História Hope in Love - Capítulo 18


Escrita por:

Postado
Categorias Steven Universe
Personagens Ametista, Blue Diamond, Carnelian, Jasper, Lápis Lazuli, Peridot, Pérola, Rose Quartzo, Rubi, Safira, Skinny Jasper, Yellow diamond
Tags As Crônicas De Artur, Bellow Diamond, Britânia, Fantasia Medieval, Lapidot, Pearlmethyst, Pink Diamond, Romance, Rose Quartz, Sapphire And Ruby, White Diamond, Yellow Diamond
Visualizações 192
Palavras 1.960
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, LGBT, Luta, Misticismo, Romance e Novela, Shounen, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLHA EU AQUI DNV
Eu já reescrevi oq precisava pra quem quiser ler
Espero q esta bosta dê certo

Capítulo 18 - Velhos novos tempos.


Fanfic / Fanfiction Hope in Love - Capítulo 18 - Velhos novos tempos.

Aproveitando a boa vontade de White para ficar de olho em Pink, Yellow aproveitou a oportunidade para levar Blue Diamond em um encontro romântico, coisa que há muito tempo não tinham, afinal com tanto trabalho a fazer mal tinham tempo para respirar. A loira se considerava um pouco clichê, por isto decidiu inovar a levando para uma cachoeira que poucos tinham conhecimento e o fato de estar anoitecendo facilitou mais ainda elas encontrarem o local completamente vazio. 

A vista era simplesmente incrível, a grama verde cobria toda a superfície, as árvores se erguiam tão alto que até mesmo uma pessoa de dois metros de altura tinha que erguer bem seu queixo para enxergar o topo, e ao fazerem isto, além de se depararem com belas folhas verdes, viam também diversas estrelas brilhando naquela noite estranhamente bem iluminada graças a lua cheia. A cachoeira corria ao lado de onde decidiram repousar. 

— Isso é lindo, Ydi. — disse Blue depois de alguns minutos em silêncio. 

Aquele local havia tirado todo o ar de seus pulmões e a vista se tornava ainda mais bela ao ver que nela também tinha a pessoa que amava.

— Fica mais lindo ainda com você ao meu lado. — a azulada sorriu ao ver que pensaram a mesma coisa. Era um sentimento de fato muito bom, ela sentia seu peito aquecer de forma reconfortante quando estava ao lado de Yellow, podia não ser mais uma paixão que fazia seu coração saltar pela boca, mas era um amor que deixava seu coração confortado, como se estivesse sendo embalado em um caloroso abraço. 

— Eu espero que possamos ficar assim para sempre. — sussurrou após deitar a cabeça no ombro de sua amada. Yd sorriu e olhou para o céu estrelado.

— Eu espero o mesmo. 

Aquele foi um dia agradável para as duas, apesar de ser inverno, o clima estava surpreendentemente fresco, elas ouviam de longe uma coruja e os barulhos de mais alguns animais, mas nada que quebrasse aquele ótimo clima em que se encontravam. 

A paz havia durado tantos anos que todos já pensavam que seria assim até o fim dos tempos. Bom, eles pensaram errado.

[...] 

O inverno era um tempo melancólico principalmente pelas doenças que trazia consigo, e claro que Peridot caiu doente no primeiro dia de inverno. Estava febril e tinha tremores vez ou outra, as vezes delirava, mas o pior de tudo era a dor insuportável de cabeça que sentia. A loira se ressentia da saúde frágil que tinha, mas se este era o preço que os deuses exigiam em troca de sua genialidade, ela não se importava nenhum pouco de pagar. 

— Você é tão saudável quanto um velho de 90 anos. — Brincou Lápis ao entrar na sala aonde Pery estava internada. 

Ela havia visitado todos os dias desde que ficara doente, com isto acabava perdendo algumas aulas e sendo repreendida por sua tia, mas ao explicar a situação de Peridot, Blue Diamond, após uma crise de choro, a colocou no melhor hospital da cidade e prometeu a sua sobrinha que logo estaria curada. 

A adolescente apreciava  o afeto de sua tia, embora muitas vezes se perguntasse se boa parte de todo aquele carinho não vinha pela culpa que a mulher devia sentir pelo o que fizera com sua mãe biológica. Não que ela realmente se importasse com o que acontecia com aquela mulher.

— Você é tão doce quanto um dia cinzento de inverno. — murmurou a baixinha fazendo sua namorada sorrir.  

Ela se sentou na poltrona ao lado da cama de sua amada e fitou tristonha todas aquelas agulhas no braço de Peridot. Tivera um mau presságio no caminho quando cruzou o caminho com um corvo e embora tivesse cuspido para evitar o mal, não conseguia deixar de temer que o pior acontecesse. 

A loira estava bem mais pálida do que o normal, e talvez fosse o fato de estar sem seus óculos, mas seus olhos pareciam mais fundos. Ela tinha a aparência de um enfermo, mas não deixava de ser adorável aos olhos de sua namorada.

— Eu vi um saxão hoje. — comentou Lápis ao lembrar-se de ter visto um rapaz ruivo rodeando em volta do hospital, não era muito difícil diferenciar um saxão de um britânico, já que seus rostos eram bem mais rudes do que os dos britânicos. 

— Um saxão? Aqui? — Perry ficou surpresa com aquela notícia — Saxões não podem atravessar a fronteira ao menos que sejam prisioneiros ou estejam casados com um britânico. — existia também outra opção, que era caso fossem escravos de algum britânico rico, geralmente de algum Lorde ou uma Lady qualquer, mas o tempo de paz havia acabado com a escravidão na britânia.  

A rivalidade entre esses dois povos era tão antiga quanto as terras da britânia. Os saxões vieram do outro lado do mar para tentar colonizar aquelas terras e com o passar do tempo foram tomando cada vez mais posses do território dos britânicos, o que acabou causando diversas guerras e com essas diversas guerras o ódio mutuo logo foi estabelecido entre as duas  etnias. Seus costumes eram diferentes, principalmente sua língua, em basicamente todas as coisas os saxões eram mais brutos, e os deuses sabem como tento ser imparcial nesta narrativa, mas seus nomes eram simplesmente terríveis!  

Todo britânico odiava qualquer saxão e todo saxão odiava qualquer britânico. É claro que havia exceções, mas eram poucas, muito poucas. Os britânicos sempre ganhavam a maior parte das guerras que aconteciam e com isto mantinham boa parte de seu território, mas vez ou outra um grupo inimigo se aventurava em uma fronteira e tentava pegar aquele pedaço de terra para si, embora aquilo não acontecesse tivesse 100 anos. Foram 100 longos anos de uma paz carrancuda e caso o que Lápis dissesse fosse verdade, era uma paz que estava prestes a se encerrar, e provavelmente no pior tempo. Afinal, essa era a Era em que Amethyst Derfell estava viva como a segunda de seu nome. 

— Os únicos anéis que ele tinha eram de guerreiro, definitivamente não era um prisioneiro e nem casado com ninguém. — ela suspirou, aquilo também era um mau presságio.

— Que azar o deles. — observou Peridot depois de certo tempo em silêncio — Querem voltar a guerra justo quando a maior matadora de saxões voltou como a segunda de seu nome. 

E o fato daquela adolescente estar viva, aquela pequena garota que mau sabia fazer algo além de jogar vôlei e administrar empresas, que jamais sonhou em segurar uma espada em toda sua vida, enchia o povo britânico de esperança. Afinal ela era Amethyst Derfell II, e como a primeira, logo seria consagrada a morte saxã, ou para os mais íntimos, o demônio da Dumnônia.

[...]

— O que tem neste espelho que você olha tanto? — Questionou Rose, irritada com o fato de Amethyst não parar de olhar seu reflexo no espelho do vestiário.

Elas haviam acabado de sair do treino e se encontraram a caminho do banho. Rose se espantou ao ver que Amethyst tinha quase a mesma quantidade de hematomas do que ela, mas a pequena ás a explicou que era comum ocorrer diversas lesões no vôlei, a maioria causada por colisões com outros jogadores. 

— Rose, eu sinto um peso estranho em minhas costas — ouviu-a dizendo após um certo tempo— como se milhares de pessoas tivessem botado sua esperança em mim, ou algo parecido. — ela se alongou na tentativa de se livrar da estranha dor. 

— Talvez seja porque as nacionais estão para vir, não é só seu time que conta com você. — a veterana optou pela opção mais lógica e Amethyst decidiu que provavelmente seria aquilo. 

Afinal, nenhuma das duas sabiam o que acontecia lá fora, ou melhor, o que estava prestes a acontecer. Os saxões estavam furiosos e prontos para tentar conquistar aquelas terras novamente e os britânicos contavam com a líder dos Derfell para salva-los, afinal esta era uma britânia dos dias atuais, era um britânia sem Artur e sem qualquer outro rei para a guia-la até a vitória. E se tinha uma coisa que corria no sangue de Amethyst, ainda que fosse II, era a fé inabalável de que jamais seria rainha. 

A única grandeza que ela desejava era a de suas empresas e isto ela já tinha em mãos, sinceramente, nem me lembro o motivo para o qual ela se encheu de vontade de lutar esta guerra, mas acho que nos lembraremos disto daqui a alguns capítulos. 

[...]

— Eu peguei esse engraçadinho rodando em volta de minha academia. — o tom sádico na voz de White apavorou o jovem saxão que logo soube que sua morte seria iminente. E morreria nas mãos daquela albina gigante. 

Era ruivo e perto daquelas pessoas consideravelmente baixo, com pouco mais de 1,60 de altura. Tinha uma cicatriz na bochecha direita, entretanto parecia ser experiente em batalha, ou pelo menos muito bem treinado para uma. 

— Um saxão tão longe assim da fronteira? É o mesma coisa que cometer suicídio! O que há com os jovens de hoje? — Blue ficou tristonha ao ver que não havia como o rapaz se salvar, não com o ódio que White sentia por saxões. Sinceramente, nem sua alma piedosa conseguia ter alguma simpatia por aquela etnia, sentia mais nojo do que pena daquele povo. 

Ele olhava apavorada para aquelas três mulheres, o fato de serem altas e assustadoras apenas piorava seu temor, e ele podia não entender uma palavra do que falavam, mas soube que discutiam a sua vida apenas pela forma como o olhavam. Pensou em um suplicar por sua vida, mas nada adiantaria, afinal não sabia sequer uma palavra em inglês. 

— O que pretendia aqui? — Perguntou a albina em um perfeito saxão, o que por sua vez acabou surpreendendo o rapaz. Poucos britânicos tinham interesse em sua língua nativa.

— Espionar e descobrir quantos homens vocês tem para defender a britânia. — ele ousou dar um sorriso com o que restava de sua coragem — nós vamos tomar esta terra de vocês, mais cedo ou mais tarde. — e toda a coragem se foi na mesma velocidade que havia chegado ao que ele recebeu um olhar mortal da líder das Diamonds.

White ficou tentada a abrir a garganta do rapaz por sua insolência, mas decidiu que precisaria dele mais tarde por isto mandou um guarda o aprisionar em qualquer lugar que tivesse o suficiente para que sobrevivesse por tempo suficiente para o interrogatório.

— Saxões, huh? Parece que a britânia vai ter que voltar aos velhos tempos. — Yellow sorriu com a adrenalina correndo por seu corpo. — Eu vou avisar aos Derfell para fazerem o enunciado e vocês duas tratem de transformar todos os atletas desta escola em lanceiros, todos os gênios em estrategistas e que esta escola volte ao seu objetivo original: Criar uma britânia anti-saxã! 

E assim cada uma foi fazer o que lhe era designado. White estava tão empolgada com a situação que até mesmo ignorou o fato de YD ter a dado uma ordem, ela sabia que a loira estava tão empolgada quanto ela e até mesmo Blue tinha esquecido um pouco seu lado melancólico e misericordioso para dar lugar ao seu ódio por saxões. 

Talvez este seja um rumo que vocês não esperavam, certo? Digo, parecia ser mais uma história de um grupo de adolescentes, sinceramente, eu gostaria que fosse, mas infelizmente, como vocês logo ouvirão dizer: O destino é inexorável. Prometo tentar contar isto da forma mais coerente possível, mas estou velho agora e talvez acabe esquecendo algum detalhe, entretanto, acho que vocês vão gostar de saber a história de como Amethyst II Derfell se tornou a maior praga dos saxões e também a maior líder que a britânia já viu, e irão ver também, como Rose se tornou uma das maiores comandantes de guerra, como Pink cresceu e se tornou brilhante em batalha e claro, irão ver como eu acabei entrando nessa história. 


Notas Finais


até a proxima <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...