História Hogwarts, Uma História - Pós-guerra - Capítulo 305


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Categorias Harry Potter
Personagens Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cho Chang, Daphne Greengrass, Dino Thomas, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lilá Brown, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Percy Weasley, Ronald Weasley, Simas Finnigan, Theodore Nott
Tags Amor, Draco Malfoy, Dramione, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hinny, Hogwarts, Pos Hogwarts, Pos-guerra, Sexo
Visualizações 959
Palavras 2.739
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii queridos! Como estão?

A nossa escolhida para o capítulo de hoje é a ....


Molls!

Não se esqueçam de votar no personagem de amanhã, hein?

Sem mais delongas, tenham uma boa leitura!

Capítulo 305 - 305 - Um Cantinho para Nós


Fanfic / Fanfiction Hogwarts, Uma História - Pós-guerra - Capítulo 305 - 305 - Um Cantinho para Nós

POV Vic

Depois do jantar os monitores guiaram os primeiranistas para os seus respectivos salões comunais. Assim que cheguei na Grifinória, eu me sentei perto da lareira com o meu celular e os meus primos se sentaram perto de mim para conversar e socializar um pouco antes de subirem para os dormitórios, mas eu não participava da conversa, por que estava trocando mensagens com o Teddy, tentando descobrir os planos dele para esta noite e ele me zoava, falando que não ia contar nada, me fazendo sorrir bobamente.

Foi quando a Molls entrou no salão meio esquisita, com uma expressão furiosa e subiu para o quarto sem falar nada com ninguém. Todos nós trocamos olhares curiosos.

- O que diabos foi isso? – Lucy perguntou apontando para onde a irmã tinha ido e eu encolhi os ombros, sem saber o que responder.

- Vamos lá! – James disse, já se levantando e foi correndo para o dormitório feminino, mas quando ele estava quase chegando, a escada virou uma rampa íngrime e ele escorregou de volta até o chão, fazendo todo mundo rir.

- Parabéns! – Amelie zombou, aplaudindo ironicamente, e eu gargalhei.

- Vocês só podem subir com o nosso consentimento, espertão, e como você é novo por aqui, ainda não teve o consentimento de ninguém. Eu vou lá falar com ela, esperem um minuto, sim? – Eu sorri e subi, ainda ouvindo Jay falar algo como “mas que porra foi essa”. Entrei no quarto e a vi sentada sobre a sua cama e desenhando em seu caderno, com uma expressão chateada, então eu me aproximei sorrateiramente e assim que me viu ela escondeu o desenho com pressa.

- O que você quer?

- Saber o que aconteceu pra você ficar assim... – Respondi como se fosse óbvio e ela bufou, revirando os olhos.

- Não aconteceu nada, Vic... só vá para o seu encontro, sim?

- Meu Deus, Molls, o que eu te fiz? – Eu coloquei as mãos no quadril, com o cenho franzido em preocupação. - Por que você está sendo fria desse jeito comigo?

- Não estou sendo nada, Victorie, me deixa. – Ela disse rispidamente.

- Você não... está a fim do Teddy, né? – Arregalei os olhos, preocupada com essa ideia que passou pela minha cabeça naquele momento. – Não é ele que...

- Não. É claro que não... – Ela disse olhando nos meus olhos e eu suspirei aliviada ao ver a sua sinceridade. A conhecia muito bem para saber quando ela mentia e quando falava a verdade.

- Bem... então o que é que você não pode me contar? – A desafiei mais uma vez e ela bufou.

- Ai, me deixa em paz, Victorie! – Ela disse irritada, guardando o caderno na mala e indo para o banheiro, trancando a porta assim que entrou.

- Não mesmo! – Eu sussurrei assim que ouvi o barulho do chuveiro ligado e abri a mala dela. Ela era a minha melhor amiga, caramba, e eu queria saber quem estava a deixando daquele jeito esquisito e depressivo. Quando tirei o caderno de lá de dentro, eu o abri na última folha e vi um olho, um nariz e um esboço de uma sobrancelha, que me era familiar, mas eu não me lembrava de onde. Folheei o caderno e vi um cabelo extremamente conhecido por mim, folheei novamente e vi o rosto da pessoa, comparando os olhos com os do desenho atual e vendo que eram os mesmos. Folheei mais ainda e vi que todos os desenhos eram a mesma pessoa e quando constatei quem era o alvo da paixão platônica de Molls eu fechei o caderno, pasma, e o coloquei de volta no lugar, surpresa. No mesmo momento ela saiu do banheiro com os olhos marejados, me pegando no flagra ao lado de sua mochila.

- Droga, Victorie, você xeretou, não xeretou? – Ela disse derrotada, mas desesperada. – Eu devia ter escondido melhor! Eu sou uma...

- Desde quando? – Eu perguntei, a interrompendo, com as mãos no quadril. 

- Desde sempre, não sei. – Ela encolheu os ombros nervosamente e eu suspirei.

- Por que você nunca me disse? Eu poderia ter te ajudado, Mollsita!

- Por que eu tive medo de você se afastar de mim por causa disso. – Ela admitiu, olhando para o chão, constrangida. Estalei a língua, exasperada.

- Eu jamais me afastaria de você por causa disso, Molls!... Vem cá, sua boba! – Eu abri os braços e ela correu para me abraçar, escondendo o rosto em meu pescoço, como se eu pudesse protege-la de alguma coisa. – Seu segredo está seguro comigo, prima. E eu tenho algumas horas até o meu encontro com o Teddy, vou fazer um extreme makeover de você agorinha mesmo.

- Tá... – Ela sorriu, encolhendo os ombros. Eu fiz uns feitiços que eu conhecia em seus cabelos, deixando-os sem fios rebeldes e mais hidratados. Fiz suas sobrancelhas e unhas também com um feitiço e a ensinei a se maquiar. Aproveitei para dar um toque em algumas de suas roupas também, que já eram bem bonitas normalmente, mas ela olhava para tudo de forma ansiosa. Eu a abracei fortemente, não sabendo mais o que fazer para animá-la.

- Não se sinta assim. Eu vou te ajudar, vai dar tudo certo! – Eu sorri.

- Obrigada, Vic. – Ela suspirou, pegando a ponta de uma mecha de cabelo entre os dedos e a encarando atentamente. – Eu fui uma idiota com você, não fui? E você só estava tentando me ajudar. Me desculpa...

- Não se preocupe. – Sorri, encolhendo os ombros e olhando no relógio sobre o seu criado mudo. – Molls, eu preciso ir me arrumar para o meu encontro com o Teddy, você vai ficar bem?

- Vai lá, eu tô legal! Eu vou dormir um pouco... tentar, né? Divirta-se. – Ela sorriu e eu corri para tomar uma ducha rápida, colocando uma lingerie azul clara e um vestido florido. Teddy disse que iria me guiando para longe de problemas pelo mapa do maroto e eu aceitei, saindo da torre da Grifinória com o meu celular e descendo pelos locais que ele me orientava, até que estivesse no lago negro correndo em sua direção e o beijando apaixonadamente.

- Você é louco, Edward! – Eu constatei, sorridente e ele riu. – Duas da manhã aqui fora? Só pode ser completamente maluco.

- Por você! – Ele deu de ombros e selou nossos lábios mais uma vez. – Vamos, linda? Quero te mostrar um lugar.

Eu assenti e ele me abraçou pelos ombros, para me guiar até um ponto específico no jardim, pegando um galho do chão e cutucando o salgueiro lutador com ele.

- Quer parar de ser louco? – Eu zombei e ele revirou os olhos. Inesperadamente a árvore paralisou e ele me guiou para um buraco, entrando antes e me ajudando a descer. – Teddy, que lugar é esse?

- Shhhh! Fala baixo! – Ele riu, enquanto me erguia pela cintura e me colocava no chão ao seu lado, em um túnel escuro. – Quer chamar a atenção de algum professor?

- Desculpa! – Sussurrei em resposta e ele beijou minha testa.

- Lumus! – Ele acendeu a varinha e foi me puxando pela mão pelo túnel escuro e sujo.

- Isso aqui precisa de uma reforma. – Eu comentei e ele riu pelo nariz. Nós andamos mais um pouco até chegarmos em um alçapão que ele abriu, subiu e depois me puxou pra cima, me colocando em pé no chão. Eu bati as mãos em meu vestido, para tirar a terra e olhei em volta. – Onde estamos?

- Na “casa mais mal assombrada da Grã-Bretanha”. – Ele disse com uma voz grossa e eu gargalhei.

- Era aqui que o seu pai se transformava em lobisomem, né? – Eu perguntei e ele assentiu.

- Está abandonada há anos, pensei que a gente pudesse fazer desse lugar o nosso cantinho. Um lugar para ficarmos juntos em paz, longe da escola. Nosso “ninho de amor” – Ele sorriu zombeteiro e eu gargalhei enquanto ele me puxava pela cintura e dava um beijo estalado em meu pescoço. – Vem conhecer. Eu vim aqui no ano passado.

Ele segurou a minha mão e começou a me guiar pela casa. Andamos por todo o primeiro andar e vimos cômodos decorados de forma antiga, uma cozinha meio caindo aos pedaços, uma sala com uma lareira e um sofá, um banheiro feio, mas limpo e uma escada. Subimos essa escada, que rangia conforme pisávamos nos degraus, e demos de cara com um cômodo vazio e um quarto, que estava muito mais arrumado que os outros lugares.

- Você que arrumou o quarto pra nós? – Franzi o cenho.

- Já estava assim. – Ele deu de ombros. – Mas eu troquei as roupas de cama e coloquei limpas, porque vai saber a quantos mil anos essa está aí...

- Que dedicado... – Eu sorri, tirando as minhas sapatilhas pretas e deixando a mochila sobre uma poltrona.

- Gostou daqui? Foi feito para o meu pai... isso significa que é meu... Ta meio feinho, mas a gente pode transfigurar algumas coisas e consertar outras. Vamos nos ajeitando. – Ele encolheu os ombros, sorrindo timidamente.

- Com certeza... – Eu olhei em volta, avaliando o espaço e já imaginando o que eu poderia fazer em cada cantinho para deixar tudo mais confortável para nós.

Ele se sentou na cama, escorado na cabeceira e deu dois tapinhas em suas coxas. Eu me aproximei, me sentando sobre elas, de frente para ele, com uma perna de cada lado de seu corpo e acariciei o seu rosto.

- Você quer? – Ele sorriu, contornando o decote do meu vestido lentamente com o indicador e eu assenti, arrepiada e sorridente, sentindo seus dedos tocarem em meus seios. Arfei com esse carinho e ele encostou nossos lábios, sem me beijar, apenas para que respirássemos juntos. Suas mãos escorregaram para a minha cintura lentamente e depois para os meus quadris e coxas. Ele pegou a barra do meu vestido e o tirou de mim delicadamente, jogando-o em algum canto do quarto. Eu, já louca de vontade, comecei a selar nossos lábios enquanto ele lutava contra o fecho do meu sutiã até que conseguiu abri-lo e tirá-lo de meu corpo, jogando-o longe. Eu já me sentia bem menos envergonhada em ficar nua perto dele e o desejo era tanto que eu nem sequer me importava. Ele tocou os meus mamilos com os seus polegares e eu arfei, fechando os olhos e o beijando. Ele correspondeu ao beijo, e que beijo! Ele segurou firmemente nos cabelos da minha nuca e guiou a minha cabeça, enquanto sua outra mão agarrava a minha cintura e me puxava para mais perto, roçando as nossas intimidades. Eu coloquei minhas mão em sua nuca e o guiei para o meu pescoço, onde eu mais amava ser beijada. Ele logo deu uma mordida no local, passando a língua em seguida, me fazendo gemer e dar mais espaço para ele trabalhar no local. – Caralho, eu amo o seu cheiro!

Ele desceu os beijos pelo meu peito, lambeu o vale entre os seios, com carinho e logo apalpou meus peitos, me fazendo fechar os olhos e suspirar com a carícia. Eu puxei sua camisa para cima, a tirando, para em seguida encostar meu corpo no seu e sentindo o seu calor enquanto ele voltava a beijar meus lábios e deslizava as mãos pelas minhas costas.

Aquilo estava muito gostoso e eu tocava todo o seu corpo com desespero e desejo enquanto ele fazia a mesma coisa com o meu. Logo nós estávamos completamente sem roupas e eu estava deitada na cama com ele entre as minhas pernas me masturbando com seus dedos e sua boca ao mesmo tempo, me fazendo ir à loucura.

- Ah... Hum... oh, Teddy! Isso! – Eu agarrava os lençóis da cama e gemia em alto e bom som e ele parecia se empolgar cara vez mais com isso. – Só mais um pouquinho... ah!

Ele rosnou em minha intimidade e eu rosnei sentindo meu corpo inteiro tremer em um dos maravilhosos orgasmos que ele sempre me dava. Ele subiu, beijando todo o meu corpo até chegar em minha boca, me dando selinhos.

- Você gosta disso? – Ele perguntou com a voz rouca, entre o beijo e eu assenti. Em um movimento súbito eu rolei sobre ele e depois de um selinho, comecei a estimular o seu membro com a minha mão, praticamente salivando e louca para retribuir o prazer que ele tinha me dado. Eu o coloquei em minha boca, brincando com a minha língua e agindo instintivamente em seu membro, nem notando os meus movimentos, mas me deliciando por estar fazendo aquilo com o meu namorado lindo e delicioso. Do nada, me deu uma vontade louca de sentir o gosto dele e eu aumentei o ritmo dos estímulos da minha mão e minha boca e aproveitei para lamber seus testículos, me divertindo com os seus rosnados. – Vi... – Ele disse com a voz gutural e eu ignorei, continuando. – Amor... eu... eu... ah... vou gozar!

Eu aumentei ainda mais a intensidade das caricias e ignorei os seus frequentes avisos, até que senti algo salgado e quente me preencher e eu engoli tudo.

- Vic, desculpa, eu não me controlei. – Ele disse desesperado e eu sorri, me erguendo e limpando os cantos da boca com os dedos. – Não fica brava... – Ele pediu e eu montei sobre ele.

- Não tô brava... – Eu mordi o seu queixo e ele suspirou aliviado. – Você é delicioso, sabia?

- Sou é? – Ele sorriu, apertando a minha bunda. – Você fez de propósito?

- Eeeeu? – Fingi surpresa e ele gargalhou, me puxando para um beijo apaixonado. Quando nós nos separamos eu sorri e deslizei meu polegar por sua boca. – Quero tentar uma coisa...

- Hum... – Ele sorriu e eu sai de cima dele, me deitando na cama e literalmente abrindo as pernas, fazendo um espacate, deixando a minha intimidade completamente exposta.

Ele se ajoelhou na posição correta e me olhou cheio de malicia, o que me deixou em brasa. Para provoca-lo, eu deslizei a mão pelo meu corpo até que meus dedos tivessem em meu ponto de prazer, e comecei a me tocar, gemendo o nome dele da forma mais manhosa que eu consegui. Ele tirou minha mão de lá e me atacou com a boca mais uma vez, me fazendo gritar e depois subiu seus lábios para os meus mamilos me deixando completamente molhada.

- Entra. – Eu pedi e ele assentiu, se encaixando em mim, segurando as minhas pernas abertas e empurrando todo o seu comprimento em minha intimidade. Logo que eu me acostumei ele começou a me estocar com mais força do que nunca, me fazendo gritar e puxar os cabelos de sua nuca, enquanto ele chupava o meu pescoço e suas mãos provocavam minhas coxas. Não consegui contar quantos orgasmos eu tive com aquela selvageria e aquela excitação dele, que falavc coisas sujas em meu ouvido. E o calafrio estava lá, cada vez mais gostoso, quando ele gozou dentro de mim mais uma vez. Seu corpo caiu cansado e suado sobre o corpo e eu o abracei com minhas pernas.

- Tá bem? – Eu perguntei zombeteira, passando minhas unhas por sua nuca e rindo quando ele tremeu, arrepiado.

- Sem forças. – Ele respondeu e nós ficamos uns quinze minutos nos recuperando até que ele se sentou, escorado na cabeceira e eu montei em seu colo, selando os nossos lábios. Depois de alguns selinhos ele segurou meu rosto e pediu passagem com a língua. Obviamente eu cedi e ele começou a explorar a minha boca calmamente, com carinho, paixão e amor. O beijo durou muito, muito tempo e sempre o interrompíamos com selinhos para respirarmos e depois voltávamos a nos beijar do mesmo jeito. Ele já estava ficando excitado de novo quando ouvimos um estalo. Eu me afastei abruptamente, com os olhos arregalados.

- O que foi isso, amor? – Eu perguntei, puxando o lençol para cobrir o meu corpo.

- Não deve ser na... – O barulho soou de novo interrompendo a sua fala e eu dei um pulo de susto. Ele se levantou e vestiu sua bermuda, sem nem colocar a cueca. – Droga! Eu vou lá ver o que é...

- Não. Pode ser perigoso. – Eu segurei seu braço e ele sorriu, beijando a minha testa.

- Relaxa, linda.

- Eu vou com você! – Eu me levantei, me enrolando no lençol de forma desajeitada.

- Não, você fica. – Ele disse de forma assertiva. – Eu volto em um minuto. – Eu assenti e ele saiu do quarto, fechando a porta, me deixando lá, sozinha e ansiosa. 


Notas Finais


E aí, gostaram???

Comentem, favoritem e votem!

Estarei esperando ansiosa!

Vamos aos recadinhos.

1) Quem quiser entrar no grupo do wpp é só mandar mensagem no privado com o NOME INTEIRO, DDD e o número do celular COM O DDD no seguinte formato: (xx) xxxxx-xxxx para ajudar a titia.

2) Deem uma olhadinha nas minhas outras fanfics, quem ainda não leu. Segue os links:

- Amor e Música (em andamento)
https://spiritfanfics.com/historia/amor-e-musica-9039399

- Hogwarts, Uma História - Wolfstar e Jelly (terminada)
https://spiritfanfics.com/historia/hogwarts-uma-historia--wolfstar-e-jilly-8354218

- Hogwarts, Uma História - Nova Geração (próxima temporada)
https://spiritfanfics.com/historia/hogwarts-uma-historia--nova-geracao-10508064

- Um Belo Erro (Dramione em andamento, com a maravilhosa da Milla!)
https://spiritfanfics.com/historia/um-belo-erro-10516863

3) Não deixem de comentar! Eu amo ler e os comentários são bem importante.

4) Ainda falta um pouquinho pra acabar, mas nada de pânico, porque o link da terceira temporada já foi criado e está logo acima. Então não perca tempo e já deixe o seu favorito lá!

Espero que tenham gostado!!!

Beijos e Nox!


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