhei disso e comecei a distribuir selinhos por toda a pele dele que eu alcançava.

- Ai meu Deus. – Ele reclamou sonolento, me imobilizando com os seus braços e eu gargalhei. – Pronto, quietinha para o Draco conseguir dormir. – Gargalhei disso e comecei a cantarolar uma música da Cindy Lauper em alto e bom som. – Shhhh... quietinha.

- Só vou parar quando você acordar e me der atenção. – Eu disse manhosa e ele riu, abrindo os olhos.

- Fala, mulher, o que foi? – Ele disse sorrindo zombeteiro e franziu o cenho. – Por que você está vestida?

- Porque, seu dorminhoco, eu já fui pra feira, pra padaria, encontrei a sua mãe... já fiz o café do jeitinho que você gosta... tudo enquanto você dormia.

- Caramba! – Ele sorriu, esfregando os olhos e me aninhando em um abraço. – Hoje à tarde eu quero te examinar, Mi. – Ele disse seriamente e eu franzi o cenho. – Você passou por muitas emoções ontem e eu preciso ver se o bebê está bem...

- Claro... – Eu sorri e me aconcheguei em seus braços. – Tudo bem, a hora que você quiser...

- O que você vai querer fazer hoje, minha gostosa?

- Eu comprei umas revistas de casamento e eu quero começar a decidir os detalhes com você, se você quiser. – Eu sorri, acariciando o seu peito.

- Eu gosto de brincar disso. A gente pode transar entre uma revista e outra? – Ele perguntou insinuando a mão por baixo do meu short e eu gargalhei.

- A gente pode transar até em cima das revistas se você quiser. – Eu sorri, subindo em cima dele e o beijando. – Mas você tem que tomar o café que eu fiz antes.

- Combinado. E você podia me ensinar a fazer aquele seu bolo que todo mundo adora. Ou me contar o seu segredo.

- Se eu contar, eu vou ter que te matar, Malfoy. – Eu sorri e selei nossos lábios mais uma vez, saindo de cima dele em seguida e jogando uma cueca limpa pra ele vestir, junto com uma bermuda de moletom. Quando ele já estava pronto, nós fomos abraçados para a cozinha e ele franziu o cenho ao ver um monte de folhas sobre a bancada. – Ah, eu comprei temperos para os seus potinhos.

Ele sorriu e beijou meu rosto.

- Você é perfeita. – Ele disse se sentando em um dos banquinhos do balcão e me ajudando a sentar no banco do lado e servindo café pra nós dois, tomando um gole da sua xícara logo em seguida. – Eu amo o seu café!

- Que bom! – Eu sorri, pegando um biscoito amanteigado da sacola e levando até a sua boca, ele mordeu e soltou um gemidinho de prazer, que me fez rir. Nós comemos nesse clima romântico e quando acabamos ele foi picar os temperos para guardar enquanto eu preparava uma papinha caseira de frutas para as crianças no liquidificador e congelava para a semana inteira.

- Você já mandou mensagem pra Pan? – Ele perguntou depois que terminou de picar as coisas e me abraçou por trás. – Você sabe que ela tá viajando o mundo, não sabe? É melhor vocês começarem a planejar o seu vestido o quanto antes...

- Eu ainda não decidi o modelo que eu quero. – Eu torci o lábio e ele riu.

- Você vai ser a noiva mais linda do mundo, mesmo se resolver se casar de moletom. – Ele deu de ombros e eu sorri.

- E você? Decidiu qual vai ser a cor do Smoking?

- Gostei de um fraque cinza que eu vi no beco, mas ainda estou pensando.

- Vai ficar um gato... – Eu sorri, guardando as últimas papinhas no freezer. – Ainda mais de cinza, que vai combinar com esses seus olhos lindos. – Ele sorriu sem jeito e eu beijei o seu rosto. – E aí, vamos ver as revistas?

- Vamos. – Ele sorriu, se sentando no sofá e me puxando para sentar em suas pernas. Peguei um caderno, o meu estojo de canetas, a primeira revista e nós começamos a ver juntos.

 

 


Notas Finais


É isso aí, queridos!

Comentem!!!

Beijinhos e Nox!


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