História Holy Sinner - Capítulo 4


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Categorias Ashley Benson, Justin Bieber
Personagens Ashley Benson, Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Chris Beadles, Crime, Ian Somerlahder, Jensen Ackles, Máfia, Maluma, Milla Jovovich, Zayn Malik
Visualizações 72
Palavras 2.214
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Fanfic de minha total autoria, plágio é crime.
Olá pessoazz
Espero que curtam mais um capítulo😊😆

Capítulo 4 - Three Chapter


Fanfic / Fanfiction Holy Sinner - Capítulo 4 - Three Chapter

10:55 AM Ontário (Canadá) 

 Justin Bieber's Point Of View 

 Era hilariante ver a cara de cada um deles. Eles estavam nervosos, talvez até com medo do que eu poderia fazer com eles. E isso era o que eu queria.

 - Senhor Bieber - olhei o Somerlahlder - como um homem sábio que é, saberia que um país como a russia, não é tão.. - o interrompi.

 - Como um homem sábio que eu sou, eu sei muito bem, que todos os países são iguais. Todos roubam, todos são sujos, todos se igualam. Não existe nada que impessa vocês irresponsáveis de fazerem seus trabalhos sujos direitos - disse ríspido. 

 - Nós fazemos tudo direito - olhei o Malick com fúria - Sempre formos empenhados em cada pedaço do país, sempre procuramos saber quais os melhores pontos, clientes, mercadorias, tudo o que um bom administrador sabe fazer - o moreno falava com firmeza e autoridade, olhando dentro de meus olhos,como se tivesse a total liberdade para isso.

 - E você pensa que é quem pra falar assim comigo com tanta autoridade ? - levantei do assento caminhando até ele - ninguém né ? - nenhuma palavra saia de sua boca, ele apenas escutava tudo sem dizer absolutamente nada - Quer saber quem você é ? - me aproximei dele, segurando em seu queixo aproximando meu rosto do seu - RESPONDE CARRALHO - alterei a voz apertando ainda mais o rosto dele.

 - Sim - sua voz saiu em um sussurro.

 - Você é apenas um empregado de merda que recebe ORDENS E NADA MAIS - cuspia cada palavra em seu rosto - Entedeu ? - ele assentiu de olhos fechados. 

 - Ótimo - Soltei seu rosto com tudo e voltei para minha cadeira, vendo todos calados olhando para o chão.  Talvez estejam repensando antes de subir o tom de voz comigo. 

Não admito meu pai falando daquele jeito comigo, quanto mais um verme que não serve pra nada.

 - Bom..onde havíamos parado? - quebrei o silêncio - vamos logo, eu não tenho muito tempo. 

 - Paramos na questão de lucros não ? - disse o Árias.

 - olha só, alguém aqui tem boa memória em - ironizei sorrindo falsamente - Bom..sei bem como fuciona as " famosas leis " de cada país, por isso que eu não seria tão burro a esse ponto de botarem vocês em risco, se eu estou querendo que vocês se esforcem é porque eu sei que podem, eu não pus homens inúteis para trabalhar comigo - disse firme - E não venham com essa ladainha de leis, eu deixei infiltrados em cada área do governo de cada país, pra justamente encobertar qualquer sujeira minha - todos eles estavam prestando atenção em cada palavra que eu dizia - Então não tem desculpa, ou vocês fazem direito ou terei que fazer eu mesmo. me fiz claro ? - assetiram - Ótimo, agora já podem se retirar - falei com tédio, já cansado daquela conversa e das caras de bundas deles. 

 02:49 PM Washington ( EUA )

 jersie Wille's Point Of View

 - Ficou sabendo que a madre quer ter uma conversa com todas as professoras ? - perguntou bettany atacando seu prato repleto de doces gordurosos. 

 - Não fiquei sabendo disso, mas porque ela quer falar com todas as professoras ? - dei uma garfada em meu pedaço de torta de limão.

 - Também não sei - Ficou pensativa - mas.. - Eu conhecia aquela cara - Eu vou descobrir. 

- Any! - a-chamei pelo apelido - Não vai começar a aprontar em - a-alertei séria. Tinha horas que nunca dava pra parar a bettany. 

Cada ideia maluca surgia da cabeça daquela morena, e quando ela botava algo na cabeça não tinha ninguém que a impedisse de tirar. 

 - Fica tranquila Jersie, eu sei ser discreta - piscou pra mim rindo.

 E lá vai mas uma das travessuras da bettany. Só quero estar bem longe quando isso começar, pra mim já deu de encrencas.

 (...) 

 Depois do intervalo, me despedi da Any e voltei aos meus afazeres. Como hoje era uma sexta-feira, eu sempre gostava de fazer aulas práticas, Por isso acabei levando meus alunos para o jardim do internato.

 - Bom crianças, já que estamos todas aqui, vou começar a explicar o porque de vocês estarem bem no meio do jardim. Primeiro quero que todos se sentem..- estava procurando um lugar mais adequado para elas, até que avistei uma linda árvore um pouco isolada no canto - em baixo daquela árvore ali - apontei para a mesma - vamos - chamei minhas alunas, vendo as mesmas me seguir até o lugar. Se sentamos todas juntas na grama recentemente aparada. 

 - Professora porque estamos aqui no meio do nada, sentados em cima de matos? - perguntou uma das alunas. 

 - Ora, essa vai ser uma aula prática ao ar livre, Vitória - a vi bufar - Não leve isso como uma coisa ruim, é sempre bom praticar a arte junto com a natureza - sorri animada.

 Eu amava fazer esses tipos de aulas, amava explorar lugares que ninguém costumava a frequentar no internato.

 - Eu trouxe da sala, alguns quadros para vocês pintarem aqui mesmo - peguei de dentro da ernome bolsa, os quadros e sai entregando a todas elas. 

 - Na aula de hoje iremos aprender um pouco sobre pinturas naturais - uma das alunas levantou a mão - diga Yasmim.

 - E o que seria pinturas naturais ?

 - Pinturas naturais, são basicamente pinturas da natureza. Como por exemplo uma flor, um pássaro, tudo o que se assemelha a natureza. Entedeu ? - ela assentiu - E é o que vamos fazer hoje. Pintar o que cada um de vocês acharam de mas interessante nesse ar livre - abria os braços mostrando o ar puro do lugar aonde estávamos. 

 Essa sensação era ótima. 

 (...) 

 - Até amanhã proff - assenava para mim uma das alunas.

 - Até anjo - retribuia seu aceno sorrindo. 

 Era tão bom ver como você se sentia importante diante delas. Concerteza minhas alunas sempre serão importantes demais para mim.

 Guardava minhas coisas no armário da sala, até que um vulto passou pela porta vindo até mim. Um vulto chamado bettany. 

 - Jersie sabe o que eu descobrir ? - catarolava enquanto eu estava de costas para ela fechando o armário.

 - Não sei Any - me virei para ela - o que foi que você fez agora em ? - cruzei os braços. 

 - Calma Jersie - levantou os braços na defensiva - Eu só acabei passando pela sala da madre sabe, aí.. - a cortei. 

 - Não acredito que você estava escutando a madre do outro lado da porta ? - perguntei incrédula. 

 - Calma ae, eu só tava passando pelo corredor só isso - a olhei desconfiada - ta bom , eu confesso que fiquei só um pouquinho escutando a conversa da madre - suspirou. 

 - Já avisei pra você parar com essas manias ridículas de ficar escutado a conversa dos outros pelas portas - a olhei sério. 

 - " manias ridículas" sério mesmo Jersie ? - me olhou irritada.

 Droga eu não queria ter falado isso.

 - Me desculpa Any eu não..- me interrompeu. 

 - Esquece irmã Jersie, você só queria dizer a verdade - me olhou com os olhos marejados.

 - Any espera aí - fui atrás dela pois a mesma havia saído dali rapidamente - Any! - ela já havia desaparecido do corredor. 

 Droga, agora terei que fazer as pazes com a bettany o quanto antes. Saí de minha sala a procura de bettany, passando por todos os corredores e nenhum rastro dela.

 Acho que a essa hora ela já deveria estar trancada em seu quarto com raiva de mim. 

Desisti de ir atrás dela e fui em direção ao meu quarto mas acabei esbarrando em alguém. 

 - Ai, desculpa irmã Sophia - sorri sem graça. 

 - Sem problemas - sorriu - mas eu estava te procurando, já estão todas na sala da madre, só falta você. 

 - mas pra quê ?  - A madre vai nos dizer quando estiverem todas lá, vamos - me puxou pela mão.

 Paramos na porta da sala da madre entrando dentro da mesma em seguida. Realmente todas as outras professoras já estavam lá, até mesmo a bettany que nem se quer olhou em meu rosto.

 - Bom..já que estão todas aqui, podemos da início - falou a madre - irmãs eu queria comentar com vocês sobre um evento que está para acontecer amanhã a tarde - assim como eu, o restante das professoras ficaram confusas - Calma irmãs, eu sei que eu tenho o costume de falar com antecedências quanto a esses eventos, mas com todas essas semanas corridas, eu acabei esquecendo sobre o Trinta e um anos que o internato irá completar - arregalei os olhos. Até eu havia esquecido disso. 

Eu sempre lembrava como todos os outros anos que eu havia participado. Amava ver como o jardim ficava decoradamente lindo, assim como os corais das freiras ,que esse ano eu iria fazer parte.

 - Mas madre, isso tudo é para amanhã - disse uma das irmãs.

 - É verdade madre, não sei se conseguiríamos organizar algo até lá - agora a sala estava entrando em uma tremenda discussão. 

 Uma falava uma coisa, outra falava outra coisa e assim por diante. Já estava me irritando com rumo que aquela conversa ia. 

 - Já chega irmãs - aumentei o tom de voz, chamando a tenção de todos naquela sala - A gente nunca vai conseguir nada desse jeito - agora todas estavam em total silêncio. 

 - A irmã Jersie tem razão - disse a madre - temos que se acalmar, esse evento tem que sair perfeitamente bem, assim como todos os outros que já fizemos - levantei a mão - pode falar irmã.

 - Podemos começar a nos organizar, separando a parte de cada um. 

 - Você tem algo em mente - assenti - então conte-nos qual é sua ideia - sorri comigo mesma. 

Eu estava no controle e nada poderia dar errado. 

 (...) 

 Estava em meu quarto terminando de me trocar. Hoje seria um dia muito especial.

 Meu primeiro ano cantando no coral das freiras. Desejei tanto que esse dia chegasse, e até que enfim o bendito dia chegou.  Respirei fundo e girei a maçaneta da porta, dando de cara com as decorações no corredor do dormitório. 

O corredor estava bem enfeitado assim como o jardim, que estava repleto de mesas e cadeiras. É acho que virá um bocadinho de gente. 

 - Any! - corri até a morena que passava escondidinha por trás dos arbustos - Espera Any - segurei em sua mão a impedindo de correr.

 - Não tenho nada pra falar com você - não olhava em meu rosto enquanto falava. o que me deixava triste. 

 - Pare com isso Any - me olhou feio - Olha..Desculpa por ontem, eu não queria ter lhe dito aquilo eu..- me interrompeu.

 - Esta tudo bem Jersie - sorriu de lado.- Eu desculpo você, afinal amigas servem pra isso, sabe..depois que você me disse aquilo, eu pude perceber que não era certo o que eu estava fazendo, e só foi por sua causa que eu acabei reconhecendo meu erro - abaixou a cabeça envergonhada. 

 - Ei, olha pra mim - olhou em meu rosto - Não é vergonhoso se sentir arrependida de algo, pelo contrário, é orgulhoso se sentir assim - sorriu pra mim - E é orgulhoso ver que você reconhece o que fez - sorri - agora deixa esse assunto de lado, porque isso é passado, e trata logo de botar o famoso sorriso da Any que eu tanto conheço - sorrimos juntas. 

 - boba - me deu um tapa no braço rindo. Sinceramente nunca dava pra ficar de mal com a bettany.

 Ela sempre vai ser uma irmã mais velha que eu nunca tive. 

 - Irmã Jersie ? - escutei a irmã Sophia de longe me chamando. 

 - Vai lá amiga, depois nos vemos - Falou Any.

 - Até daqui a pouco - me despedi dela indo até a irmã Sophia 

- Irmã, tem como você pegar o resto das decorações que faltam para por na cantina?, porque eu estou ocupada com a parte das comidas.

 - Claro que sim, e a onde elas estão ?

 - Estão dentro de uns sacos, na sala do confessionário, aqui está a chave - entregou a chave em minhas mãos. 

 - Está certo - saí dali, e fui em direção a igreja. 

 Entrei na mesma e caminhei até a porta do confessionário. Pús a chave na fechadura da porta, a destrancando em seguida. Olhei para os cantos da sala, a procura dos sacos, até que eu havia avistado três sacos de cor preta, perto de alguns barris de madeira. 

 Andei até a onde os sacos estavam, os tentando levanta-los, mas falhei na tentativa, pois os mesmos estavam absurdamente pesados. 

 - Meu Deus..que decorações pesadas - me queixei levando minhas mãos até as costas.

 Sera que a irmã Sophia se enganou em ?

Deixa eu dar uma olhada no que tem dentro desses sacos. 

Me curvei até os mesmos pronta para abrir cada um deles, mas uma voz acaba interrompendo meu ato.

  - O que faz aqui ?  


Notas Finais


O que acharam??
Quem será essa pessoa???
Me contem nos comentários
Bjss Xuxuss até o próximo capítulo😊😉😉


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