História Hope (Em revisão) - Capítulo 15


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Categorias Cameron Dallas, Demi Lovato, Hailee Steinfeld, HyunA, Justin Bieber
Personagens Cameron Dallas, Demi Lovato, Hailee Steinfeld, HyunA, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Anjos, Cupidos, Falsa Grávidez, Lucifer, Romance, Suspense
Visualizações 208
Palavras 1.775
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Meredith!


Fanfic / Fanfiction Hope (Em revisão) - Capítulo 15 - Meredith!

"Não podemos prever o futuro, não, mas isso é apenas a beleza do mundo que conhecemos. -What If - Jason Derulo "


— Alô.
— Meredith. — Suspirei como se ela tivesse tirado um peso das minhas costas. 
— Quem é? — Perguntou impaciente. Esquece o que eu disse sobre doçura. 
— Sou eu, Justin. — Murmurei cansado imaginado se ela teria escutado.
— Justin? Meu Deus! O que aconteceu? onde está Hope? — falou afobada.
— Eu não sei, não sei onde ela está.
— COMO ASSIM NÃO SABE ONDE ELA ESTÁ? — gritou do outro lado da linha me fazendo afastar o celular do ouvido. 
— Aconteceu uma coisa no shopping por isso liguei pra você. — Falei quando ela parou de gritar.
— Merda! Mé dá seu endereço. 
— O que? — perguntei perdido.
— Me passa seu endereço, eu vou até ai.
— Não Meredith, não precisa, eu só..
— PASSA A DROGA DO ENDEREÇO JUSTIN. — Gritou novamente e eu me encolhi assustado passando o endereço pra ela. Antes que eu tivesse chance de dizer qualquer outra coisa o telefone foi desligado na minha cara.

Levantei do sofá e caminhei até a sacada observando o caos que a cidade parecia está. Olhei pro céu torcendo pra que ela aparecesse mas isso não pareceu ser o suficiente, o vento gelado batia em meu rosto e o tempo começava a fechar tornando minha preocupação ainda maior. Por que tudo acontece comigo? Droga!

Senti um forte baque contra o meu corpo e cai com tudo no chão, abri os olhos que nem percebi ter fechado e olhei assustado pra Hope em cima de mim. Sai de baixo de seu corpo e inconscientemente me afastei a olhando apagada, estava sem asas e tinha a blusa rasgada e suja de sangue o que foi o suficiente pra me fazer questionar o que tinha acontecido. Gotas de chuva começaram a cair sobre o meu rosto e foi o que me fez despertar e me aproximar dela, me ajoelhei ao seu lado e com um pouco de dificuldade a peguei nos braços e a levei até meu quarto deitando-a na cama. Pensei em tirar sua roupa suja e colocá-la vestida em uma minha mas imaginei não ser apropriado então apenas a cobri com um cobertor. Deitei ao seu lado a uma distância que meu subconsciente teve como segura e fiquei fazendo carinho em seu braço enquanto a observava.

Acordei assustado com batidas que vinham da porta e sentei na cama esfregando os olhos em uma tentativa de afastar a preguiça, acho que observar Hope me fez pegar no sono. Levantei e fechei o vidro que dava acesso a sacada e estava aberto tornando o quarto congelante. A chuva caia fina lá fora e por um momento em cogitei a ideia de voltar a dormir, mas meu planos foram por água a baixo quando as batidas continuaram e começaram a me irritar. Sai do quarto e fechei a porta com cuidado pra não acordar Hope e segui até a porta da sala, a abri de cara fechada mas relaxei a postura ao ver a baixinha parada na minha frente.


— Sai da frente garoto, vai me deixar congelando aqui fora? — Reclamou me empurrando e adentrando o apartamento. Velhinha abusada!
— Oi pra você também, Meredith. — Revirei os olhos dando uma risada e caminhei até ela a cumprimentando com um beijo no rosto.
— Que seja! Onde fica a cozinha? — Apontei a cozinha e ela a adentrou reclamando. — Onde estão seus modos? Não oferece nem um café pra uma pobre senhora. — sua voz sou dramática e baixa por ela está na cozinha. Ri do jeito dela e me joguei no sofá a esperando.. Minutos depois ela adentrou a sala com um copo na mão e sentou ao meu lado. — Você não tem pó de café na sua casa? Você acha que é saudável uma velhinha tomar suco nesse frio? — Continuou reclamando enquanto eu apenas ria. — Você não tem nada nos armários garoto, tá passando fome? por isso tá magricela. 
— Ei. -Falei ofendido mas ainda com um sorriso no rosto. — Eu não sou magricela, eu tô no ponto. — disse me exibindo e ela apenas revirou os olhos.
— Tá no ponto de agulha porque você tá tão magro que tá parecendo uma. — la bebericou o suco enquanto me olhava por cima do copo com um ar risonho.
— Eu não te chamei aqui pra me ofender. — revirei os olhos.
— Primeiro que você não me chamou aqui. — Ela deu de ombros, apoiou o copo na mesa de vidro a nossa frente e ajeitou sua postura tornando-se séria. — Então, o que aconteceu? 
— Então... — Cocei a nuca pensando em como começaria a contar. — Por onde eu começo?
— Não pode ser pelo final, né Justin. — ela disse como fosse óbvio e eu apenas bufei. Velhinha ignorante. Céus! 
— Bom, eu vou começar bem do início pra você entender tudo direito. 
— Tá, só não enrola que eu não tenho paciência. — Ela sorriu de canto. Essa velhinha abusada tá tentando me irritar. A ignorei e comecei a explicar.
— Depois que eu e Hope voltamos da sua casa nos aproximamos muito. Eu gosto muito dela e sei que ela gosta de mim, mas antes da Hope se relevar pra mim tinha outra pessoa.. Minha ex namorada, Lola, eu terminei com ela no mesmo dia em que Hope se relevou pra mim, um pouco antes de acontecer. — Parei por um instante, pensar em Lola me irrita. — A dois dias atrás ela veio aqui em casa e me disse que está grávida de quase dois meses. 
— Espera! — ela me interrompeu. — Por que terminou com ela? 
— Ela me traiu com meu melhor amigo. — falei não entendendo o motivo da pergunta.
— E agora ela tá grávida? — semicerrou os olhos.
— Sim! — a olhei confuso.
— Garoto, pensar não é o seu forte. — riu negando com a cabeça e eu continuei na mesma.
— O que quer dizer?
— Nada, nada, Continua.
— Continuando. — A olhei desconfiado. — Como eu estava dizendo; Lola disse que estava grávida então hoje ela me convenceu a ir no shopping comprar algumas coisas pro bebê e eu aceitei, Hope como sempre foi comigo mas quando chegamos lá ela não quis entrar na loja, Lola a incomoda. — Cocei a nuca envergonhado com o olhar de Meredith. — Ficamos um tempo comprando algumas coisas e então Hope entrou na loja e Lola pôde vê-la, ela estava visível eu não sei o porque, mas enfim, Lola falou um monte de coisas pra Hope e minutos depois tinham roupas voando pra todos os lados e em seguida as vitrines da loja se quebraram. Os olhos dela estavam completamente brancos, Meredith. — suspirei me arrepiando ao lembrar da cena. — depois disso ela saiu da loja e um pouco depois começamos a ouvir gritos e um barulho enorme, quando saímos da loja pra olhar a parede do banheiro feminino tinha sido arrancada e jogada contra a vitrine de outra loja e em segundos Hope saiu do banheiro, a vitrine de todas as lojas foram quebradas no caminho que ela fez pelo corredor até chegar em mim, ela parou na minha frente e deu um sorriso.. Um sorriso que vai me fazer ter pesadelos pelos próximos anos. Ela não demorou parada ali mas foi tempo o suficiente pra ver que suas asas estavam sangrando, eu tentei vê se ela estava machucada mas não deu tempo, ela fez um buraco no teto de concreto e saiu voando. Eu fiquei com medo Meredith.. Não era Hope ali. — Passei a mão pelos cabelos me sentindo angustiado. Meredith se remexeu desconfortável.
 — Isso é mal, na verdade péssimo. — ela paceira nervosa e o nervosismo dela me deixou nervoso.
— Por isso te chamei aqui, porque só você pode me explicar o que aconteceu, o que está acontecendo.. 
— Tem coisas que você não está pronto pra saber, Justin. — ela tomou um pouco de suco e eu vi que suas mãos tremiam. — Você surtou por saber que tem um anjo, imagine então se souber do resto. 
— Eu preciso saber! por favor, Meredith. — Supliquei.
— Onde ela está agora?
— No quarto. — me dei por vencido de que ela não iria me contar. — está dorm..
— Disse que não sabia onde ela estava quando me ligou. — me interrompeu. 
— Ela meio que foi jogada em cima de mim.
— Jogada? 
— Sim, eu estava na sacada quando ela caiu sobre mim. — senti a dor nas costas só de lembrar o que aconteceu a horas atrás.
— Teletransporte.. — Falou tão baixo que eu quase não a ouvi. — Ela estava apagada? 
— Estava, e estava suja de sangue mas não estava machucada. 
— Merda! O teletransporte acontecer sem ser solicitado não é algo bom. A primeira vez que aconteceu sem ela solicitá-lo foi quando ela te viu pela primeira vez e suas almas foram ligadas.
— E o que isso quer dizer? Espera.. Almas ligadas? como assim? — a enchi de perguntas e ela me olhou irritada.
— Pensar não é mesmo seu forte né? Pelo amor de Deus, Justin. Quer dizer que aconteceu algo ruim. — Ela revirou os olhos como se falasse com uma criança e aquilo fosse óbvio. — E humanos não estão preparados pra saber sobre almas. — Deu de ombros. Meredith só me deixou mais confuso, mas, pelo menos ela confirmou algo que eu já imaginava, Hope não está bem. 

Antes que eu tivesse a chance de responder ouvimos vindo do quarto o barulho de algo quebrando. Pedi a ela que esperasse e sai do sofá indo até o quarto e abrindo a porta, a primeira coisa que vi foi um porta retrato caído no chão com seu vidro em pedaços e Hope encostada na parede abraçando o próprio corpo.


— Hope, está tudo bem? — perguntei com calma e tentei me aproximar devagar.
— O que aconteceu? Como eu vim parar aqui? Eu não consigo lembrar de nada das últimas horas. — falou entre lágrimas com o desespero transbordando através de cada palavra.
— Nada, não aconteceu nada. Está tudo bem! — Afirmei chegando mais perto mas parei no meio do caminho ao não conseguir mover o meu próprio corpo.
— Não é verdade! Você está mentindo! ESTÁ COM MEDO DE MIM! POR QUE ESTÁ COM MEDO DE MIM? — gritou e me jogou contra a cama me deixando sem palavras, tentei me mover pra tentar me aproximar novamente mas não consegui. Olhei em seus olhos por onde lágrimas caiam de forma incessante e então percebi; Ela estava assustada, Hope era apenas uma garota assustada.
— Hope, está na hora de termos uma conversa.  — Meredith chamou a atenção entrando no quarto e Hope baixou a guarda me deixando solto. Mesmo que tudo que eu quisesse fosse ir até ela e a abraçar, eu estava assustado, aconteceram coisas de mais pra um dia só. Olhando as duas a se encararem eu percebi que não fazia parte daquela conversa e então levantei saindo do quarto e deixando-as a sós.

 



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