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História HOMENS COMPETITIVOS - Shinkami - Capítulo 1


Escrita por: bloom_sky

Capítulo 1 - 000 - Capítulo Único


Residência dos Shotas

Kaminari Denki e Shinso Hitoshi estavam em um namoro fixo a mais de dois anos cheios de muitas complicações. Quando o ano começou novamente, eles logo pensaram que com o início das aulas particulares por chamada viria também o sossêgo e um leve descanso, mas as coisas não eram tão fáceis para o casal apaixonado, que em meio a um tormento, se encontram totalmente desesperados por conhecimento.

— quero tentar aplicar uma nova técnica - falou Shinso olhando para o visor do celular que dava visão a uma página aberta da internet. — pode ser que desta vez de certo.

— você quer fazer isso mesmo? - questionou o menino de madeixas loiras, um pouco receoso, falando com seu timbre desembaralhado.

— sim, eu quero tentar.

— tudo bem. - suspirou.

—... posso mesmo tentar? Não quero te obrigar a nada. - Falou, mas o menino já tinha lhe confirmado e não voltaria atrás.

O que precisa ser dito é que dois anos para mais é muito tempo, e apesar de Kaminari ser um garoto muito pervertido, ele era muito medroso em relação a práticas sexuais e isso tornou a relação física de ambos um pouco escassa. Sempre havia aquelas provocações de casal, Shinso sempre tentava dar passos maiores para aprofundar as coisas, Kaminari sempre aceitava as deixas, mas sempre que chegavam naquele momento, aonde o loiro ficava desnudo frente a frente ao outro nudista, ele travava. E em sua última tentativa, a entrada do alheio foi considerada por si tão dolorosa que ele não só desmaiou, como chorou desesperado mesmo após reacordar.

Era a primeira tentativa depois daquele desastre e fielmente Kaminari tentava se acalmar, mandando seu coração não se desacelerar e suas pernas evitarem tremer, mas era estranho demais tentar falar com seu próprio corpo quando sua mente não concordava com seus entendimentos. Ele ficava se recordando do pior e assim nunca ia para frente.

Já Shinso, ele estava aos nervos. Assim como o outro menino ele estava tremendamente intimidado pela situação, ele se questionava o tempo inteiro se saberia fazer aquilo de modo certo, se iria agradar e se pelo menos uma vez não iria machucar a pessoa que tanto amava. Ele se cobrava uma boa dedada, quando era simplesmente se acalmar, e tinha medo de que, no final das contas ficassem só nas mãos e nos lábios, mesmo quando sabiam que podiam ir além. Shinso só conseguia pensar numa única coisa naquele exato momento de confusão: "tem realmente um Denki pelado em minha frente".

— ...como é? - Kaminari perguntou ao terminar de retirar sua cueca, jogando a mesma para o canto do quarto, enquanto ficava por baixo, olhando sem cortar o laço com Shinso, percebendo que este também estava tenso.

—... Eu vou... - Shinso hesitou, mas se inclinou um pouco, pegando da cama o frasco de 250ml de lubrificante, despejando o líquido em três de seus dedos da mão direita, para que então pudesse despejar um pouco mais nas nádegas alheias, vendo que este de repente começava a rir. — está ruim?...

— faz cócegas! - exclamou com seus olhos fechados e um largo sorriso no rosto.

— deixa eu ver isso... - falava enquanto tentava, acariciando seus dedos encharcados nas beiras da entrada alheia, ouvindo os gemidos misturados com a risada deste, o olhando de vez em quando de relance, mas se concentrando em lhe preparar perfeitamente. —... E agora eu posso fazer isso... — avisou e então penetrou o primeiro dedo, que fez Kaminari segurar forte nas fronhas da cama, ainda sorrindo como um bobo, mas mordendo seu lábio inferior, sabendo que o início sempre era mais aceitável. — mais um... - falou e assim fez, colocando o segundo dedo e então fazendo o menino arquear a coluna, saltitando suas nádegas para frente e seus quadris também, fechando os olhos com força e agora arfando com muito mais pressão. — vou mexer um pouco...

— Shinso?!?... - o chamou durante um arfar e gemido.

— hm?

— ca-cala.. a boca, - Shinso o olhou um pouco envergonhado, vendo a situação do namorado a frente de si, e com sua mão esquerda vaga ele se dispôs a abrir ainda mais as pernas do garoto loiro, podendo ter uma melhor visão de seu orifício, penetrando ali seu terceiro dedo.

Aquela penetração não avisada causou no garoto por baixo um sentimento ainda mais forte do que os anteriores e por isso uma reação maior, sendo assim um gemido arrastado e um mexer de pés, que foram parar nas costas de Hitoshi, que por conta do encosto acabou se aproximando mais do parceiro, ficando totalmente inclinado a cima de seu abdômen.

— acho... que você já pode... já pode colocar... dentro... - Kaminari lhe deu uma deixa e rapidamente o Seme daquela situação o agradeceu, literalmente, com uma voz tão angelical, Hitoshi lhe pediu obrigado por seu consentimento e com delicadeza beijou o canto inferior de seus lábios.

O de cabelos roxeados ergueu um pouco de seu tronco, segurando seu membro pela glande, afastando seu prepúcio sensível para que pudesse ter um maior prazer ao lhe alcançar, fazendo assim devagar, colocando o início e esperando alguma demanda para introduzir o resto. Acabou por ser recebido com um empurrão frontal do outro por suas pernas que lhe puxaram para mais perto e assim causando o choque entre as peles que gritaram em sucção.

Kaminari não se aguentou e gemeu arrastado, apertando com ainda mais força a fronha, fazendo seus dedos se descontrolarem e reproduzirem cegamente uma pequena linha de choque, que esquentou a cama abaixo de si, e lhe fez ficar ainda mais desconfortável com a situação.

Para ele, era algo como sentir alguém lhe cutucar, era estranho, seco, não tinha um começo bom, mas, depois que acabava, se sentia vazio, como se já tivesse sido preenchido antes e precisasse mais vezes agora.

— est-a bom? — questionou Hitoshi, que estava começando a soar, com sua voz rouca e desperça, se acabando sem fôlego.

— é... cansativo e desconfortável - admitiu com uma pequena lágrima caindo de seu rosto, e ainda sem se mexer, Hitoshi lhe olhou dentro dos olhos. — mas... Minha bunda está excitada — sua sinceridade havia alcançado o outro e lhe feito corar, dando-lhe a coragem que precisava para investir melhor nele.

Com aquela fala lhe excitando ainda mais, Hitoshi começou a tentar sequencias de penetrações, indo rápido ou lentamente, vendo como eram as reações do menino menor, até que, numa dessas, visse este revirar os olhos e arfando como um louco, tendo que se agarrar a suas costas com força para que permanecesse estável na cama. Foi indo forte e fundo, voltando rápido que ele encontrou seu padrão, metendo o máximo que podia e evitando ligar para o cansaço que seu quadril e sua cintura sentiam, mais preocupado em dar prazer e senti-lo também.

— eu entendi - falou com um sorriso malicioso, olhando para o menino de olhos arregalados e lábios entreabertos. — é melhor quando eu vou fundo. - Admitiu que para si também era muito prazeroso e assim prolongou por um bom tempo.

— es-estou.. gozan-do — Kaminari exclamou em gemido, deitando sua cabeça para trás e depois para frente, sendo erguido por Hitoshi que o pegou no colo, sentando as pernas alheias abertas em suas próprias pernas e usando a ponta de seus pés para poder ter impulso para suas estocadas, fazendo o menino parecer cavalgar em si.

A sensação de terem um ao outro de corpo era maravilhosa, mas não foi a melhor parte para ambos. O melhor para eles foi quando deitaram-se exaustos e ainda tinham um ao outro ao lado, abraçados mesmo com todo o suor e sujeira, se beijando e se entre-olhando, percebendo com os olhares que eram sortudos e apaixonados.

— quero tentar outras posições depois. - falou Kaminari com um sorriso infantil e maldoso.

— vai ser ótimo!

— eu quero sentar em você, Toshi. - tocou o peito do namorado e lhe deixou uma lambida em seu pescoço, beijando após isso. — quero te prender na cama e fazer o que eu quiser. Eu poderia?

—... - o menino olhou para o outro um pouco nervoso, mas se recordou de minutos atrás. — você pode fazer o que quiser comigo, desde que não me coloque uma venda, eu quero ver todas as suas expressões de prazer e dor, e quero ver seu corpo.

— trato feito. - era um acordo de corpo, mas era muito mais que isso para eles.

Aquilo era a maior demonstração de coragem, era amor puro e esculpido, eles estavam dando longos passos para o além, e logo, os três anos de namoro seriam repletos de fodas finalizadas e muito prazer.



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