História Hope - Capítulo 5


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki
Tags Amor, Assassinato, Casamento, Desejo, Hinanaru, Morte, Naruhina, Naruhinaévida, Prettynane, Revoltas
Visualizações 311
Palavras 3.046
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E ai povo!
Meio tarde e muito frio... mas vim atualizar a fic... e dizer que só falta mais um capitulo... lembram... era uma história curta... e eu acabei enrolando pra postar... mas acontece... nem tudo na vida sai como o planejado...
Sem mais delongas....
Boa Leitura.

Capítulo 5 - Capítulo IV


Voltamos para casa. Naruto vinha pensativo pelo caminho a minha frente. Ainda não havia me lembrado de tudo. Para dizer a verdade, mesmo lendo as reportagens e tudo que era relacionado ao acidente, nada vinha a minha mente.

Ainda estava perplexa em como nunca tive acesso a nada relativo a dona Kushina, ou ao acidente. Mas se parar para pensar, tudo na minha vida passou a ser minimamente controlado por meu pai. Então é até compreensivo que não saiba nada. Ele cortou as pontas soltas, mas ainda havia sobrado a razão de tudo. Naruto.

- Auth, ei olha por onde and....- Tive a boca tampada. Naruto havia parado e me arrastado para dentro do mato.

Desviei o rosto evitando que ele notasse meu rosto inchado, ainda estava chateada com as descobertas. E sempre que me lembrava do diário acabava chorando.

- Fica quieta. – Ele dizia sem me olhar e me apontava a casa a cerca de cem metros. – Seus amigos voltaram mais rápido do que eu pensei.

Olhei bem na direção da casa, Naruto estava praticamente em cima de mim então não dava para me mover bem. Mas pude ver que eles estavam entrando na casa.

- Temos duas opções. – Ele saiu de cima de mim se sentando no chão sem tirar os olhos da casa. – Ir para a cabana e arriscar dar de cara com eles daqui a pouco, ou ir para casa e dar de cara com eles agora.

- Mas o que? – Questionei.

Revirei os olhos para idiotice que acabava de ouvir. Nas duas opções eu me ferrava e era bem capaz do Kiba dar um tiro em Naruto por ter me escondido e mentido quando ele veio até aqui mais cedo.

- Eles estão saindo de carro. – Antes que pudesse reagir Naruto se jogou em cima de mim me protegendo novamente, a estrada passava muito próximo de onde estávamos, corríamos o risco de sermos vistos.

Ouvi o carro passar e seguir pela estrada, Naruto olhava ainda abaixado se certificando de que podíamos nos levantar em segurança. O carro já seguia a uma distância segura quando ele deu indícios de se levantar.

- Desculpa o mau jeito. – Ele sorriu travesso ainda em cima de mim, estreitei os olhos vendo que de certa forma ele se divertia com a situação.

Com um pensamento maléfico passei minha mão sobre a pele exposta pela camiseta erguida na altura da barriga fazendo ele se arrepiar com o contato. Fiz cara de santa e foi a vez de ele estreitar os olhos para mim e se levantar em seguida constrangido.

- Eles provavelmente vão voltar. - Disse já de pé seguindo um Naruto cauteloso e envergonhado.

- Me espera no jardim. - Ele pediu gentilmente se aproximando da casa com cuidado. – Entrou e depois de uns minutos saiu trancando a casa com uma mochila e minha mala em mãos.

Pegou a chave do carro no bolso e colocou a mala no banco de trás entrando no carro em seguida.

- Vai ficar parada aí? – Questionou estressado me encarando pela janela com o vidro baixo. – Entra logo!

Entrei no carro colocando o cinto de segurança e encarando um Naruto com sorriso matreiro.

- Pra onde vamos? – Perguntei curiosa.

- Vamos para a casa do meu pai. – Ele deu partida.

(...)

A viagem demorou algumas horas, seguia em direção contraria a da cidade, indo mais ainda para o interior. No topo de uma colina, uma casa branca se destacava. Passamos pelo portão eletrônico e entramos na propriedade.

Olhei pra ele curiosa a medida que a casa se aproximava. Não tinha conhecido Minato, pelo menos foi o que entendi da minha triste história. Ele ia se encontrar comigo junto de Kushina no dia do acidente.

- Meu pai não está aqui. – Naruto disse adivinhando o que ia perguntar. – Depois que minha mãe faleceu ele se mudou para Tóquio para administrar o time de lá, ele vem raramente nos fins de semana, e fica muito pouco aqui.

- Então por que ter uma casa que ele não visita? – Questionei.

- Essa casa era da família da minha mãe, ele não tem o direito de vender pois já era dela antes deles se casarem, ou seja, a casa é minha. – Ele respondeu saindo do carro. – Não se preocupe, aqui ninguém, nem mesmo o Papa vai te encontrar.

-Você disse isso daquela outra casa também! -Falei cética.

Ele riu humorado pegando as malas.

- Há uma diferença muito grande entre aquela casa e essa casa. – Ele me deu a chave para abrir a porta. – Essa casa tem um sistema de segurança avançado, com um modo segurança militar, é como se ela não existisse.

Ao entrar entendi do que ele falava, havia uma sala de controle com monitores e controles estranhos logo na entrada. Pelo que pude notar havia câmeras em todos os lugares.

- Quando minha mãe veio pra Konoha, antes de adquirir aquela propriedade, morávamos aqui. Ele deixou as malas no chão. – O sistema de segurança desenvolvido para o “Naruto” não fugir das vistas dela.

Sorri com a astucia da mãe dele.  Mas me entristeci quase que imediatamente, por minha culpa não tinha conhecido ela. Nunca teria essa oportunidade. E Naruto havia perdido a mãe por minha causa, por causa da minha estupidez.

Meus olhos arderam, mas antes que ele pudesse perceber sai andando pela casa, assim ele não veria que lágrimas molhavam meu rosto novamente.

Segui até a cozinha abrindo a geladeira e me deparando com o vazio, olhei o que imaginei ser a despensa e mais uma vez o vazio. Naruto estava escorado no balcão me olhando fuçar a cozinha atrás de comida. Então olhei pra ele me dando conta de que não havia comida ali.

- Temos que ir na cidade. – Ele disse preocupado. – Vou entender se não quiser ir, mas sinceramente não quero te deixar sozinha, além disso preciso de remédios para seu machucado.

Acenei concordando, também não queria ficar sozinha aqui. Afinal não conheço nada, e estaria isolada caso algo acontecesse. E foi ele falar do meu machucado para me lembrar que minha roupa estava suja de sangue. E precisava de um curativo urgente.

O jeito era ir em Konoha e correr o risco de ser pega.

(...)

Aproveitei que Naruto estava arrumando algumas coisas no sistema de segurança para trocar minha roupa. Me troquei colocando uma camiseta limpa e trocando também a calça que estava suja devido à queda no mato.

Olhei meu reflexo no espelho. Estava um caco.

Meus olhos tinham bolsas inchadas e meu rosto estava inchado. E por mais que não quisesse chorar não conseguia evitar que novas lágrimas corressem no meu rosto. Principalmente porque agora tinha um sentimento de culpa gritando na minha cabeça.

Peguei o boné do Kurama’s que havia pegado emprestado da cabana e prendi meu cabelo deixando-o escondido dentro do boné. Ajeitei a jaqueta sobre meu corpo e saí em direção a sala surpreendendo Naruto que estava sentado no computador. Ele logo se virou e pude ver que ele também havia se trocado. E curiosamente ele vestia uma camiseta do Kurama’s.

- Pelo visto você pegou algo meu na cabana. – Ele se levantou vindo até mim, parou encarando o boné e ajeitou alguns fios do meu cabelo que estavam caindo, com sua aproximação ficamos a centímetros e não pude evitar me lembrar do beijo que iniciou tudo que aconteceu nos últimos dias. – Melhor assim.

Ele sorriu ainda me encarando, desviei o olhar e fui surpreendida com a mão dele levantando meu rosto.

- Não faz isso. – Naruto pediu. – Sei que vai ser difícil aceitar tudo que aconteceu, mas como disse na cabana, não tinha como evitar nada e minha mãe fez isso por nós dois, por vontade própria.

Abaixei o olhar e senti meus olhos molhados. Ele limpou as lágrimas que iam escapando me amparando num abraço reconfortante. Abracei-o de volta.

- Ela disse que você era a melhor coisa que havia me acontecido e por isso protegeria o nosso relacionamento porque você era a nora dela. – Naruto falou me mantendo no abraço dele. – Com o tempo a culpa vai diminuir, e vai se perdoar, então siga em frente, assim como eu segui.

Ele me deixou pegando a chave do carro me mostrando. O segui entrando no carro e colocando uma máscara cirúrgica no rosto evitando ser reconhecida. A jaqueta também era dele e escondia meu corpo. Com sorte ninguém conseguiria me reconhecer.

(...)

Chegamos em Konoha no cair da noite. Todo o caminho fomos em silêncio ouvindo o rádio baixinho. Via a paisagem mudar e tentava me imaginar longe daqui. Longe do meu passado. Longe de tudo.

Ele estacionou o carro na frente do shopping e sinalizou para que descêssemos. Entramos em uma farmácia e aproveitei a deixa para pegar algumas coisas de higiene pessoal e medicamentos. Ele me acompanhava atento a qualquer um que se aproximava. Depois de pegar a gaze para o curativo fomos para o caixa. Ele pagou e pegou as sacolas da mão do caixa não deixando que ele me encarasse.

Todo cuidado era pouco.

Saímos em direção ao mercado ainda dentro do shopping. Peguei um carrinho indo em direção as verduras e frutas. Ele ainda se mantinha alerta. Me dizia onde haviam fiscais e câmeras, assim podia disfarçar e evitar ser reconhecida. Eu pegava os mantimentos e empurrava o carrinho me atentando aos olhares que as pessoas nos davam, me sentia uma completa idiota fazendo tudo isso.

Aceito que estava estranha e minha atitude parecia suspeita. Talvez por isso uma senhora tenha parado de andar e ficou me encarando enquanto pegava cereais.

- Temos que ser mais rápidos Hina. – Naruto se pôs ao meu lado tomando o carrinho das minhas mãos. – Ainda falta as carnes.

Seguíamos rumo ao açougue, mas parei de andar quando vi Tenten e Neji bem na minha frente. Imediatamente os dois me encararam curiosos pois no susto meu carrinho bateu no deles. Desviei o olhar passando para o lado de Naruto e saí da fila indo em direção a gôndola de vinhos. Sentia meu coração saltitar no peito.

- Tente ser menos suspeita. – Tenten disse baixinho parando ao meu lado. – Acha esse vinho bom?

Tenten dizia alto para disfarçar minha atitude. Agradecia a ela mentalmente. Na verdade, não esperava encontrar nenhum conhecido aqui. Ainda mais eles.

Olhei para ela assustada e ela mostrou o fiscal que nos seguia com a cabeça. O vi pelo reflexo dos freezers no fim do corredor.

- Sim esse vinho é excelente. – Disse calma, precisava manter a calma.

- Como você está? – Ela me abraçou assim que o homem sumiu. – Estava com tantas saudades, você parece uma assaltante vestida assim!.

- Estou bem, mas tanta coisa aconteceu Ten. – Disse chorosa atraindo o olhar preocupado dela pra mim. – Me lembrei de algumas coisas e descobri outras e... não estou tão mal assim.- Respondi esticando a jaqueta.

Ela acenou para Neji que se aproximava com o carrinho de compras e recebi um abraço sufocante do meu primo/irmão.

- Você está bem, ele tem cuidado de você? – Olhei para ele e sorri sob a máscara. – Ele não te maltratou, néh?

- Ela está bem Neji. – Tenten respondeu revirando os olhos. – Mas agora ela tem algumas lembranças e sabe de algumas coisas.

Ele me encarou preocupado e desviei o olhar para Naruto que nos olhava de longe. Ele se aproximou recebendo um olhar duro de Neji e Tenten interveio parando meu irmão que já caminhava na direção dele.

- Calminha aí, não faça cena. – Ela dizia controlada. – Não aqui Neji!

- Você não tem juízo! – Neji dizia bravo para Naruto que se mantinha sério, sem se abalar. – É arriscado trazer ela até a cidade, o que tem na cabeça?

- Foi justamente para protege-la que a trouxe.  – Naruto disse se justificando, estava cada vez mais irritado. – Eu não tive escolha tá legal, Kiba e a polícia acharam minha casa, agora estamos escondidos em outro lugar, mas precisava de comida então...

Naruto apontou o carrinho mostrando o óbvio e Neji recuou me encarando, depois pegou seu celular no bolso e me deu.

- Fique com ele e jogue o seu fora, seu pai mandou o detetive rastreá-lo e deve ter sido assim que eles chegaram naquele fim de mundo. – Peguei o aparelho e fui surpreendida com um abraço de Neji. – Tome cuidado Hinata, te amo nanica.

Tenten também me abraçara e logo se despedira com um sorriso indo em direção ao caixa. Naruto e eu ficamos parados nos olhando. Ele não conhecia muito bem Neji. Na verdade, nunca tive a chance de apresenta-los devidamente. E agora tinha a sensação de que os dois não seriam melhores amigos.

- Seu primo é bem protetor. – Desdenhou ele seguindo na direção do caixa. – Até parece que ia te maltratar, hum!

Revirei os olhos pegando uma garrafa de vinho tinto e abracei o braço dele depois de alcança-lo.

- Agora podemos ir embora? – Questionei mostrando a garrafa.

Ele acenou positivo e fomos para o caixa. Passamos as compras e seguimos para o estacionamento. Abaixei o boné para não ser reconhecida enquanto empurrava o carrinho rapidamente. Naruto vinha logo ao meu lado falando sobre o detetive. Mas acabei batendo o carrinho em alguém. Por instinto me aproximei ajudando o homem que caíra no chão a se levantar.

- Você está bem? – Perguntei aflita. O rosto do homem estava coberto por uma máscara semelhante a que estava usando, e também usava um boné preto.

Ele levantou batendo a calça e caminhou me encarando logo em seguida. Parecia ter me reconhecido pois tentava se aproximar de mim enquanto tentava me afastar caminhando para trás.

Antes não tivesse ajudado o homem.

Ele tinha nas mãos fotos minhas e me parecia muito familiar. Naruto imediatamente pegou minha mão e se colocou na minha frente me afastando do estranho.

- Desculpe minha namorada, ela muito desastrada. – Ele se desculpava caminhando de lado comigo e me empurrando para o carro.

Me adiantei andando em direção ao carro que estava mais longe do que me lembrava, com sorte não tinha sido reconhecida.

- Hinata. – O estranho dissera. Parei de andar no mesmo instante.

Me virei começando a correr em direção do carro sendo seguida por um Naruto preocupado. Olhei para trás e ele confirmou suas suspeitas, e eu confirmei as minhas. Era Kiba o homem de máscara e boné.

 Kiba tirara a máscara e nos olhava irritado. Cheguei ao carro, mas acabei deixando o carrinho de compras no caminho.

- Parados aí. – Kiba gritara. – Achou mesmo que nunca te encontraria Hinata?

Olhei para trás vendo que ele segurava a arma apontando na minha direção. Naruto entrou na minha frente me escondendo atrás de si. Comecei a tremer de medo.

- Cara abaixa essa coisa! – Ele pedia tentando manter Kiba calmo. – Não precisa disso, estamos em um lugar movimentado, tem crianças aqui...

- Cala a boca. – Ele mandara irritado.

O moreno caminhava na nossa direção. Olhei para trás vendo que estávamos na frente do carro de Naruto. Kiba já estava muito perto, Naruto não recuava mantendo meu corpo atrás do seu, me segurando atrás de si. Já estava com medo do que Kiba iria querer fazer. Apertava o braço de Naruto inconscientemente, ele também segurava minha mão me mantendo perto dele.

- Vai ficar tudo bem. – Ele disse baixinho. – Vamos sair dessa, confie em mim.

- Fugir do casamento, esperava muita coisa dessa sonsa, mas não que me deixasse no altar feito um otário. – Ele parou de caminhar mantendo a mira.  – Agora Hinata, vamos para casa e vamos nos casar como devia ter sido a dois meses atrás antes da sua gracinha pra cima de mim.

- Não, ela não vai a lugar algum com você cara. – Naruto disse ríspido.

-Espera, você é o homem de mais cedo. - Kiba reconhecera Naruto. – Você mentiu pra mim!

Senti o ódio no tom de voz dele. Aos poucos algumas pessoas se aproximavam vendo a cena. O segurança do shopping já vinha caminhando na nossa direção. Ele acenara para Naruto que apenas manteve a calma. De repente o homem segurara Kiba o derrubando no chão e a arma fora parar debaixo de um carro.

 Olhei Naruto assustada, fui abrindo e entrando no lado do motorista. Vi a chave sendo jogada pra mim e Naruto voltando para pegar as sacolas no carrinho de compras. Dei partida parando no caminho e abrindo a porta do carona ele entrou. Sai dali cantando pneus. Só tinha uma coisa em mente, fugir dali o mais rápido possível.

(...)

Já estávamos na estrada a algum tempo. Ainda tremia enquanto dirigia. Parei o carro no meio da estrada me debruçando sobre o volante. Respirava rápido e mesmo assim parecia que o ar não chegava aos meus pulmões.

- Se acalme. – Naruto dizia saindo do carro e dando a volta. – Vamos, eu assumo daqui.

Pulei para o banco do carona me ajeitando entre as compras no assoalho do carro e encostei minha cabeça no encosto do banco. Minha cabeça latejava. Sentia meu corpo quente e tinha consciência que estava à beira de um ataque de pânico.

- Hina fica calma ok, ele não vai levar você. – Naruto disse pegando minha mão. – Nunca vou deixar isso acontecer.

Acenei positivamente pra ele e saímos em direção a casa do pai dele.

(...)

Chegamos em casa em silêncio, entramos deixando as coisas na cozinha e Naruto fez um curativo simples na minha cabeça. Cansado ele entrara no corredor em direção ao quarto dele. Mas antes que passasse pela porta do quarto o segurei. Ao virar em minha direção o abracei fortemente. Senti seus braços corresponderem o contato imediatamente.

Não precisava dizer nada a ele pois sabia que ele me compreendia. Um misto de medo e adrenalina ainda nos cercava. Levantei minha cabeça encarando os olhos azuis cansados que me fitavam atentos. Ele me devolvia um olhar cúmplice, amoroso. Vi ele se abaixar e me dar um beijo esquimó. E logo depois selar seus lábios aos meus.

O beijo era terno e reconfortante. As mãos dele seguraram meu rosto mantendo o contato. Ainda o abraçava quando ele separou o beijo. Seus olhos brilhavam. Então compreendi algo que aquecia meu coração.

Ainda amava ele. Com todas as minhas forças eu ainda o amava.

- Aceito. – Disse a ele vendo seu rosto se tornar confuso. – Te darei mais uma chance...


Notas Finais


Ehh... como disse antes... o próximo é o capítulo final...
Até .... prometo não demorar...
Beijos no kokoro


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