História Homicidal Liu - Capítulo 26


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Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender (Slender Man)
Personagens Jeff, Personagens Originais
Tags Creepypastas, Homicidal Liu, Lendas Urbanas, Terror
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Palavras 1.366
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá leitores, estou estou aqui na madrugada trazendo mais um capítulo. Agradeço pelo apoio e por vocês estarem acompanhando a minha fanfic. Espero que gostem do capítulo 🖤🖤

Capítulo 26 - Não Confie


POV Jane

Estava atormentada após o Liu tirar a única pessoa que era importante para mim. Quando soube da notícia que o Jeff havia morrido, fiquei mais louca que sou. Aquela garota estragou meus planos.

Queria ser boazinha, lhe dando o antídoto que lhe fazia ser uma humana normal, só que ela foi muito burra de não querer isso. Se ela se torna-se humana tudo sairia em vantagem, essa guerra iria de parar, e ainda por cima iria de ter a vida que sempre quis.

Agora estou querendo encontrar uma solução para trazer o Jeff novamente. Com ele de volta, sua vingança será cumprida, e tudo voltará a ser como era antes.

Para não querer fazer uma besteira, sai da mansão após o Liu e aquela vadia se instalarem lá. Agora eu estou de frente ao paradeiro de Hoodie.

Sem bater na porta eu entro na casa. Sua casa se concentrava em um vilarejo devastado, aonde não havia nenhum vestígio de alma por perto.

Ao entrar na casa, quase levo uma facada no rosto, se não fosse pelos meus sentidos aguçados. Olho para frente já vendo o mascarado, e então vou direto ao assunto.

– Preciso da sua ajuda. Jeff foi morto. – ao dizer a última frase, ele não demostra emoção nenhuma, me fazendo estranhar o seu comportamento.

– Que ótimo, menos uma merda no mundo. – esse idiota, se não iria me ajudar, também não faria questão de pedir ajuda pra ele.

– Jeff foi morto injustamente. Quem merecia morrer era aquela vadia da Kim. – falo um pouco estressada, enquanto olhava para o lado, afim de não atacar ele.

– Mas não foi ele que queria essa garota? Pelo que eu sabia o Liu e ele brigaram por ela. Porque quer que ele volte, se nem ao menos ele gosta de você? Não seja burra. – quem ele pensa que é pra dizer eu estou errada.

Quando ele se vira de costas para mim, aproveito para tirar de minha cintura uma faca. Com toda a raiva que estava sentindo após ouvir o que ele falou, tentei golpear ele no pescoço, porém no mesmo instante ele prende minha mão que estava com a arma e me dá uma chave de braço.

– Me solta. Se você não vai me ajudar, então para de dizer que eu estou errada.

– Mas você está Jane. O Jeff sempre te tratou como uma cadela... E olha que ele não estava errado nisso. – diz aquele babaca. Ele me coloca para fora de sua casa, e antes de bater a porta na minha cara, diz: – O Jeff mereceu o final que teve, se não quiser acabar como ele, para de querer fazer merda.

Teria que pensar num plano B. Para que o Jeff voltasse a vida, eu necessitava conversar com um dos irmãos do Slender, seria difícil de convencer algum deles, mas eu seria o meu jeito.

Jeff a sua morte não será em vão, mesmo que for preciso dar a minha vida pela sua, a Kim e o Liu merecem pagar pelo o que fizeram com você.

POV Liu

Já havia se passado uma semana que eu e a Kim estamos morando na mansão. Sempre fico vigiando ela, mesmo quando vou fazer minhas caças noturnas, fico pouco tempo pela cidade.

Ela havia ficado bastante esquisita. De acordo com Slender o bebê já estava com 1 mês, mas era apenas essa a informação que tínhamos, nada ainda sobre o sexo dele, mas espero que seja um menino.

  Não que eu estivesse gostando disso, mas de alguma maneira eu teria que me acostumar... Porque esse bebê não nasce logo?

Já pela manhã, ainda com a Kim dormindo. Eu após me aprontar, vou em direção a cozinha afim de preparar a minha refeição, e quando chego lá, vejo apenas a Jane, que aliás estava aparentemente normal, mas eu não iria dar o braço a torcer, não confio nem um pouco nela.

– Liu a quanto tempo. – ela me odiava só porque queria matar o "namorado" dela, e agora está assim?

– O que você quer Jane? – sou direto na pergunta, isso enquanto caminhava até a geladeira.

– Nossa quanta frieza para a minha pessoa, eu não te fiz nada. – não me importo com sua resposta. Antes de pegar algo de dentro da geladeira, sinto um perfume familiar, e logo sua voz.

– Bom dia. – sendo simpática como sempre, Kim brota na cozinha, minha atenção vai para ela, e percebo que quando nota a presença de Jane fica surpresa. – Você. – diz ela para a Jane, que logo dá um sorriso descarado.

– Kimberly né? – pergunta a Jane para a Kim. Elas já se conheciam? Não me surpreende nem um pouco, já que a Jane é doida pelo meu irmão. Acho que deve de ter sentido inveja da Kim por conta que o desgraçado do Jeff ficou atraído por ela.

– Sim, e você... Não me lembro de seu nome. – Kim se força a querer lembrar no nome da vadia.

– É Jane. Aliás Liu, leva a Kim também. – nem sei do que ela estava falando. – Hoje eu, Ticci Toby, Eyeless Jack, Jack Risonho. Seria legal você ir fofinha assim eu teria uma companhia feminina ao meu lado. – aquela garota estava tramando algo. Não pegaria bem eu matar ela, já que ela havia morava aqui. Mas sei que seus planos de agora tinham haver com o Jeff.

– Para aonde vocês vão? Eu posso ir? – pergunta a Kim. Certo que ela não saía da mansão, por motivos de sua segurança. Mas esse passeio noturno que a Jane falou, nada mais é que uma matança.

– Você não iria gostar Kim, é uma caça. – aí dizer isso, ela faz cara feia.

– Deixa ela ir Liu, para de ser chato. – eu já estava com planos de degolar essa garota se ela não calasse a boca.

– Na real Liu, eu não saio dessa mansão. – afinal porque estávamos conversando perto dessa garota? Ela não merecia ouvir a gente. Kim não sabe nem 1% de quem a Jane é. Puxo a Kim pelo pulso, e a conduzo até o nosso quarto. – Liu por que fez isso? – passo minhas mãos em meu rosto, estava um pouco tenso. O dia mal começa e já me aparece tantos problemas.

– Kim me promete uma coisa? – ela concorda com a face. – Tenta ao máximo ficar longe da Jane. De todos os creepypastas, essa garota é um dos piores, ela é puramente atormentada e pra conseguir faz de tudo. – ela baixa sua cabeça, mas parece entender o que eu digo.

– Eu te entendo, ela me pareceu meio sínica demais para o meu gosto. – ainda bem nesse meio tempo que estamos juntos ela aprendeu alguma coisa de como não confiar em qualquer um. Lhe dou um beijo na testa e lhe olho nos olhos.

– Você me disse que quer sair? Sei que está incomodada ficando todo tempo nessa mansão. – falei. Eu não iria hoje com eles, faria minhas vítimas sozinho.

– Está me convidando para uma de suas caçadas? – reviro os olhos ao escutar sua pergunta.

– É pegar ou largar. Eu vou com ou sem você mesmo. – falei um pouco impaciente.

(...)

Com a chegada da madrugada, eu já estava praticamente pronto para sair, já a Kim ainda estava se aprontando. Ela não demorava muito, porém decidi sair do quarto para da uma checada no carro em que iríamos para a cidade.

Saído da mansão logo vem em minha frente a figura feminina do Jeff.

– Isso é uma perseguição? – pergunto ironicamente para ela.

– Eu não sou o tipo de pessoa que persegui as outras, diferente de você. – a conversa mal havia começado e eu já estava me irritando. – Sei lá, eu só acho que a Kim seja obrigada a ser sua namorada. Sabe quando ela estava com o Jeff, eu observei ela. E sabe, ela não parecia querer sair de lá, ele dava para ela um pouco de liberdade, já você, não. – pausa sua fala, chegando mais próximo de mim. – Você é uma pedra no sapato dela.

– Cala a boca. Você não sabe o que diz. – esbravejo.

– Sei sim. Por que não pergunta a própria Kim? – ao lançar essa pergunta ela se vira de costas para mim, e desaparece no meio da floresta. Teria que dar um jeito nessa Jane, antes que ela haja contra a Kimberly.


Notas Finais


Até breve 📚📚


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