História Hope Continues - Capítulo 23


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho)
Tags Drama, Evi, Novela, Quat, Romance
Visualizações 40
Palavras 2.659
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desejo uma maravilhosa leitura, a todos os meus leitores Pandas.

Capítulo 23 - Em família


Fanfic / Fanfiction Hope Continues - Capítulo 23 - Em família

{Eva Zambrono}

Acordei com os toques leves de Chris em minha testa, lentamente abri meus olhos encontrando com o par de olhos verdes me olhando preocupados.  - Meu amor... ?  Minha voz sai sonolenta e rouca, típica de quando acabo de acordar.  - Que horas são? Dormi muito? Pergunto bocejando.

 

- Dormiu quarto horas. Você está bem? Está enjoada?

 

- Estou um pouquinho enjoada. Nada de mais. Não se preocupe.   

 

- Sua mãe mandou vim lhe chamar para o almoço, Ela fez lasanha. Está nos esperando.

 

- Não estou com fome. – Fala Eva fechando os olhos e se aconchegando na cama.

 

- Você precisa comer. Está pálida. E lembre-se, que está grávida.

 

- Não sinto fome... Estou enjoada. Eu só quero dormi, meu amor.

 

- Sua mãe está desconfiada,  Eva. Ela me fez um monte de perguntas pela manhã. Eu não sei, o que dizer. Precisa contar a verdade minha vida. Logo sua barriga estará grande, e não terá como esconder mais.  

 

- Eu vou contar... Só não é hoje e nem amanhã...  Uma paciente me ligou, estou preocupada com Ela. Sinto falta de meus pacientes, sinto falta do hospital, da minha vida corrida e até dos meus plantões.

 

- Por que fazia plantões? Me lembro que assim que entrei para sua equipe, fazia plantões todas as noites, as vezes passava meses e meses fazendo plantões diariamente.

 

- Eu fazia plantões, para não ficar em casa sozinha. Para não lembrar de Daniel. Então ... Preferia trabalhar a noite toda, mantendo a minha mente extremamente ocupada e meu corpo cansado. Somente assim para mim dormi.  Foi logo após a morte de Dani, que Eu comecei a tomar calmantes para dormi.

 

- Agora tem a mim. – Fala Chris fazendo carinho nos fios negros do cabelo de Eva. – É tão bom ter sua noiva ao seu lado, sentir seu doce aroma de maça e sua respiração leve e serena.

- Eu sinto falta de Miami, meu amor. Storybrooke, me traz lembranças dolorosas na qual Eu daria tudo para esquecer.

 

- Se Você desejar, podemos ir embora? Podemos voltar para Miami. Não precisa ficar aqui. Não precisamos morar em Storybrooke. Sua irmã vai morar aqui com sua mãe, Dona Cora não ficará sozinha. Se quer ir embora, vamos...  Em Miami, Você faz o pré-natal com os melhores médicos. Até prefiro que minha filha, nasça em um dos melhores hospitais do mundo, amparada por toda a tecnologia do século 21.

 

- Minha filha? Tem tanta certeza que será uma menina?  E se for um menino?

 

- Tenho. Quero que seja  uma menina tão linda quanto Você meu amor.

 

- Assim...  Fico, constrangida.

 

- Você é linda, minha vida. É a minha esposa, a única mulher que amo.

 

- Obrigada, meu amor. Eu também te amo e muito/muito mesmo, Christopher.

 

- Vamos descer? Você tenta comer um pouquinho, Eva. Assim sua mãe não briga com Você.

 

- Tudo bem.

Eva se levanta trocando de roupa, e desce para a cozinha onde encontra com todos almoçando. Cumprimenta a todos os presentes e se senta se servindo, com muito custo come um pouquinho de salada e um pequeno pedaço de lasanha, sobre os olhares atentos de sua mãe, a Prefeita Cora Mills.  Após ser servido o almoço, a sobremesa é um pudim de Maria Mole feito por Zelena.

 

- Está uma delicia, mamãe. – Fala Roland com o rostinho todo lambuzado de pudim.

 

- Limpa o rosto Roland, está sujo. – Fala Zelena olhando para Eva que limpa o rostinho do sobrinho com um sorriso nos lábios.

 

- Titia ... A Senhora não vai comer pudim?  - Mamãe diz que se comer muito doce, fica com um bichinho na barriga que a deixa grande.   - É verdade? – Pergunta o pequeno olhando para Eva.

 

- Isso é verdade? – Pergunta Eva sorrindo da inocência do sobrinho. Como é bom ser criança, acredita em tudo o que se ouve.

 

- Sim... É verdade, Titia.  Fica igual a vizinha da Vovó. Ela tem a barriga muito grande.

 

- Ela está grávida, Roland.  – Fala Cora olhando para o Neto. – Não acredita que Eva está acreditando no que o pequeno está lhe falando.

 

- Ela comeu muitos/muitos doces Titia, que vai até dar mais doces dentro dela. – Fala Roland pensativo, colocando as mãozinhas no queixo como quem está pensando em algo muito importante.

 

Eva sorri do pequeno, beijando seu rostinho.

 

- Então... Não posso comer muitos/muitos doces, vai que fico como a vizinha, com a barriga enorme. – Fala Eva sorrindo e entrando na onda do sobrinho.

 

- Você é linda Titia, não ficará com a barriga grande como a vizinha.

 

- Eu sou linda, meu amor? Você que é lindo, meu pequeno anjinho. – Fala Eva beijando Roland varias vezes, o pequeno apenas sorri dos carinhos da Tia.

 

- Puxou, ao pai. – Fala Robin sorrindo para a cunhada, todo convencido.

 

- Não sonha, Binho... Meu sobrinho é lindo, coisa que Você absolutamente não é. – Fala Eva mostrando a língua para o cunhado e sorrindo.

 

Cora observa a cena.

 

- Henry é uma criança adorável, coisa que Você não é. – Fala Robin mostrando a língua novamente para Eva.

 

- É?

 

- É sim, Evinha.  – Fala Robin sorrindo.

 

- Sabe que odeio esse apelido?

 

- Sei ... Foi seu namorado louco Killian que inventou na época da escola.

 

- Binho ... Que tal esse?

 

- Sabe que odeio esse apelido, Eva?

 

- Sei ... Foi Eu que inventei na época da escola. Quando Você era um magricelo metido a besta. – O sorriso de Eva percorre por toda a cozinha.

 

Zelena observa a interação da irmã com o marido.

 

- Titia... A Senhora brincava na escola? Pergunta Roland olhando para Eva.

 

- Sua Tia ... – Fala Robin relembrando os velhos tempos.

 

- Hm... O que tem Eu, Robin? – Pergunta Eva olhando para o cunhando em sua frente. Seu medo é que Robin diga que namoraram na época da escola. Somente Ruby, sabe dessa história.

 

- Você era linda, Evinha... Isso que Eu ia falar. Pensou que Eu falaria que Você ficava jogando futebol com os meninos? Ou que ficava andando de patins na hora das aulas de matemática?

 

Eva fuzila Robin com o olhar.

 

- A Senhora fazia isso, Mamãe? Pergunta Henry empolgado e ao mesmo tempo orgulhoso por sua mãe jogar futebol.

 

- Então... A Senhorita jogava bola com os meninos na escola, Eva? Pergunta Cora olhando para a filha caçula.

 

- Evinha, jogava no meio dos meninos, Dona Cora. Era sempre Ela, Ruby e Emma as três, mosqueteiras. Uma ruiva, outra loira e uma morena.

 

- Você sabia, Zelena? Pergunta Cora olhando para a filha mais velha.

 

- Claro que não, mamãe! Eu nunca permitiria que minha irmã caçula jogasse bola como um homem.

 

- É por isso, que a Senhorita chegava em casa toda machucada? Com os joelhos ralados ou até mesmo com a boca cortada? Uma vez me lembro que chegou em casa com o olho roxo, e quando fui perguntar me disse que havia levado uma bolada. Então... mentiu para mim?

 

- Titia... Roland chama por Eva, que olha para o pequeno sorrindo cariosamente. – Me ensina a jogar futebol?  Eu tenho uma bola no meu quarto.

 

- Eu também quero, Mamãe. – Fala Henry todo empolgado.

 

- Ninguém vai jogar bola aqui. Não quero meus vasos quebrados.  – Fala Cora severa olhando para Eva.

 

Um silêncio predomina na cozinha, que é quebrado com o som do celular de Chris tocando.

 

- Me desculpa. -  Pede Chris olhando para o visor. E lendo a mensagem do Dr. Proctor para Eva. – É para Você. – Chris entrega o celular para Eva que lê a mensagem e responde rapidamente  devolvendo o celular ao loiro. – O que Ele queria? – Pergunta Chris preocupado.  – Ele nunca te liga ou manda mensagem. O que aconteceu, meu amor?

 

- Não é nada... – Fala Eva sorrindo e tomando seu suco de maça.

 

- Como não é nada !? Você ficou seria. Eu te conheço. Se esqueceu que é minha chefe e minha esposa?

 

- Hm... Está me analisando Dr. Christopher?  Oficio do trabalho, apenas isso.

 

- Isso significa, que .... ?

 

- Sim... Vamos.

 

- Que dia? Pergunta Chris lembrando da paciente que Eva havia lhe dito mais cedo no quarto.

 

- Hoje.

 

- Tão rápido?

 

- Sim... Ela não pode esperar, e nem sei se agüentará. – Fala Eva com o semblante triste.

 

Cora olha para Eva. A filha tem o mesmo olhar do pai quando precisava viajar de última hora.

 

 

- Você não vai... Está de férias. Proctor, que arrume outra pessoa.

 

- Não posso renegar ajuda a minha paciente, Mamãe. Eu fiz um juramento.   É meu dever.

 

Um silêncio predomina na cozinha.

 

Um silêncio que incomoda a todas.  Principalmente Cora a madriaca da família Mills.

 

- Serena, fez tudo o que Você orientou?  - Pergunta Chris olhando para Eva.

 

- Sim... Todos os exames que pedi. Desde o mais simples, até o mais complexo.

 

- Exame de sangue?

 

- Foi o primeiro.

 

- De urina?

 

- O segundo.

 

- De fezes?

 

- O  terceiro... E antes que me pergunte, fez também.

 

- E o Raio X?

 

- Fez ... Fizemos Raio X , Desintometria óssea,  Mamaria, e até o RM - Ressonância Magnética entre outros. Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance.  -  A voz de Eva é triste e ao mesmo tempo de decepção.  A Doutora se sente como se tivesse falhando com sua paciente. Como se estivesse cometido, um erro grave e fatal.

 

- Ei! Não é sua culpa. – Fala Chris passando a mão nas costas da Doutora. – Você fez o seu melhor, meu amor.

 

- Eu sei ... Porém, me sinto culpada. Eu devia estar lá para acompanhar tudo de perto. Ela confiou em mim, e Eu a decepcionei.  – Fala Eva deixando uma lágrima cair de seus olhos negros cor de avelã, que é enxugado pelas mãos delicadas de Chris.

 

- A culpa não é sua minha vida. Eu sou prova do quanto Você é profissional no que faz.  Eu vejo como Você trabalha Dr. Zambrono, e sinceramente, sou seu fã.

 

- Bobo...  É por isso, que estamos namorando? – Pergunta Eva batendo a mão no braço de Chris  e sorrindo.

 

- Hmmm... Você é bonita e inteligente.

 

- Oh! Somente isso?

 

- Não... Você me faz lembrar todos os dias, que faz uma excelente sutura.  – Fala Chris sorrindo.

 

- Isso é bom...

 

No fundo Cora está orgulhosa de sua filha. Eva é uma reconhecida Doutora cirurgião de terceira geração . Desde criança o sonho da filha caçula sempre foi ser médica igual ao Pai. Eva brincava de ser médica e suas bonecas suas pacientes, era nítido que a pequena levava vocação como o pai para ser médica, está no sangue.

 

Um  silêncio predomina na cozinha.

 

Um silêncio que incomoda a todos, principalmente Cora que olha para Eva.

 

- Eu e Robin temos algo a contar a todos. – Fala Zelena sorrindo para o esposo. – É uma noticia boa, já digo.

 

- O que é ? Espero que não seja uma mal noticia. – Fala Cora olhando para sua primogênita.

 

- É uma noticia boa Dona Cora, a Senhora vai amar como Eu amei saber. – Fala Robin beijando a mão de Zelena, cariosamente.

 

- Então ... Fale.

 

- Eu estou grávida, Mamãe.  – Fala Zelena olhando profundamente para Eva que tem um sorriso nos lábios. – Faz alguns dias que venho sentindo muita dor de cabeça, minha menstruação estava atrasada. Conversando com uma amiga, Ela me orientou a fazer um testa de gravidez, hoje pela manhã fiz cinco testes e deu positivo. Eu estou grávida, Mamãe. – Fala Zelena sorrindo.

 

Cora se levanta e vai até a filha lhe abraçando.

 

- Hoje mesmo depois do almoço, vamos marcar uma consulta com Dr. Whale e comprar roupas para minha Neta. – Fala Cora alisando a barriga de Zelena. É nítido que Cora está feliz, seus olhos brilha e um sorriso se forma em seus lábios.

 

- Neta? Como pode ter  tanta certeza que será uma menina, Mamãe? Pergunta Zelena olhando para Eva. Tem algo com sua irmã, sente que sua irmãzinha está escondendo alguma coisa de todos.

 

- Será uma menina, amor. E terá meu nome. – Fala Robin todo sorridente.

 

- Já posso sentir, Ele ou Ela aqui dentro. Meus seios estão inchados, e sinto muito sono. Quem diria, Eu grávida pela segunda vez, Mamãe?

 

- E Eu, Vovó pela terceira vez? – Fala Cora abraçando Zelena e limpando algumas lágrimas de seus olhos.

 

- Está chorando, Vovó? Pergunta Roland preocupado com a Avó. O pequeno não gosta de ver ninguém triste o chorando. 

 

- É felicidade meu amor. Nossa família está crescendo. E Você terá uma irmãzinha.

 

- Eu quero uma irmãzinha, Vovó. – Fala Roland sorrindo e comendo seu pudim de Maria Mole.

 

Chris parabeniza Robin, pela grande benção que é ter um filho.

 

- Parabéns, Robin. – Fala Chris abraçando o cunhado.  – Será um bebê lindo e muito abençoado por Deus.  Parabéns Zelena. – Fala Chris abraçando a cunhada. – Você será uma grávida linda.

 

- Obrigada, Chris. Só não quero engordar muito.

 

Eva permanece sentada, está com medo de abraçar a irmã. Ultimamente, Zelena tem sido tão seca e bruta.

 

Cora olha para a Eva, e repreende a filha com o olhar.

 

- Eva... Você não vai parabenizar sua irmã?  Pergunta  encarando a filha.

 

- Parabéns, Zel ... Parabéns, Robin. – Fala Eva sorrindo para a irmã e para o cunhado.

 

Chris sente seu celular vibrando, e ao olhar no visor vê o nome de Serena e entrega o aparelho para a morena.

 

- É para Você, Doutora... – Fala Chris entregando o celular para Eva, que se levanta pedindo licença a todos e indo atender a amiga. Poucos minutos depois, Eva volta e chama por Chris e Henry que sobem para o quarto.   Não demora muito para Henry descer com os olhos vermelhos cheios de lágrimas.

 

- O que aconteceu meu amor? Pergunta Zelena abraçando o sobrinho. Por mais que não esteja conversar com Eva, no fundo sabe que Henry é inocente e não merece ser afetado pela briga das duas.  Desde que Henry nasceu, amo o sobrinho e afilhado como filho.

 

- M-Mamãe ... está indo embora, Titia. – Fala Henry chorando, o que parte o coração de Cora e Zelena. -  Ela prometeu que ficaríamos aqui, até o fim das férias dela.  Falta duas semanas para as férias de Mamãe acabar. Eu não quero ir embora... Não quero ficar naquele apartamento sozinho... Lá não tem ninguém para brincar comigo, ou me agradar como a Senhora e Vovó fazem. Mamãe trabalha muito, Ela sai cedo e as vezes volta só no outro dia, cansada e com dor de cabeça. Lá em Miami, Mamãe sempre ficava doente, e quem cuidava dela era a Tia Ruby ou o Tio Chris.

 

Zelena olha para Cora, e abraça o sobrinho que chora em seu ombro.

 

- Eu quero ficar, Vovó... Quero ficar aqui com minha família. Por favor, não deixa Mamãe me levar. – Pede Henry chorando e abraçando Zelena, que passa a mão nas costas do sobrinho.

 

- O que Chris disse, Henry? Ele vai embora com Eva? – Pergunta Cora olhando para o Neto.

 

- Sim...  Tio Chris disse que não vai deixar Mamãe viajar sozinha, ainda mais estando na situação que Ela está. Isso Eu não entendi, Vovó. Eles estão agora, fazendo as malas, vão viajar essa noite. Mamãe já comprou as passagens pela internet.

 

- Situação? Que situação, Henry? Pergunta Cora já preocupada com a filha. Isso significa que Eva está lhe escondendo algo.

 

- Eu não sei, Vovó.

 

- Vou conversar com sua Mãe. Pode deixar.

 

- Não chora meu amor. – Fala Zelena com o coração partido por ver Henry tão triste.

 

Cora deixa Zelena e Henry na sala, e sobe para o quarto de Eva. Onde bate na porta e ouve um entra de Chris.

 

- Precisamos conversar, Eva Regina. – Fala Cora olhando seriamente para a filha. Não seria uma conversa nada fácil.

 

- Vou deixar Vocês duas a sós. – Fala Chris saindo do quarto e deixando Eva e Cora.

 



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