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História Hooking up with my very-hot-bi-neighbor - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Meu vizinho me ensina a surfar


- Tom’s POV -

Eu não esperava que Chris realmente fosse se dispor a me ensinar a surfar. Sendo assim, sou pego totalmente de surpresa quando no sábado seguinte ele bate em minha porta dizendo “vamos para a praia” e depois de pensar por meio segundo eu respondo “ok”.

Como era de se esperar, Chris conhecia bem as praias da cidade. Fomos para uma em que, segundo ele, é o melhor lugar para praticar surf pois há poucas pessoas que a frequentam para banho, por ficar um pouco mais afastada dos locais mais movimentados. Ao chegarmos lá havia uma meia dúzia de pessoas espalhadas pela areia e alguns outros caras que estavam ali pelo mesmo motivo que nos, surfar.

– Me acompanhe se puder. – ele diz ao colocar sua prancha embaixo do braço e sair correndo pela areia branca em direção ao mar.

Eu o acompanho, pegando a outra prancha que havíamos alugado em uma loja próxima, mas eu paro assim que a água alcança meus pés. Ele percebe e me encara curioso.

– Está com medo da água? – ele pergunta, dando um chute e lançando gotas de água salgada em minha direção.

– Você é o profissional aqui. – respondo. – Que tal uma demonstração antes? – eu sugiro e ele acata minha ideia.

Da areia, eu o observo dar remadas em direção ao grande oceano, atravessando as pequenas ondas até que esteja longe o suficiente para que eu o enxergue como uma formiga. Ele se senta na prancha e acena para mim, eu aceno de volta. Uma onda maior se aproxima e ele se prepara, colocando-se em pé na prancha no exato momento em que a onda chega e fazendo uma manobra perfeita. Ele se equilibra, aparentando não fazer nenhum esforço enquanto a física cuida da tarefa de fazê-lo deslizar sobre a água. Chega a ser lindo ver o modo como ele executa o surf tão facilmente. Ok, ele é lindo de qualquer forma, mas existe aquela máxima de que as pessoas ficam belas enquanto fazem algo que gostam, e Chris estava realmente belo. E gostoso.

Eu apenas me dou conta de que estava prendendo minha respiração quando a onda se quebrou e ele já estava próximo o suficiente da margem.

– Viu? É muito fácil. – ele diz, passando a mão nos cabelos molhados. Eu adoro quando ele faz qualquer movimento que sutilmente flexione seu bíceps. Ele apenas sorri ao notar meu olhar nada discreto.

– Claro. Claro. Você nem passou a vida inteira fazendo isso né? Imagina alguém como eu que nunca pisou em uma prancha na vida. – eu finco a minha prancha na areia, assim como já vi surfistas na tv fazerem, mas eu não devo ter feito direito, pois ela não se sustenta nem por dois segundos antes de cair. – O que pode dar errado?

– Relaxa. – ele finca sua prancha e, como uma afronta a minha inexperiência, ela fica exatamente onde devia ficar, imóvel. – Eu vou te ensinar.

Ele começa me ensinando coisas básicas, que não precisavam estar sobre a água ainda. Tipo, como remar deitado na prancha para chegar mais longe dentro do mar e a maneira certa de se levantar quando eu encontrar a onda certa. Essa parte foi a mais demorada, pois tivemos de repetir inúmeras vezes o movimento que eu sempre fazia errado. Até que ele decidiu me ensinar diretamente e foi quando as coisas começaram a esquentar.

– Seus braços devem ficar assim. – ele diz, ao se colocar atrás de mim e guiar meus punhos na posição exata que deveriam ficar.

Sinto um arrepio na espinha quando ele diz próximo dos meus ouvidos como minhas pernas deveriam ficar. Faço como ele pede e isso faz com que nossos corpos fiquem bem colados. Seu peitoral e abdômen apertando contra minhas costas. Sinto um calor crescente.

– Você já está duro? – ele questiona em um sussurro acompanhado de uma risadinha.

– N-não. Estou com foco total. – minto descaradamente, tentando não pensar sobre isso, mas minhas bochechas aquecidas entregam tudo.

– Você fica cada vez mais sensível ao meu toque. – sua mão desliza da minha cintura para a região da minha virilha.

Eu olho desesperadamente em volta, mas a praia estava pouco frequentada, o grupo de pessoas mais próximo não seriam capazes de ver o que estava acontecendo, eu espero.

– Não devíamos focar no meu equilíbrio? – eu digo, mordendo meu lábio inferior quando ele aperta minha ereção. Eu ainda permaneço na mesma posição que ele havia me colocado, o que me faz parecer meio patético.

– Hm. – ele geme no meu ouvido. Merda. Sua barba roça na minha nunca e eu arrepio. Merda. Merda. Merda. Sinto seu quadril se mover atrás de mim anunciando que também estava duro. Mas para meu alívio ou infelicidade, ele não passa disso. Apenas sussurra: – É isso. Você está pronto para ir para água.

Então ele pega sua prancha e corre em direção a água fazendo menção de que eu deveria fazer o mesmo. As atitudes de me provocar e se afastar continuam, e eu amo-odeio isso.

E fomos para o próximo passo, me manter em pé em cima da prancha, na água. Chris se manteve ao meu lado, mas ele não podia fazer muito a não ser me apoiar e repassar as instruções do que fazer. Foi bem interessante cair na água ou ser levado por uma onda em menos 10 segundos, nas quinze primeiras tentativas. Mas não desisti. Continuei, até conseguir ultrapassar essa marca ao ficar por 12 segundos em pé.

– Um recorde. – digo, animado.

– Acho que você já está pronto para pegar uma onda maior, ein.

– Tá falando sério?

– Sim. – ele dá um sorriso suspeito.

– Por que não sinto verdade no que está dizendo?

– Estou sendo sincero.

– Não está não. Você acha que eu não consigo. – me faço de ofendido. – Se isso for um desafio, eu o aceito. – digo voltando a remar com a prancha, um pouco mais para o fundo.

– Não me culpe se você levar um caldo.

Eu vou a uma distância onde as ondas estão maiores, não tão longe quanto Chris quando eu estava o observando de longe. Uma distância em que eu sei que vou conseguir nadar de volta caso dê alguma merda.

Tento me concentrar no que Chris havia me explicado quando uma onda um pouco maior das que peguei se aproxima. E então eu me coloco de pé e eu a surfo. Para minha surpresa, eu estou de pé, estou conseguindo deslizar sobre a onda. Uma sensação incrível percorre pelo meu corpo e um sorriso se forma em meus lábios. Isso é infinitamente melhor do que um vídeo de VR.

Eu tento olhar para a direção onde Chris estava e é nessa hora que perco o equilíbrio e sou derrubado da prancha. Foi um belo caldo. Devo ter rodopiado umas duas vezes debaixo da água antes de voltar a superfície e nadar em direção a minha prancha. Quando subo nela, Chris está vindo em minha direção.

Ele parecia estar preocupado, mas ao notar que eu estava bem, ele começou a rir.

– Eu avisei.

– Ok. Pode rir. Mas eu consegui pegar a onda. Quanto tempo eu fiquei em pé?

– Uns 14 segundos.

– Uhul. Mais um recorde quebrado.

– Você não existe. – ele diz jogando água em mim.

Após isso voltamos para a praia.

– Você até que mandou muito bem para uma primeira aula – ele coloca uma mão em meu ombro enquanto caminhamos pela margem.

– Eu sou o melhor aluno que você já teve na vida. Acho que eu merecia uma recompensa.

– Haha eu não... – ele começa rindo, mas então sua expressão muda para algo malicioso. – Talvez você tenha razão. Vem comigo. – ele diz me puxando pela mão.

Caminhamos ao longo da margem, nos afastando do pequeno aglomerado de pessoas e indo em direção a cinturão de rochas enormes que seriam capazes de esconder uma pessoa alta como Chris de olhares externos.

– Podemos continuar o que começamos mais cedo. – ele diz, me puxando para um beijo rápido que tem um leve gosto salgado por conta da água do mar.

– Você costuma trazer suas vítimas aqui? – pergunto, o fitando com curiosidade.

– Talvez. – ele me puxa para mais perto pelo quadril. – Mas nenhum tinha uma bunda tão linda – suas mãos apertam minha bunda.

Ok, isso não é a resposta mais fofa do mundo, mas eu levarei isso como um elogio muito sincero e especial no meu coração.

– Você joga muito sujo. – eu digo sorrindo de canto.

– Isso te deixa excitado? – ele questiona passando o polegar sobre meus lábios.

– Completamente.

– Então mama aí a sua recompensa.

Sinto a areia úmida sobre meus joelhos ao me abaixar e logo estou dando “olá” para o pau de Chris incrivelmente duro na minha frente. Minha boca enche de água apenas em vê-lo. Sabe aquela sensação estranhamente boa que você tem ao ver seu melhor amigo depois de algum tempo? Bem, eu acho que o pau dele se tornou o meu melhor amigo.

Mantenho minhas mãos apertadas no quadril de Chris enquanto dou vários beijinhos no seu membro. Deixo que minha língua percorra toda a sua extensão até as bolas onde eu as coloco na minha boca fazendo movimentos de sucção, uma de cada vez, ouvindo-o gemer baixinho.

Volto a lamber o seu pau, fazendo o caminho inverso até a glande. Minhas mãos deslizam do seu quadril para o abdômen onde deixo elas percorrerem por suas definições até o peitoral que eu aperto com vontade.

Eu o encaro no mesmo momento que envolvo meus lábios em sua glande, podendo vê-lo morder o lábio inferior e soltar um suspiro pesado em seguida. Eu adoro brincar com a cabeça do seu pau, apertando meus lábios sobre ela, deixando que minha língua a circunde e pressionando a ponta no topo onde sou presenteado com uma amostra do seu pré-gozo.

– Eu amo o seu pau. – largo sua glande e volto a lamber até os testículos outra vez, segurando-o em minha mão e o masturbando.

– É. Ele também te adora. – ele diz, travesso.

Passo minha boca por sua virilha e subo até a altura do umbigo onde dou beijos e mordidinhas no seu abdômen firme.

Ele segura seu pau e começa a balançá-lo no ar e eu coloco um pouco a língua para fora para que ele bata sobre ela e deixando a boca estrategicamente aberta para que ele enfie seu pau adentro.

Eu inicio um vai e vem, movendo meus lábios e minha língua de modo a arrancar os gemidos mais deliciosos de Chris. Meus dedos brincam com suas bolas.

Ele apoia suas costas na rocha atrás de si e empurra seu quadril para frente. Me fazendo colocar mais do seu membro na minha boca.

– Você se torna cada vez melhor nisso. – ele diz.

Então ele apoia uma das mãos atrás da cabeça e a outra enfia entre meus fios de cabelo e passa a mover seu quadril, enfiando seu enorme falo cada vez mais fundo em minha garganta. Os movimentos são ruidosos e eu me engasgo em vários momentos, mas o tesão que eu sinto nisso é inexplicável.

– Aah vou gozaar ungh.

Ele tira o pau da minha boca, deixando apenas a glande sobre os meus lábios a tempo de gozar, sujando toda a região da minha boca e da minha bochecha com seu sêmen quente. Eu me sinto a maior vadia do mundo com o gozo de Chris por toda a minha cara e isso é maravilhoso.

Em seguida, sou puxado para um beijo, sem se importar com o fato do meu rosto e minha boca estarem lambuzadas com o seu próprio gozo. Isso acaba sendo mais excitante do que eu poderia imaginar.

Agora é minha vez de ser colocado contra a pedra. Sinto a ponta da língua de Chris percorrer a linha central das minhas costas, me causando arrepios, até alcançar a borda do meu short. Ele não perde tempo em me livrar dele. Estou completamente nu em uma praia, com pessoas a alguns metros de distância. É um misto de medo e de descoberta de novas sensações incríveis.

É tudo novo, como o sol toca minha pele em partes que ele nunca havia tocado ou a brisa do oceano me causando um leve arrepio. Eu fecho os olhos e então vem uma sensação familiar quando Chris aperta minha bunda enquanto as separa e sua língua desliza atrevida na região da minha entrada. Eu suspiro passionalmente e esqueço completamente de tudo a minha volta.

Eu arfo pesadamente e mordo meu lábio com os movimentos viciantes no meu cuzinho. Sua língua circunda meu orifício, lambe e em seguida me invade, me fazendo revirar os olhos, à medida que suas mãos tentam separar mais minhas nádegas, como se quisesse enterrar não só sua língua, mas sua cara ali.

Me apoio sobre a rocha, pousando minha bochecha sobre o antebraço tentando me abrir da melhor maneira possível. Sua língua parece saber o caminho exato para me enlouquecer, eu seria completamente capaz de gozar apenas com esse ato, mas me contenho em não deixar esse pensamento se tornar realidade.

Mordo o lábio inferior e murmuro uma aprovação quando sua língua estimula minha próstata outra vez. E então como em um beijo, sua língua estala e em seguida sua mão faz um estalo na minha bunda com um tapa. Eu não consigo segurar um gemido e coloco a mão sobre a boca imediatamente, refletindo na possibilidade de que alguém poderia me ouvir.

Ele se ergue, mantendo sua mão presa a minha cintura e roça seu corpo ao meu, deixando seu pau estrategicamente alojado em minha bunda enquanto passa a beijar meu pescoço. Eu sorrio em meio a gemidos com seu toque. É incrível como meu corpo se acostumou a reagir tão bem aos toques dele.

– Me fode logo. – eu suplico com uma voz chorosa.

Ele puxa um pouco meu quadril, para que eu o empine da melhor forma e se posiciona atrás de mim. Sua glande é pressionada contra meu orifício até que consiga me penetrar, porém ele não termina de enfiar tudo.

– Venha pegar o resto da sua recompensa. – ele diz, me dando outro tapa e eu retribuo isso com o sorriso mais safado que eu seria capaz de fazer.

Eu abro minhas pernas um pouco mais e começo a me empurrar para trás, recebendo centímetro por centímetro do seu enorme e pulsante membro,

– Aah isso, garoto hmm engole meu pau com seu cuzinho vem aah – eu sentia dor, mas também muito tesão com as palavras dele e eu me mantive firme, até o talo.

Eu fico um pouco ofegante apenas com esse ato. Não é fácil encarar o pau de Chris e eu sempre me sinto muito orgulhoso por isso.

Seus braços fortes me envolvem e sou guiado a um beijo de língua. Suas mãos deslizam lentamente até meu peito para dar leves apertos em meus mamilos e eu acabo soltando um gemido abafado. Eu movo meu quadril para trás, intencionalmente, dizendo a ele que não precisava mais esperar.

Ele puxa seu membro quase inteiramente para fora até que fique apenas a glande e então com um movimento brusco ele empurra seu quadril para frente, seu pau inteiro de uma só vez, até que seu pubes encoste na minha bunda com um forte impacto. Ele contém um grito meu colocando a mão sobre a minha boca. Eu cerro os dentes quando o movimento brusco acontece de novo e de novo, mais rápido, mais intenso e, a partir de um tempo, mais prazeroso.

Meus gemidos já demonstram meu puro êxtase em ser empalado pelo enorme membro dele. Eu passo a mover o quadril também, aumentando o atrito de nossos corpos.

O sol segue firme sobre nós, mantendo a temperatura a nossa volta ainda mais quente e fazendo com que suássemos com mais facilidade.

Seu braço me envolve pelo peito e me puxa para mais perto onde ele passa a beijar minha nunca, indo em direção ao meu ouvido.

– Rebola bem gostoso pra mim vai. – ele diz com uma voz rouca e eu como um bom submisso que sou o obedeço, rebolando meu quadril provocativamente. – Sua bunda é a coisa mais gostosa do mundo. – ele me da mais um tapa antes de voltar a investir com força em mim outra vez.

Ele mantém seu ritmo inabalável, me levando a loucura. Eu levo minha mão até meu membro, na expectativa de me masturbar, mas ele me impede, segurando meus braços atrás das costas.

– Isso não é justo. – digo com a voz chorosa.

– Eu ainda não disse que você podia ter essa parte da recompensa. – diz ele, voltando a me bombar com uma força incrível, me fazendo arquear as costas e gemer em um quase delírio.

Sendo assim, eu sinto um enorme vazio quando ele sai abruptamente de dentro de mim, no momento que ele habilmente me coloca deitado na areia, segurando minhas pernas no ar e voltando a preencher o vazio que ele havia deixado com seu delicioso pau. Eu volto a gemer de puro prazer.

Mesmo que eu esteja deitado sobre nossas roupas, grãos de areia grudam e arranham na minha pele e isso é surpreendentemente excitante. Eu estou virando um sadomasoquista?

Ele me acerta em cheio, fazendo eu virar os olhos e em seguida fixar meu olhar em si. Eu observo ele empurrar seu quadril contra minha bunda como se estivesse rebolando sensualmente ao fazer isso.

– Aah Você é o cara mais gostoso do mundo. – eu digo e sou recebido por um sorriso maroto dele que dizia que ele sabia que era provavelmente um dos caras mais gostosos do mundo, de verdade.

Ele se inclina para frente unindo nossos lábios. Eu aproveito a aproximação para percorrer minhas mãos sobre suas costas molhadas e descer até seu quadril onde aperto com muita vontade sua bunda fazendo-o gemer em meio a um sorriso enquanto mordia meu lábio.

Finalmente ele me permite ter algum estímulo em meu próprio pau ao começar a me masturbar. Eu envolvo meus braços no seu pescoço quando seu toque passa pala minha glande sensível e sua mão se fecha em volta do meu membro fazendo movimentos firmes de vai e vem. Seu membro continua indo e vindo dentro de mim e ele passa a beijar meu pescoço.

Sou levado a um estado de puro êxtase e não consigo mais me conter e chego ao meu ápice, jorrando meu esperma em grande quantidade sobre minha barriga e meu peito. Porém Chris continua com suas estocadas, prolongando minha sensação de orgasmo até que, não muito depois, ele goza fartamente dentro de mim.

Ele se deita ao meu lado na areia, não parecendo se importar com os trilhões de grãos grudando em sua pele. Eu me mantenho em silencio esperando minha respiração se regular. Quando meu corpo se aquieta, volto a me dar conta das coisas a minha volta. O sol queimando minha pele, as ondas, chegando em sua intensidade mínima na ponta dos dedos do meu pé e O som do de pessoas conversando ao longe.

– Isso é loucura. – eu digo a Chris e ele me encara com um sorriso. – Estamos praticamente em publico a luz do dia.

– É, mas ninguém viu. – ele diz se levantando e andando em direção do mar.

– O que você está fazendo? – eu pergunto.

– Nunca tomou banho de mar pelado? É uma ótima experiencia. – ele ergue uma sobrancelha. – E também acho que você precisa se limpar de toda essa bagunça. – ele faz um gesto para que eu o siga.

Era verdade, eu estava uma bagunça de suor, areia e porra, em lugares que eu nem imaginaria que poderiam estar sujos. Então eu o sigo, entrando no mar o mais rápido possível e torcendo para que ninguém estivesse olhando nessa direção na hora.

Se alguém me dissesse que eu transaria com alguém na praia e depois tomaria um banho pelado em plena luz do dia, em uma praia que não fosse de nudismo, eu diria que seria loucura. Bem, aconteceu e o pior é que eu gostei da experiência. Mas eu não pretendo que algo assim se repita. Nem pensar.

Continua...



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