História Hopeless - Capítulo 40


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Original, Romance, Yaoi
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Palavras 3.030
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 40 - Steps Forward


Erik não teve tempo de ter a conversa com Amaya. Ela passou um bom tempo se divertindo com Christopher. Depois do sorvete, o tio havia a levado para o parque de diversões nos arredores do bairro. Segundo o mesmo, a única forma que ele encontrou de que ela parasse de o olhar de forma estranha e voltasse a agir como antes com ele. Provavelmente o tirar da barba ajudou um pouco, por ter o deixado com um aspecto normal novamente.

Ele foi embora depois de ter trazido Amaya de volta. Se despediram com a promessa de que se veriam de novo assim que Christopher tivesse tempo. Porém, o contato foi dito que seria mantido e Erik realmente acreditou e esperava que dali em diante, pudessem ao menos ter um pouco de contato. Amaya foi descansar naquela noite, enquanto Erik cuidou dos assuntos do trabalho, para depois passar um tempo com Nero.

Fizeram sexo de noite, adormecendo juntos na cama.

Nero teria que voltar para casa, apesar da despedida, ele não estava triste. Pois desta vez, ele sabia que o havia entres não iria ser apagado. De fato, ele esperava que somente evoluíssem. Naquela manhã, Erik não foi trabalhar. Não era o do melhor exemplo, mas Nero não vinha para a cidade sempre, era a primeira vez, então ele não podia deixar de aproveitar cada momento.

Depois do café da manhã, pouco antes de Amaya ter que ir para aula. Erik e Nero tiveram outro momento juntos, fazendo sexo no banheiro. Por alguma razão se importância, ambos estavam felizes e animados naquela manhã.

Nero apesar de estar fazendo as malas para ir embora naquela tarde, estava assobiando felizmente. Enquanto Erik o observava cuidadosamente, mas também estranhamente feliz.

-Eu nunca pensei que você poderia ser tão doce e tão... — Nero comenta sorrindo de lado, ao comentar o fitando de lado.

Erik sentado em uma cadeira, com o notebook ligado, riu baixo.

-Infelizmente não são em todos momentos que consigo ser. Só algumas vezes.

-Eu gosto quando você é.

Erik move o mouse conectado ao notebook antes que a tela de descanso abrisse pela falta de ação no computador. Ele se levanta, vai até Nero, lhe abraça por trás, dando um beijo rápido na nuca dele. Nero se contorce para se soltar, se vira e o beija na mesma velocidade.

-Não precisa ser tão doce, é chato. — Reclama ele, brincando.

-Você ainda vai me deixar louco de raiva.

Erik puxou Nero para perto, lhe arrancando um beijo. Por alguma razão, Nero riu alto ao ser beijado repentinamente. O riso se dava muito provavelmente porque ele não acreditava plenamente ainda que estavam namorando e que seu amor, estava sendo realmente sendo correspondido. O beijo, no entanto, foi quebrado abruptamente quando Amaya entra no quarto, sem bater antes.

-Amaya... — Erik e Nero falam ao mesmo tempo, ambos estavam sem graça.

Amaya fitava os dois sem demonstrar grandes emoções, somente uma sobrancelha erguida.

Erik e Nero se fitaram sem saber o que dizer, embora tivessem decidido contar a Amaya sobre a relação deles, saber que ela descobrira assim, os pegando no flagra era realmente constrangedor. Ainda mais para Erik, que nunca realmente namorara desde que Amaya nascera. E este momento era novo e realmente estranho para ambos. E também para Nero, que estava acostumado a ter a presença dele somente como amigo da família e não como algo mais.

Amaya também não dizia nada, o que levou Erik a tomar a primeira atitude.

-Precisa de algo?

Amaya continuou a fitar Erik e Nero, sem dizer nada por longos momentos, que era bastante incômodos para ambos. Talvez até um pouco mais constrangedor e vergonhoso do que deveria ser para Amaya. Afinal, dar apoio e saber mais ou menos, era diferente do que encarar esta verdade como um fato da realidade.

-Não, deixa.

Amaya se vira para deixar o quarto. Erik a chama e ela volta, o rosto um tanto tocado pela vermelhidão da vergonha em suas bochechas redondas.

-Você nos viu juntos, e eu já havia comentado antes, então é melhor conversamos agora.

Erik apontou para a cama, a qual Amaya sentou-se com o rosto retorcido.

-Eu devo...? — Nero pergunta, já saindo quase a passos finos.

Erik o mandou ficar. E o puxou para ao seu lado.

Antes de Erik, ou Nero dizerem qualquer coisa, Amaya cruzou os braços, fitando os dois.

-Vocês são um casal agora?

Nero e Erik se entreolharam surpresos pela pergunta repentina, e séria demais para uma criança. Sinceramente, às vezes, ele se esquecia do quão madura Amaya conseguia ser.

-Pode se dizer que sim. — Replicou Nero sorrindo sem graça.

Ela se levanta, rodea os dois ainda com os braços cruzados para enfim parar diante deles.

-Vão se casar?

Erik se ajoelha, apoiando o joelho bom no chão, coloca a mão sobre o ombro dela.

-Eu amo você, Amaya. E isto nunca vai mudar. Nada vai estar acima de você, que fique claro isto. — Começou ele, Amaya o olhava atentamente. — Mas Nero e eu convivemos a bastante tempo, nos tornamos amigos e agora, sentimos algo especial um pelo outro e por isto estamos tentando ficar juntos, isto se chama namorar. Nós estamos namorando agora.

Amaya olha para Nero por cima do ombro, Nero nada diz por ainda estar sem graça.

-Ele agora vai ser meu outro pai?

-Não precisa me chamar de pai, Amaya. Pode me chamar de Nero só, está bom. — Diz ele finalmente, considerando que parecia a única e a coisa mais certa a se dizer agora.

-Não pense que estou substituindo seu pai, Amaya. Eu amei muito ele, por um longo tempo. Mas às vezes, chega um momento em que temos que seguir em frente. Mas isto não significa que o amor que tive por seu pai está esquecido, ou seja, menos importante. Pelo contrário, eu nunca vou me esquecer dele. E nem você deve se esquecer.

Amaya ponderou sobre o que o pai dissera. Sua mente madura começando a entender a situação no máximo que a mente de sua idade poderia.

-Ele vai morar com a gente?

-Não por enquanto. Talvez algum dia. Mas nada realmente precisa mudar, está bem?

Amaya olhou para Erik e Nero em silêncio determinante enquanto pensava sobre o que ele havia falado. Erik e Nero a fitavam com expectativa, a mente da menina processava tudo o que Erik explicara, e ajudava sim que ela já soubesse em poucos detalhes da aproximação e a apoiasse. Erik sabia que fora isto que a motivou a o abraçar firmemente, como se fosse adulta, batendo-lhe levemente no ombro direito.

-Não tem problema, se o papai sorrir de novo. — Erik sorriu de leve, abraçando de volta a filha.

Amaya se soltou do seu abraço, para abraçar Nero que se abaixou e a abraçou com carinho.

-Obrigado, Amaya. — Ele sussurra para ela.

É um grande alívio para Erik, do mais profundo do seu coração. A felicidade e o bem-estar de sua filha é mais importante do que qualquer coisa e ele seria capaz de sacrificar qualquer ideia de relacionamento com Nero, se isto a fizesse infeliz.

Por sorte, não era o caso e de fato, desejava muito que a presença de uma segunda pessoa na vida deles realmente pudesse fazer Amaya feliz, gostaria e seria muito bom para ela ter alguém que ela gostasse por perto e que pudesse fazer parte do seu desenvolvimento como um todo. O momento de tensão passou, e se transformou e alivio e alegria. Se sentia até mesmo mais leve por ter a benção da filha sobre a relação deles.

Era uma alegria que ela realmente os aceitasse afinal.

Erik ainda deu outro abraço em Amaya e lhe beijou a sua bochecha direita, dizendo novamente o quanto a amava, e assim como Nero, agradeceu pela gentil recepção da filha ao saber da relação de ambos. Antes da menina deixar o quarto, Erik pegou a caixa que sua mãe deixara para ele. Já havia guardado algumas coisas, dado outras a Nero, deixando dentro da caixa somente o que decidira dar a Amaya.

Ele a trouxe para perto, mostrou o conteúdo da caixa, a qual a menina não deu muita atenção. A única coisa que realmente lhe chamou a atenção foram as notas que Erik já pudera de volta na caixa de vidro, que também encontrou dentro da caixa grande de metal.

Ela prestou atenção em como ele explicou como aquelas notas eram antigas e como cada uma tinha uma história que ela poderia pesquisar e aprender, e como apesar de não haver valor comercial, ainda havia o valor sentimental e do colecionador ao menos.

Amaya se divertiu, ficando ainda mais atenta quando Nero tenho algum conhecimento sobre, sendo professor, contou um pouco do que sabia da história das notas antigas e das moedas de todas as partes do mundo. Ela gostou e agradeceu ao pai pelo presente, correndo para o quarto com a caixa animadamente para poder pesquisar e saber mais sobre as notas, para depois contar as amiguinhas.

Nero e Erik se fitaram aliviados depois que a menina deixara o quarto. Uma parte de toda a situação estava resolvida, e o restante eles de alguma forma sabiam, que iria se resolver do jeito que deveriam.

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Depois que Nero voltou para a casa dele, Erik e ele voltaram a rotina de se encontrarem cerca de duas vezes ao mês. Não chegava a ser o bastante quando a aproximação deles aumentava e a saudade ficava maior. Porém, Erik sabia perfeitamente que Nero nunca deixaria tudo para trás, pois assim como aconteceu com ele a algum tempo atrás, ele também precisava de segurança para uma atitude destas, e era por isto que Erik andava pensando seriamente em dar um passo mais importante na relação deles.

Não comentou nada sobre com ninguém, nem mesmo para a filha, pois ele não tinha certeza se deveria ou não fazer uma proposta desta. Com seis meses de relacionamento, parecia um pouco cedo, ao mesmo que parecia estar demorando demais quando se conheciam a mais de três anos e estavam neste vai e não vai a todo esse tempo.

Todo este tempo que ele se dedicou a pensar sobre estava o deixando ligeiramente estressado e um pouco pensativo. Mas ele não queria conversar com Nero sobre para não estragar uma possível surpreso, e queria decidir por si mesmo antes de tomar uma decisão definitiva. Porém, todo este seu debate teve que ser pausado quando de última hora Mile ligou-o e pediu para conversarem, sem dizer qual assunto seria.

Pediram para se encontrar no local de sempre, o restaurante em que se vinham costumeiramente. Erik chegou um pouco atrasado, Mile já estava lá esperando por ele. Erik se aproximou deste, sentado à mesa enquanto bebia uma cerveja.

-Tive problemas com o trânsito. — Justificou ele, ao se sentar de frente para ele.

Mile termina o gole em sua cerveja, dispensando suas desculpas e como sempre, já perguntando sobre Amaya e a vida dele. Já fazia algumas semanas que não se falavam, ou se viam, Mile estava muito ocupado com o trabalho e Erik o mesmo, tendo que se dividir entre trabalho, filha e sua relação com Nero. Era como fazer malabarismo, era difícil, mas ele sabia que valia a pena.

Tiveram uma breve conversa sobre como ambos estavam bem e sobre as filhas de ambos. Até que Erik finalmente o questionou sobre o motivo de seu convite repentino para almoçar. Ele sabia que não era um simples convite, especialmente quando fora tão repentino e mais ainda pelo comportamento sério do outro.

-Você deve ter um bom motivo para me chamar de repente. O que está acontecendo?

-Nada em especial. Só estava pensando e decidi conversar com você sobre algo.

-Estou aqui.

-Creio que deve se lembrar sobre a empresa que eu estava montando, certo?

-Claro. Espero que esteja tudo bem.

-E está, obrigado. Mas é exatamente por isto que quero falar com você.

-Não conheço tanto de administração, não posso ser de muita ajuda.

-Não é isto. — Corrigi-o Mile, mais sério agora, porém além de sério, havia um certo brilho de expectativa nos olhos dele, que Erik se perguntava de onde vinha. — Queria ter falado com você sobre isto, mas me faltou tempo e oportunidade.

-Sobre o que mesmo?

-Eu não sei se você vai aceitar, mas eu acho que é um bom momento, e eu confio em você.

-Para de enrolar, e fala logo.

-A empresa de publicidade que montei está indo bem, e bem até demais, crescendo muito mais rápido do que eu esperava. Não estou dando conta de administrar mais.

-Sim, você comentou comigo. E o que tem isto?

-Deve se lembrar também que comentei que precisava de um sócio, certo?

-Não venha me pedir para ser seu sócio.

-Não pude pensar em pessoa melhor.

-Não tenho experiência nesta área, e minha formação é em outra área.

-Mas você também é contador e já conta muito. Além disto, você tem bastante experiência, até mais do que eu e pode me ajudar. Não estou pedindo  só como um homem de negócios e também como seu amigo. E também, porque eu confio em você.

-Dado ao que aconteceu antes, como pode simplesmente me confiar um pedido desses?

-Eu sempre soube que você nunca fez aquilo e claro, apesar de tudo, demonstrou uma grande destreza em assuntos financeiros. Acredite ou não, estou meio perdido e por isto, estou pedindo para você.

-Eu já tenho trabalho, não estou precisando também.

-Eu sei, e é na verdade um favor. Estou pedindo por um favor.

Erik ponderou sobre o assunto. Mile nunca o pedia nada e ele realmente aparentava estar falando sério sobre este pedido repentino. Era um pedido sério, e ele podia saber o quão sério era. Significava que teria que se envolver com a empresa e trabalhar realmente com Mile. Considerando que as mágoas do passado haviam sido deixadas de lado a bastante tempo. E Mile era claramente muito competente, trabalhar com ele não seria um problema.

E trabalhar numa empresa não era novidade para ele, ser chefe era que era novidade, mas isto não seria ruim também. Não teria grandes desculpas para dar, quando seria um trabalho interessante e agora a sua situação financeira era boa o suficiente para que pudesse fazer parte de algo como uma sociedade empresarial.

E poderia até ser bom para ele, finalmente ter algo sério com que trabalhar e também poderia se solidificar. Se desse certo, realmente poderia dar mais conforto para a filha e para si mesmo. E talvez, quem sabe, poderia ajudar outra pessoa. Ainda se lembrava de como Nero reclamava de como estava infeliz tendo voltado a trabalhar como assistente social. Erik sabia do sonho de Nero de ter uma escola, de continuar trabalhando com crianças e também sabia que mesmo quisesse o ajudar a concretizar este sonho, nunca aceitaria dinheiro de Erik.

Não chegaria a oferecer para não ferir o orgulho do namorado. Por outro lado, seria viável se ele pudesse trabalhar em outra coisa e juntasse dinheiro até finalmente poder realizar o seu sonho. No final das contas, todos poderiam ficar bem. E ele poderia realmente dar este passo importante na vida. Ajudar um amigo seria melhor ainda e se pudesse adaptar, por que não tentar?

-Posso aceitar, mas tenho condições.

Mile abriu os braços junto de um sorriso.

-Pode me falar. Farei o que estiver ao meu alcance.

Erik explica para Mile a situação de Nero, e como ele queria o ajudar de alguma forma. Mile ouviu bem, até dando uma sugestão que poderia ser viável para Nero. Um local aonde ele poderia trabalhar como professor, mesmo que não fosse com crianças. Erik realmente ficou interessado e disse que conversaria com Nero sobre, torcia para que ele aceitasse.

-E sua segunda condição? — Pergunta Mile, depois de ouvir tudo e concordar.

-Que se não der certo, eu vou sair se achar que devo. — Diz. Não estava brincando sobre, pois se comprometer completamente era algo que ele não podia fazer sem ter a devida certeza, que no momento em que sentisse não estava confortável com tudo o que estiver fazendo poderia sim sair. Afinal, era uma experiência e era com esta condição que ele estava aceitando.

-Sem problemas. — Aceitou ele sem pestanejar um segundo. Não era um grande problema, ou grande coisa de todo modo. Mile acreditava que ele certamente iria se adaptar bem. Erik já não tinha tanta certeza, já que nem todas as suas decisões tomadas por impulsos acarretavam em bons caminhos, por outro lado, em outros momentos, era isto exatamente que ele conseguia, por isto que estava querendo arriscar, assim como estava disposto a se arriscar com Nero, e não se arrependia de nada. Pelo contrário, se sentia mais feliz até. —  Mas estou certo de que se adaptara bem.

-Agradeço pela oportunidade.

-Eu que agradeço por ter me salvado. Vai ser ótimo trabalhar com você.

Mile deu mais detalhes a Erik sobre o que ele queria fazer e qual seria o papel de Erik na sociedade junto dos ganhos financeiros e outras explicações comuns para o assunto a ser tratado. Erik aceitou bem a proposta, não era ruim, era até bem melhor do que ele esperava.

Mesmo que tivesse sido por impulso de momento, ele sabia que seria algo bom no final das contas e estando na idade dele, se estabilizar era o melhor. Assim como tentar coisas novas, afinal, sendo jovem ele ainda tinha chances. E ter sucesso na carreira profissional também era um sonho dele.

No final das contas, ele talvez devesse fazer aquele pedido, junto desta proposta. O que de pior poderia acontecer além dele negar? Não queria estragar a relação deles e de forma alguma queria fazer com que tudo se tornasse algo complicado de novo. Por outro, era muito provável que não fazer nada seria ainda mais complicado.

Perderam tanto tempo por conta dos problemas e dos obstáculos, em boa parte impostos por ele mesmo, por que continuar perdendo tempo quando a oportunidade ia para o outro lado? Ele procurou mentalmente motivos para tal, e como não encontrou, não existia mais razão para hesitar, só dar passos em frente.      



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