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História Hora do clichê - Capítulo 9


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Notas do Autor


Hora do clichê
Esse capitulo lhe faram ter grandes emoções.
Sei que disse que demoraria para escrever mais não consigo parar de escrever estou cada vez mais envolvida nesse clichê assim como vocês.

Capítulo 9 - Tem outros modos de se calar uma boca


Fanfic / Fanfiction Hora do clichê - Capítulo 9 - Tem outros modos de se calar uma boca

*Castiel

  Estava com o Bicolor, a Rosa, o arco iris e o gamer no patio conversávamos, bem quase todos nós o gamer amiguinho da Athenas estava com a cara no joguinho não tirava os olhos da tela por nada. O Lysandre e a Rosa me encaram com raiva e eu fiquei sem entender até eles perguntarem.

  - Já chega Cassy a Athenas não quer me contar orque brigaram e nós já estamos fartos então abre o bico. - Rosa fala logo de uma vez e eu olho para o Bicolor.

  - Não leve a mau nós estamos preocupados com vocês, andam brigando demais e decidimos intervir. - Eu olho para ele e entendo o que ele quer dizer, essa era minha ultima chance então talvez fosse bom um conselho.

   - Eu reclamei dos meus pais para ela e disse que as vezes eu queria não te-los e ela me fez um descurso eu fiquei irritado e gritei que morram... - O gamer larga o jogo e me encara, Alexy olha para ele com os olhos arregalados.

  - Sabe por que ela ficou brava com isso? - Ele continua quieto olhando para todo canto nervoso ele sabe.

  - Armin fala logo, precisamos arrumar isso. - Alexy balança o irmão que se irrita e o afasta com certa brutalidade.

  Ele guarda o game e olha para mim e pela primeira vez vi uma expressão de amizade em seu rosto ele parecia preocupado como os outros, não esperava isso dele, não quando ele se distanciou e se trancou no joguinho dele. Pensei que ele me odiasse por ciume dela.

  - Antes de contar preciso saber se gosta dela? - Eu olho para ele serio, eu não sei o que responder.

  - Eu... como assim gostar? - Ele sorriu e e fez sinal de negação com a cabeça, ele esta tirando uma com a minha cara.

  - Já respondeu, olha a Athenas perdeu a mãe para o câncer quando ela tinha 4 anos e perdeu o pai aos 12 ele sofreu um acidente durante uma pesquisa marinha o barco voltou detonado e ele não resistiu. - Por que ela não me contou isso? Ela sabe na pele o que é não ter pais e quando eu disse aquilo peguei toda a dor dela e taquei em sua cara. - Castiel a Athenas pode fazer parecer que ela não sente nada e é um ser racional, mas aquela garota tem traumas como abandono e tem sangue quente. O que eu quero dizer é eu sei que você é o badboy e já brigou com um caralho de gente, mas se machucar ela te arrebento. - Ele fala isso e sai voltando a jogar deixando a gente para trás.

  - Ainda não sei como ele anda jogando,  mas gente a Athenas não falou nada disso por que? - Rosalya diz e eu vejo o Lysandre encarar o nada.

  - Por que é mais fácil se fazer de forte quando ninguém sabe seus momentos de fraqueza, ela não se revela por não gostar de deixar pessoas entrarem em sua vida... - Eu termino por ele a frase.

  - Por medo da perda. - Eles me encaram e eu me afasto deles correndo. - Preciso encontrar ela e falar com ela, vejo vocês depois.  - Eu vou a busca por ela, não acredito que ela não me contou isso e que eu fui tão idiota.

*Athenas

  Não queria ver ninguém ainda sei que eu prometi para o Castiel que iria tentar, mas eu ainda precisava respirar um pouco e tomar mais remédio para a dor antes de uma tentativa. Fui ao banheiro e disfarcei entrando em uma das cabines para tomar o remédio quando sai fui lavar minhas mãos e meu rosto e alguém pega os meus óculos.

  - Procurando isso cegueta? Vim bater um papinho com você. - Ela fala rodando os meus óculos e com uma feição totalmente diferente daquela que ela faz quando esta na frente de uma plateia. A verdadeira face do anjo que na verdade era um demônio disfarçado.

  - Eu não sei o que você teria para conversar comigo Debrah. - Digo enquanto seco o emu rosto, mas depois viro para ela e encaro em seus olhos. - Me da meu óculos para de ser infantil. - Ela sorri, um sorriso diabólico.

  - Eu não sou infantil eu sou cruel é diferente. - Ela esmaga meu óculos quebrando ele e eu olho para ela com raiva.

  - Isso era para me assustar? Não tenho medo de piranhas como você, o que quer Diabra? Fala logo.- Ela me olha com raiva uma raiva incrivelmente grande da para sentir o ódio dela.

  - Olha só tem coragem para me enfrentar a nerdizininha! Você vai se afastar do meu homem. O Castiel não precisa de você e ele nunca se atrairia por alguém da sua laia então some desaparece, te dou dinheiro para isso se você quiser me fala seu preço. - Nunca ouvi tanta besteira na minha vida inteira.

  - Ninguém é dono de ninguém Debrah em relacionamento as pessoas tem compromisso, mas não posse e nem em um relacionamento vocês estão, não que isso me importe... - Ela me interrompe antes que eu diga mais alguma coisa.

  - Então tentaria algo de qualquer jeito né vadia, ele é meu por isso todas as outras eu nomeei de vadias pois sou a unica mulher dele.  - Ela é louca, muito louca.

  - Olha só quem me chama de vadia eu vi você gastando saliva com um surfista uma vez e eu acho que ele não era o seu homem, parecia loiro e mais bronzeado. - Ela da um passo em minha direção e eu dou outro por que não tenho medo dela.

  - Se ele nunca se atrairia por mim por que veio me ameaçar? Já sei a louca faz isso com todas né? Oferece dinheiro sujo para todas desistirem e deixarem ele ser controlado por uma psicopata feito você - Ela range os dentes e me olha morta de raiva e me surpreende.

    Eu não recuo com o seu tapa só volto a olhar para ela com um sorriso no rosto, eu queria quebrá-la ali trucidá-la e encher ela de porrada, mas eu não podia. Não posso ser expulsa, não agora.

  - Deixa eu adivinhar a princesinha foi mimada desde a infância filha unica e a estrela que sempre consegue o que quer. Eu não sou seus pais não vou mimar você, quer que eu suma Debrah? Vai ficar querendo. - Ela estava com fogo nos olhos e eu com o coração em chamas.

  - Escuta aqui vadia eu não vou... - Eu a interrompo, pois sabia o que ela ia falar.

  - Não me importa o que você e os outros pensam Debrah guarda pra você suas loucuras e quer saber? Você é a vadia sempre foi você, afinal só vadias são traiçoeiras como cobras sem carácter. - Eu trombei com ela para sair quando senti um puxão forte para trás e tudo ficou escuro em um breu.

*Castiel

  Procurei no terraço, nas salas, no grêmio invadi até o vestiário feminino e nada dela. Para ter noção dei uma olhada na sala dos professores e então quando o sinal bateu e todos estavam indo para as salas fui no banheiro pois eu não vi ela indo em direção a nossa sala. Eu me encostei na parede do banheiro feminino e ela não saiu então eu falei.

  - Athenas eu sei que você esta ai, eu te procurei em todo canto só faltou ai dentro. - Só recebo silencio em resposta. - Olha você disse que ia tentar então para de me evitar. - De novo nada eu estou louco falando sozinho só pode. - To entrando. - Decido entrar no banheiro para ter certeza que não falava sozinho e de certa forma eu falava.

  Athenas estava no chão e tinha sangue na ponta da pia, meu coração ficou disparado como nunca. Eu fiquei tão assustado com a cena, mas tinha que fazer algo me agachei perto dela e a primeira coisa que fiz foi ver se ainda tinha pulso e tinha, ainda bem não sei o que faria se ela morresse.

  - Athenas fala comigo! Acorda por favor! - Eu levantei um pouco a sua cabeça e senti molhado quando tirei a mão vi que tinha sangue nela. - Vai ficar tudo bem ta eu to aqui anjo. - Eu sabia que só tinha uma coisa a fazer.

  Todos os alunos estavam nas salas então ninguém me viu leva-la a enfermaria. Ao chegar lá a coloquei em uma maca e vi ela desacordada ela parecia tão serena assim, passei a mão no rosto dela e ai me toquei que não tinha visto seus óculos em lugar nenhum do banheiro, era a primeira vez que eu a via sem eles.

  - O que aconteceu? - A enfermeira da escola chega e já vai em direção a Athenas checar seus sinais vitais.

  - Encontrei ela desmaiada no banheiro a pia estava com sangue e tem um machucado na nuca dela. - A enfermeira vira a cabeça da Athenas com delicadeza e me pede para pegar alguns medicamentos.

  Ela limpa o ferimento e diz que não é fundo e que não vai precisar de pontos e não ficara cicatriz, mas minha ultima preocupação era a cicatrizes eu queria saber quando ela ia acordar. Eu peguei a mão dela e olhei para ela cheio de preocupação, não queria perde-la estando brigado com ela, nem estando bem para falar a verdade. A enfermeira passa algo na frente do nariz dela e ela abre os olhos e os pisca como se acostumasse com a luz.

  - Ai... o que.. onde eu estou? - Ela diz olhando em volta até que seus olhos param em mim e o brilho dos seus olhos não esta escondido pelos óculos dessa vez, como um par de olhos castanhos podem ser tão lindos.

  - Seu namorado te achou desmaiada no banheiro, esta na enfermaria pode me dizer o que aconteceu? - Ela olha para as nossas mãos e eu solto e fico um pouco sem graça.

  - Eu só me lembro de lavar o rosto e... e mais nada... eu não lembro, eu não sei. - Ela estava assustada e eu queria conforta-la, mas não era certo e eu não sabia como.

  - Teve algum trauma recentemente? Bateu a cabeça? Esta tomando remédios? - Ela engole em seco e olha para o chão.

  - Eu sofri um acidente com um barco no mar a quatro dias atras fui jogada contra uns corais, mas não bati a cabeça só tenho alguns ferimentos. - Eu olho para ela espantado, porque ela não me contou isso, me lembro dela pegando os remédios e dizendo que era dor de cabeça.

  - Ela esta tomando remédios para dor. - Digo e a Athenas me encara como se estivesse pensando como eu sei disso, como ela pode ser tão imprudente e esconder algo assim.

  - Seu namorado estava muito preocupado, parecem ser um bom casal. - Ela diz e vimos que ela sorria para nós dois, esta mulher é louca só pode.

  - Não somos um casal. - Falamos ao mesmo tempo e nos encaramos e a enfermeira só da risada da situação.

  - Posso ver os ferimentos? - Ela se senta na maca e levanta  o moletom e um pouco da blusa que estava por baixo.

   Quando eu vi aquilo fiquei em choque, queria gritar com ela dizer o porque dela não ter me contado e como ela pode ter sido maluca de não ter ido a um hospital, mas tudo some quando eu penso que não adiantaria de nada. Os roxos eram realçados pela sua pele e tinha arranhões que cicatrizavam que estavam avermelhados.

  - Estava pior tinha alguns cortes e arranhões bem piores. - Ela abaixa blusa e eu vi o seu olhar estava doendo, vê-la sentindo dor estava me deixando em um estado estranho.

  - Quantos remédios tomou desde o ocorrido? - Ela coloca a mão na nuca onde aconteceu a pancada e eu vi sua face tinha medo, dor e confusão.

  - Quatro... Por dia.- A enfermeira sorri como se tentasse nos dar algum conforto e tira o telefone do bolso.

  - Não se preocupem ta eu já volto. - Ela sai discando um numero e eu vejo ela colocar o telefone na orelha antes de passar pela porta. 

  Assim que enfermeira some de vista a Athenas levanta depressa e sai correndo e eu vou atras dela. Ela só pode estar ficando maluca acabou de desmaiar e sai desse jeito, ela entra no banheiro e eu vou atras a cena dela lá no chão me perturba e invade minha mente assim que entro naquele banheiro. Ela pega a mochila e parece procurar alguma coisa enquanto eu estava paralisado revendo aquele momento.

  - Castiel você me achou então viu meus óculos? Eu lembro de ter tirado para lavar o rosto, mas não esta aqui. - Eu vejo ela com a mochila e seguro ela pelo braço ela me encara na hora.

  - O que vai fazer? Estava desmaiada sua loca devia estar sentada na maca esperando a enfermeira voltar. - Ela continua me encarando até que eu respondo sua pergunta. - Não tinha óculos nenhum quando cheguei. - Ela se solta e coloca a mão na cabeça como se estivesse se forçando a pensar.

  - Eu tenho que sair daqui, ela vai chamar uma ambulância para me levar ao hospital e eu não vou ta legal. - Eu seguro ela e ela tenta se soltar, se ela sair sozinha daquele jeito ela poderia desmaiar de novo e morrer na rua ou pior.

  - Olha eu não vou deixar você se matar ta legal, sabe como foi te ver naquele estado nesse chão. Nem tente não vou sair do seu lado! - Ela parece surpresa e eu também estava não podia acreditar no que estava falando ou sentindo e então me surpreende.

 *Athenas

  Eu acordei naquela sala branca e a primeira coisa que vi foi o ruivo sua face estava completamente emotiva e isso era estranho para mim, mas pior foi naquele momento ele me olhava de um jeito extremamente preocupado e eu sabia que ele cumpriria suas palavras. E de novo me fazendo achar uma completa idiota pois estava confiando nele de novo.

  - Então me tira daqui, Castiel por favor eu não posso ir para o hospital. - Ele me encara como se eu fosse maluca e eu sabia que seria difícil convence-lo, mas eu precisava.

  - Por que não? - Me dói muito responder isso é tão pessoal, mas eu sei que não tem jeito e eu não quero mentir para ele.

  - Toda vez que eu fui para um hospital perdi alguém, eu não posso... Não da... - Eu estava quase chorando quando ele suspira irritado e puxa me tirando dali.

  Eu não consigo soltar o meu pulso ele me segura com força, ele não podia estar me levando até a enfermaria eu disse que não queria ir. Corremos até o porão nada que eu fale ou tente funciona ele não me larga e então ele abre a porta e me solta para fechar ela e depois ele me olha e eu estava extremamente confusa. 

  - Queria sair né? Tem uma janela que da pra pular aqui debaixo, vamos logo. - Ele me puxa e eu faço ele parar, ele não estava pensando que eu deixaria ele matar aula depois de todo o esforço para ele tirar notas melhores.

  - Como assim vamos? - Ele sorri para mim e de novo seu sorriso me deixa tensa. Odeio o seu sorriso, mas eu ignoro já que estamos no meio de uma fuga.

  - Você insiste que esta bem, mas estava no chão desacordada a alguns minutos e eu não vou te deixar sozinha até ter certeza que não vai acontecer de novo. - Eu achei o que ele disse tão meigo que olhei para ele como se me perguntasse se era ele mesmo. - Deu trabalho te salvar não quero que seja em vão. - Ele disse como se tentasse disfarçar.

  - Você foi fofo nem adianta tentar mudar a frase agora. - Eu olho para ele enquanto jogo minha mochila pela janela e ele faz um não com a cabeça como se negasse o que eu disse.

*Castiel

  Ela da um impulso e pula da janela, acho que não é a primeira vez que a senhora nerdzinha foge de algum lugar. Eu vou logo atras, mas assim que dessemos alguns homens que trabalham na escola nos viram e saíram correndo atras da gente. Corremos por algumas ruas quando nos decidirmos nos separar quando eu vejo que o cara me perdeu de vista eu ia gritar pela Athenas, mas sou puxado para ficar contra a parede de uma casa e tapam minha boca. Ela olha para o outro lado da parede por um tempo até que suspira aliviada e olha para mim, ela encarava os meu olhos e depois como se tivesse lembrado que tapava minha boca ela tirou sua mão.

  - Sabe, existe outros modos de calar alguém. - Ela fica corada e eu sorrio com o efeito que causei é a primeira vez que a vejo sendo mais frágil, mas dura pouco ela logo volta ao seu normal e só me xinga.

  - Boludo, não perde uma oportunidade não é? - Ela se afasta e eu desgrudo da parede.

  - Claro que não, você pensa demais é só agir e fazer o que tem vontade. Vem vamos sair daqui antes que eles voltem. - Digo me afastando, mas me viro quando vejo que ela não esta atras de mim.

  Ela faz um sinal para mim esperar e eu cruzo os braços impaciente, vamos ser pegos nessa enrolação. Ela ri da minha cara o que me irrita mais, mas só não fico irritado depois por que vejo ela tirar seu moletom ficando com a blusinha de baixo, era uma regata mais curta que deixava seu umbigo a mostra e tinha desenhos de duas conchas. Ela tira o meu devaneio andando até mim e parando do meu lado.

  - Que? Não vou andar por ai de moletom no sol, vamos? - Eu travei por uns segundos, mas logo voltei a seguir ela.

  Por algum motivo, que eu desconheço, voltamos a correr corríamos por nada e até apostamos corrida. Vê-la correndo e sorrindo daquele jeito me causava uma sensação estranha, mas eu estava gostando da sensação, nos entramos no parque que eu costumo passear com o Dragon e caímos deitados e mortos de cansaço na grama.

  - Nossa. - Digo pelo o que estava sentindo no memento e escuto ela dar uma risada meio sem folego, mas ainda era uma risada muito bela.

  - É eu sei. - Ela diz rindo e eu olho para ela deitada na grama, com sua face suave indicando que estava em paz.

*Athenas

  Eu sinto que ele me encarava, mas por algum motivo isso não me incomodava, ficamos um tempo em puro silencio só observando o céu e descansando na macies da grama. Ficamos assim até eu não conseguir mais ignorar ele me olhando eu viro ficando de frente para ele e uso minhas mão de apoio para a cabeça.

  - Me desculpa. - Ele diz e eu me surpreendo, mas deixo ele falar. - Não sabia sobre os seus pais, se eu soubesse não diria aquilo e também por todo o resto das brigas fui um idiota. - Levanto a sobrancelha e ele muda a frase. - Sou um idiota. - Sorri, mas sei que tenho parte da culpa também.

  - Desculpa também eu sei que sou meio nervosa, devia ter tentado ser mais racional com você afinal não sei como são os seus pais. - Pronto estávamos os dois sorrindo um para o outro deitados na grama como se nada pudesse nos atingir nesse momento de pura paz.

  Eu tinha uma tarefa no museu encontraram ovos de tartaruga na praia e o pessoal estava fazendo uma lista de turnos, como ninguém ia ficar agora era meu plano de fuga caso não fosse a escola por não querer ver ninguém. Não é o caso, mas não estou na escola então... Eu me levanto e fico de frente para o Castiel.

  - Já que não vai desgrudar de mim quer ir fazer algo super chato e sem graça. - Ele me olha como com as sobrancelhas franzidas e deita a cabeça para trás e eu escuto ele falar baixo. "Essa garota ainda me mata".

*Castiel

  Passamos algumas horas cuidando de ovos de tartarugas na praia e eu descobri algumas coisas primeiro sim ela tem bastante conhecimento sobre vida marinha, segundo ela adora animais isso explica o Dragon gostar dela e terceiro é impressão minha ou ela esta mais bonita agora do que antes? Ficamos um tempo conversando fazendo piadas sobre a escola e soltando algumas frases sarcásticas quando alguém chega chamando ela.

  - Eai minha sereia não devia estar na escola? - Era um cara de cabelos castanhos escuros curtos e pele branca, sereia dele? A não isso não pode estar acontecendo.

  - E você não devia estar curiando a vida de outra? - Ele sorri ainda mais para ele e eu já não gostei desse cara, sei que ele a olha com muita malicia para o meu gosto.

  - Ai essa doeu, eu assinei meu nome na lista é o meu turno cuidando das tartaruguinhas agora e é assim que trata quem você deve um favor olha que eu não ia ser cruel com você ein. - Ele olha para mim e eu para ele, não gosto do olhar dele ou do fato dele conhece-la e como assim deve um favor?

  - Castiel esse palhaço que por azar é meu amigo desde a infância é o Nico, Nico esse é o Castiel. - Ela nos apresenta e ele estende a mão para mim e eu cumprimento. - Sabe que se tentar qualquer graça por causa desse favor quebro seu nariz de novo. - Ele volta a olhar para ela e eu sorrio por saber disso.

  - Sereia eu não tentaria nada sei que quem mexe com você leva caldo, mas uma pergunta vai amanhã para a fogueira é a vez do Leo escolher então vai ser hip hop. - Ela coloca a mão disfarçadamente onde esta machucado e eu já entendo o motivo dela não ir.

  - Não vou nessa sexta vou ter que cuidar do meu abuelo. - Ele sorri e concorda e ela se levanta me chamando. - Nós já vamos nos vemos por ai. - Nós nos afastamos dele, mas eu ainda escuto o cara me dizer algo.

  - De um abraço no senhor Anderson por mim, foi um prazer Castiel e toma cuidado essa garota é maluquinha. - Nós saímos da praia e da vista daquele cara e eu decidi comprar sorvetes para a gente e conversamos enquanto andávamos.

  - Realmente quebrou o nariz dele? - Ela da risada e sorri para mim de algum jeito ela sabia que eu não deixaria isso passar despercebido.

  - Eu disse para não duvidar de mim e ele mereceu ta, aquele garoto não é fácil de aturar principalmente sendo mulher. - Eu dou risada e então algo me vem a mente.

  Ele chamou ela de sereia e falou sobre a fogueira, Rosa e o arco iris foram a festa na fogueira e sua amiga sereia deu carona a ela e depois disso eles se aproximaram mais. Lembro da garota na moto e de como me atraiu e do que eu falei para o Lysandre e depois volto a olhar para ela, não pode ser.

  - Você é a sereia que deu carona a Rosa. - Ai de novo essa mania ela vai me enlouquecer desse jeito, vou acabar eu mesmo mordendo essa boquinha.

  - Foi, fui eu sim e não você nem o Lysandre podem ir na fogueira, tem um intervalo de tempo para se levar as pessoas. - Eu vou entrar nessa festinha ela querendo ou não, mas tudo bem já descobri quem é a sereia.

  - Ta certo minha sereia. - Ela vira para mim como se fosse me dar uma resposta mais da risada. - O que foi? Meu cabelo esta bagunçado de novo? - Ela sorri e chega perto de mim.

  - Também, pera. - Ela limpa uma sujeira de sorvete no canto da minha boca e eu queria muito beijar ela ali naquele momento como ela pode provocar tanto sem nem querer me provocar.

  - Sabe, existem outros jeitos de limpar a boca de alguém suja de sorvete. - Ela se afasta e bate no meu braço a nervosinha fica ainda mais agressiva quando esta com vergonha.

  - Castiel! - Sorrio com a vermelhidão nas suas bochechas, mas não foi hoje que ela me deu uma brecha.

  Depois de um tempo ela disse que tinha que ir para casa pois ainda iria trabalhar e não me deixou leva-la, mas mesmo assim estava estranhamente feliz. Estava me interessando por ela e isso podia gerar problemas eu sei, mas minha professorinha não é de se jogar fora ou deixar passar e eu seria um homem completamente rude se deixasse passar.

 


Notas Finais


Eles estão de bem de novo e eu espero que eles continuem, mas sabem que clichê possuem grandes dramas.
Continua...


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