História Homem de pura sorte! - Capítulo 46


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Categorias One Piece
Personagens Monkey D. Luffy
Tags Luffy Ostentação, Luffy X Harém, Luffy X J Bonney, Luffy X Nami
Visualizações 279
Palavras 1.973
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Survival, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OOOOOOOOOOOOOOOOOOO...lá
Espero que gostem!

Capítulo 46 - Na velocidade da luz


Arlong—

Arlong – Shahahahaha!!… Que humanos fracos e idiotas! – comentou para si mesmo, rindo às alturas, sentado em uma cadeira de praia—atrás de si, metade inferior de seu prédio estava destruído. Um outro tritão, porém esse com protuberâncias enormes nos cotovelos em forma de estacas, falou logo em seguida, aparentando algum tipo de confusão.

Kuroobi – Me pergunto se aqueles dois são dos mesmos que fizeram isso com nosso prédio… – se questionou, olhando de canto para o edifício com a parte inferior destroçada. O sorriso de Arlong se perdeu, enquanto ele vagava o olhar para trás. Em desdem, o mesmo proferiu.

Arlong – Eu duvido muito… Eles eram fracos demais até para fazer um único arranhão em nós… E, quem quer que seja que fez isso com meu palácio, estará morto… Porquê não há modo algum de fugir dessa ilha sem que eu saiba! SHAHAHAHA!! – falou bem alto para si mesmo, rindo ironicamente no final. Os seus vários subordinados que o rodeavam também pareceram rir, estufando suas convicções rapidamente… Afinal, eles eram homem-peixe, a evolução natural e física do humano comum… Logo, pela lei que rege o mundo, eles sempre ganhariam desses fracos serem que nem ao menos conseguem respirar debaixo d’água!

…!! Porém, o riso do tubarão se corta, quando seus olhos são atraídos por algo peculiar… Uma forte luz dourada emanava de fora de seus portões, refletindo a calma luz do Sol—não demorou muito, e os outros tritões também encararam aquilo… Um leve frio corre na espinha de Arlong, quando uma antiga memória relacionada à luz vem em sua cabeça… Aquele maldito usuário de fruta do diabo.

Arlong – Oi, Chu… Vá nos portões verificar o que está acontecendo. – proferiu calmo e lento, ainda não tirando os olhos dos muros de pedra. O peixe com a boca estendida respondeu um imediato ‘’Claro’’—não deixando de fazer um barulho de beijo, antes de começar a se mover em direção do portão.

…!! E, fazendo os olhos de todos arregalarem e os instintos primais de Chu eclodirem, fazendo o mesmo dar um assustado pulo para trás, entrando na água do mar; uma grande explosão aconteceu no portão com a luz dourada—portão esse que já nem ao menos existia, apenas poeira em seu lugar. O frio que corria a espinha do tubarão aumentou mais ainda, fazendo sua cabeça se mover um pouco para frente, assim como seus braços enrijecerem… O que raios estava acontecendo aqui?… Por que uma sensação tão ruim corria dentro de si, a partir da destruição e do acumulo estranho de luz?

Não… É Impossível, praticamente… O que a desgraça de um almirante ia vir fazer nessa ilha?! E ainda mais pelo fato de terem um pacto de silêncio com a guarnição dessa área… É impossível…

– Quem aqui é o Arlong?… – uma voz eclodiu de dentro da neblina de poeira que cobria os destroços do portão, chamando assim a atenção de todos os homens peixes ali, dos quais encaravam o portão caído em ansiosidade, medo e confusão…! Então, para a surpresa de geral, um homem saí de dentro da poeira—logo, sendo seguido por mais dois. Com a saída deles do meio da sujeira no ar, um alívio correu no sangue do tritão… Afinal, tinha apenas se enganado, então? Que cérebro idiota, pregando peças em si… Não era o homem de luz, felizmente.

Com um sorriso no rosto, o mesmo observou seus homens entrarem em posições mais defensivas, assim como Chu saindo da piscina. Logo, seus olhos moveram-se para os três que saíram da poeira de destruição, perdendo levemente o cínico sorriso… Conhecia dois dos que estavam ali—primeiramente, o capitão dos chapéus de palha… Com 12 milhões de recompensa, esse era Monkey D. Luffy… Ele era um perigo, já que era usuário de uma fruta do diabo que fazia partes do seu corpo aumentarem de massa. O outro, era o homem que Nami tinha salvo, Roronoa Zoro… Caçador de piratas, com 8 milhões por sua cabeça. Ele também é bem perigoso, visto o fato de ter mandado vários de seus homens para a enfermaria… O loiro fumante já não faz ideia. Então os chapéus de palha tinham vindo aqui tirar satisfação com ele, ha!… Nami sempre consegue dissuadir muito bem suas presas.

Decidiu então por respondê-lo;

Arlong – Arlong, esse sou eu… Quer algo comigo, Chapéu de Palha? – perguntou em um tom calmo e sério… Notou a face dele mudando gradualmente—ele estava visivelmente muito, mas muito puto com algo… As coisas agora podem ficar interessantes, pelo visto… Faz algum tempo que não brinca com humanos, na verdade.

Luffy – Você… – falou simplório, enquanto apertava os dedos da mão contra a palma. – Zoro, Sanji… Fiquem aqui e cuidem de minhas costas. – sussurrou para os companheiros, recebendo olhares arqueados dos dois… Assim, o mesmo começou a se mover lentamente na direção do homem-peixe, evidenciando claro em seu rosto uma cara de extrema raiva. – Pelo que sei, você chegou nessa ilha há 8 anos… E, desde então, você fez dela um inferno completo. Você matou centenas, se não milhares… Destruiu tudo, escravizou os sonhos e ambições das várias pessoas que moravam aqui… Uma em específico é uma pessoa que eu amo de coração; uma companheira!… Você destruiu a vida dela; o sonho dela… O corpo dela… A mentalidade dela… Tudo… Concluindo; você é o próprio demônio para essa ilha para minha companheira. – falava tudo em um alto e bom som, sendo alto o suficiente para as pessoas—inclusive Nami, da qual observava aquilo com uma resguardada esperança—… em meio ao silêncio do cessar de suas palavras, seus passos seguiram o mesmo exemplo, deixando-o parado há, pelo menos, dois metros da cadeira onde o homem-peixe estava sentado e relaxado; em sua face, um cínico sorriso e olhos despreocupados. Com o leve som das ondas, o mesmo soltou logo em seguida.

Arlong – Sim… Você tem todos os pontos verdadeiros. Eu matei, eu roubei… E eu destruí. Mas, diante todas as minhas atrocidades… O que você, um simples humano raivoso e insignificante vai fazer? – perguntou sarcasticamente, agora de pé de sua cadeira, avançando lentos passos até a frente do menino do chapéu de palha, demonstrando a alta diferença de altura dos dois—sendo Arlong quase um metro maior que o capitão dos chapéus de palha.

Luffy – Não está claro?… Eu vou te matar. – proferiu em alta confiança, encarando o tritão de baixo, mas sem perder um mínimo resquício da imbatível resiliência em seu olhar…!! Com essa fala, um mar de risada eclodiu de todos os tritões que ouviram isso, rindo bem alto na cara do menino—a tensão cresceu dentre os humanos comuns que observavam aquilo, vendo a ‘’Sua última esperança’’ parada diante do tubarão.

Nami – Luffy… – soltou sem ao menos perceber, encarando aquela situação amedrontadora de longo. Seu coração batia em nítido medo, preocupação e até mesmo arrependimento, diante das diferenças notáveis corporais dos dois homens.

Arlong – SHAHAHAHAHA!! ME MATAR!! OH NÃO, HOMENS!! SHEHAHAHA!! ESSE MENINO PATÉTICO USANDO CHAPÉU DE PALHA VAI NOS MATAR!! TEMOS DE FUGIR!! – gritou extremamente debochado, rindo às alturas, levando a ameaça do garoto como uma simples e idiota piada.

Polvo – O QUÊ?! EU NÃO SABIA QUE ELE IA NÓS MATAR!! – gritou desesperado um polvo com cabela de estrela-do-mar. Velozmente e suando em medo, o mesmo pulou dentro da água do mar, não reaparecendo depois.

Arlong – Hacchan… – comentou para si mesmo, olhando para o lugar de onde o polvo havia fugido. Possivelmente ele não voltaria mais… Lá atrás, o cozinheiro e o espadachim ainda encaravam as costas do capitão, nem ao menos prestando atenção no último fato… Estava claro que o capitão também não percebeu, ainda segurando todo o seu ódio dentro de si, esperando a hora certa para descarregá-lo encima do tritão. Então, novamente, o homem-peixe encarou o menino de cima—um ar de superioridade praticamente exalando do corpo do tritão, provindo categoricamente de seu sorriso cínico e olhos levantados. – Deixando as palhaçadas de lado… Garoto, você é até que interessante, sabe? Poucos teriam a coragem de vir perante mim sem medo algum no olhar e dizer algo desse tipo… Mas, eu quero que você saiba de algo… Tritões são a raça evoluída de vocês, fracos e frágeis seres humanos! – falava sereno, andando até um amontoado de pedras ornamentadas contra o chão, sendo fragmentos do que um dia foi uma pilastra…!! Então, para o susto da maioria que encarava aquilo, o tubarão mordeu ferozmente as rochas, as destruindo sem delonga algumas. – Nós somos fortes… Cada um de nós vale por uma centena de vocês… Logo, não há motivos para uma luta fajuta; já tenho problemas demais, para me preocupar com ratazanas como vocês. Você tem a deixa para recolher seus homens e sair daqui o mais rápido possível, assim eu vou deixá-los vivos até o próximo mês, onde terão de pagar por suas vidas. – terminou assim de falar, encarando o menino de longe.

…!! E então, a sobrancelha de Arlong se arqueou curiosa diante do que aconteceu depois… Simplesmente com o pé nu, o do chapéu de palha chutou fortemente o chão, criando uma rachadura enorme, assim como fazendo eclodir alguns pilares pequenos de pedra…!! Esses mesmos que se destroçaram com um único soco do mesmo.

Luffy – Eu não ligo sobre evolução, se você é um peixe ou uma vaca… Nada disso importa para mim… – falava duro, logo franzindo a testa… Já tinha ouvido muito do monólogo desse desgraçado. – Minha paciência também se esgotou… – completou-se sério, fazendo o sorriso sarcástico do homem-peixe aumentar… Sanji e Zoro cerraram os olhos, aproximando-se alguns bons passos do capitão. A mesma coisa com os subordinados e generais de Arlong, ficando apenas um pouco atrás do capitão, empunhando suas espadas, porretes e mantendo posições de artes marciais. –… NAMI!! Você não precisa temer mais nada… POIS EU VOU TE SALVAR!! – gritou aos céus, fazendo um leve sorriso nascer na face tensionada da menina de cabelos laranjas.

Arlong – SHEHAHAHAHA!!… E como você pretende fazer iss—…!! Foi cortado instantaneamente, quando seu sorriso sarcástico e superior sumiu se sua face… Os próximos acontecimentos não duraram nem ao menos 1 segundo—muito menos que isso, na verdade… Em primeira instância, um vulto amarelado surgiu em uma fosca luz dourada em sua frente—a luz era poderosíssima, diga-se de passagem—logo, seus instintos agiram por si mesmos, fazendo seus olhos se arregalarem e seu sangue correr como louco por suas veias, assim como seus capilares se levantarem e um formigamento poderoso correr por sua pele azul… Finalmente, seus olhos perceberam além da luz dourada, vendo uma figura de cabelos negros acima de si, mais ou menos há 10 centímetros de sua face… Depois, tudo ficou escuro e branco ao mesmo tempo, assim como não sentiu mais nada ao seu redor, e sua audição se transformou em algo inaudível, se seguindo para um irritante chiado… Normalmente, seu cérebro não teve nem a capacidade de tempo de reagir ao que aconteceu.

E o que aconteceu?

Em um vulto dourado, o do chapéu de palha desapareceu de onde estava, aparecendo voando na frente da face do peixe, que ainda sorria sarcástico…!! Então, um altíssimo som de ‘’quebrado’’ se fez, como se alguém quebrasse centenas de copos de vidro ao mesmo tempo—sendo o pé dourado de Luffy afundando profundamente dentro da cara do homem-peixe, fazendo todos os ossos da parte superior estalarem e dobrarem—então, contorcido em sua própria dor destroçada, o tritão saiu do chão em uma cratera, criando uma poderosa onda de choque, que mandou o da cicatriz abaixo do olho um pouco para trás, enquanto o próprio Arlong ia como um míssil na direção do muro, destruindo ele em uma nuvem de detritos e fumaça, derrubando as árvores ao longo do caminho gigante que percorria, pelo imenso impacto da força da luz contra o pé do chapéu de palha.

Essa situação toda aconteceu em algo entre 0.001 e 0.01 segundos, a estimados 300.000km/s… Ou, popularmente dito: Na velocidade da luz.

To be continued


 


Notas Finais


Meus consagrados... Por que pirocas ainda não lançou o capítulo 914 do mangá??! No 913 não dizia que não ia ter essa semana T^T

( ou será o site que eu leio que está bugado?... )

Link da fanfic omake dessa (um complemento que tô fazendo): https://www.spiritfanfiction.com/historia/homem-de-pura-idiotice-o-make-13942945


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