História Holy Hell - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Aventura, Batalha, Céu, Inferno, Luz, Medo, Mistério, Morte, Revolta, Sobrenatural, Trevas
Visualizações 23
Palavras 1.915
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiii fofuxos :3 Como vcs estão? Bem, espero que gostem dessa história. Um pequeno aviso: Essa história foi tirada apenas da minha mente, personagens, denominações e etc, outro aviso essa história pode contém cenas fortes/inapropriadas. Contudo espero que gostem dessa nova história. Boa leitura! :3

(Este capitulo teve algumas coisas modificadas)

Capítulo 1 - Sky Piece: A Cidade Perfeita


Fanfic / Fanfiction Holy Hell - Capítulo 1 - Sky Piece: A Cidade Perfeita

Sky Piece é uma cidade que possui a fama de ser a cidade dos sonhos, considerada ótima para turista e outras pessoas que procuram visitá-la ou morar na mesma. O clima na maior parte do tempo é agradável, é quase que perfeito (embora, há algum tempo, grandes tempestades têm acontecido na cidade), mas os habitantes afirmam que ainda sim é a cidade perfeita, chegando até mesmo a compará-la com o paraíso, apesar dos seus recentes momentos sombrios, que por vezes me assustam.

Antes que me esqueça, devo me apresentar devidamente, sou Miss Reed, uma dos habitantes, mas, por favor, me chame de Íris. Falarei brevemente sobre mim, sou órfã, cresci em um convento e fui criada pelas freiras, não sei muito sobre a minha mãe, porém, as freiras me falaram que ela estava grávida quando elas a acolheram, porém, depois do meu nascimento, ela sumiu, me deixando sobre os cuidados do convento. Hoje com 21 anos ainda moro em um pequeno apartamento, trabalho numa cafeteria, apesar de não ser o trabalho no jornal como queria, tive que arrumar um emprego o mais rápido possível para sair do convento e ter minha vida própria. Tirando o café, também faço algumas coisas por fora, então, consigo me manter. Já que conheceu um pouco de mim, acredito que isto seja o necessário que deve saber sobre mim. Estou cansada, não dormi bem, alguns pesadelos, alguma vez teve pesadelos? É ruim, não é mesmo? Os meus são diferentes, me acompanham desde pequena, as vezes, sinto como se quisessem me dizer algo. Ah, esqueça isto, tá bem? É uma bobagem, além de que tenho que me apressar para abrir a cafeteria.

(Alguns minutos depois)

Pronto! Tudo está arrumado. Foi mais fácil do que imaginei – suspiro – o café tem estado uma bagunça, então, todo dia tenho que chegar cedo e arrumá-lo, é cansativo.

— Oiii! – alguém grita.

— Ambie? – falo assustada – Nunca me assuste assim.

— Desculpe! – risos – Não achei que você ia se assustar tão fácil. Você está longe ultimamente. O que houve?

Esta é a Ambie, trabalha comigo todos os dias. Ela está certa tenho estado bem aérea nos últimos dias. Mas, não sei se deveria contar-lhe a verdade, não temos tanta intimidade, entende? Tenho que dizer algo, se não ela vai me fazer perguntas o dia todo. Como muitos nessa cidade sabem que sou órfã, qualquer que tenho o usam como argumento, já me acostumei.

— Estava pensando na minha mãe e na minha família, no que será que aconteceu com eles – Há um pouco de verdade, em alguns momentos me penso em como seria se estivessem aqui, será que seria algo bom? Não sei e acho que não saberei.

— Deve ser difícil para você não ter seus pais, confesso que não imagino como seria não ter tido meus pais comigo, quer dizer como alguém seria capaz de viver sem saber o que é receber carinho, beijinho de boa noite, ter seus pais sorrindo para você, se sentir amada por eles e… – ela para e olha para mim – Aii desculpe, que falta de sensibilidade a minha – senti um tom de deboche em sua voz. Você também sentiu? Isto é um clássico dela.

— Não se preocupe, acabei que amadureci bastante e aprendi a ter autonomia, apesar de tudo, não preciso ser queridinha do papai e nem ficar bajulando ninguém para conseguir algo. Acredita que muitos preferem o caminho mais fácil, que bom que você não é uma delas – sorrio sarcasticamente. Bala trocada não dói – Vamos trabalhar.

— Vamos – apesar da cara, ela não é boba e esta é a nossa convivência.

(Algumas horas depois)

São 4 h PM, está quase perto de fechar. Estou tão cansada que só penso em voltar para casa. Essa é a minha rotina. Monótona? É, ela é. Sempre a mesma coisa, o movimento diminuindo, Ambie dando encima do mesmo cara que vem aqui às 4 h PM, antes era só pelo café, entretanto, entre nós, acho que ele tem um motivo a mais para vir aqui. Ah, eu quero nada mais que minha cama.

[Porta abrindo]

Um homem se senta no balcão. Ela aparenta ser um daqueles caras descolados, bonitos, que gostam de ficar chapado em festas, você sabe. Esse é o Josh, estudávamos na mesma escola. Estranho é que ele não gosta de lugares como o café, deve ter um motivo relevante, suspeito que talvez, uma ressaca. Me aproximo para atendê-lo.

— O que deseja?

— Você se surpreenderia se eu ti dissesse que o que eu desejo – olho para ele indiferente. Sério? Uma dessa a essa hora? – Ah você está falando do café… o café mais forte que tiver – pego a xícara coloco sobre o balcão e logo após despejo na mesma.

— O que foi? Olha se levou um fora, sinto-lhe informar mais está no lugar errado, o bar fica na esquina.

— Ha Ha, engraçadinha. Não, não foi nenhum fora… Me diz uma coisa por quê você não gosta de mim? – diz mudando de assunto.

— Está mudando de assunto. Fala, o que você está escondendo? Ah, e em hora nenhuma disse que gostava ou não de você, minha posição rente a isso é neutra.

— Então quer dizer que tenho chance? Bom saber.

— Chance? Você me diverte. Não sou de cantadas baratas. Tenho senso para saber o que quero e não cair nelas. Falando nisso, ainda me pergunto se você tem, já que veio até o meu trabalho para me atormentar

— Então me diga senhorita, o que você quer? – me aproximo e sussurro.

— Que você pague a conta – me afasto com um leve sorriso.

— Ok, você me pegou – risos – Esperava algo mais interessante nesse seu sussurro, foi em vão.

— Poxa, sinto muito ter acabado com suas expectativas. Odeio ter que parar essa conversa tão “agradável”, mas, olha só, estamos fechando.

— Ta, posso pelo menos te acompanhar até em casa?

— Se dizer que sim, vai me deixa em paz? Então sim.

— Pelo menos por hoje, não garanto nada amanhã – risos – conhecendo ele, não vai parar nem tão cedo.

O pôr do sol está tão lindo que estou enfeitiçada, um alívio preenche meu peito, é uma ótima sensação. Alguns minutos e estamos no prédio, enquanto subimos a escada, vejo que Josh está quieto, o que é estranho para ele.

— Terra chamando Josh, na escuta? – ele ficar com um olhar de surpresa e confuso.

— Desculpe, estava … O que estava dizendo mesmo?

— Nada, apenas estranhei, ficou calado de repente.

— Ah, não se preocupe – ele sorri docemente, o que é mais estranho ainda, melhor deixar quieto. Chegamos, agora é dar um jeito e achar a chave nessa bolsa. Enquanto procuro a chave, o ele só me observa fixamente, estou começando a ficar desconfortável.

— Íris, e-eu – ele gagueja e fica um pouco corado, realmente estranho, a não ser que… não seja o que estou pensando, qualquer coisa menos isto – Sei que você acha que sou um idiota, babaca, o que seja, mas – merda, essa não – Gosto de você e sei que voc…

— Pare, não precisa contin… – sou interrompida por ele.

— Por favor, me escute, tá bem? Mesmo que demore muito tempo, mostrarei que não sou o que pensa. Acredite em mim, não é como as outras vezes, é diferente. Não me peça para desistir porque não vou.

Estou sem saída, não sei o que pensar ou como reagir diante a situação, não esperava que ele fosse falar esse tipo de coisa, não é do feitio dele, será mesmo que ele está dizendo a verdade? Suas palavras me transmitiram sinceridade, o que nos nossos anos de convívio sinto ser a primeira vez.

Ele se aproxima, meu coração acelera, ele coloca sua mão em meu pescoço e me abraça, depois ele me olha nos olhos e se despede me dando um beijo na testa. Entro em casa, ainda surpresa com o que acabará de acontecer. Mas que mer… Preciso de um banho quente urgentemente, meus nervos, estão loucos.

(No dia seguinte)

6 h AM, o sono não quis dar as caras, ontem não sai da minha cabeça. O que fez ele falar aquelas coisas? Vou aproveitar minhas folgas para descansar, colocar as ideias em ordem, sair e caminhar um pouco, o que acha do parque? Deve me fazer bem, não é?

[Passos de sapato feminino]

O ar do parque é reconfortante e acolhedor. Essa vista, o pôr do sol sobre o lago, não está quente mas também não está frio. A natureza pode nos surpreender a cada instante. Isso me deixa feliz, me traz paz, algo que não tive por anos. Mas, tenho que me preparar, vou me mudar para um novo apartamento no centro em 3 meses, devido a vaga de estagio que o jornal principal da cidade, o TimeNews, me ofereceu, eles gostaram do meu currículo e falaram que se gostassem do meu desempenho fechariam contrato. Me aproximo do lago e sento a beira dele, observando aquela imagem diante de mim, até que uma mão repousa sobre meus ombros. Ao olhar percebo que é a pessoa na qual evitei pensar durante todo o dia.

— Josh? O que faz aqui?

— Estava dando uma volta pelo parque quando te vi parada aqui, quer companhia? – ele pergunta, apesar de a resposta não importar, iria se sentar ao meu lado de todo jeito.

— Se quiser, fique à vontade – digo parecendo desinteressada, ele se senta e respira fundo logo em seguida.

Ficamos em silêncio por um tempo afinal nenhum do dois sabia como reagir depois de ontem. Para ser sincera estou meio que sem graça, espero que não fale nada, que fique calado pelo menos hoje ou não saberei como olhar para ele sem pensar no ocorrido. Porém minhas expectativas foram a toa, ele começou a falar.

— É estranho, não acha? – me pergunta

— O quê?

— A maneira como as coisas acontecem na nossa vida, na maneira como as pessoas chegam nela, como elas vão embora, como as coisas acontecem inesperadamente – ele para e me olha como se quisesse uma reposta, mas, não consigo dizer uma palavra.

— E essas maçãs? – pergunta sorrindo ao perceber minhas bochechas corarem. Escondo meu rosto com meu cabelo, entretanto, ele o retira do meu rosto.

— É a primeira vez que te vejo ficar tímida – ele acaricia minhas bochechas até os meus lábios e novamente meus batimentos disparam.

Aproxima seu rosto ao meu com uma das mão dentre meus cabelos e a outra em minha cintura e me beija. Seu beijo é doce e calmo, nossas bocas dançam em harmonia. Nos afastamos um pouco, nossos olhares se cruzam e permanecemos imóveis, um leve sorriso surge inconscientemente em meu rosto, não achei que seria capaz de senti algo por ele, lembro que por anos evitei sentir qualquer coisa que remetesse a esse sentimento por qualquer pessoa.

— Estava errado.

— Sobre?

— Sobre este momento – fico intrigada – achei que ele nunca aconteceria.

É real? Ficamos até anoitecer, depois retornamos para nossas casas. Horas se passaram, são praticamente 1 h AM, estou deitada no sofá, pensando nele, a chuva cai lá fora. Como foi que isso aconteceu? Parece não ter explicação. Adormeço no sofá.

Embora estivesse exausta, os pesadelos não cansam, não param, eles estão em todas as noites, nessa não é diferente. Acordo assustada com o som dos trovões, sento-me e repouso minha cabeça entre as pernas e procurando acalmar os nervos, um mal pressentimento preenche me interior, algo está para acontecer.


Notas Finais


Enfim este foi o primeiro capítulo dessa história. Espero que tenham gostado e lembrando que o feedback de vcs é muito importante para mim! Bjs e abraços do coração! Até o próximo capítulo, fofuxos! :3


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