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História Holding On To You - Capítulo 3


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Notas do Autor


Olá galerinha, eu voltei pela terceira vez nessa semana, o que é um milagre.
Eu não tenho muito o que falar, mas eu mesma me surpreendi muito com o desfecho do cap. E a todas que me pedem um momento HollCarp, ele finalmente (ou já kk) chegou.
Então, é a partir de agora que a estória vai começar de verdade.
Espero que gostem e boa leitura.

Capítulo 3 - Capítulo II


CAP II

 

Thea Holland

 

Foi uma enorme surpresa ver Nate, ele havia ido para Nova York fazer faculdade e fazia um tempo que não nos falávamos. Ele havia discutido feio com os meus pais em relação à seu ensino superior, já que ele não queria cursar a faculdade e sim, virar Rapper.

– Nate, é sério. O que ‘tá fazendo aqui?

– Bem, eu tranquei a faculdade de Engenharia Elétrica.

– Nate… – Me sentei no sofá e ele também, jogando as pernas nas minhas.

– Thee, eu não gostei, entende? Não era aquilo que eu queria, era o que meu pai queria.

– Eu sei, mas… – Olhei para o teto. – Nem um pouquinho?

– De verdade? O Vale do Silício é um saco. A cada dois passos que você dá, tem uma loja de café com mil e uma pessoas dentro mexendo em seus tablets e notebooks freneticamente. E não pense que as pessoas de lá são amigáveis, porque não são. Eu fui chegar em uma garota na faculdade e ela foi muito grossa e estressada, com certeza bebeu uns onze copos de café. – Ele desabafou e eu ri.– Não tem graça, serio. Ela veio com uns papos esquisitos sobre TI e até mesmo eu que entendo alguma coisa sobre isso fiquei confuso. – Ele respondeu e me encarou. – Parecia você quando criança. – Fiz cara de ofendida,

– Nate, eu sequer tomo café. – Falei com tédio.

– É, mas entende de TI. – Ele levantou e foi para a cozinha.

– Nada a ver, Nathan. – O segui.

– Você já invadiu o computador da policia.

– Cala a boca.

É, Nate estava de volta.

 

×××

 

Física me estressava. Fazia mais de duas horas que eu estava tentando entender a questão e nada.

– NATE! – Chamei e não tive resposta. – NATE! – Repeti.

Bufei descendo as escadas igual a um furacão.

– NATHAN, CARALHO! VOCÊ POR ACASO É SURDO?!

– Da última vez que eu chequei, eram sadíos. – Ele disse entrando em casa.

– Mas que merda, eu estava me esguelando te chamando igual doida. – Minha voz se elevou algumas oitavas. – E se eu estivesse morrendo?

– Mas não está. O queres, querida? – Disse abrindo a geladeira. Estava suado e sua camisa cinza tinha manchas escuras.

– Estou quase, na verdade. Tem esse problema de física e… – Eu parei de falar assim que vi o ser atravessar a porta.– O que ele tá fazendo aqui?

Sammy entrava pela porta da cozinha sem camisa e claramente suado

– Como assim, ele? – Alternou seu olhar entre nós dois.

– Ela não te contou que tem um novato na escola? – Sammy perguntou debochado.

– Não...– Meu irmão me encarou com a sobrancelha esquerda arqueada.

– Eu te falei que ia para a escola do meu tio. – O loiro disse passando por nós e pegando a garrafa d'agua da mão de Nate. – Aliás, oi, Thea.

Fala sério.

– Oi, Samuel. – Suspirei cansada e subi.

O que ele veio cheirar na minha casa? Eu realmente queria saber. Desde quando ele conhece o meu irmão, pelo amor de Deus? E por que eles se conhecem? Nossa, são muitas perguntas.

Juntei meu material de física e mandei uma mensagem para Bella dizendo que iria a sua casa fazer esse dever junto com ela.

– Se os nossos pais chegarem e eu não estiver, avise-os que fui à casa da Bella. – Avisei meu irmão e saí.

Bella não morava tão distante de mim, mas seria ruim ir à pé. Fui até a garagem e peguei minha bicicleta pronta para ir a casa dos Dallas.

Foi Cameron quem me atendeu. Ele estava com a cara amassada e eu tive certeza de que estava dormindo, quando me cumprimentou.

Entrei tendo a visão da sala com uma coberta jogada no sofá, provavelmente Cam estava dormindo lá. Subi as escadas, me dirigindo ao quarto da Bella, que demorou para me atender e quando o fez estava de roupão e com uma toalha na cabeça.

– Vai sair? – Perguntei entrando.

– Talvez… – Ela fechou a porta.

– É rápido. O dever de física, você fez?

– Se você não fez, quem sou eu para fazer?

– Sem graça. Nossa, você não sabe. – Me lembrei do incidente mais cedo na minha casa.

– O que? – Nos sentamos em sua cama enquanto ela desembaraçava os cabelos.

– Um, meu irmão voltou. Do…

– Como assim o Nate voltou?

– Disse que o Vale do Silício era um saco e só tinha gente doida. Enfim, eu subi pra fazer a minha lição e quando eu desci para falar com o Nate, quem estava entrando pela minha porta sem camisa e muito suado? – Perguntei retoricamente. – Isso mesmo, Samuel Wilkinson.– A cara de espanto dela foi impagável, mas rápida. Ela logo me jogou um olhar malicioso.

– O novato? O que ele fazia lá? – Se ajeitou.

– Eu não sei. Mas ele conhece o meu irmão, aliás eles devem ser muito amigos. Porque o Sammy é da Costa Leste e meu irmão estava “estudando” para lá e devem ter se conhecido. Ah, eu não ligo. Só não queria ficar no mesmo recinto que ele, então vim pra cá. Mas você está de saída. – Fiz minha melhor cara maliciosa. – Agora que você e o Chris estão bem, ninguém segura.

– Para de graça. – Me deu um tapinha no braço. – Mas sério, ele é um príncipe.

– Bella, por favor, não começa. Enfim, me desloquei para literalmente, nada. ‘Tô indo. – A abracei e saí.

Resolvi ir a praia, mesmo estando frio. O barulho do mar era um calmante natural para mim e eu estava estressada. Não somente pela escola, mas também pelos meus pais.

Bem, meu pai era deputado estadual e minha mãe, promotora. Eles eram meio rigorosos e isso fez com que eu e meu irmão tivéssemos uma ótima e rigorosa educação e crescermos em meio de revistas de política, debate em televisões e coisas parecidas. E isso fez com que eu não tivesse uma vida social muito movimentada e cheia de amigos. Eu também sou muito tímida o que dificulta muito as coisas, a verdade é que eu só fiz amizades por causa do meu irmão que sempre foi muito carismático. Eu uso o nome de solteira da minha mãe, Holland, para ninguém saber que sou filha de duas pessoas influentes no mundo da política, mas não funciona muito bem. Eu tenho que andar sempre na linha e cumprindo ordens e regras ridículas. Mas uma hora cansa.

Meu irmão é mais esperto do que eu. Ele é talentoso e se ele levar a sério essa carreira de Rapper que ele diz que quer levar, eu tenho certeza que ele fará sucesso.

Tirei um cigarro da bolsa e peguei o isqueiro negro no bolso da minha calça. Não era um costume meu fumar, até porque se alguém soubesse que eu fazia isso, estaria em uma enorme encrenca, mas aqueles cigarros mentolados eram uma verdadeira tentação e se meus pais descobrissem que eu andava fumando eles me matariam.

Joguei o cigarro em um cinzeiro e voltei para casa.

 

×××

 

– Thea Holland Maloley, aonde a senhorita estava? – Fui recebida pela minha mãe, sem um oi sequer.

– Na casa de Bella. Estávamos fazendo o dever  de física. – Disse tirando a mochila das costas.

Será que ela sabe que Nate voltou? Provável que não. Então eu vou ficar quieta.

Subi para o meu quarto e encontrei Nate jogado em minha cama.

– A mamãe sabe que você voltou?

– Ela me viu quando chegou. – Disse se levantando. – Você tem um cigarro aí?

– Você não vai fumar dentro de casa. Muito menos no meu quarto. – Respondi brava. – E os meus estão acabando. Vá comprar o seu e saia do meu quarto.

– Primeiro, como assim o Sammy está estudando em West High?

– Como assim você conhece o Samuel? – Retruquei.

– Perguntei primeiro.

– Só vou responder depois da sua resposta. – Ele bufou e sentou na janela.

– A gente se conheceu ano passado, eu tinha acabado de chegar em Nova York. Eu fui em uma pista de skate no Queens, bem longe de Manhattan e o moleque estava lá, todo pomposo fazendo umas manobras maneiras, viu que eu estava sozinho e veio conversar. Foi isso.

– Nossa que história bonita. – Falei irônica.

– Sua vez.

– Eu sei lá. Eu estava feliz na aula de filosofia e morta de fome, então o diretor me chamou na sala dele e pediu para que eu ajudasse seu sobrinho.

– Só isso?

– Bem, eu tive que apresentar toda a escola pra ele e escutei comentários irônicos a maior parte do tempo. Mas é, só isso. – Respondi.

Nate e eu conversamos mais um tempo antes da minha mãe nos chamar para jantar.

Quando descemos, meu pai estava lá e a cara que ele fez ao olhar Nate, foi de que a sobremesa do jantar seria torta de climão.

– Oi, pai. – O abracei.

– Olá, Thee. Como foi a escola hoje? – Perguntou cortando seu salmão.

– Bem. Hoje entrou um aluno novo.

– O diretor Wilkinson me avisou que seria a tutora do aluno novo. É o sobrinho dele, não?

– É sim. O nome dele é Samuel. – Eu puxei o máximo de assunto que consegui com meus pais só para adiar a conversa. Mas eu nunca fui boa nisso e teve uma hora em que o assunto acabou.

– Thea, você pode subir agora. Eu e seu pai queremos conversar com Nathan. – Olhei para Nate fazendo um sinal com a cabeça e ele confirmou. Uma resposta silenciosa de que ele poderia resolver aquilo.

Saí da mesa e deixei meu prato na pia, subindo logo em seguida. Quando sai do banho pude escutar a voz grossa e elevada do meu pai e a voz revoltada do Nate. Mas eu não poderia me meter, ou estaria completamente ferrada.

Arrumei a minha mochila e deitei. Mexi um pouco nas minhas redes sociais e troquei umas mensagens com Aaron, que dormiu antes de me responder.

Coloquei os fones de ouvido e Wait do M83 começou a tocar e assim eu dormi.

 

×××

 

Meu celular despertou me avisando que estava sem bateria e me lembrando de que eu hoje minha paciência deveria estar redobrada. Eu seria tutora o dia inteiro e teria que ficar depois do horário para passar a matéria anterior ao Samuel, já que a época de provas estava chegando.

Quando levantei e senti o vento entrar pela minha janela, quase voltei para cama. Peguei uma calça jeans uma camiseta e dois casacos. Hoje parecia mais frio do que ontem.

Quando desci, meus pais obviamente não estavam na cozinha, então joguei dois pães na torradeira e fiz um chá, o colocando em um copo térmico. Assim que as torradas ficaram prontas, Juan, o motorista disse que eu estava me atrasando.

–  Estou indo, Juan. – As coloquei dentro de um pote e saí de casa. – Buenos dias.– O cumprimentei.

– Olá, Thea. – Ele disse com seu sotaque carregado.

Juan era mexicano e havia passado pela  fronteira ilegalmente, meu pai deu a condição de ele ficar, se trabalhasse conosco.

Me despedi de Juan e entrei na escola, a primeira pessoa que vi foi Anne, mas ela estava agarrada com o Nash. Nossa gente, essas horas da manhã as pessoas conseguem estar trocando saliva cheia de mal hálito adormecido? Argh, que nojo.

Sem procurar mais ninguém fui para a sala de aula e fiquei lá um bom tempo antes dos alunos começarem a chegar e o sinal tocar.

Avistei Samuel entrar pouco antes do professor e me jogar o um sorriso cínico. O ignorei vendo outra figura entrar pela porta da sala junto com o professor. Meredith. Ela era minha melhor amiga desde quando éramos pirralhas de fralda.

– Oi! – Ela disse ofegante.

– Oi. – Respondi tirando o livro de física da bolsa. – Você fez o último exercício?

– Não. Aquilo definitivamente não era obra de Deus. Eu não achei nem na internet. – Ela abriu o caderno e escreveu alguma coisa. – Mas dane- se o dever. Vamos falar de coisa boa, quem é o filé? – Sussurrou aportando com a cabeça na direção de Sammy.

– Aluno novo. Chegou ontem.

– Ok pessoal, silêncio.–  O professor disse – Vamos começar a chamada. Começando por esta fileira, digam nome, idade, o que querem cursar na faculdade e algo sobre vocês.

– Juliet. Eu tenho dezesseis anos, gostaria de cursar bioquímica e vim de Wisconsin. – A garota da fileira perto da porta começou. Ela estudou comigo ano passado.

Foi passando por todas as fileiras até chegar no Sammy.

– Samuel Wilkinson. Eu tenho dezessete anos, não gostaria de fazer faculdade no momento e estudava em Nova York. – Respondeu olhando para o professor.

– Interessante, senhor Wilkinson.

A sala prosseguiu e chegou em Meredith que sentava na minha frente.

– Meredith Walkosky. Tenho quinze anos e quero cursar Botânica. Eu nasci na Islândia e sou descendente de Vikings.

– Senhorita Holland. – A sala inteira olhou para mim. Se tinha uma coisa que eu realmente detestava ser era o centro das atenções. Respirei fundo e comecei.

– Thea Holland. Tenho dezesseis anos e gostaria de cursar Oceanografia.

– Não vai nos contar algo sobre você?

Neguei com a cabeça. – Tudo bem. Ontem eu deixei um desafio à vocês. Alguém conseguiu resolver?– Ficamos todos quietos. – Mas é claro que não conseguiram.  Eu coloquei números errados e deixei alguns faltando.

– Qual seria o sentido disso? – Um garoto, Mark se eu não me engano, perguntou.

– Nenhum, apenas estressar vocês. Eu consegui? – Mediu a sala. Eu revirei os olhos e bufei. – Consegui. Certo, abram o livro na página 24.

A aula seguiu seu curso e o sinal tocou anunciando a aula de história, uma das minha favoritas.

No intervalo eu, Meredith e Luna, outra amiga minha, nos concentrarmos no tablet a nossa frente para conseguir a guitarra de Dylan Frost, o vocalista do Sticky Fingers, uma das minhas bandas favoritas.

– Nossa Thea, você falou que ninguém conhecia essa banda. E já faz três dia que estamos tentando. – Luna reclamou. – Fala sério. Não dava pra você escolher um presente mais legal não?

– Olha Luna, se você não quiser beleza, mas estamos precisando de uma guitarra lembra?

Eu, ela, Meredith e Astrid, uma garota da faculdade, tínhamos uma banda. Não que nós nos apresentássemos por aí, mas era legal nos juntar e fazer um som com elas.  Nós nos autodenominávamos Lost Nowhere, ridículo, parece nome de ilha perdida mas dá para se divertir.

– E aí, gatinhas. Oi, Thee. – Ouvimos uma voz masculina à nossa frente e tiramos o olhar do objeto a nossa frente.

Meredith prendeu a respiração ao ver de quem se tratava, Luna estreitou os olhos e eu revirei os meus.

– O que você quer? – Meu tom entediado poderia ser sentido de longe.

– Bem, você é a minha tutora, eu tenho que estar perto de você o tempo todo. – Respondeu sentando do meu lado.

– Sério isso? – Luna arqueou as sobrancelhas.

– Ninguém mandou vocês duas faltarem no primeiro dia de aula. – Respondi. – Se apresente.

– Sou Sammy Wilkinson.

– Uau. Muito interessante. – Luna comentou com falso entusiasmo.

– Você deveria ter feito amizades, é uma coisa primordial quando se entra no ensino médio. – Me virei em sua direção.

– Cadê o seu namorado? – Ele perguntou me ignorando totalmente.

– A Thea não tem… – Luna começou.

– Namorado. Ela diz que são desnecessários e grudentos. – Meredith completou e todos olharam para mim, que fiquei com a feição confusa.

– Eu não tenho namorado, e se você estiver perguntando pelo Aaron, ele provavelmente está com o Nash, ou Cameron no campus. – Bufei. – Você quer se enturmar com eles? – Perguntei me virando.

– É porque eles andam com umas garotas gostosas, sabe? – Eu realmente não acreditava que estava ouvindo aquilo.

– São suas respectivas namoradas. – Um sorriso safado nunca sumiu tão rápido da cara de alguém.– Enfim, se quiser falar com eles, vá. Eles são “firmeza”. – Respondi. Sammy se levantou e foi  direção as portas do refeitório.

– Nossa amiga, ele gosta de você.

– Cala a boca, Luna. Por favor.

Me levantei e fui para a fila pegar uma batata frita.

×××

– Bloqueia! – Escutei Hayley gritar e Jéssica e Suzan pularem.

Eu tinha pouco mais de um e sessenta e jogava no principal time de vôlei da escola, e apesar de ser baixa em comparação as minhas colegas de time, eu era ponta.

– Thee, eu preciso que você coloque essa bola no canto esquerdo. A meio deles é fraca e aquele espaço está bem aberto. – Ela disse enquanto mudávamos a posição.

– Certo.– Batemos as mãos e nos posicionamos.

– Saque bom! – Escutei Suzan gritar e soltei uma risadinha.

A número doze do time adversário recebeu, a nove levantou e a treze e a dois subiram para o ataque. Eu sou baixa demais para o bloqueio, então Victória e Jéssica pularam. A bola passou e Suzan recebeu com um pouco de dificuldade, Jéssica fez um ótimo levantamento e eu e Victória subimos. Bati na bola e ela atingiu exatamente aonde eu queria, nos concedendo o ponto.

– Isso! – Exclamei e nos juntamos no centro da quadra.

– West High! – Comemoramos e voltamos as nossas posições.

Matchpoint

Ouvimos a voz nos autos falantes e meus músculos tencionaram. Hayley sacou tão próxima à rede que por pouco a bola não passa, com isso o time adversário vacilou e a bola caiu.

Todas explodimos em felicidade. Esse era o jogo decisivo para irmos para o campeonato estadual.

Nos juntamos no canto da quadra e cumprimentos as outras jogadoras.

Quando eu saí do vestiário, estavam todos lá.

O primeiro a correr e me dar um super abraço foi Aaron, ele sabia como isso era importante para mim. Nash também me abraçou e ele e Chris me ergueram.

– Gente, calma. Eu nem cheguei nas nacionais ainda.

– Mesmo assim. Sabe o quão legal isso é?! – Jehn exclamou animada.

– Verdade! Nós temos que comemorar! – Bella disse é todos gritaram juntos.

– Belo jogo, loirinha.– Me virei e vi Sammy.

– Obrigada. – Respondi sorrindo.

Fomos todos à praia. Jogamos umas cangas no chão, fizemos uma fogueira, nos enrolamos em cobertores e Shawn trouxe seu violão. Eu estava com o meu Ukulele (que eu não sei como nem porque estava com a Bella).

Meu irmão chegou pouco tempo depois com um cajón e se juntou a nós.

– Então, vamos cantar o que? – Jack J perguntou.

– Alguém conhece Twenty One Pilots?– Perguntei.

– A pergunta certa é quem não conhece. – Anne disse e todos concordaram.

– O que vocês acham de Ride?

– Acho ótimo. – Jehn respondeu e eu comecei a fazer os acordes no Ukulele

I just wanna stay in somewhere I find, I know it's hard sometimes – Anne puxou e Bella a acompanhou.

Oh whoa whoa I'm falling so I’ll take my time on my ride. – Todos cantamos juntos e meu irmão começou a batucar o ukulele.

I’d die for you, that's easy to say… – Jack J começou o rap com Nash e Chris junto.

Quando terminamos, soltamos uns gritos felizes e nos aplaudimos.

– Nossa nós somos muito bons.– Jack G comentou.

– Verdade. – Sammy concordou.

Os meninos começaram a fazer uns raps e umas pessoas chegaram para olhar o que estava acontecendo. Quando percebi, estávamos no meio de uma batalha de Rap.

– Esses garotos são loucos. – Eu comentei vendo metade deles sem camisa e mandando umas rimas.

– É, mas eles mandam muito bem. Fala sério! – Ava disse empolgada.

– Eu sei que você tá queimando vendo meu irmão sem camisa. Sua safada! – Bella disse rindo.

Se passava da meia noite quando saímos da praia.

– Thea. O Aaron disse que quer falar com você. – Cam chegou ao meu lado.

– Hã… Ok. – Respondi um pouco confusa.

– Ele ‘tá perto das pedras.

Saí em direção ao leste, onde as pedras se localizavam.

– Thea, oi! – Aaron acenou de cima de uma pedra.

– Hey, Cameron disse que queria falar comigo.

– É, eu… – Ele mexeu na gola da blusa e respirou fundo. – Thea, se você não gostar de algo que eu disser, por favor, não termine a nossa amizade.

– Claro que não, Carpenter. Vamos, fale!

– Thea, eu realmente não sei quando ou como aconteceu. Mas, eu tenho te observado a muito tempo e eu lembro exatamente do primeiro dia que você pisou naquela escola. Você estava toda miúda com esses cabelos caindo no rosto e um fichário na mão. Você estava encantadora. Eu pensava toda hora como chegar em você, então descobri que era muito inteligente e apesar de estar um ano à frente, fui pedir ajuda em biologia. Eu não sei se você percebia, mas eu te observava como um maluco, e porra, eu sou completamente louco por você desde a primeira vez que eu te vi. Eu estou completamente apaixonado por você


Notas Finais


E ai? Será que a nossa personagem principal está se tornando uma garota rebelde?
Tem tantas coisas dela para vocês descobrirem que nossa haha, mas então o que acharam da super declaração de Aaron? estavam esperando alguma coisa assim? Eu acho que não, porque nem eu estava e eu dei o meu melhor
espero realmente que tenham gostado
O link das musicas:
Wait: https://www.youtube.com/watch?v=lAwYodrBr2Q
Ride: https://www.youtube.com/watch?v=Pw-0pbY9JeU


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