História Holy Five - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Literatura Feminina, Mistério, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - The Dinner.


Fanfic / Fanfiction Holy Five - Capítulo 4 - The Dinner.

— Claro, claro que sim, entra. — Derek deu espaço para a moça entrar em seu apartamento.

— Uau... — murmurou olhando em volta — É tão grande para alguém que mora sozinho.

— É, eu gosto de ter espaço. — disse depois de fechar a porta. Os dois voltaram a se olhar. Izzy tinha um brilho nos olhos, estava visivelmente feliz por estar alí. O que fez Derek abrir um pequeno sorriso — Vem, o jantar já está na mesa.



— Você chegou tarde. Onde estava? — Robert perguntou com a voz calma sem tirar os olhos do livro que lia sentado no sofá da sala.

— Eu sou maior de idade, não posso passar do horário? — Alec disse tirando a mochila do ombro.

— Enquanto morar embaixo do meu teto, terá que chegar no horário que eu determinar. — Alec estava prestes a começar uma discussão quando ouviu a voz de sua mãe ecoar pela sala.

— Alec! Meu bem, que bom que chegou. — se aproximou do filho e lhe deu um beijo na bochecha — Venha comer alguma coisa.

Os dois foram para a cozinha da mansão deixando Robert sozinho novamente. Maryse não pôde ter filhos e viu a oportunidade perfeita de realizar seu sonho de ser mãe assim que viu aquele garotinho medroso, encolhido no canto, abraçado ao seu ursinho. Alec foi o último a ser adotado, sentiu saudade dos irmãos no primeiro ano, depois foi esquecendo os rostos, hoje nem se lembrava que tinha irmãos.



— Isso está realmente muito bom. — Izzy comentou depois de dar mais uma garfada na comida. 

— Obrigado. — ele sorriu, se ela soubesse o porquê estava realmente alí... Derek pensou em contar, mas já era tarde demais — Mas, me fala mais sobre você.

— Sobre mim? Ah, não tem muito o que dizer... 

— Por que trabalha naquela boate? — bebeu um gole do vinho e ela fez o mesmo antes de responder.

— Preciso de grana. Os remédios da minha mãe são muito caros. 

— Remédios? O que ela tem? 

— Ela caiu de mal jeito a uns anos atrás, desde então não teve mais uma boa saúde. 

— Oh, sinto muito. 

— Tudo bem, ela me deu uma casa, era o mínimo que eu poderia fazer.

— Como assim? Quer dizer, já que ela é a sua mãe... — fingiu que não sabia da história, só pra ouvir da boca dela.

— Ah, eu sou adotada. Não lembro de muita coisa... Na verdade não lembro de nada da época da minha adoção, mas ela nunca escondeu isso. 

— Não se lembra? De nada? 

— Não. — balançou a cabeça lentamente — Eu sinto que não saber de nada é como se faltasse alguma coisa dentro de mim, mas não tem como saber... O orfanato faliu a alguns anos.

Derek sabia, quando foi até lá procurando por documentos para encontrar seus irmãos, o orfanato estava fechando, nem se importaram quem ele pegasse os documentos que quisesse, foi assim que ele conseguiu encontrar todos os irmãos.

— Ai, podemos parar de falar sobre isso? Fico triste... — Izzy murmurou.

— Claro, não vamos mais falar sobre isso. — Derek limpou os lábios com o guardanapo de pano e se levantou — Vem comigo — esticou a mão e Isabelle mesmo confusa, sorriu e deu a mão a ele se levantando.

Derek a guiou para a varanda do apartamento, era noite de lua cheia, o céu estava estrelado, as luzes da cidade completavam a paisagem. Na varanda havia duas poltronas, ele costumava passar a noite alí, pensando em tudo.

— Derek... Esse lugar é lindo... — ela disse impressionada, foi até o muro observando tudo dalí de cima. Ele sorriu e se aproximou ficando ao lado da morena. Os cabelos dela voavam por conta do vento, ele tentou se controlar, mas esticou a mão tocando o rosto de Izzy, sua pele limpa e macia. 

Isabelle sentiu um frio tomar conta de seu estômago, sabia onde isso ia acabar, como todos os outros, na cama. Então apenas se virou de frente para ele e o beijou. Derek rapidamente segurou o rosto dela com as duas mãos e afastou seus lábios.

— O que foi? — ela murmurou.

— Eu não quero transar com você... — não querer e não poder são bem diferentes — Só quero estar com você, tudo bem? — ela assentiu.

— Mas pode estar comigo lá dentro? Aqui faz frio. — ele riu e concordou, os dois entraram e se sentaram no sofá de couro preto, Isabelle tirou os sapatos e deitou a cabeça no peito de Derek que ficou surpreso, mas não recusou o toque. — Por que não me fala sobre você?

— Sobre mim? Ahm... — teve que pensar um pouco, o que podia contar para ela?! — Não sei, me faça alguma pergunta.

— Seus país, vocês tem uma boa relação?

— Na verdade, tenho sim, eu deixo eles me me darem coisas caras e eles me deixam trabalhar, esse é o combinado — Izzy riu. Os dois continuaram a conversa por um bom tempo, até ela pegar no sono.

Derek se levantou com cautela, por sorte ela não acordou, foi na ponta dos pés até a mesa onde tinham jantado a poucas horas atrás e tirou do bolso a mesma fita que usou para coletar a impressão digital de Alec. Na taça de vinho, não foi difícil. Depois de guardar com cuidado voltou a se deitar no sofá. Izzy, inconscientemente, se aconchegou ao corpo dele e continuou a dormir.



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