História Hope on nightmare - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Isabella Santoni, Rafael Vitti
Tags Drama, Malhação, Santovitti
Visualizações 221
Palavras 2.301
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nem sei por onde começar! Desculpa a demora de verdade, eu não estava conseguindo escrever de jeito nenhum, os últimos tempos foram conturbados demais, minha cabeça não está funcionando como quero, então já viu, aí hoje deu um estalo a inspiração veio e aqui estou, espero que isso não se repita, tentarei de verdade postar logo, para recompensar, esse capitulo vai ter uma passagem de tempo para não ficar muito chatinho, você vão poder entender melhor o Ricardo. Só o titulo do capitulo já diz que só tem coisa boa, então vamos ler e comentar? Quero saber sobre você!

Spolier: Próximo capitulo, FORTES emoções.... beijos no pulmão!
Boa leitura e desculpa a demora mais uma vez <3

Capítulo 17 - Bons Ventos


Ricardo pov’s

- Eles vão ficar aqui? Sozinhos Ana? – perguntei indignado, a Ana confiava demais naquela diabinha

- Vão amor, não vejo problema. – respirei fundo – Como não? Pois, eu vejo. Vejo muitos problemas, de jeito nenhum eles vão ficar aqui sozinhos, além do mais Rafael tem uma empresa pra administrar mais na frente e se ela engravidar e..

- CHEGA! – o grito de Ana, me despertou e eu percebi que falei meus pensamentos altos demais e passei do ponto – ESCUTA BEM, RICARDO EU JÁ ESTOU CANSADA DESSA SUA IMPLICÂNCIA COM A ISABELLA, NÃO VEJO NENHUM ESFORÇO SEU PARA TENTAR APAZIGUAR A SITUAÇÃO – respirou fundo – Eu realmente estou cansada de ficar dividida entre vocês dois, não é justo comigo – eu realmente passei do ponto, droga! Ana sentou-se na cama e balançava a cabeça como se aquele movimento fosse te dar alguma resposta, o silêncio era desesperador e agora o tom vinho do nosso quarto, as cortinas e toda a escuridão apertava e me sufocava mais – Ana, eu.

- Não, não é justo que eu ame tanto duas pessoas e eu tenha que escolher um só amor. – Escolher? Não, não, ela escolheria aquela diabinha, claro! Eu não posso. Não, sem a Ana. Não. – NÃO! – sentei ao seu lado, segurei seu rosto - desculpa é que... Eu vou tentar.

- Eu já escutei essa promessa tantas vezes. – Droga, ela vai me deixar? Ela vai escolher a diabinha? Busquei seu olhar, mas ela retirou minhas mãos de seu rosto e dirigiu seu olhar para o chão, respirou fundo e eu parei de respirar – Ricardo, quando tudo me dizia para não ficar com você, quando todos os sinais eram negativos, eu fechei os meus olhos e escolhi te amar, escolhi o nosso amor, porque eu achei que eu tinha o direito de sentir e de viver tudo isso, mas agora... - deixou uma lagrima escolher – Eu realmente não sei, se eu te escolheria de novo.

- Não Ana! – Eu estava fudido

- Ricardo eu te amo, mas o caminho que as coisas estão tomando é esse, - a cada palavra, o ar ia sumindo do meu mundo, ela realmente estava me deixando? Não, eu não posso deixar

- Eu estou sendo obrigada a escolher um lado e eu não quero fazer isso, por favor, não me obrigue a isso. – Agora seus olhos estavam banhados de lagrimas, eu estava fazendo o meu amor sofrer o céus eu não posso deixar isso acontecer

- Desculpa Ana, por favor, me desculpa, eu não quero te fazer sofrer, não quero ser o motivo das suas lagrimas, por favor. É só que você sabe eu sou difícil e ela também é.

- Isabella...

- É a Isabella, ela não é fácil. – segurou a mão de Ana – E ela é uma lembrança dele pra você, eu me sinto, não sei inseguro talvez.

- Já conversamos sobre isso, pelo amor de Deus!

- Eu sei, eu sei que já conversamos. – Mas porra, será que ela não pode entender? A Isabella é a presença dele todos os dias me atormentando, a Ana nunca vai me amar como amou ele e como ama ela. Mas eu tenho que ser mais forte que isso, por ela - Você pode me dar mais uma chance? Prometo me empenhar para valer a pena – sorriu sem jeito

- Ricardo, só mais uma, ok? – uni minha testa a dela

- Você pode acreditar que eu te amo e parar com tanta insegurança? – sorriu

- Acho que posso conviver com isso.

 - Tenho certeza que sim. – o meu Deus, todo o ar voltou para o meu corpo, voltei a sentir as minhas pernas e meu coração se soltou do aperto que se encontrava - agora vamos logo para esse almoço. – levantou-se da cama e estendeu o braço para mim

- Não.

- Não? – Me olhou intrigada

- É, vou cancelar, quero ficar com você, aproveitar o dia todo com você. – Sorri, a puxei fazendo sentar eu meu colo e afundei meu rosto em seu pescoço, incrivelmente cheiroso

- Ricardo, Ricardo, isso é para os meninos não ficarem sozinhos?

- Não, não. Mas de qualquer forma eles vão ficar sozinhos.  – ela me olhou confusa – Não precisamos sair do nosso quarto Ana. – Pisquei, ela sorriu e finalmente a discussão estava encerrada

...

Rafael pov’s

- Então Lua, o que vamos fazer, já que estamos sozinho – Avancei em direção a sua boca, mas ela recuo - Eu estava pensando em namorar um pouco lá na cozinha e... – arregalei os olhos, Isabella estava mais saidinha do que eu imaginava, recebi um tapa - Rafael, só beijos, ok? Além do mais, quero apenas testar meus dotes culinários.

- Dotes culinários Isabella? – ri e recebi outro tapa no braço- Para de graça, ô palhaço! – Aí – alisei meu braço, fazendo bico- poxa amor, você bate com força. – Ela me olhou, levantou a sobrancelha, apertou os olhos e sorriu derrotada – Coitado do meu namorado, deixa eu dar um beijinho para melhorar – deixou três beijos no meu braço – Melhor?

- Não, falta aqui – apontei para minha boca – Ela sorriu e me deu um selinho rápido - Vamos? – disse ficando de pé

- Mas ainda é cedo amor, dá tempo à gente ficar aqui um pouco.

- Hum, melhor não, eu não sou muito boa, então quanto antes começar melhor, né? – ela me olhava apreensiva. Ok! ela está me evitando e para não forçar a barra, levantei da cama e seguimos para a cozinha - Vamos então. – A vi morder o lábio, como se estivesse com dúvida e respirar com um tom de desanimo, caminhamos até a cozinha de mãos dadas, a todo o momento sentia que ela queria me perguntar algo, mas nada vinha, então decidi dar uma ajuda. – O que você quer me perguntar?

- Que?

- Vem aqui - a sentei no balcão e fiquei entre suas pernas, ela olhou para suas mãos, passei a mão em seu rosto, colocando a mecha de seu cabelo atrás da orelha – Você sabe que pode falar o que quiser para mim, não é?

- Sei Rafa, não tem nada para dizer.

- Amor, para de bobeira, fala comigo – procurei seu olhar – Olha pra mim - ela olhou e franziu a testa – Ta, se você não vai fazer, eu posso tentar adivinhar? – ela entortou a cabeça pro lado e mordeu a bochecha – Amor, não é nada.

-Posso? – Ela concordou com a cabeça – Você está assim, estranha, distante, com receio de me beijar, pelo que aconteceu ontem? – Ela se remexeu no balcão, arregalou os olhos e me deu um sorriso sem graça – O que foi? Você não gostou?  É só falar amor, não vou fazer nada que você não goste. – Nesse momento Isabella estava tão vermelha quanto um tomate, sorri alisei seu rosto - Eu sei que é tudo novo pra você, mas isso é normal, não precisa ficar com vergonha, você é linda demais, e também não precisa ter medo de ficar sozinha comigo em algum lugar, eu não vou te forçar a nada nunca, tudo no seu tempo, ta bom?

- Eu gostei – colocou as mãos no rosto – Mas...

- Mas?

- Eu não sei, eu quero te fazer feliz.

- Pelo amor de Deus Isabella, você me faz feliz, não é assim, do jeito que você esta pensando que vai me fazer feliz. Você acha que eu gosto de te ver assim, insegura? Que nem está agora? Claro que não, isso só vai ser bom, se for para os dois e vai acontecer naturalmente, para de pensar nisso.

- Mas, você é mais velho e tem muitas meninas que podem fazer isso e – a encarei incrédulo  

- Sério, Isabella? Eu estou aqui não estou?

– Desculpa. É que, todo mundo sempre me deixa, ainda estou tentando lhe dar com isso, com esse seu amor.

- Nosso. – ela sorriu

- É, o nosso amor.

- Isabella a única coisa que faria eu me afastar de você, era se você me pedisse, caso contrário, de uma forma ou de outra eu sempre vou estar do seu lado, para de bobagem, por favor, você confia em mim?

- Confio! Claro que confio, mas tenta me entender o único amor que eu recebo é da mamãe e do Mateus, estava tudo calmo, tudo caminhando e você chegou e virou tudo de cabeça para baixo, - Franzi o cenho- de um jeito maravilhoso é claro, você trouxe luz, sabe? Afinal você é o meu sol, você me aquece e ...

- A sim, isso eu faço – a puxa pela cintura - Rafael, eu aqui abrindo meu coração e você só pensa nisso.

- Sabe como é né? A melhor parte depois da briga é a reconciliação

- Não sei não... É?

- É sim, agora senhorita Isabella, você vai me deixar beijar essa boca maravilhosa, ou vai continuar me evitando?

- Acho que quero ver como será esse beijo pós “briga” – fez aspas com as mãos

- Eu acho uma excelente escolha.

O resto da manhã foi repleta de amassos, literalmente amassos de Isabella e Rafael e da tentativa de Massa para a famosa torta de frango da dona Ana, que no final ficou até “comível” segundo Rafael, Isabella recebeu uma mensagem da mãe avisando que não foi para o almoço e que estaria no quarto, por esse motivo ela não precisaria ir para a casa de Mateus, ela achou estranho, mas melhor nem pensar no que ela estava fazendo naquele quarto, só o pensamento fez os olhos de Isabella revirarem e Rafael cair na risada, logo depois veio a despedida, um abraço longo, apertado, cheio de vontade de ficar, de levar, de eternizar, mas era hora e ele foi, Isabella aproveitou e limpou a bagunça que eles tinham feito na cozinha, quando acabou subiu para o quarto deitou na cama e pensou mais uma vez nele, o dono dos seus pensamentos nos últimos tempos, suspirou lembrando do abraço de Rafael, ela realmente amava estar ali, decidiu pegar o celular e mandar uma sms.

SMS ISABELLA SANTONI:

- “Quando nos abraçamos, voltamos trocados: um levou o coração do outro, cuide-me aí, que eu te cuido aqui.”

Sua lua <3

Sorriu boba e lembrou que tem muito a fazer, o aniversário do Rafael está chegando e ela precisa colocar os planos em pratica, ligou para Mateus e combinou alguns detalhes, Isabella contou algumas novidades e acabou pedindo o numero de Alice, com ela sim, ela iria contar algumas coisas e perguntar outras. As duas semanas passaram tão rápidas que Isabella nem acreditava, conseguiu fazer tudo, ela não imaginou que seria tudo tão fácil, Valéria e sua mãe aceitaram de primeira e ainda a ajudaram a fazer tudo, aproveitou para passar as duas ultimas semanas colada no amigo, ela precisava aproveitar cada minuto com ele, as coisas estavam tão bem que ela ficava esperando algo ruim a todo minuto acontecer, as brigas com Ricardo haviam acabado e ele estava até arriscando um bom dia com sorrisos, as voltas do colégio tem se tornado realmente divertidas com Henrique, contando histórias incríveis e ao som de belas melodias, a amizade com Alice crescia a cada dia e o coração de Isabella estava cada vez mais florido, e durante todos os dias, ela escutou aquela voz, a voz que ela tanto amava, o homem que ela tanto amava, agora ela admirava o caminho da janela do ônibus,olhava para a pista, aquela estrada, aquela distância era a culpada por estar longe do seu amor, mas ela sentia seu coração a cada minuto mais aquecido, ela estava diminuindo, diminuindo e logo logo estaria com ele.

Isabella pov’s

O combinado era ele vir na sexta pela manhã, mas Valéria, aos meus pedidos, conseguiu que ele ficasse, para que eu pudesse, finalmente, fazer a surpresa. Peguei o ônibus e devo chegar às sete da manhã, espero pegar ele dormindo, cheguei à rodoviária e a Valéria já estava lá me esperando e o meu coração estava pulsando forte, como uma bateria de carnaval e foi só cruzar aquela porta e olhar para aquele rosto, ufa... Suspirei e meu coração finalmente parecia bater como de costume, meu estômago por outro lado estava dando reviravoltas. Entrei fazendo o máximo de silêncio possível e impossível, o quarto dele é, como eu posso dizer? Um Rafael fora dele? Quase todos os detalhes eram em um azul, quase esverdeado, um violão e uma guitarra no quanto, perto de uma mesa, com livros, seu computador e mais livros, ele realmente gostava de ler, um skate estava apoiado na outra parede, ok isso é novidade, deixei minha mochila na cadeira da mesinha, coloquei a caixa do presente, debaixo da sua cama, com cuidado sentei ao seu lado, olhei o relógio no meu pulso, ok, já eram 7:32, eu podia acorda-lo ou dormir com ele, mas ele estava dormindo tão lindo, tão calmo, que decidi tirar minha rasteirinha e deitar ao seu lado, aproximei meu rosto do seu e fiquei fazendo carinho. Ele era realmente incrivelmente lindo, eu era uma menina muito sortuda de ter ele como namorado, acabei fechando meus olhos e cochilando, acordei no susto.

- Aí cacete – passei a mão da minha cabeça, sim, ele ainda estava dormindo e acabou soltando o braço dele na minha cabeça, ah mais agora ele vai acordar, peguei uma mexa do meu cabelo e passei no seu ouvido, ele passou a mão e resmungou, reprimi o riso, me aproximei do seu ouvido e disse baixinho – Eu achei que o Sol, acordava mais cedo. – ele abriu os olhos com certa dificuldade, mas ainda assim arregalados, passou as mãos nos olhos e me olhou de novo, eu sorri – Bom dia dorminhoco – e finalmente parecia que ele tinha acordado e acreditado que eu estava ali

- Deus, por favor, se isso for um sonho, NÃO ME ACORDE! – gritou e me puxou para um abraço, aquele abraço, só nosso. 

 


Notas Finais


músicas para o capitulo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLGeXFP8W6-Va75iIf5fQSDpJKXLRnRxQv

Espero que tenham gostado, até mais <3


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