História Homophobic - Capítulo 33


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Categorias Girls' Generation
Personagens Taeyeon, Tiffany
Tags Girls' Generation, Homofobia, Kim Taeyeon, Snsd, Stephanie Hwang, Taeny, Taeyeon, Tiffany, Tiffany Hwang, Yuri
Visualizações 258
Palavras 2.982
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eiei boa noite
como vcs estão?
essa att é BEM IMPORTANTE então dêm bastante valor a ela, ok? ok
espero que gostem e boa leitura!

Capítulo 33 - Doing the right thing


Abriguei-me na casa de Jessica aquela noite, sendo recebida com filmes e uma grande xícara de café. Passamos boa parte da noite conversando e revivendo memórias antigas, além de a Jung ter me oferecido seu colo ao que contei todo o acontecimento de mais cedo com minha mãe, assegurando-me de que poderia ficar em sua casa até que arranja-se um lar. Estava me sentindo tão bem com sua companhia que ao menos via as horas passarem e, quando me dei conta, já estava de manhã e a morena jogava a mochila contra meu rosto sonolento, obrigando-me a levantar do colchão.

Descobri que a notícia do término de meu relacionamento correu rápido demais enquanto andava pelos longos corredores da escola. Todos sabiam falar apenas sobre isso, sentia os olhares sobre mim enquanto pessoas cochichavam umas com as outras, como se eu não estivesse presente ali. O engraçado fora que não demoraram muito para ligar Taeyeon ao ocorrido, a ausência dela nos últimos dias apenas fez aumentar os murmúrios, porém ninguém veio tirar satisfações diretamente comigo.

A terceira aula do dia havia acabado e junto com ela o meu sono ao que vi Jessica fazer sinal para que lhe seguisse em direção ao refeitório, minha barriga roncava alto. Senti-me insegura ao sentar na mesa junto as outras garotas depois que peguei minha refeição, elas me encaravam curiosas e inquietas, como se estivessem com dúvidas se me deixariam sentar na grande mesa ou me despachariam para outro canto. Jessica sentou-se ao lado de Yuri e eu aproveitei a oportunidade para sentar ao lado de Taeyeon que parecia focada demais em um joguinho no celular.

Não demorou muito para que Sooyoung puxasse um assunto comigo bem baixinho pra não chamar a atenção da Kim ao meu lado, fazendo-me sentir mais confortável. Contei a ela sobre tudo que havia acontecido no dia passado, o que a fez me olhar com pena e me dar um abraço de lado, dizendo que tudo iria ficar bem e que ela sempre estaria ali por mim. Estar recebendo apoio daqueles que amo era, com toda certeza, a melhor coisa do mundo. Eu me sentia amada, eu me sentia feliz.

Contudo, Taeyeon parecia desconfortável ao meu lado, mas foi só trocarmos alguns olhares acompanhados de sorrisos bons de minha parte para que a mais velha se sentisse motivada a puxar meu braço com leveza, apontando para o celular que tinha o jogo pausado. Sorri ainda mais abobada ao vê-la me mostrar sobre o novo jogo que Yuri havia recomendado a si, dizendo-me animada passo a passo de como jogar, enquanto, timidamente, acanhava-se cada vez mais para perto de meu tronco. Não retive a vontade de passar um dos braços por seu ombro, trazendo-a mais para perto, e apoiar o queixo em seus fios negros. Se dissesse que prestava atenção nas palavras da Kim estaria mentindo, meu foco estava apenas em seus dedos pequenos e fofos e no cheiro agradável e relaxante de shampoo que seus fios traziam.

Taeyeon me trazia uma paz indescritível.

— E você faz assim… Fany-ah? — ergueu os olhos para me encarar, verificando se realmente prestava atenção em suas palavras. — Você nem está prestando atenção, né? — murmurou emburrada, um bico fofo brincava em seus lábios.

— Desculpa, eu... estava pensando em outra coisa. — comentei baixo, brincando com seus fios negros e macios. Taeyeon deu de ombros, voltando a jogar. Suspirei baixinho, fechando os olhos por segundos como uma forma de fazer aquele friozinho chato em minha barriga sumir.

— Você nem esconde que está apaixonada. — Sooyoung sussurrou em meu ouvido, rindo baixinho. Sorri sem graça, ignorando-a. — Não perca ela de novo, Tiff.

— Eu não vou. — assegurei. Apenas de pensar na possibilidade de perder Taeyeon meus braços automaticamente trouxeram-a mais para perto, em um aperto forte e seguro. Podia sentir meu coração doer ao pensar nas palavras da Choi. Eu não perderia Taeyeon, não outra vez.

— Tiffany, você está me sufocando. — a mais velha murmurou sôfrego ao que tinha o rosto esmagado contra meu peito. — Ei, o que deu em você? Quase me matou. — afastou-se, olhando-me com um sorriso envergonhado e de lado. As bochechas logo colorindo-se em um belo tom de rosa claro e os olhos curiosos brilhantes fixos nos meus. Como pude demorar tanto tempo para perceber que era apaixonada por aquela garota?

— Só fica aqui comigo, por favor. — comentei puxando-a novamente. Demorou segundos para que Taeyeon me olhasse desconfiada e voltasse a apoiar a cabeça contra meu peito, voltando ao seu jogo. Os dedinhos se mexiam rápido contra a tela do celular enquanto murmúrios saiam de seus lábios quando não conseguia atacar o grupo adversário. Taeyeon soltava baixo pequenos palavrões que me faziam rir.

— Parem com essa melação, estão me dando enjôo. — Yuri comentou desgostosa, fazendo careta. Mostrei-lhe a língua, não lhe dando atenção.

— Não estamos de melação! — Taeyeon soltou rápido, fazendo a amiga a olhar com a sobrancelha arqueada, eu e Jessica apenas rimos ao que esta puxou uma Yuri incrédula para si e plantou um beijo em sua cabeça. Não pude deixar de rir diante a cena, vendo a Kwon mostrar-se tão manhosa e carente de atenção para a Jung que não tardou a lhe dar o que tanto queria, afagando seu cabelo e deixando beijinhos por todo seu rosto. Sorri diante a cena, elas formavam um casal lindo.

Senti meu coração aquecer ao que Taeyeon deixou o celular de lado apenas para se aconchegar em meu peito e fechar os olhos aproveitando do abraço. A Kim sorriu de uma forma tão doce que fora capaz de fez meu coração derreter em segundos.

Sorriso este que não tardou a sumir ao que consegui ouvir sussurros dos alunos a nossa volta. Sussurros que fizeram Taeyeon se afastar de mim, que deixaram o rosto iluminado da menor triste e sem vida novamente, que fizeram meu coração se apertar dentro do peito pelas palavras maldosas direcionadas a si.

"Não acredito no que estou vendo."

"Tiffany falava tão mal dos homossexuais que acabou virando um."

"Elas não eram inimigas? Taeyeon não odiava a Tiffany?"

"O que Tiffany viu de bom na Taeyeon?"

"Elas estão namorando? Que nojo!"

"Certeza que a Taeyeon já deu pra Tiffany, essa cara de puta dela não engana ninguém."

— Já chega! — exclamei irritada, trazendo todos os olhares das pessoas em volta para mim. Minhas bochechas estavam vermelhas em pura raiva enquanto sentia as batidas frenéticas do meu coração, eu não aceitaria de maneira alguma que dissessem coisas daquele tipo sobre minha pequena. — É incrível o fato de vocês saírem espalhando coisas sobre a vida de outras pessoas sendo que ao menos sabem se é verdade, é ridículo ouvir vocês falarem tantas besteiras e espalhar mentiras sobre uma pessoa que nunca lhes fez absolutamente nada. Mas se realmente quiserem saber, eu mesma vou dizer: Taeyeon não me transformou em lésbica, não transou comigo para "mudar a minha opinião" e muito menos destruiu a minha vida, muito pelo contrário. Ela me mostrou o quanto eu estava errada, o quão monstro eu era. Ela acreditou em mim, ela me fez mudar, ela me mudou e vocês não sabem o quão grata eu sou por isso. Estou cansada de ouvir meu nome pelos corredores por simplesmente ter mudado, por não ser mais a Tiffany arrogante e preconceituosa que todos conheciam. Eu errei, errei muito sim eu admito, mas eu mudei, Taeyeon me mudou, ela me ensinou a amar de um jeito que nunca tinha aprendido. — suspirei pesado, vendo os olhinhos da Kim arregalados em surpresa.

Não sabia de onde havia tirado tamanha coragem para estar falando em alto e bom tom na frente de milhares de alunos, mas não poderia parar naquele momento, então apenas me contentei em continuar.

— Bom, a minha família é religiosa, eu cresci ouvindo meus pais dizerem que os homossexuais eram aberrações, que não deveriam existir, que eram frutos do demônio, eu era uma criança! Eu era a droga de uma criança que cresceu acreditando em tudo que meus pais e a igreja falavam, eu cresci com ódio dessas pessoas, eu me transformei em uma pessoa sem coração, uma fodida preconceituosa.

— Fany-ah… — Taeyeon chamou baixinho, puxando a barra de meu moletom em um sinal para que me sentasse e parasse de berrar no meio do pátio.

— Não, me deixe terminar. — resmunguei, retirando com cuidado a pequena mão da Kim do tecido. — Eu fui errada em dizer aquelas palavras e peço perdão a todos que apanharam por minha causa, no final das contas a única aberração que existia na escola era eu. Eu, por ter incentivado o ódio aos homossexuais, eu por não ter feito nada enquanto via meus colegas e amigos virarem sacos de pancada e voltarem para casa com hematomas feios pelo corpo. Eu por não ter defendido a única pessoa que fez meu pensamento mudar, a única pessoa que não desistiu totalmente de mim, mesmo eu estando completamente errada. — suspirei pesado, me virando para encarar Taeyeon que tinha os olhos levemente arregalados e me olhava com pena. — Me desculpe por não ter te defendido, por ter te abrigado por tão pouco tempo em minha casa quando você mais precisava. Me desculpe por ter medo dos meus pais e ter me afastado de você por causa deles. Me desculpe por tudo de mal que eu te fiz, eu sou um monstro, Taeng.

— Não, Fany. — negou com a cabeça. — Para de falar bobagens. — segurou minha mão mais uma vez, olhando-me com os olhinhos brilhando. Por mais que eu quisesse acreditar em suas palavras, eu não conseguia. Não depois de tudo que fiz.

— Não estou falando bobagens, dessa vez, estou falando a verdade. — sorri amarelo em sua direção. — Mais uma vez eu quero pedir perdão a todas as pessoas a quem eu causei mal, todos que apanharam e se esconderam por minha causa. Eu sei que um simples perdão não vai mudar absolutamente nada, mas eu prometo que de agora em diante eu vou ajudar toda e qualquer pessoa desse colégio, eu prometo consertar toda a merda que eu fiz. Eu quero que saibam que não há nada de errado em gostar de pessoas do mesmo sexo, em não se identificar com o gênero de nascença, em sentir, ou não, atração por ambos os gêneros. Uma amiga me disse para não me levar por comentários maldosos e isso é uma lição que todos deveriam levar para a vida: não se importar com a opinião dos outros e viver livremente do jeito que acha certo. O amor é algo lindo, natural e normal, seja ele qual for e podem ter certeza que demorei muito tempo para aprender isso. O amor é algo lindo então não o escondam, não tenham medo de ser quem são, não tenham medo de sair pelas ruas, não abaixem a cabeça para o preconceito, não se escondam atrás do medo, não deixe que ele te pare, seja mais forte que ele, seja maior que ele. — sorri. — Chanyeol, Baekhyun... — ambos os mais novos olharam-me curiosos, ainda recebia olhares de grande parte das pessoas em volta. Era a hora de me desculpar por tudo e assim fiz. — Me desculpem, me desculpe Yeol por ser uma péssima amiga, por não ter te apoiado em seu relacionamento e por não ter ficado com você nos momentos difíceis, por ter lhe virado as costas quando você mais precisava. Me desculpe Baekhyun por não ter te defendido, por ter deixado você apanhar mais de uma vez. Me desculpe por todo mal que causei a vocês dois.

O Park sorriu mínimo em minha direção como se aceitasse minhas desculpas, afirmando com a cabeça em seguida, enquanto Baekhyun permanecia imóvel ao seu lado, sem dizer uma única palavra. Seus olhos estavam fixos nos meus como se tentasse desvendar se o que eu estava falando era verdade ou não. Desviei os olhos de ambos, mirando-os em Jessica que tinha os lábios entreabertos e uma careta de espanto no rosto.

— Sica... eu sinto muito por ter duvidado de você, por ter te xingado por causa do meu ciúmes besta, por tudo que eu te disse e tudo que duvidei. Por não ter sido a primeira a apoiar seu relacionamento, por ter te feito perder a confiança em mim. Eu sinto muito mesmo.

— Eu já te perdoei faz muito tempo, Tiff. — um sorriso grande iluminava seu rosto, enquanto olhava-me alegre. Suspirei aliviada, sentindo um grande peso sair de meu peito. Virei-me finalmente para uma das pessoas mais importantes, aquela que nunca desistiu de mim e me ajudou a abrir os olhos.

— Choi Sooyoung, você foi uma das pessoas mais importantes e que mais me ajudou nessa transformação, que me fez abrir os olhos e enxergar aquilo que estava custando a ver. Para ser sincero eu nem sei por onde começar, um obrigada é muito pequeno para expressar o tamanho da minha gratidão, mas... obrigada por não ter desistido de mim, por ter me ajudado a mudar, por ter aberto os meus olhos. Por ter ficado do meu lado, acreditado em mim e me dado mais uma chance quando ninguém mais fez, obrigada por ter confiado em mim, eu sou eternamente grata por tudo, se não fosse por você eu... eu nem sei o que seria de mim hoje. Obrigada por tudo. — Sooyoung sorriu, fazendo sinal positivo com o dedão.

— Pode me agradecer pagando meu lanche de amanhã. — riu sincera, fazendo um sorriso brotar em meu rosto.

— Vou pensar no seu caso. — pisquei para si, finalmente dando atenção a principal pessoa, a pessoa que merecia meus perdões mais do que qualquer outra.

Um nó formou-se em minha garganta ao ver as pequenas lágrimas ao redor dos olhos de Taeyeon que mantinham-os fixos em mim. Pude sentir meu coração parar aos poucos ao que fiquei segundos decorando cada detalhe de seu rosto pequeno. Eu tinha tanto para falar, tantas desculpas para pedir e tanto para agradecer, mas parecia que tudo havia morrido em minha garganta.

Encarei o chão por segundos, colocando os pensamentos no lugar antes de voltar minha atenção para a menor.

— Taeng... me perdoe. — disse baixinho, me ajoelhando em sua frente e segurando suas mãos pequenas entre as minhas. O calor dos dedinhos da Kim fez todo meu nervosismo ir embora em um passe de mágica. — Me desculpe por tudo, eu me sinto tão mal todas às vezes que lembro de tudo que fiz com você, todos os hematomas, todas as ofensas, tudo... você não mereceu ter passado por nada daquilo, se eu pudesse voltar ao passado e socar o meu eu até que ele mudasse e percebesse o quão importante você é, eu faria sem ao menos pensar duas vezes. Os anos em que você passou longe foram os piores, eu me transformei em uma pessoa horrível sem você ao meu lado, eu te fiz sofrer tanto… eu sei que não mereço nem 1% do seu perdão, mas mesmo assim eu peço... me perdoe, por favor. — apertei suas mãos, olhando-a suplicante.

Taeyeon não ousou dizer uma palavra sequer, sua mão pousou em minha bochecha, fazendo um carinho singelo. Fechei os olhos por segundos, aproveitando a sensação de calmaria que ela me trazia.

— Se anos atrás me dissessem que todas essas merdas que tem acontecido ultimamente, merdas que mais parecem o roteiro de uma novela das nove, iriam acontecer, bom... eu teria rido, rido muito, tanto que minha barriga começaria a doer, afinal isso seria impossível de acontecer... mas sabe o que é engraçado? É que tudo isso realmente aconteceu. Tenho tantas coisas que nunca admiti em voz alta, coisas que eu sinto há muito tempo e que você não sabe o quanto eu me arrependo de nunca ter dito antes. — sorri acanhada para a mais velha, vendo-a me olhar com os lábios entreabertos. — Mas eu não vou deixar que isso aconteça de novo. Eu não aguento mais essa porra de campo de guerra que essa escola se tornou, eu não aguento mais só sentar e concordar com os erros que eu cometi, não aguento mais dar adeus às coisas que eu acredito e sempre reprimi. — me virei novamente para Taeyeon para terminar meu discurso. Olhei-a novamente nos olhos com toda a sinceridade e compaixão do mundo. — Eu não quero te perder nunca mais, eu não quero passar mais nenhum dia da minha vida sem você e nem mais um minuto sem lhe confessar o que tanto quero.

Taeyeon voltou a segurar com força minhas mãos como uma forma de fazê-las pararem de tremer. Eu poderia dizer mil e uma palavras, fazer uma grande e bela declaração igual a de filmes clichês antigos, apontar todas às vezes em que ela me fez feliz ou os momentos em que passamos juntas, poderia listar todas as suas qualidades e seus jeitos, mas eu apenas me contentei em dizer aquelas três famosas palavras.

— Eu te amo, Kim Taeyeon.

Ao terminar meu enorme discurso com uma pequena porém significativa declaração, pude ouvir grande parte dos alunos aplaudirem enquanto outra parte olhavam-me boquiabertos, dava para ouvir algumas vaias também. Vaias essas que foram se tornando cada vez maior, junto aos passos apressados vindo em minha direção. Eu já imaginava que algo assim poderia acontecer, ainda mais sabendo que quem começou com todo aquele preconceito fora ninguém mais, ninguém menos que eu. Mas a única coisa que realmente importava naquele momento era o pequeno sorriso no rosto de Taeyeon que foi capaz de melhorar o meu dia todo.

De repente eu senti alguém agarrar o capuz do meu moletom, literalmente me arrastando até o pátio principal da escola e deixando-me de lembrança o olhar assustado da Kim. Uma multidão se fez a nossa volta e eu conseguia ouvir alguns gritos de intervenção daqueles que compartilhavam uma mesa comigo segundos atrás. Tenta me debater a todo custo, mas a pessoa que me segurava era mil vezes mais forte. Eu estava perdida e minha cabeça rodava, eu realmente não entendia o que estava acontecendo, até me virar e receber o primeiro soco.


Notas Finais


próxima att só no meu aniversário haha, até! ❤


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