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História Homens da Minha Vida - Kim Junmyeon (Suho) - Capítulo 3


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Notas do Autor


Acho que demorei um pouco pra voltar

Capítulo 3 - Minha vida e o ex que atrapalha ela.


Fanfic / Fanfiction Homens da Minha Vida - Kim Junmyeon (Suho) - Capítulo 3 - Minha vida e o ex que atrapalha ela.


                   ● Pov  Vanessa



   Eu nunca imaginaria que um passeio no shopping  ia me fazer chegar até a delegacia, não conseguia deixar de evitar meus olhares curiosos ao professor que havia acabado de chegar. Seu jeito tímido não parecia com o de um professor, já que uma pessoa que costuma ficar a frente de um público todos os dias é  mais sem vergonha, claro que num bom sentido.


   — Seonsaeng? – O policial indaga e homem o rapaz consente dando um sorriso ladino curto. 


     — Tio por favor! – O garoto que havia me atropelado chama atenção e o professor da um sorriso envergonhado  e coça a nuca.


  — Eu esqueci que não estou trabalhando, é  o costume me apresentar como professor. – O homem ajeita seus óculos e coloca a mão na alça da bolsa que segurava, a mesma dava uma diagonal pelo seu corpo era bastante comum homens usarem aquele estilo de bolsa para trabalhar.


   — Entendo. – O policial diz e Ahn Jae pigarreia, chamando nossa atenção.



     — Sabe o que seu sobrinho  aprontou? – Jae diz e eu olho para meus filhos,  Kai tinha Dae em seu colo. 


   — Ele me explicou brevemente no telefone, e eu gostaria de entrar em um acordo. – O professor foi direto me deixando aliviada.


   — É o que iremos fazer e… – Ahn inicia mas meu filho mais velho o interrompe.


  — Eu acho que isso minha mãe pode resolver sem você. – O menino diz em tom de afirmação, chegando quase num de ironia, meu filho era bem temperamental as vezes.


  — Acontece que eu sou testemunha de tudo. – Rebate fazendo meu primogênito semicerrar os olhos, Jong Dae  apenas sorri para o homem, o pequeno certamente já gostava do estranho que acabara de conhecer.


   — Mas… – Jong In  se preparava para rebater mas eu o cortei, não deixaria aquilo continuar.


   — Jong In saia da sala e leve Dae com você, Jooheon se quiser pode ir. – Olhei para meu amigo e apertou minha mão num sinal de união.


    — Any, você passou por algo hoje, eu e os meninos vamos aguardar você lá fora. – O Lee sorri pra mim e puxa Taemin, Kai o segue mesmo não querendo dava pra ver que meu filho não queria me deixar. 


  — Bom, podemos entrar em um acordo? – O policial indaga e todos na sala assentimos.



     Após um tempo de conversa com o tio do causador de toda aquela confusão, conseguimos resolver tudo e aplicar uma punição em Lucas, seu nome verdadeiro era em mandarim, então me contentava com seu apelido ocidental muito mais fácil de pronunciar. 


   Saindo da sala com a ajuda de Jae Hyun encontrei Jooheon sozinho mexendo em seu celular. Olhei em volta e não vi nenhum dos meninos, fiquei preocupada não nego.


     — Onde estão meus filhos ? – Perguntei vendo o Lee me olhar e depois olhar para o rapaz ao meu lado.


     — Os mandei pra minha casa, aqui não é  um lugar apropriado para uma criança de quatro anos de idade.  – Olhei para chão e assenti com a cabeça.


 —Tem toda razão. – Pronunciei e ele consentiu também e ficou de pé. 


  — Agora posso te levar pra casa. – Jooheon fala e escuto meu nome ser dito de um jeito engraçado, percebi que Junmyeon me chamava. Olhei em sua direção  e o mesmo correu até mim.


   — É, eu só queria dizer que faço questão de me responsabilizar por seus gastos médicos. – Ele ajeitando seus óculos  e olhando para os homens que me cercavam.


     — Ah, não é  necessário. – Digo simplista mas ele nega.


     — Eu quero, não estaria nesse estado se não fosse a irresponsabilidade  de meu sobrinho. – Ele olha bem nos meu olhos e solto um suspiro.


      — Tudo bem. – Vejo um sorriso brotar em seus lábios. 


    — Pode me dar seu número, quero me manter em alerta sobre condição  que se encontra. – Ele diz e eu hesito antes de lhe dar meu número. —  Obrigado, irei manter contato até que melhore. – Educadamente ele se curva despede- se do nós. Gotava do  seu vocabulário, deixava claro que era realmente um professor. 


    — Bom Jae, muito obrigada pelo que fez hoje. – Olhei para o rapaz alto ao meu lado, ele havia tomado todas as medidas para que tudo se resolvesse bem.


  — Não a de quê, eu só fiz o que era necessário. – Ele sorriu de um modo gentil, nesse meio tempo que fiquei com ele não havia percebido, mas seu sorriso era deveras lindo. Se fosse adolescente  e estivesse no meu auge, estaria morrendo de amores por ele agora.


   — Mesmo assim, foi uma boa atitude. – Jooheon pronunciou e Jae  assentiu.


    — Vocês querem carona? – O mais alto perguntou. — É  que você veio de moto né? – Lembrou que meu amigo veio de moto junto a Taemin.


  — Não, pode deixar, pedi um uber. – Jooheon olhou o celular. — Já chegou inclusive, melhor irmos.


   Sorri para Jae, usando as muletas fui até o carro que não estava muito longe. Jooheon abriu a porta e eu entrei, ele deu a volta no veículo e fez o mesmo.


   — Boa noite. – Falei ao motorista e ele fez o mesmo. 


 — Onde conheceu aquele cara? – Perguntou Jooheon curioso.


 —  Hoje, Dae correu pra ele achando que era Chanyeol. – Sorri, lembrando da inocência  do meu pequeno, mas também estava preocupada, o que ele fez influenciou todo o meu dia. 


  — Tem que tomar cuidado com ele, Jong Dae é  bem esperto, mas muito descuidado. – Meu amigo me aconselha, ele estava certo.


  — Vou conversar com ele. –  Voltei a olhar a janela. 


  — Agora hoje, não era pra os meninos estarem com MinSeok? – Indagou e eu respirei fundo.


 — Então né, onde é que está aquele cachorro? – Olhei para o rapaz que não evitou de dar um sorriso, o motorista também não conseguiu  segurar seu riso.


 — Me pergunto o que foi que aconteceu com ele, vocês eram um casal unido poxa. – Resmungou, dei um riso soprado e recostei minha  cabeça no banco.


 — Se realmente fossemos unidos, ele não  teria ficado com aquela desgraçada. – Era sempre assim, toda vez que ficávamos nesse assunto meu ódio revivia. 


   — Você fica com esse ódio aí, mas ainda gosta dele não é? – Olho para o rapaz e solto um suspiro pesado.


  — Foram mais de dez anos juntos em dois anos você realmente acha que é  fácil esquecer tudo? – Indaguei olhando bem nos seus olhos o Lee me olhou com um pequeno sorriso.


 — Minha mulher foi embora quando Taemin completou cinco anos de idade, então eu tive tempo suficiente. – Ele dá de ombros. — Mas falando de você, se ainda gosta dele porque, não tentam reatar? 


 — Lee Jooheon, quando eu conheci Min Seok e ele me pediu em namoro, a primeira coisa que eu disse a ele foi que eu não  perdoo traição. – Encarei minhas mãos enquanto lembrava de alguns momentos. — Mas a questão não era essa, foi que depois de anos juntos, eu cheguei em casa, fui pra o meu quarto e encontrei o MEU MARIDO, que no dia do nosso casamento havia prometido ser fiel e me amar, com outra na NOSSA CAMA!


     Meus olhos já estavam marejados, era muito difícil  de acreditar, mas eu não conseguia esquecer aquele cretino, mesmo ele apenas me dando dor de cabeça todos os dias mesmo estando divorciada. 


  — Vanessa, não é porque eu sou amigo dele, mas ele ainda ama você. – O rapaz tica meu braço e eu tiro imediatamente.


   — QUE AMOR É  ESSE?! Que tem que ficar com outra mesmo tendo a pessoa que ama dentro de casa? – Aperto o braço de meu amigo, o mantendo afastado de mim. — Olha aqui Jooheon, eu sei muito bem como o brinquedo de vocês funciona, quando a cobra ama a periquita de verdade, ela não vai picar  pomba não. 


   O carro foi preenchidos por risadas após minha fala, Jooheon negava com a cabeça enquanto gargalhava, o motorista tentava conter o riso a todo custo.


  — Vanessa você maluca! – Jooheon falou e eu cruzei meus braços, ele ia começar a zoação com minha pessoa. 


  


          ●  Pov Kim Jong In  



 


  Estava ficando nervoso, tio Jooheon já tinha avisado que os dois estavam a caminho mas até agora não tinham chegado. E por ela não estar aqui meu irmão não me deixava em paz, ele ficava perguntando o tempo todo se ela iria vir ou não.

  

  — JÁ  DEU! Kim JongDae eu já falei que mamãe tá vindo então  você senta a bunda no sofá e fica quieto. – Apontei para o sofá e o garoto fez bico, ficando totalmente quieto após o meu sermão eu já  sabia o que viria a seguir, um alto choro de criança.


  — Vou contar pa omma que o Hyung gritou comigo. – Ainda com um bico Dae caminhou até o sofá e se sentou.


  — E daí, Taemin tá aqui, ele vai me defender. – Dei língua para o mais novo que retribuiu com a mesma ação. 


  — Taemin nada, eu não sei de nada. – O rapaz chega a sala com duas caixinhas de achocolatado. Se sentando ao lado do meu irmão, meu amigo dá cuidadosamente a caixinha pra ele, meu irmão leva a boca ao canudo e toma um pouco  da bebida.


— Migissô? – O Lee perguntou afagando os cabelo do pequeno Dae. 


 — Migissô! – Aquela cena era um tanto fofa, mas eu não havia esquecido a discussão com ele mais cedo. — Taemin Hyung gosta mais de mim Nini. 


  Coloquei a mão na cintura e fingi indignação, eu não aguentava quando Dae me chamava de Nini, era tão  fofo quando ele falava que eu me derretia.


  — Eu não ganho achocolatado não? – Pergunto e Taemin cochichou algo com meu irmão. 


  — Você tem mão  e sabe onde é cozinha. – Me sento ao lado de Taemin é dou um forte tapa na sua coxa.


 — Seu puto! – O Lee resmunga e fica de pé no sofá me chutando pra fora móvel. Fico jogado no chão sala rindo da situação, o pequeno rindo se levanta e vem até mim.


 — Pode tomar um pouco do meu Hyung. – E mais uma vez eu me derretia, era incrível como meu irmão conseguia ser um menino tão bondoso.


 — Eu não quero Dae, eu quero um beijinho bem aqui. – Inflo as minhas bochechas e coloco o dedo indicador no mesmo, colocando a caixinha na mesa que era próxima e abaixando, o garoto se inclina e deixa um selar no meu rosto. 


   Aproveito e o pego colocando em cima de mim, Jongdae era muito pequeno comparado a mim. Provavelmente ele seria do tamanho  do papai, já que ele não era muito alto. Na verdade na família por parte de mãe, alguns tios avós eram bem altos, por parte de pai, apenas meu tio era alto. 


    — Nini  me solta. – O pequeno pede e eu me sento com ele no colo, a campainha toca e meu amigo corre para atender, afinal a casa era dele.


   — Tio… ? – O louro parecia surpreso, soltei JongDae e curioso como sempre, correu para porta pra ver quem era.


   — APPA! – A felicidade era o que descrevia o sentimento do pequeno que correu pra fora, Taemin me encarou e deu espaço para que o mais velho entrasse. 


    Com Jongdae nos braços, meu pai cruzou a porta vindo em minha direção, seu olhar para mim era de preocupação, mas logo mudou já que o menor poderia perceber facilmente. Afinal, o garoto era muito esperto e poderia ficar desconfortável. 


  — Appa, eu senti saudade. – Jongdae pegou no rosto do Kim e deu um selar. 


  — Eu também senti saudade do meu Chenine. – Brincando com o garoto o jogou pra cima várias vezes. 


   — Não duvido. – Joguei chamando atenção de meu pai.


  — Jong In, venha aqui. – Para não dar bandeira pro meu irmão, fui até o mais velho e lhe abracei. — Como tá a mãe  de vocês? Ela já chegou?


  — Ainda não. – Taemin respondeu e se sentou no sofá pegando o celular, resolvi fazer o mesmo ou caso contrário falaria algo que certamente não devia. No aparelho vi uma mensagem de Tae.



      


 Taemin:  " Cara de pau dele de dizer que tá com saudade. " 


  Eu: " Muita, do querendo muito dizer umas coisas pra ele."


  Taemim: "Fica quieto, Dae todo feliz, mas se o seu pai veio, foi por algum motivo. 

  

   Eu: "Brigar com minha mãe, aposto." 


  

   Taemin riu, olhei  pra ele e neguei com a  cabeça, escutei um barulho e reconheci vir da porta, mantive meu olhar lá e observei minha mãe entrar com ajuda das muletas. No mesmo momento Jongdae desce do colo do pai e  correu para a mãe, não vou mentir que visualizei a merda toda acontecer, mas tio Jooheon correu e pegou o menor no colo.


   — Omma! – Jongdae chamou nossa mãe, que sorriu e deu um beijo na cabeça dele.


   — Oi meu lindinho. – Respondeu ela toda feliz, vi meu pai levantar e ir até a mesma, largando uma das muletas deu um tapa no rosto do mesmo quando ele estava próximo o suficiente.


  — Aí! – O Kim reclamou e eu segurei a risada, Jongdae apenas deu de ombros, ele sabia que era comum minha mãe brigar com ele por nada. — É  bom te ver também minha pretinha. 


  — Olha aqui! Tu não brinca com minha paciência não, que eu não tô boa com a tua cara MinSeok. –  Minha mãe da pulinho pra se equilibrar, havia soltado justamente a muleta que lhe dava mais apoio.


   — Você nunca está meu amor. – Meu pai amava provocar minha mãe, chegava a ser engraçado as vezes, mas eu estava muito desapontado pra rir  de qualquer provocação sua.


   Surpreendendo a todos, meu pai pega minha mãe no colo, os dois se encaram por um tempo, minha mãe demonstrava indignação e meu pai despreocupação, eles pareciam se comunicar de alguma forma.


  — O quarto de hóspede tem uma suíte, tome banho e descanse tia. – Taemin atrapalha meus pais, o Kim mais velho apenas segue em direção ao quarto de hóspede, ele sabia onde ficava, afinal meu pai viveu nele durante o divórcio com minha mãe.


   — Taemin faz pipoca, seus tios juntos vão ser ótimos! – Jooheon falou e eu neguei com a cabeça. 


  — O senhor não vale nada. –  O lee colocou Jooheon no chão. 


  —  Treta de graça, vou perder nada. – Ele ri e me solta. — Vou tomar banho, façam minha pipoca.


  — Tio brigas não são legais. – JongDae fala e Jooheon se abaixa.


  — Realmente, titio é  uma pessoa má. – Ele faz um bico em seguida faz cócegas no meu irmão. — É por isso que vou encher esse menino de cosquinhas. 


  


         

                ● Pov'   Vanessa 




  Chegando no quarto vi que tinha uma mochila minha, certamente  Jong In havia passado em casa e pegado roupas pra mim. Me colocando delicadamente sentada sobre a cama MinSeok sorriu de maneira doce  e novamente a vontade lhe dar um tapa veio e eu definitivamente não estava afim de me segurar.


    — Sorri pra mim assim não que eu não tô boa com a sua cara MinSeok! – Repeti e o homem sorriu ainda mantendo seu rosto bem próximo do meu.


    — Isso não  é novidade pra mim. – Sendo pega de surpresa, meu ex rouba um selinho. — Minha pretinha. – Completa sua fala na cara de pau e eu mais uma vez lhe dou um tapa.


  — Mas você ama me bater em? – Reclama massageando o rosto. — Sua mão é pesada sabia? 


  — O primeiro foi pela sua cara de pau, esse foi pela sua falta de respeito. – Me deitei na cama, fechei os olhos e respirei fundo. — Preciso de um banho. 


 — Quer ajuda? – Após  ouvir sua fala abro meus olhos rapidamente encontrando um sorriso safado vindo de meu ex.


  — Só  se for pra eu dar na sua cara né  Min Seok! – Observo o Kim revirar os olhos e me encarar.


 — Que mulher violenta! – Ele se senta ao meu lado. — Na verdade nós  dois somos. – Usando os braços para se apoiar, o Kim tinha uma olhar nostálgico.   


 — Cala boca MinSeok! – Lhe dei um leve empurrão  e ele soltou uma gargalhada. 


 — Você  costumava me empurrar quando estávamos na cama. – Vejo o mais velho morder o lábio inferior com uma expressão  safada. — Lembra do aniversário de dezesseis anos do Jong In? Que você sentou no meu pau tão gostoso e teve a coragem de dizer que tava bêbada? 


 — Que boca suja MinSeok! – Lhe dei um empurrão mais uma vez.


  — E  você tem boca limpa por acaso? – Indagou meu ex, deixando seu rosto próximo ao meu.


 — Vai pra merda MinSeok! – Já sem paciência me levantei e meu ex fez o mesmo. — Preciso tomar banho, saí! 


  — Sem ajuda você não consegue minha pretinha. – Revirei meus olhos e dei um pulo, precisei fazer pra manter o equilíbrio  — Tá vendo. 


  — Vou chamar o Jooheon, SAI! – Apontei pra porta dando mais um pulo.


 — QUE JOOHEON? Ficou maluca? – Cruzei meus braços  e dei mais um pulo. — Você nunca mostrou nada pra ele é  agora que vai mostrar tá maluca ? 


 — Eu sou solteira meu bem, faço  o que eu bem entender. – Meu ex semicerrou os olhos e me encarou com raiva.


 — Eu tô aqui, vou te ajudar. – O mesmo retira sua camisa, MinSeok usava uma camisa de de gola alta, eu amava quando ele usava camisas assim. — Prometo não te fazer nada. 


   Ele fala porém mantenho meu olhar em seu abdômen, ele certamente continuava malhando e cuidando do corpo,  mantendo seu belo tanquinho. Era incrível como aquele miserável se mantinha gostoso. 


  — Eu conheço  esse suspiro. – O mesmo sorri e põe a língua pra fora. 


  — Vai pra merda MinSeok! – Pronuncio derrotada, era única coisa que eu podia dizer pra ele, demonstrando tudo o que eu sentia por ele. 



                             [...]   





  Após o banho vesti uma camisola e Minseok não parava de fazer piadinhas, nem na frente das crianças ele parava, e isso rendia perguntas de Jongdae que era só um menino inocente, e eu não queria ver meu filho perder a inocência tão cedo, já me basta Jong In. 


   Arrumando o quarto do mais velho já havia encontrado camisinhas em sua gaveta, se ele já havia usado, não  tinha certeza,mas ficava feliz ao saber que ele se previnia, até porque eu não tava afim de virar avó ainda. 


    Após um jantar muito perturbado, voltei pra dormir além de mandar Jong In e Taemin fazerem o mais novo dormir  também, já tava na hora. Deitada na cama me preparava para dormir mexendo um pouco no celular, eu tinha essa mania.


   Foi quando uma mensagem de um número desconhecido havia chegado, cliquei no chat pra ver quem era.


   

 "Sou o Junmyeon, espero que durma bem, e mais uma vez peço, desculpas por meu sobrinho."



     Sorri com a mensagem é olhei pra porta após escutar um barulho vindo da mesma.

 

 — Tá fazendo o quê  aqui praga? – Perguntei  vendo meu ex na porta.


  — Vim dormir ué! – Soltei algumas gargalhadas após  ouvir sua fala.


   — Nesse quarto não.  – Fiz um movimento com mão  para que ele saísse. 


   — Não tenho onde dormir pretinha. – Ele vem até a cama e deita do meu lado.


 — Quem não tem onde dormir o chão faz companhia e o sofá serve de cama. – Empurrei MinSeok com força , mas ele apenas voltou a me abraçou.


  — Não seja reclamona, vamos dormir de conchinha, que eu sei que você gosta. – Eu já estava pra enlouquecer, MinSeok  parecia ter tirado o dia pra me irritar completamente.


  — Me solta PORRA! Tá querendo morrer? – Lhe acerto várias cotoveladas  fazendo ele me soltar.

  

  — Mas tu tá chata em mulher!? – Me olha com revolta.


  — Chata uma porra Minseok! – Me sento na cama e lhe olho séria. — Hoje tudo o que JongDae queria era ir dormir na casa do pai, pra no dia seguinte jogar bola com ele, mas o babaca aqui tava em Busan com uma cachorra. – Ele me olha assustado.

 

 — Quem te contou isso? – Taemin me contou tudo enquanto você tomava banho.


  — Na moral, esse menino do Jooheon é  muito X9. – Lhe dou tapas no corpo após escutar sua fala.

  

— É  só isso que importa pra você?  – Indago e escuto o MinSeok respirar fundo.


  — Okay, eu não ia ficar lá  mas aconteceu! – Ele diz.


 — Isso é desculpa pra adolescente  e você já é um adulto e tem responsabilidades, nossa casamento já acabou, quer destruir sua relação com Jong Dae também ? – Indago e ele bagunça os cabelo nervoso.


  — Porquê você é  assim Vanessa? – Resolvo apenas ignorar sua pergunta, e me deitar , precisava dormir, debater com MinSeok não valia a pena.  Escutando meu celular notificar, peguei o mesmo vendo ser mais uma mensagem de Junmyeon.


    Tenha uma boa noite, espero não estar  incomodando.


     

    Vendo sua dedicação resolvi responder sua mensagem.

 


  "Não está, lhe desejo o mesmo senhor Kim."







   

   




 

   



     


Notas Finais


Parece que Vanessa e Min Seok tem uma relação complicada.


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