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História Holding On To You - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Oi, eu sei que demorei. Me desculpem mesmo, me deu um bloqueio enorme e eu fique escrevendo e reescrevendo esse cap durante vários dias. Eu juro que vou tentar posta o mais rápido que eu conseguir, mas a vida ta muito corrida mesmo, trabalhar e estudar não é fácil. Eu nem tive tempo de ler os comentários ainda, mas de qualquer forma vocês são incríveis e muito obrigada pelos comments e favs.
Boa Leitura

Capítulo 5 - Capítulo IV


CAP IV

 

Thea Holland

 

Senti Samuel se afastar e suspirar pesadamente.

– Jura, Holland?

Eu estalei a língua no céu da boca e sorri, mesmo sabendo que ele não veria.

– Por que você acha que eu te beijaria? – Encostei na porta.

– Porque eu sou irresistível. – O senti chegar mais perto.

Droga, Wilkinson, se afaste.

Seus olhos estavam nublados, mas eu o encarava.

– Samuel…

– Qual é, eu não gosto do meu nome.

– É bom saber disso. – Seu nariz roçou no meu.

Senti seus dedos passearem pelo meu cabelo e eu não sei porquê, mas eu deixei. Segurei a barra de sua camisa e a apertei entre meus dedos. Nossos rostos estavam muito próximos, e eu realmente não sei porquê, mas eu não queria que se afastassem.

Meu coração nunca bateu tão rápido, quanto no momento que ele me puxou pela nuca e colou nossos lábios.

Porra, ele beijava bem.

Seu beijo tinha gosto de menta e álcool. E por que diabos eu deixei ele me beijar? Eu não sei, mas foi bom.

Quando nos separamos, escutei o riso nasalado do Sammy e também dei uma risadinha.

– Você deveria manter suas palavras, Holland.

– E você deveria calar a boca. – Me encolhi até sentar no chão.

Ele se mexeu e eu suponho que tenha sentado também. Um ponto de luz surgiu e eu notei ser um isqueiro, ele brincou com a chama um bom tempo e isso me lembrou luz. Tirei o celular do bolso e liguei a lanterna, o deixando no chão.

– Você se incomodaria se eu fumasse? – Perguntou.

– Talvez… – Ergui a cabeça. – Aqui é fechado e quente.

Ele tirou o cigarro do bolso, mas não um cigarro qualquer, era um baseado.

Ele acendeu e deu o primeiro trago soltando a fumaça pelo nariz. Ele enrolou o bagulho nos dedos e olhou pra mim, como se oferecesse. Eu não pensei muito em recusar, apenas peguei e traguei segurando a fumaça no pulmão, para depois soltar.

– E aí? – Ele olhou pra mim e sorriu.

– Você realmente acha que eu não sei fumar um baseado? – Soltei um riso debochado.

– Eu não imaginava. – Ele sorriu. – Aliás, quem imaginaria? Thea Holland uma das pessoas mais inteligentes da West High, fuma maconha.

– Bem, eu sou de humanas. – O passei o beck.

– Não parece, já que sabe muito bem a matemática.

– Sei, porém não gosto.

Nós não terminamos o baseado, mas quando paramos de fumar, eu já sentia os efeitos da droga e eu não deveria ter bebido um copo grande de vodca com CocaCola.

– Eu sou naturalmente morena. – Soltei aleatória. – Quero cortar o cabelo e pintar de azul pastel.

Ele riu e esgueirou até parar ao meu lado.

– Sério?

– Sim, mas eu provavelmente morreria se fizesse isso. Meu pai já quase teve um infarto quando viu que a “filhinha” tinha descolorido o cabelo e colocado um piercing na orelha. – Encostei a cabeça no seu ombro.

– Você tem um piercing?

– Três, na verdade. – Coloquei o cabelo para o lado mostrando meus dois piercings da orelha esquerda e o da nuca.

– Uau. Vai me dizer que tem uma tatuagem também?

– Ainda não. Mas agora que Nate voltou, ele vai me levar para fazer uma.

– O que gostaria de tatuar? – Perguntou.

– Várias coisas. Mas a primeira é o contorno de uma llama no meu tríceps direito.

– Por que?

– Acho que llamas são ótimos animais. E você?

– Acho llamas sem graça.

– Não, não isso. Você tem tatuagens?

Ele sorriu amargo e ergueu a manga de sua jaqueta.

– Essa foi a última que fiz. É o olho da minha mãe. – Eu não falei nada, vai que a mãe dele está morta.

A luz do meu celular desligou e quando eu peguei para checar, notei que estava sem bateria.

– Merda… Será que aquela puta esqueceu que trancou a gente aqui? – Reclamei.

– Nós deveríamos aproveitar. – O tom safado dele com certeza foi sentido por quem estava do lado de fora do armário.

Estapeei seu braço.

– Para de graça.

– É sério. Você beija bem.

Senti meu sangue subir para a bochecha e agradeci por estar escuro.

– Obrigada, eu acho. – Ele se inclinou em minha direção e me beijou de novo.

Nós estávamos no meio de um mega beijo, digno de prêmio e algum infeliz abriu a porta, causando um grande desastre. Sammy e eu estávamos encostados nela, logo quando foi aberta, caímos os dois panacas no chão. Só que essa não foi a pior coisa que aconteceu e sim, Aaron ter visto tudo. Ele olhou bem no fundo dos meus olhos e saiu da sala.

Eu meio desnorteada, saí de cima do Sammy e fui procurar o Aaron.

– Hey, aonde vai? – Escutei a voz do Sammy.

– Não sei. – Respondi vagamente e também saí da casa.

Aaron estava sentado no meio fio da calçada e eu cambaleei até ele.

– Desculpa. – Me sentei.

– De todas as coisas que você poderia fazer, essa eu realmente não esperava de você.

– Aaron, me desculpe. Eu sei que foi errado, mas aconteceu ok? – Ele ficou em silêncio. – Quer saber? Desculpa o caralho! Eu não sou nada sua para te dar satisfações.

Ele olhou bem na minha cara e sorriu.

– É mesmo, Holland. É um nada tão grande na minha vida que eu estou apaixonado por você.

– Olha, não começa com esse papo de novo. Nós já falamos sobre isso e…

– Você tá chapada? – Ele me interrompeu.

– Mas é claro que não, Carpenter. De onde tirou essa ideia? – Fiz cara de indignada. Eu não fumei tanto ao ponto de ficar louca, tanto é que estou aqui conversando com ele.

– Vem, vamos. – Ele pegou a minha mão e começou e me guiar pela rua.

– Vamos aonde, querido?

– Pra casa. Se você chegar depois de seus pais nesse estado, você já sabe o que vai acontecer. – Ele abriu a porta e eu entrei sem discutir. Eu conhecia Aaron bem o suficiente para saber que ele estava se segurando e muito para não socar a cara do Sammy e me jogar de um penhasco.

Fluorescent Adolescent tocava baixo no rádio e eu cantava a música batucando no painel do carro. Foi esquisito, Aaron não curte Arctic Monkeys.

Quando chegamos em casa, estava tudo apagado, subimos para o meu quarto e eu pedi para ele esperar enquanto eu tomava banho.

Quando saí, ele estava jogado na minha cama mexendo no celular.

– Eu 'tô com fome.

– E aí nós temos a famosa Larica, meus amigos. – Ele comentou sarcástico e levantou. – Espera aqui.

Ele desceu e minutos depois voltou com um pão recheado de geleia de uva e manteiga de amendoim.

Eu devorei o lanche mais rápido do que imaginava, Aaron disse que já iria para casa e eu não descordei. Nos despedimos e eu me aconcheguei debaixo das cobertas.

 

×××


 

– Eu vou matar você! – Cheguei na escola brigando com a Bella.

– Por que? Por interromper seus amassos com o Wilk? – Ela disse irônica e eu revirei os olhos.

– Ridícula. O Aaron viu tudo! – Ela arregalou os olhos.

– Sério? E aí, ele ficou bravo? – Ela perguntou se afastando das meninas.

– Sim, aí eu fiquei brava também, me contrariei, fiz várias merdas. Eu nem sei mais como a gente tá. – Disse me sentando em um banco.

– Ai amiga, que horrível. Mas eu tenho certeza que o Aaron não está realmente chateado com você.  

– Eu não sei. Ele nem falou muita coisa ontem. – O sinal tocou e eu fiz uma careta. – Enfim, hora do inferno.  – Nos despedimos e eu fui para minha sala.

O sinal do intervalo tocou e eu saí da aula de biologia bufando. Quem aquele professor pensa que é?!

– Nossa, que cara é essa? – Aaron chegou do meu lado.

– Aquele Sebastian é um babaca.

– O professor de biologia? Isso todo mundo sabe. – Ele passou o braço por cima do meu ombro.

– Você não ‘tava bravo comigo? – Perguntei brincando com seus dedos.

– Não… Só não faça aquilo de novo.–

Nos sentamos junto do pessoal e eu roubei umas batatas de Nash.

– O que foi aquela festa ontem?! – Ava começou o assunto.

– Foi muito foda. – Chris disse engolindo uma batata.

– Uau, nossa, foi muito legal mesmo. – Aaron soltou irônico.

Um ar tenso se abriu diante de nós. Eu joguei um olhar indignado para o Carpenter e todos olharam para nós dois.

– Eu achei super divertido! – Sammy soltou sorrindo e eu podia apostar que era apenas para provocar o Carpenter.

– Cala a boca, Wilkinson. – O repreendi.

Aaron apenas bufou e tirou o celular do bolso, colocando os fones de ouvido.

Todos voltaram a conversar e eu apenas fiquei observando enquanto tomava um suco.

Quando voltei para a sala de aula, o professor fazia umas anotações na lousa e pediu para conversar comigo.

– Senhorita Holland, eu vou ter que mudar sua dupla. – Ned, o professor de química, me avisou.

– Por que? – Perguntei confusa.

– Bem, eu estive conversando com o diretor Wilkinson ele me alertou sobre seu sobrinho. Eu andei dando uma olhada em seu histórico escolar também, as notas dele eram péssimas e já que geralmente as aulas de química são em dupla, eu achei que você seria uma ótima companhia. – Ele explicou.

Fechei os olhos apenas para revirá-los e ninguém ver. Me esforcei ao máximo para respirar bem fundo e amaldiçoar todos os seres a minha volta e o maldito carma.

– Tudo bem, senhor Kimsley. Eu ajudo o Samuel em química. – Voltei para o meu lugar recebendo olhares dos meus colegas de sala e sentei na bancada abaixando a cabeça. – Droga...– Murmurei baixo.

– Dia ruim? – Levantei a cabeça, encontrando a cabeleira loira ao meu lado.

– Péssimo. – Respondi grossa e comecei a fazer as anotações da lousa em meu caderno.

Ele também se calou e anotou algumas coisas em seu caderno.

– Certo, alunos. Vocês devem ter visto na oitava série sobre balanceamento. Vamos fazer uma pequena revisão, ok? – Ned anunciou e a sala soltou um murmúrio de insatisfação.

Ele colocou algumas fórmulas e números na lousa e perguntou quem seria o voluntário para resolver a equação.

– Samuel Wilkinson. – Ele disse. – Por favor, você pode fazer esse balanceamento?

Sam parou de rabiscar alguma coisa no caderno e encarou o professor. Todos os olhares estavam dirigidos à ele que ficou um pouco pálido.

– Acho que, divide o seis por dois e coloca do lado esquerdo, depois da seta. No carbono. – Ele começou. – Depois o dois, passa para direita do cloreto. – O professor sorriu e Sam soltou a respiração.

– Correto.

Eu chutei a canela dele, que sorriu. Eu havia escrito a resposta no caderno, ele apenas leu.

Quando todos foram embora, fui para a sala do diretor onde geralmente eu e Sam nos encontrávamos .

– Senhorita Holland. – Lucas sorriu atrás da carteira.

– Olá. O Samuel já chegou? – Perguntei me sentando.

– Não… – Ele suspirou. – Quer um chá? – Ofereceu.

– Não, obrigada. – Recusei desbloqueando a tela do meu celular, vendo uma mensagem de Astrid.

Depois de vinte minutos, Samuel estava entrando com o rosto vermelho e o cabelo bagunçado.

– Está atrasado. – Eu e o diretor falamos ao mesmo tempo.

– Eu sei, desculpa. – Ele fez uma sinal com a cabeça para irmos e eu o segui.

Cumprimentamos a funcionária que estava cuidando do ambiente e nos sentamos.

– E então? – Ele perguntou.

– Vamos começar por história, ok?

 

×××

 

Quando eu cheguei me casa, Nate estava saindo.

– Aonde vai? – Perguntei.

– Vou ver um apartamento mais próximo do centro. – Ele destravou o carro.

– Posso ir junto?

Ele demorou um pouco para responder como se pensasse na situação.

– Pode.

Eu corri em casa, largando minha mochila no chão e indo a cozinha para pegar uma garrafa de chá na geladeira, para depois sair.

Nate dirigiu durante vinte minutos e paramos em frente de um prédio moderno.

– É aqui? – Perguntei.

– Sim. – Ele entrou no estacionamento subterrâneo.

Quando descemos do carro e subimos até o lobby, minha boca se abriu. Eu estava acostumada com o luxo, mas a tecnologia combinada com o ar sofisticado do lugar eram incríveis.

Um homem veio até nós sorrindo.

– Olá, você deve ser Nathan Maloley. – Eles apertaram as mãos em comprimento, enquanto eu apenas sorri.

Eles começaram a andar em direção ao elevador e eu os segui, vendo o homem que se apresentou como Josh, apertar o vigésimo quarto andar, mais precisamente a cobertura.

Josh apresentou todos os cômodos do apartamento, inclusive a parte externa que contava com piscina privativa.

– E então? – O corretor disse alternando seu olhar entre nós dois.

– Eu gostei. – Nate o respondeu e olhou para mim sorrindo.

Josh disse que iria buscar o contrato e saiu nos deixando sozinhos.

– O que você achou? – Nate me perguntou.

– É lindo. – Respondi. – Mas tem cara de ser muito caro. O papai vai deixar você comprar um apartamento que vale milhões?

– Eu conversei com ele. Me disse que se eu voltasse para faculdade poderia fazer isso.

– Vai voltar a fazer engenharia?

– Não, música. Eu fiz uma audição para entrar em Yale.

– Eu não acho que conseguiria entrar. – Respondi sincera. As notas dele eram péssimas.

– De qualquer forma, eu sou muito talentoso.

Josh voltou com alguns papeis nas mãos e os colocou em cima do balcão da cozinha.

Enquanto eles conversavam sobre a parte burocrática, eu fui para a sacada apenas para observar a cidade.

– Vamos, Thee. – Nate chegou ao meu lado.

– Vamos. – No percurso apartamento- lobby, meu estômago roncou.

– Tem alguém com fome. – Nate comentou cínico.

– Sem graça. Você vai pagar meu lanche. – Disse entrando no carro.

Fomos ao Mc Donald’s e conversamos durante duas horas.

– Mari!! Chegamos. – Nate anunciou para a mulher que nos ajudava na casa.

Ela veio sorrindo e abraçou nós dois.

 

×××

 

O sábado finalmente havia chegado e eu estava agradecendo à todos os deuses existentes que não havia nenhum trabalho ou dever de casa para fazer.

Se passava do meio dia quando uma cabeleira ruiva entrou no meu quarto fazendo um barulho insuportável, abrindo as janelas e puxando minhas cobertas.

– Eu não acredito que você ainda está dormindo! – Ela pulou na minha barriga quase me matando de dor.

– Claro que estou. – A tirei de cima de mim. – Hoje é sábado, meu compromisso com a cama estava marcado faz tempo.

– Deixa de graça, porque eu tenho um convite a te fazer. – Meredith começou empolgada.

– Diga.

– Eu e você vamos visitar aquele orfanato. – Ela girou pelo meu quarto com uma verdadeira fada.

– Quando?

– Hoje, agora. Vamos, levanta, eu marquei para às três horas!! – Ela entrou no closet. – Me empresta uma calça? Eu não acho que deveria ir de shorts. – Ela saiu com uma calça estilo boyfriend. Eu gostaria de saber como ela se troca tão rápido.

– Como assim, Meth? E se eu tiver alguma coisa para fazer hoje?

– Você não tem. – Ela entrou no closet novamente. – Agora vai tomar banho, sua porca! – Ela gritou lá de dentro e eu ri me rastejando até o banheiro.

Eu adorava tomar banho, porém quando fazia frio era uma verdadeira tortura sair de debaixo do chuveiro quando qualquer ventinho parecia um tornado frio.

Eu me troquei e nós descemos juntas até a cozinha.

– Bom dia, Maria. Mãe? – Era muito estranho ver a minha mãe cozinhando. Ela era uma cozinheira de mão cheia, mas raramente ela chegava perto do fogão.

– Bom dia, querida. – Ela beijou a minha testa. – Hoje eu resolvi inovar. – Ela mexeu em alguma coisa na panela. – Meth te avisou sobre o orfanato? Ótimo, tem algumas malas com roupas na sala. Todas são para levar.

– Tudo bem. – Eu entrei na dispensa para roubar uma barra de proteína do Nate e ir embora.

Juan estava colocando a terceira mala no bagageiro quando chegamos.

– Olá. – Nos cumprimentamos e eu e Meth entramos no carro.

– Amiga, eu 'tô um pouco nervosa. – Meth começou.

– Ué, por quê?

– Tem esse garoto, e ele faz trabalho voluntário lá junto de outros jovens, sabe?

– Sei. E não acredito que você está indo para um orfanato somente para ver um garoto! E as criancinhas?!

– Eu ligo para as criancinhas, babaca. Eu nem sabia que ele trabalhava lá.

Eu revirei os olhos e o resto do caminho foi silencioso.

Aquele orfanato era mágico, tudo muito colorido e alegre, havia música infantil tocando ao fundo, e parecia que eles estavam comemorando alguma coisa.

– Olá, sou Melissa Clark e vou apresentar o orfanato para vocês.

Melissa nos apresentou todo o espaço e perguntou se queríamos conhecer as crianças. Meth confirmou por nós duas e Melissa nos levou para a parte externa, onde tocava música infantil e as vozes das crianças eram perceptivas.

Conhecemos uma garotinha chamada Naomi, uma gracinha.

Passamos o resto do dia com as crianças brincando e fazendo artesanatos infantis.

Quando chegamos em casa, Bella, Ava, Jehn, Anne e Luna, estavam nos esperando na sala.

– O que ‘tá acontecendo? – Perguntei.

– Vamos sair.

– Como assim?

– Cameron chegou em casa lotado de ingressos para o show do Machine Gun Kelly. – Ava disse.

– O que?

– Isso mesmo. Vamos, o show começa às nove e já são seis e meia, precisamos nos apressar. – Bella disse saindo do sofá  e indo para as escadas.

Eu e Meth nos olhamos e demos de ombro seguindo as meninas e subindo as escadas.


Notas Finais


É isso. Espero que vocês tenham gostado apesar de estar beeeeem parado. Prometo que o próximo vai ser cheio de emoções e momentos de SamThee.
Obrigada mais uma vez, vocês são demais.


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