História Homem de pura sorte! - Capítulo 44


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Categorias One Piece
Personagens Monkey D. Luffy
Tags Luffy Ostentação, Luffy X Harém, Luffy X J Bonney, Luffy X Nami
Visualizações 147
Palavras 2.107
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Survival, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Meu consagrado, que trabalhoso foi esse capítulo!
Espero que gostem!

Capítulo 44 - O bando do Chapéu de Palha


‘’Vamos lá, Luffy! Tente não ser comido pelos crocodilos!’’…

‘’Ele se foi, Luffy… Tudo isso… Apenas porquê queria ser livre… O mundo é injusto demais… Por isso nós dois temos que combater essa injustiça, e mostrar pra eles que podemos ser livres o quanto quisermos!… E então, pra fazer jus a ele e para você… Eu juro… Que eu nunca vou morrer!!’’

‘’Nós vemos novamente na Grande Linha, irmãozinho!… Tente ficar o mais forte que puder, até chegar lá!’’

‘’ARLONG!!’’

E com um susto, o menino do chapéu de palha desperta rapidamente… Como o chapéu estava na frente de seus olhos, não conseguiu ver ou entender o que estava acontecendo. Portanto, levantou a aba de seu chapéu de seus olhos, vendo a mesma paisagem de antes—os prédios, o vento batendo lento em si, a grama pontiaguda e irritante cutucando a pele de suas pernas…

ARLONG!! ARLONG!!

Esses gritos ecoaram entre as paredes dos prédios, chamando sua notória atenção… Conhecia muito bem a portadora dessa voz, da qual agora agonizava em altos gritos embargados, esses que ricocheteavam entre as pedras que formavam as casas ao redor.

‘’E então, a mãe delas morreu com um tiro na cabeça… Tudo para proteger e afirmar que tinha duas filhas, mesmo elas não sendo do mesmo sangue...’’

… Arlong…

‘’Ela fez uma promessa com o peixe que, se ela desse 100 milhões de beri para ele, ele libertaria essa cidade e a própria Nami-chan… Mas tá na cara que é mentira dele, eu percebi… Não tenho certeza de como Nami-chan acreditou nele… Todavia, eu não conseguiria compreender a mente de uma criança que perdeu tudo e foi forçada a entrar em um mundo tão obscuro…’’

… Foi ele que fez isso com Nami… Ele tirou tudo dela; ele criou todo o sofrimento de uma de suas companheiras.

‘’Nami-chan é uma mulher incrível, tenho que admitir… Lutar contra a vida por ideais tão nobres, mesmo depois de perder tudo… Eu ainda vou chutar a cara daquele tritão com toda minha, por todo o sofrimento que ele a fez passar.’’

… Se não fosse por ele… Talvez, sua navegadora tivesse tido uma vida feliz—ao inverso de oito anos de puro sofrimento… Ele como capitão tinha uma missão, ele percebeu isso há muito tempo, quando suas pernas se mexeram sozinhas para salvar seu companheiro de cabelos verdes… Sua missão como capitão era proteger e garantir a felicidade de todos os que um dia chamará como amigo… E, o mais importante, ter total certeza que eles concluam seus sonhos… O sonho de Nami é ser a maior cartógrafa do mundo, e mapear o mundo todo… Mas o que isso valeria, se ela sofresse a vida toda nas garras de um desgraçado?… Desculpe a demora disso, Nami… Porém eu lhe garanto… Isso tudo vai mudar.

Já se mexia de onde estava deitado e, até agora pouco, dormindo… Agora, o mesmo andava pelas ruas de pedra, até o objetivo que seria sua navegadora. Dado pouco mais de segundos de caminhada, o mesmo passa direto por uma aglomeração de pessoas empunhando armas—de cabeça abaixada e rosto negro, nada mais acontece.

… Seus passos são lentos, enquanto sua mente se enchia de memórias que teve com sua navegadora alaranjada; os bons momentos juntos, se divertindo e bebendo… Os momentos perigosos de lutas contra a Marinha, que ela definia os próximos passos em auto mar em total coordenação… Ou, até mesmo, nos momentos que ela batia em si ou no narigudo, por fazer alguma bobagem.

… No fim, a estampa em pedra que se criou dentro de sua mente, foi seu belo sorriso que a mesma sempre dera, diante alguma situação boba entre os companheiros… Aquela face linda de felicidade… Ela nunca mereceu isso… Nada deveria ter sido assim para ela! Seu rosto se contraí em uma pesante dor, quando o mesmo a encara de costas no fim da rua… Com uma faca ensanguentada, a mesma apunhalava o que era a tatuagem dos homens peixes em seu bíceps… A mesma tremia em euforia, junto de sua voz alta e estridente ecoando pelos ares, carregando lágrimas e lágrimas de dor e angústia.

Mas, no fundo, o mesmo conseguia sentir—não só raiva… não só ódio… não só angústia—no fundo da alma de sua companheira de cabelos laranjas, mesmo que abafado pelos seus gritos provendo em total ódio o nome do tritão… Ele conseguia escutar sim um grito a parte… Um grito de ajuda, de medo… Um grito de uma pequena garota presa em correntes que não poderia se soltar sozinha.

… Ela precisava de ajuda; ela implorava por ajuda no meio da tempestade que era seu ódio… E ele estaria ali pra isso—pra ouvir sua voz mais profunda de todas… A voz que falava a verdade de si mesma.

Seus passos então desaceleraram, no mesmo tempo que seus punhos se trincaram e sua face se desconectou-se do pesar, agora fachando algo entre a compreensão e determinação.

E então, o cessar…! Quando, novamente, ela ia esfaquear a acumulação grotesca de sangue que era seu bíceps, a mão do menino do chapéu de palha segura em seu pulso, parando totalmente o movimento.

… O momento de silêncio é intenso, quando a alaranjada vira seus olhos âmbar para trás, encarando o capitão de baixo… Rapidamente, o tintilar do metal se faz no chão, mostrando que a faca que segurara antes caíra ao solo—não deixando se perceber quando ela prensou suas mãos contra o chão, e as fungadas e criação de lágrimas cresceram em quantidades imensas.

Nami –… Eu te rejeitei… – falou rouca pelas lágrimas.

Luffy – Sim, você fez isso. – respondeu, a encarando ainda…!! Uma explosão de raiva veio dela, novamente virando seus olhos para o capitão.

Nami –… Então… POR QUÊ?! POR QUE VOCÊ AINDA ESTÁ AQUI?! SAÍA LOGO! VÁ EMBORA! NÃO VOLTE NUNCA MAIS! NÃO APAREÇA NUNCA MAIS PARA MIM! SAÍA, SAÍA, SAÍA!! – gritava incessantemente, em olhos arregalados de um ódio lascivo e crescente, no mesmo tempo que suas mãos jogavam a terra do chão na roupa do capitão, inutilmente tentando afastá-lo de si… E lá, parado atrás de sua companheira, da qual sangrava pelas unhas de tanto escavar o solo loucamente, o mesmo não deixava de observá-la.

A dor crescente dentro de seu ser não parava um único segundo de crescer, se expandindo para toda célula de sangue que corria em suas veias… A face do menino do chapéu de palha enchia seu coração de dor e ódio… Isso, porquê a mesma se importava com ele… Ela se importava com todos os idiotas naquele barco! Os momentos que teve com cada um deles… As risadas… As vezes que gritava de raiva também contavam… Por que eles… Simplesmente… Não poderiam ir embora daqui?! Por que eles não podiam deixá-la em paz?! Por que não podiam seguir suas vidas juntos?! Cada um se divertindo como os piratas que são… Descobrindo novas ilhas em mar… Conhecendo novas pessoas? Por quê?… Por quê?… Por quê?… Por que eles queriam ela?!

… Então, finalmente aconteceu… Diante de uma única imagem muda em sua cabeça, tudo brilhou e ganhou o devido som.

‘’Bem-vinda ao bando, queira você ou não! Provindo do espadachim de cabelos verdes.’’

‘’Somos companheiros… Esse idiota faria isso por cada um de nós! Vindo da mulher de cabelos rosas’’

‘’Eu não entendo muito o capitão… Mesmo ele aparentando ser um idiota, como os outros dizem… Ele pode se mostrar extremamente cuidadoso com cada um de seus companheiros… É um apreço que chega até me lembrar minha própria mãe. Falado pelo narigudo atirador’’

‘’Shishishi… A Nami aceitou ser nossa companheira de graça!! E, finalmente vindo do sorridente capitão idiota’’

… Todos confiavam cegamente no homem do chapéu de palha, acreditavam nele e o seguiam… Tudo porquê ele fez o bem para cada um individualmente… E isso… Porquê eramos todos seus companheiros…

‘’Companheiro’’…

‘’Nós começamos todos juntos… E vamos até o final… Juntos!’’

… Suas lágrimas cresceram como nunca em seus olhos. A dor estava exalando de seu corpo em uma aura negra e depreciativa… Ela precisava de ajuda—por fim, percebeu. Ela nunca teve ninguém para ajudá-la, ou alguém que ficou ao seu lado… Ela nunca teve alguém que a chamou de sua companheira.

… Mas… Todos eles… A chamaram disso… Todos eles, especialmente o capitão, sempre estarão lá para ela… Mesmo que seja um homem-peixe, ou todos os Marinheiros simultaneamente… Ou até mesmo o mundo!… Se até mesmo nessas condições ela tinha a noção de que eles estariam lá para ela…

… Então… Ao menos uma vez… Ela poderia dizer isso?

Virou-se mais uma última vez para o menino ainda parado atrás de si… Em um mundo repleto de negritude, talvez aquela fosse a única luz que poderia ver… Mas… Essa luz estaria ao seu lado? Com uma garganta em espinhos do embargo das lágrimas e das dores ardentes abaixo de seus dois olhos, a mesma proferiu.

Nami –… Luffy… Por favor… Me ajuda… – pediu honestamente… Naquele momento… Naquele único momento, oito anos repletos de sofrimento passaram pela frente de seus olhos. O intérmino sofrimento para conseguir uma certa quantia de dinheiro para quitar uma dívida mentirosa… Ou seja, no final, todos esses anos não passaram de mentiras… Agora, na frente da palavra de todos que a chamaram de companheiro… Haveria outras mentiras? Ou, por final de um lívido suspiro… Haveriam verdades e esperanças?

…!! E o tempo parou para si, assim como o ar não batia mais em suas costas… Bastou um segundo, e esses anos de mentira e dor se quebraram como espelhos ao seu redor, tendo seu pó sendo carregados pelos ventos—tanto que, quando percebeu o Sol brilhando em sua frente, seus olhos se cerraram em meio às lágrimas… Mesmo que a luz não batesse em sua pele, era como se o Sol fizesse contato direto consigo.

Um apertado contato de corpos… Braços entrelaçados atrás de seu pescoço… Essas coisas formavam a chave da sua cela—cela essa que a mantinha presa no seu mundo de desgraças—… essa chave era Monkey D. Luffy… O homem que a tinha acabado de salvar de um mundo tomado pela escuridão.

Luffy – Nami… Você sempre será… A minha companheira… Mesmo que você me bata ou me xingue… Eu sempre sorrirei para você e limparei com todo o prazer os problemas que te afligem… Então, não se preocupe com mais nada a partir de agora… Eu cuidarei desse problema! – falou em total calma e serenidade, com uma voz que carregava os sorrisos na memória da navegadora para a atualidade. – Enquanto eu faço isso, você poderia cuidar disso para mim? – completou sua fala, chamando a atenção da menina…! Então, sentiu algo bater em sua cabeça—no mesmo tempo que, lentamente, o abraço dos dois se desvinculava.

Curiosamente levou a mão na cabeça, enquanto assistia ao capitão dando as costas para si, andando em linha reta para frente… E, assim que sentiu o que se fazia em sua cabeça, sua única reação foi contrair uma face mais e mais chorosa.

O maior tesouro dele… Ele havia confiado o mesmo em si.

… Enfim, enquanto assistia a ele ir embora, tudo que poderia fazer era rezar para o seu bem-estar, agradecendo infinitamente pelo seu salvamento… Não deixando de citar uma aceleração descompassada em seu coração, mostrando uma passagem nítida de sentimentos e emoções.

Luffy

Andando de costas para a alaranjada, finalmente permitiu que algo viesse a tona… Uma face de puro ódio nasceu em si, enquanto—lento—mantinha o ritmo de seu passo. Rapidamente notou seus companheiros espalhados entre os dois prédios ao redor. Assim, quieto, passou entre todos eles, recebendo olhares curiosos e ansiosos.

…!! Até a ordem ser provida do capitão.

Luffy – Nós estamos indo! – falou em tom de liderança, em um alto e bom som. E a resposta veio em um conjunto único de sons.

Tripulação – Claro! – gritaram todos juntos, começando a seguir o capitão detrás, fazendo um padrão claro de formação;

Em liderança: Monkey D. Luffy – capitão dos chapéus de palha, 12 milhões em recompensa.

No meio da primeira fileira a partir do capitão: Reiju – 1° liderança dos chapéus de palha, estrategista

Na direita da primeira fileira a partir do capitão: Roronoa Zoro – 2° liderança dos chapéus de palha, 8 milhões em recompensa, espadachim

Na esquerda da primeira fileira a partir do capitão: Sanji – 3° liderança dos chapéus de palha, cozinheiro

Seguindo na segunda fileira única: Jewelry Bonney – 1° combatente dos chapéus de palha, 5.3 milhões em recompensa

Em última instância como franco: Usopp – Atirador de elite dos chapéus de palha.


 

Nesse momento, o Bando do Chapéu de Palha marchava em direção do Arlong Park!

To be continued!


Notas Finais


Digam aí, o final foi meio bosta? Se acharem que foi, eu tiro na edição :v


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