História Hogwarts, Uma História - Pós-guerra - Capítulo 235


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Categorias Harry Potter
Personagens Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cho Chang, Daphne Greengrass, Dino Thomas, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lilá Brown, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Percy Weasley, Ronald Weasley, Simas Finnigan, Theodore Nott
Tags Amor, Draco Malfoy, Dramione, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hinny, Hogwarts, Pos Hogwarts, Pos-guerra, Sexo
Visualizações 580
Palavras 1.843
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aqui vai mais um!!!!

Capítulo 235 - 235 - Decisões


POV Hermione

- Vamos. – Ele sorriu, se sentando no sofá e me puxando para sentar em suas pernas. Peguei um caderno, o meu estojo de canetas, a primeira revista e nós começamos a ver juntos.

- Pra que isso? – Ele apontou para o caderno e eu sorri.

- Pra anotarmos as melhores ideias. – Eu sorri. – Você tem algo em mente?

- Minha família tem um casarão que está desabitado há anos... – Ele começou e eu franzi o cenho. – O lugar é lindo, tem um jardim incrível e uma sala enorme, enorme mesmo! Eu pensei que talvez pudéssemos nos casar alí... seria um casamento luxuoso. Sem contar que tem quartos para nós e para os padrinhos se arrumarem com conforto.

- É...? Eu gosto da idéia... quero conhecer esse lugar... – Eu sorri e anotei no caderno. – Pensei em decorarmos tudo com os crisântemos lilás, galhos secos e velas flutuantes... muitas velas... E aí teríamos toalhas brancas nas mesas e os pratos de porcelana, com talheres de prata e borboletas conjuradas.

- Uhum... – Ele concordou. – Eu gosto das velas... Poderíamos contratar uma banda para tocar durante a cerimônia e a festa. E alugar cadeiras que combinem com a decoração.

- Certo. – Eu disse anotando e pegando uma revista. – Precisamos decidir o que vamos servir de comida e bebida. Os doces que queremos e o bolo... Os padrinhos e os vestidos das madrinhas e das daminhas...

- Essa parte eu deixo com você e o seu bom gosto. Inclusive, se quiser me ajudar a escolher o smoking eu agradeço. – Ele disse risonho e eu anotei isso.

- Precisamos definir as lembrancinhas, a equipe de foto e filmagem, a lista de convidados, os convites... a equipe do dia da noiva, checar a documentação, escolher um carro para sairmos de lá. 

- Meu Deus, quanta coisa. – Ele disse divertido e eu sorri. – E ainda precisamos pensar na nossa lua de mel...

- Hum... Eu gosto dessa parte. – Selei nossos lábios. – Pra onde você quer ir?

- O que você acha de irmos para a suíça?

- Aproveitar o frio e tomar chocolate quente? – Eu sorri me aconchegando em seu peito. – Que tal Amsterdã?

- Pra fumar maconha?

- Não, seu besta... para vermos os campos floridos. – Eu gargalhei e o beijei.

- Podemos ir para os dois lugares e dar uma passadinha em Verona, na Itália.

- Topo!

- Certo. – Ele sorriu. – O que você acha de irmos até o casarão agora, pra já definirmos isso?

- Vamos! – Eu sorri e ele me abraçou forte, aparatando comigo pra lá de surpresa. – Meu Deus, Draco, avisa antes, né? – Eu gargalhei, me segurando nele por causa da tontura.

- Foi mal, gata. – Ele riu e beijou minha testa. – Você tá legal?

- Acho que sim. – Sorri fui puxada para a frente da casa, que tinha portões de ferro enormes um jardim florido, parecido com o da mansão com esculturas de arbustos floridos e muitas flores na grama. Ele abriu o portão com um aceno de varinha e nós entramos.

- Mamãe que cuida do jardim daqui e da casa. Ela quis fazer parecer o Miracle Garden de Dubai. – Ele sorriu e eu olhei em volta, maravilhada. – Ela pode transformar isso em um jardim de crisântemos lilás com apenas alguns acenos de varinha.

Nós fomos andando para mais perto da casa até vermos um chafariz com estátuas de muitos cupidos cuspindo água.

- Wow! – Eu sorri abismada e ele abraçou os meus ombros. – Eu quero ver mais...

- Vem comigo. – Ele sorriu e caminhou comigo até dentro da casa. Ao abrir o enorme portão cheio de arabescos, demos de cara com um salão imenso com piso de mármore e sem móveis. No fundo do salão havia uma grande e larga escadaria que se dividia em dois, indo para o andar de cima, onde ficavam os quartos. Um lustre imenso de cristal ficava bem no meio do salão e eu me apaixonei a primeira vista e já imaginei várias velas sobrevoando o local, cortinas de flores, uma pista de dança, luzes de natal enfeitando os corrimões das escadas e todas as fotos que tiraríamos alí.

- Draco! – Eu arfei, mordendo o lado inferior e ele riu.

- A cozinha e a adega ficam embaixo e o acesso é atrás da escada, mas eu estou sem as chaves, assim como os quartos. Vamos ao jardim dos fundos, você vai amar! – Ele sorriu, puxando a minha mão. No jardim dos fundos, havia um caminho feito por arcos de folhas que eram bem mais altos que nós e o caminho nos levava diretamente a um coreto branco, com luminárias charmosas.

- Draco! – Eu quase gritei olhando para tudo.

- Você só sabe falar isso? – Ele riu e eu revirei os olhos.

- A gente poderia casar aqui, nesse coreto e fazer a festa dentro da mansão... – Eu sorri sonhadora. – Colocaríamos cadeiras brancas ali e ali para os convidados e entraríamos por onde acabamos de entrar... Poderíamos enfeitar tudo isso com pequenas luzes brancas e...

Senti ele me abraçar por trás e repousar o queixo sobre o meu ombro e parei de falar na mesma hora só para sentir o seu toque carinhoso.

- Tudo o que você quiser, meu amor. – Eu sorri, me virei de frente pra ele e o abracei fortemente. – Você gostou?

- Eu amei, Draco. – Sorri e me impulsionei pra cima, enlaçando minhas pernas em seu quadril. Ele abraçou minha cintura me segurando e eu me afastei para olhá-lo nos olhos. – Vamos nos casar aqui?

-Vamos. – Ele sorriu e me beijou apaixonadamente, me sentando sobre o murinho do coreto e acariciando o meu rosto.

- Esse lugar é maravilhoso... Eu estou apaixonada! – Eu sorri, olhando em volta. – Já posso imaginar o nosso casamento e todas as pessoas...

- É... eu gosto daqui... – Ele comentou, sorridente, após um suspiro. Mas um trovão chamou a minha atenção, seguido de um vento gelado que me fez arrepiar inteira.

- Draco, eu acho que é melhor irmos pra casa. – Eu pedi, me encolhendo inteira e vendo-o rir da minha cara. – Eu estou com frio...

- Claro, amor. – Ele sorriu e segurou minha mão.

- Mas antes eu quero tirar uma foto de tudo pra pensar na decoração. – Eu pedi com um sorrisinho.

- Tá, mas vem cá, pra eu tentar proteger você da ventania. – Ele mandou e nós nos abraçamos de forma que o calor do seu corpo me aquecesse um pouco e fizemos todo o caminho de volta enquanto eu tirava fotos com o meu celular de todos os lados, para todos os cantos e de todos os detalhes, para pensar em como decorar tudo e quando acabamos, ele aparatou comigo para o nosso sofá e me aconchegou nas almofadas.

- Incêndio. – Ele disse apontando a varinha para a lareira, fazendo-a se acender. – Dá um espacinho pra mim aí?

Ele pediu e eu encolhi minhas pernas para que ele se sentasse e colocasse as minhas pernas de volta sobre o seu colo.

- Eu estou cansada... – Disse suspirando e ele sorriu.

- Não é pra menos, você quase não dormiu essa noite e ainda está grávida. Quer tirar um cochilo no sofá antes do almoço?

- Não é uma má ideia... – Eu sorri e me espreguicei. Ele convocou o nosso edredom com um feitiço e se deitou ao meu lado no sofá, encostando a cabeça em meu ombro e abraçando a minha cintura, nos cobrindo em seguida. – Draco... – Eu o chamei, brincando distraidamente com o seu cabelo.

- Hum...

- Posso te falar uma coisa louca?

- Sempre. – Ele disse risonho, acariciando a minha barriga.

- Eu sinto como se estivesse vivendo em um sonho da minha adolescência... – Confessei.

- Como assim?

- Promete que não vai rir de mim?

- Não prometo nada, mô... – Ele brincou mas eu dei um puxãozinho em seu cabelo. – Ai! Prometo, prometo! O que é?

- Eu sempre te achei o garoto mais gato de Hogwarts! – Confessei, mordendo o lábio inferior e ele ficou em silencio. – Ta aí? – Eu perguntei hesitantemente e ele assentiu.

- To... Eu só tô digerindo a informação. Pode repetir?

- Eu sempre te achei o cara mais gato de Hogwarts... Você saía andando naqueles corredores com o seu uniforme recém comprado e perfeitamente alinhado, com os cabelos penteados pra trás e o nariz em pé, todo metido... como se não ligasse pra nada e eu achava aquilo tão sexy...

Ele gargalhou e eu revirei os olhos.

- E você era tão proibida pra mim, Hermione... – Ele sorriu, deslizando a mão pela minha barriga. – Sabe aquela história de que “tudo o que é proibido é mais gostoso”? Eu ficava com todas as meninas e você não saia da minha cabeça.

- Ah é? – Eu sorri, me aconchegando nos seus braços. – Fala mais.

- Você era a garota certinha, que estudava e sabia tudo sobre tudo. Era a fantasia sexual de metade da Sonserina, sabia?

- Jura? – Eu ergui as sobrancelhas e ele assentiu, revirando uns olhos. – Não fazia ideia que os seus amigos queriam o meu corpinho.

- Tudo um bando de filho da puta. – Ele xingou e eu gargalhei. – Eles falavam sobre você na cara dura e eu não podia nem falar nada, por que o meu pai me mataria. – Ele disse risonho. – Um belo dia eu estava transando com uma garota e a chamei de “Hermione” e eu tive que suborna-la para ela não espalhar pra todo mundo a minha atração por você! – Ele confessou e eu não consegui segurar a gargalhada.

- Ah se eu soubesse disso antes, Draco Malfoy...

- Ia fazer o que? – Ele ergueu as sobrancelhas, apoiando o queixo em meu peito. – Transar comigo no banheiro da murta?

- Transar não, seu safado. Mas eu ia fazer a sua vida virar um inferno... ia te provocar vinte e quatro horas por dia. – Ele resmungou e eu gargalhei. – Me conta mais dessa sua história aí...

- Bom, eu tive que subornar a menina, mas o Blásio e o Theo logo perceberam que eu tava meio a fim de você e ficaram me infernizando, falando que iam pegar você primeiro. Mas eles pararam quando viram que a coisa era mais séria do que parecia e que eu era realmente apaixonado por você. Aí eles passaram a me ajudar a esconder isso de todos e a me segurar quando algum fodido falava que você era gostosa.

- OOOOUNT! Que fofinho o meu amor! – Eu sorri apertando suas bochechas e ele riu, afastando as minhas mãos. – Amor... e o seu pai? Você nunca me falou dele... Como ele está?

- Não sei e não quero saber... – Ele suspirou me abraçando mais forte. – Eu quero ele longe de nós, da nossa família e da minha mãe.

Eu percebi o seu incomodo em falar no assunto e mordi o lábio inferior.

- Certo... desculpe. Eu não toco mais no assunto, tá? – Eu sorri e beijei sua testa. – Vamos só dormir um pouco, tá bom?

Ele não me respondeu, apenas ficou acariciando a minha barriga até que eu pegasse no sono e não sentisse mais nada. 


Notas Finais


E aí? Fofos né?
O próximo já é Hinny!!!

Beijos e Nox!


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