História Homicidal Liu - Capítulo 25


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Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender (Slender Man)
Personagens Jeff, Personagens Originais
Tags Creepypastas, Homicidal Liu, Lendas Urbanas, Terror
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Palavras 1.259
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá leitores 🖤 estou aqui novamente postando mais um capítulo. Primeiramente agradeço pelo apoio, e por vocês estarem lendo minha fic. Perdoem os erros de português.

Capítulo 25 - Ameaças Surgindo


Fanfic / Fanfiction Homicidal Liu - Capítulo 25 - Ameaças Surgindo

POV Kim

Não foi fácil saber de absolutamente tudo. De quem minha mãe foi, e quem foi o meu pai. Na real quando soube que o que o Jeff havia me falado era uma mentira, achava que meus pais eram pessoas normais e que levavam suas vidas normais, porém assim quando eu soube fiquei em choque.

Slenderman havia guardado consigo o diário de minha mãe, aonde lá tinha toda sua história de romance com o meu pai, e os riscos de sua gravidez. Em menos de 2 horas eu consegui ler algumas das páginas que ela escreveu como era o seu cotidiano na mansão.

Como o Slender descreveu, minha mãe era bastante parecida fisicamente comigo, porém era apenas isso, ela antes de mim era uma assassina cruel e habilidosa, que apenas mudou quando conheceu o meu pai.

Meu pensamento também estava em Liu, desde que brigamos não tinha mais o visto, e isso me deixa bem preocupada. Sem fome alguma, preferi ficar no quarto. E dormir após ficar cansada de ler.


POV Liu

Pela noite após ouvir aquela conversa de Slender com a Kim, resolvi esfriar a cabeça indo até a cidade mais próxima junto de alguns outros creepypastas.

Chegando lá tiro um pouco do meu estresse e de minhas angústias matando várias pessoas, não foi exatamente uma chacina, mas foi uma das minhas maiores matanças.

Como eu estava sendo um babaca!! O que a Candy Cane me disse me abriu os olhos, mas mesmo assim, eu não levo nenhum jeito pra dar uma vida boa nem para a Kim e nem para o filho que ela espera de mim.

  Estava com minhas roupas sujas de sangue, e nem um pouco preocupado se alguém me visse dessa forma, se visse por acaso eu não teria nenhuma pena de aniquilar sua vida.

Entro em uma casa qualquer e já reparo que minhas vítimas deveriam de estarem dormindo. Apenas dava para se ouvir um ronco masculino saindo de um quarto.

Ao chegar perto do quarto, vejo um cara dormindo, ele aparentava esta bem cansado do trabalho. A casa até que era bem bonita, sua arquitetura bastante combinativa. Enfim, não teve muita conversa.

Estava segurando em uma de minhas mãos apenas um pedaço de um cano, e na outra um marchado. Como ele me parecia ser uma pessoa boa, sua morte seria rápida. Ao ouvir o barulho de meus passo se aproximando, o homem começa a se acordar e ao me ver fica assustado e tenta se afastar.

– Q-quem é você? – me pergunta assustado, e eu achando que sua última fala fosse ele pedindo por misericórdia. Avancei para cima do mesmo, o olhando com sangue nos olhos. Deixo com que a lâmina da faca perfure a pele desceu pescoço, lhe decolando com o instrumento. Seu sangue começou a jurar pela aquela área, deixando o quarto sujo do líquido vermelho. Não consegui ouvir seus gritos, estava tão estressado que quanto mais rápido eu eliminava minhas vítimas mas me nutria.

Começo a vasculhar pela casa se havia algum outro vestígio de vida. Para a minha tristeza eu não consigo encontrar ninguém mais. Antes de sair de lá, vou em um pequeno cômodo, que me parecia ser um quarto de um bebê. Não havia ninguém também, mas aquela droga de quarto me fez lembrar da Kim, e isso me fez sentir mais pior do que estava.

  O quartinho era todo azul, porém havia detalhes brancos. Fui até o guarda-roupa e vi lá dentro roupas de bebês... Acho que como forma de desculpas eu poderia dar algo assim para a Kim.

Peguei uma caixa de sapatos. E antes que eu me virasse para ir embora, ouvi uma voz familiar.

– Nunca que eu pensei que você pudesse chegar a esse nível. – me senti realmente envergonhado, o que ele estava fazendo aqui? E ainda por cima vivo. –  Escolhendo roupinhas de bebê.

– Mal você voltou a vida Masky e já está me incomodando. – falo para ele ouvindo sua risada.

– Como está as coisas lá na mansão? – ele me pergunta.

– Em apenas um dia em que passei lá, já me faz querer voltar para a minha vida normal. – lhe respondo.

– A Kim precisa está lá, até agora, aquela mansão é o único refúgio de proteção que vocês tem. Ainda mais por cima agora que ela está grávida. – como ele sabia?

– O que faz aqui na cidade? – mudei de assunto.

– O mesmo que você, e também dando uma olhada em todos vocês. Slender reviveu o meu corpo, mas não me forçou a voltar para aquela mansão. Fiquem de olho em algumas pessoas de lá, em especial a Jane. – respirei fundo quando ele disse isso, ficando tenso.

Realmente não posso tirar os olhos da Kim. Seja a ameaça principal a Jane, mas também tem outros que querem matar ela. Minha atenção seria 100% para ela. Estou determinado a acabar com todos que quiserem fazer algum m para a Kimberly.

  – Você sabem quem possa ser as pessoas que se revoltaram. – acho que ele deve de saber.

– Alguns, não são exatamente a metade que deixou aquela merda de mansão. Está entre uns dez. – ao dizer o nome dos idiotas (autora vai dar um suspense). – Aquela mansão não está segura totalmente.

(...)

Levei os conselhos do Masky comigo. E realmente ele estava certo, daria toda a minha atenção para a Kim.

Entrei na mansão e já vou direto para o meu quarto. Estava amanhecendo, era umas 05:00 da manhã, e estava fazendo frio. Meu foco ao entrar no quarto foi para a figura ruiva que estava dormindo tranquilamente na cama. Ela estava fodidamente linda dormindo, se fosse uma vítima iria lhe matar lentamente ouvindo o canto de seus gritos em meus ouvidos, e seu olhar de medo.

Chego perto da mesma, em uma das minhas mãos, estava a droga da caixa de sapatos que eu tinha roubado, e na outra as minhas armas. Antes de me sentar na cama, jogo as armas para qualquer canto do quarto.

Já então sentado na cama, começo a acariciar suas madeixas ruivas, algumas caiam em seu rosto. Até que percebo ela se acordando. Um pequeno sorriso brota em seus lábios ao me ver.

– Achava que você tinha fugido. – fala ela.

– Isso nunca iria acontecer. Apenas saí pra relaxar, você ficou bem por aqui? Alguém te machucou? – fiz perguntas preocupado com o seu bem estar.

– Sim eu fiquei bem. Quer dizer nós ficamos. – me lembrei do que havia trazido. Ela se senta na cama.

– Eu trouxe isso pra ele ou ela. – falei entregando a caixa de sapatos.

– Que lindo Liu, muito obrigada. – nem eu estava me reconhecendo em meio a tudo isso.

– Então está tudo normal entre nós dois? – pergunto me aproximando de sua boca.

– Sim meu amor. – ela me abraça forte, e me dá um beijo rápido. – Esse cheiro de sangue me deixa enjoada, vamos nos reconciliar por lá. – ela lança um olhar ousado. Não iríamos fazer coisas que colocaria em risco a vida do bebê, mas beijinhos e outras coisas a mais não era indispensáveis.

Naquele dia dei minha atenção ao máximo a Kim. Ela estava ficando bastante esquisita, seu paladar havia mudado e também sensível com seus sentimentos, qualquer coisa já fazia um drama... Bem teria que conviver com isso por uns bons meses. Mas diante desse tempo todo, não iria deixar de ficar atento a ela, o que Masky me falou era a mas pura verdade, se saíssemos daqui, mas creepypastas como a Clockwork e o Bloody Painter iriam vir até nós, ou seja, era muito arriscado. Precisava achar aliados para dar um fim nesse bando de idiotas.



Notas Finais


🖤🖤🖤


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