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História Home - Capítulo 23


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Capítulo 23 - Oficialmente


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O restaurante era o melhor da cidade e o mais caro por ser vegano. Eu estava disposto a experimentar esse tipo de comida e não queria que ela me vesse comendo as coisa que costumo comer. Eu ainda estava sentado na mesa sozinho, com o anel no bolso e respirando fundo para me manter calmo. As pessoas iam entrando e se sentando na mesas daquele lugar. Isso me fazia me sentir ainda mais sozinho. 

- Ela vai chegar, Taehyung! - isso é o que repetia sempre para mim mesmo assim que mais algum casal entrava ali.

Até que a vi entrar... ela estava perfeita! Estava com um vestido azul escuro e os cabelos amarrados, apenas com pequenas mechas soltas dos lados. Assim que me viu, acenou para mim e sorri de volta. Ela caminhou até mim e me levantei.

- Boa noite, Taehyung! - ela exclamou. 

- Boa noite, Louis! - fui até sua cadeira e gentilmente a puxei para que ela sentasse. 

- Obrigada! - agradeceu. - Eu devo estar muito atrasada, não é?

- Nada disso! - me sentei novamente. - Só fiquei preocupado, aconteceu alguma coisa?

- Não, eu só tive que esperar a mãe da Jihyo me trazer. - pausou. - E ela não é muito pontual.

- Mudando o assunto de repente, mas... você conseguiu superar sua própria beleza! - coloquei minha mão sobre a sua.

- Ah! Não seja tão modesto, Taehyung! - pediu sem graça e apertou minha mão. 

- Com licença, já querem fazer algum pedido? - o garçom nos interrompeu.

- Pode ser um vinho, por enquanto? - pedi sua opinião. 

- Claro. - concordou.

- Pode ser o vinho seco mais vendido, por favor. - pedi educadamente. 

Ele balançou a cabeça e nos trouxe o vinho depois de alguns minutos, e nos serviu. Agradecemos e ele foi atender outras pessoas.

- Como está a tela? - perguntou.

- Ela está do mesmo jeito que você viu, não toquei em nada. - repliquei.

- Ontem eu pensei muito sobre o nome que a tela terá. - pausou. - E cheguei a conclusão que será Follow.

- Por que "Follow"? - indaguei.

- O significa ficará oculto por enquanto, mas é algo que significa muito para mim. - fez mistério.

- Você só pensou sobre isso ontem? - questionei ao passar minha mão sobre sua perna.

Ela engoliu seco no mesmo instante.

- Com licença! - disse o garçom.

Nesse mesmo momento, retirei minha mão de sua perna e comecei a agir como um ser humano decente.

- Aqui está o cardápio, caso já queiram fazer o pedido. - completou.

Louis pegou um dos cardápios e começou a escolher algo, eu não entendia nada sobre as comida, então acabei escolhendo o mesmo que ela. Apenas sei que é bom. 


[...]



Ficamos longas horas conversando e saborendo nossa comida (ela tinha razão, a comida realmente era boa). Esquecemos de tudo o que existia ao nosso redor e ficamos rindo de quase tudo, talvez poderia ser o efeito do vinho batendo em nosso corpo. Apenas sei que aquela era a melhor sensação que alguém poderia sentir. Ela me fazia bem, fazia com que eu esquecesse todos os problemas que já tive... levou embora a minha solidão que durava á anos. 

Depois de eu ter pago a conta, saímos do restaurante. 

- Então isso é um adeus? - perguntou ela.

- Lógico que não! - exclamei. - Temos a noite inteira para aproveitar ou tem algo para fazer?

- O que sugere? - indagou, com os braços cruzados por causa do frio.

Eu tirei meu paletó e coloquei nela.

- Obrigada! - sorriu.

E sorri de volta.

- Podemos caminhar, o que acha? - sugeri.

Ela segurou em meu braço e assim começamos a caminhar. Realmente estava frio e parecia que em qualquer instante iria começar a nevar, mas eu não importava nem um pouco em estar quase congelando... contanto que ela estivesse bem, era o suficiente para mim. Caminhamos por muito tempo, tempo que eu diria que foi longo. Meu plano no começo era entregar o anel a ela no restaurante, mas acabei mudando de ideia. Havia muitas pessoas lá e querendo ou não eu estava com uma certa vergonha.

Acabamos nos sentando em um banco qualquer, por causa do cansaço e do frio que estava terrível. 

- Se quiser, eu lhe devolvo. - se referiu ao paletó após perceber que eu estava com frio.

- Não, você precisa mais do que eu. - me recusei.

Depois disso, ficamos em silêncio absoluto. 

Até que ela encostou sua cabeça em meu ombro.

- Eu não esqueci de ontem, Taehyung. - afirmou. - Eu me lembrei sempre com todos os detalhes possíveis... porque aquilo significou muito para mim.

- Eu digo o mesmo. - concordei.

Ela levantou sua cabeça e me olhou dentro dos olhos.

- Eu estaria exagerando se falasse que amo você desde da primeira vez que lhe vi? - questionou. 

Soltei uma leve risada.

Aquela era a hora certa! Então, peguei a caixa do anel do meu bolso.

- Abre a mão. - pedi.

Ela abriu sua mão, sem entender o porquê. Eu coloquei a caixa sobre ela e a abri.

- Taehyung! - seus olhos brilharam.

- Eu quero que seja oficial para todo mundo que estamos juntos e sempre estaremos. - pausei. - Louis Andersson, você aceita ser minha namorada?

Ela acariciou meu rosto e a beijei assim que pude.






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