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História Home - Renjun - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Meu segundo Imagine!

Já faz um tempo que eu estava querendo escrever sobre alguém do Dream, ai eu pensei: "Por que não o Renjun?"

Algumas partes desse imagine são inspiradas em uma música da Ailee (Home para ser mais específica), e caso você, leitor, que esteja lendo essa nota, não saiba quem é Ailee saiba que você esta vivendo a vida de maneira errada!

De qualquer forma, boa leitura!💛

Capítulo 1 - Saudades


Olá, como você está?
Eu acho que você está indo bem
Acho que estou curiosa, garoto
Olá
Você não sente minha falta?

Home – Ailee

 

 

Maldita música idiota. Maldito DJ idiota. Será que ninguém avisou a ele que esse tipo de música não se toca em uma balada? Quem coloca algo, claramente, triste em um lugar em que as pessoas deviam se divertir, está precisando de muitos tapas por estragar a noite delas.

O bom foi que não fui a única a ficar irritada com o bastardo. Contudo diferente dos outros que continuaram lá dentro depois do deslize dele eu simplesmente sai de lá com lagrimas correndo minhas bochechas.

Assim que piso na rua tento limpar o mais rápido possível meu rosto, mas algumas pedestres que iam e vinham acabam reparando no meu estado. Desvio o olhar e sigo andando o fluxo da multidão.

Tudo isso era culpa dele. Tudo o que eu estava passando agora era culpa do meu ex. Huang Renjun. Se ele não tivesse terminado comigo como terminou. Se ele tivesse sentando e me contado que nossa relação já estava desgastada. Se ele tivesse me dito que nunca me amou. Se, se, se. Eram tantos “ses” que minha cabeça doía.

Desisto de andar quando minha visão fica cada vez mais borrada de lagrimas e entro na primeira conveniência que vejo. Compro uma latinha de cerveja e me sento no meio fio entre a loja e a rua olhando para as pessoas que passavam, mas ao mesmo tempo não olhando de verdade. Já que toda vez que eu bebia meus pensamentos eram todos dele.

Mais uma vez vários ses me invadem. E mais uma vez uma enorme vontade de ligar para ele me consome.

Desbloqueio o telefone e ligo para o contato “Home”. O telefone toca algumas vezes e cai na caixa postal. Fico ligando para ele repetida vezes, e cada vez que o telefone caia na caixa postal meus soluços ficavam mais altos. E quando ele finalmente atende tudo o que ouso num primeiro momento é a sua respiração.

- (S/n)? Por que está me ligando? Eu já te falei para parar de ligar! Como conseguiu esse número?

- Renjun-ah! – Soluço ao ouvir a sua voz – Sinto sua falta...

- Você ... – Ele suspira irritado – Você bebeu de novo?

- Você não sente a minha falta? – Fungo, limpando as lagrimas com as costas das mãos.

- (S/n) ... – Volta a suspirar – Você precisa seguir em frente!

- Como seguir em frente Renjun? Hum.... Como? Me diz. Porque você parece estar se dando muito bem depois do termino. – Ele não me responde – Quer saber eu deveria seguir em frente mesmo. Você não vale minhas lagrimas. – Ele desliga.

 

[...]

 

Algumas semanas depois

Depois daquele telefonema tenho focado realmente minha vida em esquecer Renjun, seguir em frente e tentar ao máximo me afastar dos amigos que tínhamos em comum. Nos primeiros dias eu chorei muito, por sentir falta dele e por me sentir uma idiota por isso, pois eu sabia que ele devia estar com outra agora.

E algo que foi primordial para tudo isso foi eu ter finalmente apagado seu número. Fiz sem pensar, mas depois percebi que essa foi a melhor decisão que eu poderia ter tomado.

- (S/n)! – Me viro – Que bom que consegui te alcançar antes de ir embora.

- Aconteceu alguma coisa? – A seguro pelos ombros a ajudando a se recompor, já que ela estava ofegante e estava toda suada.

Kim Dae era uma das amigas as quais eu vinha tentando evitar. Dae-ah além de ter me apresentado Renjun quando ele chegou da China, era prima dele. E apesar de ser uma boa amiga não estava com vontade me aproximar mais dela, só para não ter que aguentar seu olhar de pena.

- Vou me casar! – Ela diz alegre.

- O que? Como? – Olho para sua barriga – Você está gravida?

- O que? É claro que não! Deus me livre. – Ela gesticula.

- Então por que você vai se casar?

- Por que mais as pessoas se casam (S/n)? – Diz como se fosse obvio – Por amor!

- Mas você apareceu do nada e me soltou essa bomba. Como esperava que eu reagisse? Gravidez foi a primeira coisa que me veio à cabeça. – Começamos a caminhar na direção do estacionamento da faculdade.

Dae namorava um cara um pouco mais velho que ela, que cursava Engenharia de Produção. Ele era gente boa, apesar de ser um pouco lento o que tornava a relação com Kim muito interessante, pois ela era super impulsiva e ele pensava muito antes de fazer.

- O Dean sabe que está noivo? – Digo rindo – Ou você simplesmente decidiu isso sozinha...

- Hahaha. Que engraçado (S/n). Você devia fazer stand-up em vez de Biologia. – Ela fala irônica. – Mas é sério, eu vou me casar. E foi o Dean que pediu a minha mão antes que comece a me zoar.

- Mas por que agora? – Paremos em frente ao meu carro.

- Ele está indo para o exército daqui uma semana. E não queremos esperar dois anos para nos casarmos.

Aqui na Coreia todos os homens nascidos aqui ou naturalizados entre 18 e 28 anos devem servir ao exército. Por aqui esse assunto é sempre tratado com muita seriedade, já que para muitos era questão de amor à pátria e honra.

- Nós estávamos planejando nos casar de qualquer forma. Então, por que não agora? Só tivemos um motivo a mais para fazer isso.

- Parabéns de qualquer forma! E eu sinto muito que tenha que ser tão rápido assim... – A abraço.

- Sem problema – Ela ri – Eu venho tentando te contar a uns 15 dias, mas você parece estar me evitando.

- O que? Não! – Tento disfarçar brincando com meu chaveiro.

- Se você diz – Ela suspira me olhando com pena. – Bom, de qualquer forma aqui está o convite. E sem desculpas, eu quero que vá. Minha mãe vai ficar chateada se você não for.

- Dae-ah você sabe que eu te amo, mas eu não quero me encontrar... com ele. – Sinceramente se pudesse, eu nunca mais cruzaria meu caminho com Renjun.

- Não se prive de ficar com seus amigos por causa daquele idiota. – Segura minha mão e me olha nos olhos – Se quiser eu peço a ele para não ir só para eu ter você ao meu lado...

Antes que eu pudesse responder um carro a alguns metros começa a buzinar. Nós viramos e vemos que se tratava do namorado, e agora noivo, de Kim Dae. E no banco de trás do carro estava ele. Lindo como só ele conseguia ser.

- Vou indo. Preciso buscar meu vestido de noiva. – Me abraça – Porém não deixe de pensar no que te falei. Não deixe de viver sua vida se privando de ficar com seus amigos.

Concordo com a cabeça e a sigo com os olhos até o carro. Que logo parte me deixando para trás.

 

[...]

 

Dia do casamento

 

Depois de muita conversa, Dae e eu, chegamos em um consenso de que não se poderia simplesmente dizer ao Renjun que ele não poderia ir por minha causa. Já que sua família estava vindo de Jilin para prestigiar sua prima. E como para Dae-ah eu não ir era, também, inconcebível (eram, nas palavras dela, como se o próprio noivo não fosse), então chegamos à conclusão de que pôr uma tarde Renjun e eu iriamos estar juntos em um mesmo lugar.

Paro na frente do meu espelho e vejo o resultado de muito trabalho duro e força de vontade.

Meu vestido era midi cinza. Seu corpete era composto por flores em tons rosados e beges, com um pequeno cinto também cinza que separava o corpete da saia, que era plissada. Ele era bem simples e delicado. Meu cabelo estava preso em um coque baixo. E em meu rosto optei por uma maquiagem mais clara e básica.

Nada em mim estava chamativo. E essa era a minha missão hoje; ser invisível. E por alguns segundo eu até consegui, mas assim que entrei no salão a onde seria a cerimonia a mãe de Kim Dae me viu e começou a gritar meu nome feliz.

- (S/N)! – Ela me abraça – Você está tão linda! Parece até a noiva.

- Que isso Ommeonim – Gesticulo rindo tentando disfarçar minha vergonha – Eu nem me arrumei tanto assim.

- Já tiro uma foto com a Dae-ah? É claro que não tirou. – Ela me interrompe antes que eu possa responder. – Venha, vou te levar até lá. Eu já volto unnie – A mãe de Dae fala com uma mulher que creio ser a mãe de Dean.

As mães de ambos os noivos estavam vestidas com lindos hanboks tradicionais, como em todos os casamentos. 

A ommeonim me leva até uma pequena sala exclusiva para a noiva. Lá ela podia descansar, trocar de roupa (já que o casamento possuía duas partes, a cerimonia ocidental e a tradicional coreana, a onde a noiva e o noivo vestiam roupas tradicionais) e tirar fotos com os convidados.

Kim Dae estava linda. Não, linda é pouco. Ela estava brilhante. Kim vestia um lindo vestido branco rodado com mangas bordadas e um decote coração. Seu cabelo estava preso em uma longa trança, que destacava seus cabelos avermelhados.

- Nossa ... – Foi tudo o que consegui dizer.

- Eu sei – Sua mãe começa a chorar ao meu lado. E por consequência Dae começa a fungar indicando que estava se segurando para não chorar.

- Mãe, não começa de novo. Se não eu vou borrar minha maquiagem! – Dae abana os próprios olhos.

- Desculpa, mas eu ainda não consigo acreditar que você vai se casar! – Ela virasse de costas para esconder as lagrimas. Afago suas costas – Vai lá querida! Não precisa ficar consolando essa sapa velha – Ri.

- Ok – Me volto para Kim que tinha grossas lagrimas nos olhos – Você está perfeita! – Me sento ao seu lado no pequeno sofá.

- Estou tão feliz que tenha vindo. – Me puxa para um abraço desajeitado – Por um momento pensei que iria vir.

- Eu nunca perderia seu casamento! – Saio do abraço limpando as lagrimas que corriam por sua bochecha.

Então aquela pequena sala foi preenchida por vozes altas e alegres que falavam rápido demais. Foi quando percebi ser a parte chinesa da família da Dae. E por consequência ele estava ali no meio daquelas pessoas.

Renjun, mesmo que eu quisesse negar com toda a minha vontade, parecia um príncipe naquele terno. Nossos olhares se cruzaram por um momento, mas eu logo desvio olhando para o lado.

- Está tudo bem? – Kim Dae sussurra rente ao meu ouvido, segurando com firmeza minha mão.

- Sim. Não vou deixar ele estragar minha noite.

A mãe da noiva conversava com seus parentes chineses, enquanto Kim e eu tirávamos uma foto, e como eu não sabia falar chinês para mim tudo parecia um xingamento. Principalmente com todas aquelas vozes excitadas.

O tempo todo enquanto éramos fotografadas sinto Huang me encarando. Tento ignorar, mas vez ou outra nossos olhares se cruzavam.

- Te vejo na cerimônia – Digo beijando o topo de sua cabeça. Mais uma vez tento ser invisível, todavia a mãe de Dae me para antes que eu saia da sala.

- Venha aqui querida quero te apresentar alguém – E antes que eu pudesse recusar ela já me arrastava para perto do meu pior pesadelo. – Renjun-ah essa é a melhor amiga de Dae-ah...

- Como vai (S/n)? – Diz sorrindo ladino e colocando as mãos nos bolsos.

- Bem.

- Espera! De onde vocês se conhecem? – Ela pergunta afagando meu braço.

- Estudamos na mesma universidade. – E assim resumo o que significava a minha relação com Renjun. Em apenas quatro palavras.

Ele me olha triste, mas não acrescenta ou diz nada, fazendo com que o clima entre nós ficasse mais tenso.  E mais uma vez ele não luta por mim.

Abaixo minha cabeça já sentindo as lagrimas consumirem meus olhos. Invento uma desculpa para a ommeonim, dizendo que eu precisava me apresentar para encontrar um lugar para sentar. Huang se oferece para me acompanhar, contudo eu nego:

- Não, você tem que tirar uma foto com sua prima. Te vejo na cerimônia ommeonim. – Digo simplista me afastando.

 

 

 

A cerimônia havia sido linda, e não pude evitar derramar algumas lagrimas. Minha amiga estava amadurecendo e era incrível fazer parte disso. A festa também estava sendo muito boa. A comida, a música e a decoração, tudo perfeito. Tirando aqueles pequenos olhos negros me fitando descaradamente.

Faço o possível para ignora-lo e aproveitar a festa a minha maneira. Como, por exemplo, dançar com o avô de Dae-ah. Que, apesar da idade avançada, se mostrou um exímio dançarino.

- Sabe, durante a guerra eu conquistava todas as enfermeiras apenas dançando com elas... – Ele me gira.

- Pode acreditar. Eu não duvido disso. – Sorrio ao ser girada.

- Vô ... – Renjun aparece atrás do mais velho – Posso dançar com a bela dama?

- Mais é claro! – Ele me gira novamente e ao parar sinto as mãos de Renjun me segurando com firmeza pelas costas. – Tenho que encontra minha esposa e chama-la para dançar também.

Duvido muito que eu ou Renjun estávamos prestando atenção ao que o mais velho dizia. Pois estávamos, os dois, perdidos em um profundo olhar. Cheio de significado.

Ao perceber que estava cedendo ao charme dele, tento me desvencilhar de seus braços. Entretanto isso só o fez me segurar com mais força.

- Uma dança. Eu te peço só uma dança (S/n). – Suplica me olhando fixamente. Desvio o olhar e apenas concordo com a cabeça.

Enquanto a música tocava, fomos nós soltando aos poucos. E quando a mesma terminou eu estava com a cabeça no ombro Huang, e ele com a sua cabeça tombada para o lado me observando com um sorriso ladino.

Quando percebo, havíamos dançado mais de uma música. E enquanto algumas pessoas agora estavam dançando como se estivessem em uma balada, nos dois dançávamos nossa própria música.

Saio de seu aperto e de longe vejo o olhar preocupado de Dae. Eu havia cedido. E não estava arrependida disso. Por mais que quisesse, mas eu não estava.

- Preciso ir. – Começo a andar para sair daquela confusão que estava a pista de dança. Me aproximo de Dae e me despeço dela: - Me desculpa, mas eu não consigo ficar mais...

Antes que eu termine ela me puxa para um abraço e afaga minhas costas. E sussurra dizendo que estava tudo bem eu ir.

 

 

Assim que chego em casa começo a chorar, pelos mesmo motivos que chorava antes. Saudades. Saudades daquele abraço quentinho que ele tinha. Saudades de quando seu cabelo cobria os olhos quando ele tombava a cabeça.

Me deito e abraço meu travesseiro tentando abafar minhas lagrimas.

 

 

Acordo com uma batida incessante na minha porta e com as vozes exaltadas dos meus vizinhos. Me levanto e assim que olho pelo olho magico vejo Renjun discutindo com meu vizinho do lado.

Abro a porta de supetão, assustando os presentes. Que param de falar e me olham.

- (S/n) ... – Renjun sussurra enquanto vasculha meu rosto com olhar, que ficava cada vez mais triste.

- (S/n) você conhece esse cara? – Meu vizinho se intromete entre Renjun e eu. Meus olhos dançam entre os dois homens a minha frente. Eu apenas afirmo com a cabeça. – Certeza? – Questiona descrente.

- Sim, eu o conheço senhor Kim. Pode deixar que cuido dele agora. – Ainda que um pouco relutante o homem mais velho se retira e volta a entrar em sua casa. – O que está fazendo aqui Renjun? – Pergunto desviando meus olhos dos seus.

- Você estava chorando... – Ele se aproxima tentando tocar meu rosto. Desvio de seu toque.

- O que está fazendo aqui Renjun? – Pergunto novamente.

- Precisava te ver ... – Ri anasalado enquanto coloca as mãos nos bolsos e abaixa a cabeça.

- Já me viu, pode ir embora agora? Sua presença claramente incomoda meus vizinhos... – Aponto com a cabeça para a porta do senhor No –... e a mim também.

- Você deve me odiar. – Ele sussurra.

- Te odiar? Não. Eu não te ódio. – Huang me olha em esperança. – Para haver ódio, tem que ter havido amor. E obviamente apenas eu te amei.

- Não fala isso.... Você não sabe o que minha vida vem sendo sem você.

- Renjun, vai embora. É o melhor que você pode fazer. Uma vez você me deu um concelho, e agora eu te dou o mesmo conselho: Você. Precisa. Seguir. Em. Frente! – Falo pausadamente.

Quando eu estava fechando a porta sua mão a segura e a abre com força, me assustando e fazendo com que eu me afaste. Com movimentos rápidos Renjun fecha a porta e, me segurando pela cintura e me beija como só ele consegue. Aquele beijo era cheio de sentimentos; Saudade, tristeza, alegria.

- Não podemos fazer isso – Digo entre os beijos.

- Não podemos apenas se você não quiser. – Ele segura meu rosto com as duas mãos me fazendo olhar em seus olhos – Você me quer (S/n)? – Meus olhos recaem para seus lábios e com um leve aceno de cabeça eu concordo.

- Quero, eu te quero muito! – Sussurro quase como em uma suplica. Ele sorri e volta a me beijar com uma paixão cada vez mais crescente. Cega pelo desejo que estava sentindo retribuo o beijo com o mesmo vigor.

Empurro ele para que se sente no sofá da sala e me sento em seu colo. Volto a atacar seus lábios com vigor, sugando sua língua antes de começar a dar atenção ao seu pescoço branquinho.

- Gostosa... – Ele sussurra, rente ao meu ouvindo, com uma voz roca enquanto dá um tapa na minha bunda – Minha gostosa ... – Aperta minha bunda possessivamente.

Renjun Huang estava claramente querendo mais ação, pois ele me segurou com firmeza pela cintura e trocou as posições, ficando agora em cima de mim. Renjun afrouxa sua gravata e desliza ela lentamente. E eu observava tudo, percebendo o quão sensual ele era quando estava com os cabelos bagunçados e a respiração pesada.

Ele se abaixa lentamente e começa a distribuir suaves selares pelo meu pescoço e ombro.

- Eu estava com tanta saudade da sua pele, do seu cheiro ... – Dizia entre os selares - ... dos seus gemidos. – Ele, então, simula uma estocada me fazendo perceber como estava excitado.

- Renjun-ah... – Reviro os olhos de prazer apenas com essa simulação.

- Isso, geme meu nome. E me faz matar essa saudade desgraçada.

Afoita por mais contato tiro seu blazer e antes que pudesse fazer o mesmo com sua camisa, ele mesmo a retira o mais rápido que conseguia. Voltamos a nos beijar aumentando mais ainda o tesão existente entre nos.

- Vamos para o seu quarto ...

Renjun me pela no colo no estilo noiva, nos fazendo rir em conjunto. O caminho até meu quarto já era conhecido por ele. E ao chegarmos nele Huang me coloca na cama como se eu fosse feita de porcelana, e ele logo volta a me beijar e apertar minhas coxas como se não houvesse amanhã.

Suavemente me vira, fazendo com que eu fique de bruços, e desliza o fecho do meu vestido. Ao terminar percebo que estava prendendo a respiração, por isso a solto de forma pesada juntamente com um gemido, ao sentir as mãos dele apertarem o seu dorso em uma massagem gostosa. Quando termina de tirar meu vestido Renjun dá um tapa forte na minha bunda, e eu afundo meu rosto no colchão para conter o gemido.

Ele dá consecutivas palmadas em minha bunda antes de afastar minimamente minha calcinha e passar um dedo devagar pela minha fenda.

- Você gosta de apanhar? – Mais um tapa – Hum.... Me diga (S/n). Você gosta de apanhar? – Nego, mas mordo meu lábio inferior para segurar um gemido alto que insistia em querer sair. – Então por que você está tão molhada? – Ele pressiona sua ereção contra minha bunda. – Eu acho que você gosta, mas só quando os tapas são meus, não é?

- Sim... – Gemido rebolando em seu pau, ainda coberto pela calça social. – Me fode Renjun!

- O que você quer? – Se debruça sobre mim, pressionando ainda mais nossos sexos – Me diz sua safada do caralho. – Me arrepio ao ouvir ele falar sacanagem ao pé do meu ouvido.

- Eu quero que me foda! – Digo entre suspiros de desejo.

Cheio de saudades e tesão, Renjun rasga minha calcinha e introduz dois dedos em mim. A cada movimento dele eu rebolava em seus dedos sentindo meu interior os apertando e ficando cada vez mais molhado. Por um momento ele retira seus dedos, mas logo eles são substituídos por seu pau, me fazendo gemer alto.

Huang segura meus ombros e me levanta me fazendo sentar em seu pênis. Com uma mão ele aperta um dos meus seios e com a outra massageava meu clitóris me deixando ainda mais excitada.

Tombo a cabeça apoiando-a em seu ombro, deixando meu pescoço exposto para ele. Que de prontidão o suga, dando um chupão tão forte que amanhã certamente deve estar roxo.  

Quando meu corpo parecia estar entrando em combustão gozo com leves espasmos. Sinto que Renjun também estava quase lá, por isso me empenho da melhor forma que eu conseguia para dar a ele todo o prazer que ele havia me dado aquela noite. E me abraçando ele goza gemendo contra meus cabelos:

- Eu te amo ...

- O que? – Me viro assustada para olha-lo. Contudo ele já estava se deitando e me puxando para deitar em seu peito.

- Eu te amo. – Diz antes de cair no sono.


Notas Finais


Lavem as mãos, usem mascaras e não saiam de casa!


Att.: I.F


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