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História Hold On, i still need you; Im Nayeon - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


|☁| Oioi como vocês estao? Trago novamente mais uma fanfic com a Nay, dessa vez baseada na música Hold On.
A história é toda na visão da Nayeon.

|☁| Para aqueles que acompanham minhas outras duas fanfics, logo terá atualização, apenas estou escrevendo mais alguns capítulos e logo irei publicar :)

|☁| Caso goste dessa histórinha, deixe seu coraçãozinho e comente o que achou. Desde já, obrigada pelo apoio.

Boa leitura 📖

Capítulo 1 - 001;; como tudo começou.


Lembro-me de quando adentrei seu apartamento há alguns dias atrás. Não havia te avisado que estava indo até lá, queria fazer uma surpresa e fiz.

Você não estaria acordada, pensei sobre isso enquanto caminhava pelas ruas poucos movimentadas. Estava frio e por mais que não fosse tão cedo, eu sei que você ainda não havia sido desperta, afinal, era sábado e na manhã passada você tinha feito uma prova bem complicada qual passou semanas estudando e se entristecendo quando não entendia algo. Fofo. 

Antes de ir para sua casa, eu quis passar na padaria e comprar algumas coisas para comermos, não foram tantas coisas assim, apenas um bolo e alguns pães, e um suco já que você não gosta tanto de café.

O caminho até o seu apartamento foi tranquilo, cumprimentei o senhor qual me recebeu na portaria, ele ficou feliz ao me ver e te expôs. Segundo ele: Você, durante alguns dias, ficou com ele e sua esposa até tarde da noite falando sobre como estava preocupada com as provas e do quanto sentia minha falta. Patrick, nome qual o senhor adotou para si, sorria enquanto me contava sobre isso com um sorriso nos lábios e antes que me liberasse para subir e ir te ver, ele disse:

— Cuide bem da nossa pequena. Ela te ama muito, os olhos dela brilham toda vez que seu nome é mencionado. — As palavras ditas por ele me fizeram ficar boba. Não temos tanto tempo para ficarmos aproveitando a companhia uma da outra, mas quando eu estou ao seu lado, gosto de ouvir as histórias de seus amigos, amigos que te zoam e me contam do quão apaixonada você é, mas gosto ainda mais de te observar enquanto fala algo ou quando está concertada nos joguinhos do seu celular. 

Abri a porta que para minha surpresa, não estava trancada. Com um aceno negativo e um sorriso, eu entrei e tranquei a porta. Deixei tudo que comprei na mesa e após preparar tudo, fui até seu quarto. 

A porta estava apenas encostada, agradeci mentalmente por isso, já que a porta do seu quarto é bem barulhenta e pelo sono leve que tem, tenho certeza que acordaria rapidamente. Com cuidado, eu andei pelo quarto escuro e me deitei ao seu lado. Você acordou assim que te abracei. 

— Você deveria verificar se a porta está trancada, Senhorita ____. — Deixei um selar em seu pescoço após avisar que a porta dormiu destrancada, cuidadosamente a menor se virou ficando cara a cara comigo. 

— Me diz que isso não é um sonho... — Resmugou sonolenta e com uma risada baixa, eu respondi:

— Você não está sonhando, boba. — Seus braços me trancaram em um abraço apertado, isso me permitiu sentir o cheiro do perfume qual usa. — Também estava com saudades! 

— Por que não me avisou que voltava nessa semana? Eu teria acordado mais cedo e me preparado para te ver. — Se afastou um pouco me permitindo ver seu rosto. 

— Queria fazer uma surpresa. — Calma, eu respondi. 

— Mas olha meu estado? Meu rosto está todo amassado, olha a situação do meu cabelo! — Não pude evitar de rir ou te ouvir falar isso. Se você soubesse o quanto eu amo esses pequenos detalhes, acho que pararia de reclamar tanto. 

— Amor, você está linda. — Você ligou o abajur e se sentou na cama, suas sombracelhas estavam arqueadas, como se me fizesse uma pergunta ou discordasse de mim. — Acredite em mim, hm? 

Selei nossos lábios em um beijo calmo e apaixonado. Eu estava com saudade disso. Fazia tanto tempo desde o último beijo que, quando eu sentia seus lábios contra os meus, era como se fosse minha primeira vez fazendo aquilo novamente. Como uma adolescente apaixonada, meu coração estava acelerado e eu estava amando cada momento. 

— Eu estava com tanta saudade! — Quando nos separamos, você agarrou meus pescoço, me puxando para um novo abraço. No momento até mesmo parecia que você só havia se dado conta agora de que eu estava ao seu lado. — Você tem que me contar como foi. 

— Mas eu já falei. — Era verdade. Todos os dias quando terminávamos o treino ou quando finalizávamos mais um show, eu te ligava e te atualizava. Fazia isso já que mais tarde eu teria que descansar e você também. 

— Mas eu quero ouvir novamente. Eu gosto de saber como foi. 

— Eu sei, mas eu também quero saber como você estava durante esse tempo. — Minha fala fez com que você sorrisse animada, como se tivesse se lembrado de algo. 

— Tenho muitas coisas para te falar. — Falou. — Mas antes, vou tomar banho. 

Você se levantou, tão animada que nem mesmo parecia ter acabado de acordar e com um beijo de despedida e um "me espere ai, mô", você foi para o banheiro. 

***

Eu não sabia como te contar, nem mesmo era uma notícia ruim, mas eu ainda estava nervosa. Pela primeira vez me senti como quando eu te pedi em namoro, nervosa e apreensiva. É só dizer: Amor, vamos viajar para a Disney. Sei que ficaria feliz, mas ainda sim tenho medo e não sei porque. 

Você falava muito aquele dia, estava tão fofa enquanto falava sobre como se divertiu com seus amigos nesse período em que fiquei fora, falava também do quanto se esforçou para a prova e que estava confiante do resultado. Eu sorria enquanto te ouvia falar. 

— Quando vocês terão que voltar para as atividades de grupo? — Perguntou, pude perceber o tom levemente triste quando fez tal pergunta. 

— Teremos um mês de férias, vou ficar todo esse tempo ao seu ladinho! — Fiz questão de me levantar da cadeira e ir em sua direção. — Não quero que se preocupe com isso, e outra, nós vamos aproveitar muito esse mês. 

E você sorriu toda boba. Quando se levantou, correu para os meus braços ficando um pouco mais baixa que eu. Acabei sorrindo. 

— Temos um plano para esse mês? — Se afastou um pouco e me olhou. Sorri. 

— Sim, nós temos. 

Eu segurei sua mão, diferente da minha, a sua estava bem quente, você estava com a roupa certa para o dia certo. Estava frio e eu não tinha nem se quer uma luva, mas ainda sim você aqueceu minha mão. 

Mas agora, suas mãos estão frias e as minhas quentes e eu não posso te aquecer. Meu coração dói ao te ver deitada nessa cama de hospital e eu não posso evitar as pequenas lágrimas que insistem sair.

A culpa é toda minha. 




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