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História Hold my hand - Capítulo 19


Escrita por: e drawrling


Notas do Autor


sim senhores, eu voltei, e com duas ideias: postar fanfics inspiradas em contos de fadas (ainda não sei se só com o nct ou se eu vou fazer com outros grupos também) e de fazer várias pwp com o yangyang.

eu já falei de mais, depois falamos sobre isso, boa leitura!

Capítulo 19 - Chapter Seventeen: A Night Like This


Taeil estava na floricultura, já era noite e mesmo estando preocupado com o tipo de pessoa que passava por ali naquele horário ele precisava fechar tudo e deixar as coisas prontas para o dia seguinte, a floricultura era o seu bem mais precioso e não media esforços para cuidar dela da melhor forma que podia. Estava mudando algumas coisas de lugar, organizando armários e prateleiras, quando uma voz na rua lhe chamou a atenção, era uma voz conhecida, já tinha ouvido ela muitas vezes, e não esperava ouvi-la daquele jeito mais uma vez.

— Eu odeio você, Jaemin! Só não odeio mais do que odeio o falso do Dejun – os soluços chegavam a serem assustadores, Taeil pegou sua jaqueta de trás do balcão e foi em direção à porta.

— Para de falar isso, Renjun. Por que você não me escuta pelo menos uma vez? Eu quero te ajudar – Jaemin também estava prestes a chorar, o rosto sempre tão bonito estava desfigurado pela tristeza e desgosto de ver o melhor amigo naquele estado, ao lado dele Dejun permanecia com a postura séria, encarava o outro chinês com desgosto.

— Jaemin, você sabe que não adianta falar com ele, vamos embora.

— Eu não vou deixar ele aqui! – o coreano puxou seu braço e tentou se aproximar do Huang, mas esse se afastou tão rápido que chegou a cair no chão pela falta de equilíbrio. — Renjunnie, por favor, vem pra casa comigo.

— A sua mãe não vai querer hospedar um drogadinho de merda, Jaemin, ainda mais agora que ela voltou a conviver com os Park. Deixa ele aí, vamos embora, eu disse que iria te levar embora cedo – Taeil não conseguia acreditar no que estava vendo, Dejun, que vivia dizendo como era um bom amigo para os dois, estava aconselhando o mais novo a deixar Renjun no meio da rua, teria partido para cima dele se o estado do Huang não fosse preocupante. Ele já não tinha forças para falar, o olhar estava fixo no céu estrelado e vez ou outra seu corpo tinha um espasmo muscular, precisava urgentemente de um hospital.

— Xiao, por que você não vai pra casa então? Eu levo o Na embora – o rosto de Jaemin se iluminou quando ouviu a voz de Taeil, ele respirou aliviado e correu para juntar as coisas de Renjun que estavam espalhadas pelo chão. — Jaemin, preciso que você ligue para um dos meninos, mas só um deles, ok? Não quero que se preocupem.

Jaemin correu fazer o que lhe foi pedido, enquanto o Moon encarava o outro rapaz, sentindo o corpo todo queimar pela raiva que sentia. Aquele chinês não valia nada, era um filho da puta manipulador que se aproveitava da carência dos outros para se engrandecer. Sua personalidade duvidosa era facilmente notado por aqueles que já tinham uma vivência com pessoas daquela índole, mas para os garotos mais novos, como Jaemin e Yangyang era mais difícil de notar a áurea negra que pairava sobre o Xiao.

— Dá pra você não se meter? Já teve a oportunidade de ajudar o Renjun no passado, mas você escolheu deixar ele pra trás – o veneno quase escorria dos lábios do garoto e Taeil parecia prestes a agarrar ele pelo pescoço e esganar até a morte.

— Deixei ele pra trás porque você nos fez acreditar que ele estava seguro, você me disse que cuidaria dele e olha onde ele está agora! Que merda de amigo você é, Dejun?

— Do tipo que sabe a hora de desistir, eu tentei tirar ele dessa, mas ele não me ouviu. Uma hora a gente cansa, você deve saber muito bem disso. Jaemin, vamos embora.

O Na já havia voltado de dentro da floricultura, segurava as coisas de Renjun com tanta firmeza, como se temesse que as coisas e o amigo sumissem dali. Seu olhar passava de Taeil para Dejun, e depois para Renjun quase desacordado no chão, sua cabeça estava uma bagunça, não sabia o que fazer nem pra onde ir, era como se tivesse que escolher um dos seus melhores amigos.

— Eu não posso deixar ele, Dejunnie. A minha mãe vai entender.

— Certo, mas saiba que essa é a sua escolha, quando tudo der errado, não me procure – ele largou a mochila de Jaemin na calçada e pegou sua bicicleta, seguindo pelas ruas escuras até a sua casa.

— Eu deveria ir atrás dele – Jaemin sussurrou, colocando a cabeça de Renjun em seu colo, o rapaz não estava mais consciente, seu rosto estava pálido, o suor brotava em sua testa, as pálpebras tremiam, assim como os seus lábios, o coração de Jaemin se partiu em um milhão de pedaços ao ver aquilo.

— Só se quiser ser humilhado. O Renjun tá precisando de você, Jaemin, você precisa medir as suas prioridades. Dejun não é o seu dono, não é seu chefe, você tem que fazer suas próprias escolhas – o mais velho suspirou aliviado quando o carro parou perto da calçada e Jungwoo saltou dele, claramente sem entender o que estava acontecendo. Ajudou os meninos a colocarem o chinês no carro e os quatro seguiram para o hospital mais próximo.



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