História Homem de pura sorte! - Capítulo 42


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Categorias One Piece
Personagens Monkey D. Luffy
Tags Luffy Ostentação, Luffy X Harém, Luffy X J Bonney, Luffy X Nami
Visualizações 166
Palavras 1.944
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Survival, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoal! Desculpa a demora do capítulo :P... eu, o deku e uns outros cara estávamos fazendo invasão no Dark Souls 3 nos últimos dias, e eu acabei não tendo tempo de escrever!
Bem, espero que gostem!

Capítulo 42 - A navegadora e o capitão se encontram!


Luffy

O mesmo, ofegando e altamente preocupado, corria pelas estradas de terra marcadas entre o chão e as grandes poças de água. Decidirá por guardar o poder da luz, caso ainda quisesse chegar a enfrentar o homem-peixe. Sua preocupação e ansiosidade estava no ápice… Onde estavam seus três companheiros?! Era a pergunta que o mesmo se fazia clara e rapidamente a todo segundo. Coração batia como um louco, pensando nas possibilidades do que poderia ter acontecido para os mesmos ainda não terem aparecido.

…!! Finalmente, depois de tanto andar incansavelmente pelos caminhos terrosos, uma pequena entrada de vila aparece sobre o seu olhar. Talvez pudesse ter informações por lá. Rapidamente, jogou seu olhar para cima, cerrando os olhos enquanto se colocava a correr um pouco mais rápido—já deviam ser 1 da tarde, 5 horas para o pôr do Sol.

Poucos segundos mais tarde, o do chapéu de palha finalmente adentra pelos portões da pequena cidade—notando seu nome em uma placa; Vila Cocoyashi—… Porém, não foi o nome da cidade que lhe chamou a atenção, ou o fato da falta de pessoas pelas ruas… Buracos e buracos se faziam nas paredes e chão, assim como jorros de sangue na maioria das estruturas queimadas… Marcas de queimado e pólvora também se faziam perto de poças de sangue, referindo-se claramente a tiros.

Andando um pouco mais lento e olhando mais seus arredores, levantando sua guarda até o maior ponto possível, o do chapéu pôs-se a andar até uma das poças de sangue com uma marca de pólvora há, pelo menos, meio metro da mesma… No momento que chegou a frente da poça, levou sua mão até o centro da poça, criando pequenas ondas de afastamento de sangue… O núcleo da poça estava morno. Já com a outra mão, tocou a borda da poça… Concluindo, a borda estava mais fria do que quente. Mordeu o lábio inferior, enquanto enrijecia seus músculos… Aquilo significa sangue recente; menos de duas ou três horas. Como ele sabe disso? Anos na floresta como caçador.

Antes seu coração já estava preocupado, agora borbulhava em puro medo de acontecimentos recentes. O que é que aconteceu ali, aconteceu recentemente… Tinha de obter informações com qualquer pessoa que fosse, para aliviar essa pressão incrível no seu peito. Engolindo em seco, limpou o sangue em sua blusa cinza, se levantando e começando a andar bem mais rápido que antes, olhando freneticamente para os lados em procura de alguma alma viva.

…! Levantou uma sobrancelha, quando viu vários marinheiros vindo de longe do outro lado da cidade… E eles carregavam algum tipo de sarcófago—também percebendo uma pequena aglomeração de pessoas da área onde os marinheiros vinham… O que raios estava acontecendo ali? Para se camuflar, abaixou o chapéu de palha sob seus olhos e começou a olhar uma vitrine de uma loja próxima de si—não queria problemas com a Marinha enquanto procurava por seus companheiros; não queria fazer esforço com a fruta atual e, por fim, não tinha paciência para pessoas fracas como aquelas.

… Dado-se alguns bons segundos, os marinheiros passavam por trás de si, que apenas fitava a vitrine com uma cara curiosa…! Todavia, um homem que parecia um rato comentou com nojo, enquanto passava pelas poças de sangue e destruição.

Rato – Keh… Arlong teve um tempo difícil hoje, creio eu. Aquele homem-peixe idiota não consegue nem lidar com simples humanos? Um atirador e um cozinheiro batendo em seus homens… Que idiotice. – comentou com desgosto, olhando para as poças de sangue por aí—não deixando de rir para si mesmo, antes de voltar a seguir pelo mesmo caminho que já seguia antes.

…! Uma sombra negra se fazia sobre os olhos do menino do chapéu de palha, enquanto uma veia nascia em sua cabeça. Então aqueles rastros de briga tinham sido de seus companheiros contra os tritões? Esperava muito que todo o sangue não fosse de nenhum deles. Os marinheiros pareciam ter alguma conexão com Arlong, para já entender de seus assuntos tão praticamente… Suspirou pesadamente… Já começava a ter um entendimento da fala da rosada mais cedo—a Marinha não veio ajudar pois tinha algum tipo de corrupção envolvida, então. Apertou os punhos nessa demonstração de sujeira, claramente enraivecido.

Todavia, sua atenção não fica muito nos marinheiros corruptos, quando uma certa comoção chama sua atenção, fazendo assim sua sobrancelha se arquear.

… As pessoas da cidade pareciam voltar para suas casas—mas não com rostos de medo ou ansiosidade, como esperaria dos vários cidadãos comuns, que nada poderiam fazer contra tritões ou contra a Marinha… Eles voltavam com olhares severos; determinados… Como… Se estivessem prontos para executar algo que exigiria muito…!! No entanto, sua atenção nas pessoas some tão rápido como fogo queima palha, enquanto seus olhos cresciam imensamente, assim como um grande sorriso em sua feição. Entre suspiros ofegantes e passos errôneos, que quase as levavam para o chão, ou com o cabelo batendo em sua face suada e voltando ao vento, espalhando seu suor… Queira sim ou não, ali estava ela… Sua navegadora!

Ansiosidade e felicidade, assim como uma descomunal leveza em seu peito caíram sobre seu peito, fazendo-o suspirar aliviadamente—no mesmo tempo que não percebia, quando seus pés começaram a se mover inconsequentemente na direção da navegadora. Seu sorriso branco como nuvens em um céu de manhã, pela enorme felicidade que era ver a menina de cabelos alaranjados correndo pelas ruas da cidade.

Sua garganta e coração já não iam aguentar mais, quando decidiram extravasar em um único movimento conjunto—e, puxando o ar para dentro de seus pulmões, assim como levantando as mãos para o alto, o do chapéu de palha gritou aos céus.

Luffy – NAAAAMI!! – gritou altíssimo, fazendo o grito ecoar pelas paredes da cidade rapidamente, chamando a atenção de algumas das pessoas que ainda entravam para dentro de suas casas.

… Já para Nami foi diferente… foi como se um gelo enorme atravessasse seu coração naquele momento, quando seus olhos se arregalaram e ouvidos tintilaram, mandando seu olhos para frente e atenção para longe de sua cabeça bagunçada. Lá, com um divertido e gigante sorriso em sua face, estava o homem que a chamou de companheira… Suas sobrancelhas se contraíram em nítida confusão; o que raios ele estava fazendo aqui?! Como ele chegou aqui?! Por que ele veio aqui! Como eles ainda não perceberam que ela não está mais do seu lado?! Ela forjou a morte dos dois idiotas, pedindo silenciosamente para eles não voltarem… Ela soltou o espadachim, ainda pedindo que ele saísse daqui e a esquecesse!… Então… Mesmo mostrando que não queria mais nada com eles… Por que esse idiota…?!

Uma raiva intensa cresceu de seus pés trêmulas, mandando seus lábios superiores contra os de baixo em uma face incrivelmente ameaçadora de raiva. Apertou seus dedos em suas palmas tão fortemente, que o sangue começou a acumular em suas pontas… Já não bastava toda a desgraça que acontece em sua vida, ainda há gente como esses idiotas do bando do chapéu de palha!!… Ia se livrar deles exatamente agora.

Apertando o passo na direção do homem sorridente, a de cabelos alaranjados puxa o ar para dentro de sua boca, soltando suas palavras na própria criação de um mundo acinzentado.

Nami – SAÍA DA MINHA FRENTE, SEU PIRATA DESGRAÇADO!! – gritou em todas as forças, no mesmo momento que elevou seu punho para trás, pisando com extrema força na frente do chapéu de palha—parando de correr—… E, sob um olhar lentamente confuso provido do menino, a alaranjada tira todo o ar ao redor, enquanto levava o punho com grande pressão para frente…!! E, sob um grande silêncio, seu punho finalmente chega ao destino que era a face do capitão… Seus pés saíram do chão com a força do soco, e seu chapéu voou para fora de sua cabeça rapidamente, voando com o ar.

…!! E o tempo voltou finalmente ao normal, com a alaranjada no mesmo ritmo de corrida de antes, ignorando totalmente o garoto—do qual voou contra a vitrine de antes, a quebrando sobre suas costas… Sorte a sua que estava com uma logia, senão esses cacos de vidro que atravessaram seu peitoral teriam o matado. O do chapéu de palha deitado sobre os cacos de vidro não esboçava reação alguma, encarando o teto da loja confuso… Vagarosamente, o mesmo se levantou—não percebendo seu peito se regenerando em luz dourada—na verdade, não percebendo nada… Seus olhos estavam focados na mulher de cabelos laranjas de costas… Agora, sua mão enfaixada sangrava, seu passo era trêmulo e torto, demonstrando cansaço extremo e estresse.

Andou lentamente até seu chapéu, pegando-o do chão e o observando por um segundo… Sua mão então apertou fortemente a palha do chapéu, antes de colocá-lo em sua cabeça… Ele ia se redimir com sua navegadora; tinha essa obrigação na verdade… Ele foi irresponsável com ela, e como foi… Se ele tivesse sido um capitão melhor… Com certeza perceberia o quão tristes seus olhos eram… Talvez, pelo fato deles sempre aparentarem raiva ou concentração… Não, isso não é desculpa… A culpa é sua e ele deve desculpas a ela.

– Luffy!! – gritou uma voz repentinamente, chamando assim a atenção de Luffy na alaranjada, que agora já desaparecia de sua visão. Seus ouvidos captaram rapidamente essa voz, a reconhecendo quase imediatamente—forçando-o a virar em uma explosão de preocupação e ansiosidade.

E lá estava… Carregando algo em suas costas com um manto por cima, e fumaça saindo de um cigarro em sua boca… O seu cozinheiro loiro! O mesmo estava encharcado, percebeu quase na hora. Ele também ofegava, assim como tinha roupas rasgadas e sangue fluindo de alguns vários lugares, o que equipararam o susto do chapéu de palha ao ouvir sua voz.

Luffy – Sanji! Você está bem?! Finalmente te achei! – gritou em preocupação e felicidade, enquanto corria na direção do cozinheiro, quase o enlaçando em um abraço apertado—teria acontecido, se o mesmo não estivesse empurrando sua cara com o pé.

Sanji – Oi, fica longe de mim, idiota! – gritou o mesmo irritado. Com isso, o do chapéu de palha se afastou um pouco, dando a deixa para o loiro levantar um pouco do pano grande que estava em suas costas…!! Revelando o narigudo, porém inconsciente—novamente deixando o capitão assustado de preocupação. – Não precisa se exaltar!… Ele tá bem, só desmaiado—tragou o cigarro então, aparentando seriedade—Luffy… Há algo importante que eu tenho que conversar com você e com todos os outros. – falou sério, começando a ir por um beco; claramente não queria falar esse tipo de informação com olhos alheios encarando, coisa que o chapéu de palha entendeu na hora.

Assim que andaram pelo beco de terra, o do chapéu disse, cutucando a face de Usopp para ver se ele estava bem.

Luffy – O que é essa coisa importante? – perguntou um pouco sério, notando que o atirador respirava. Com mais uma tragada e liberação de fumaça, o loiro replicou.

Sanji – É sobre a Nami-chan… Ela não é o que parece! – falou se exaltando na última parte, deixando Luffy apenas de uma sobrancelha levantada em confusão. – Há uma história por trás do que ela é… Muita coisa aconteceu com ela, e você precisa saber sobre… E eu garanto; assim que saber… Você vai querer chutar ainda mais a bunda de Arlong. – falou sério a última parte, aparentando alguma raiva nítida na voz.

Um péssimo pressentimento ansioso correu pelo menino do chapéu de palha… Com certeza ele fez algo contra Nami no passado—apenas esse tipo de pensamento já o enraivecia—… e agora ele teria as informações concretas. Apertou os punhos ficando em silêncio, dando deixa para o loiro começar a falar.

To be continued


 


Notas Finais


E as teorias do Luffy usando a espada amaldiçoada foram por água abaixo :v... pelo menos usando do jeito certo, é claro. Mano, esse capítulo 913 foi até que legal; teve Zoro 30% de defesa contra pregos, O-tama tendo um avanço na doença e o aparecimento dos Piratas do Coração... Já tô querendo mais, se loko! E o episódio 848 foi meio né... 70% enrolação, 28% SOUL KING!!!! e os últimos 2% aquele Red Hawk foda do Luffy

E caralho... olha que imagem foda; https://images2.alphacoders.com/516/516664.jpg


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