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História Hóspede Temporário - Capítulo 8


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Notas do Autor


Voltei!

Gente, eu andei muito mal da cabeça e tava sendo difícil escrever, mas felizmente as coisas vem se ajeitando, me perdoem se tiver algum erro.

No mais, vou postar esse capítulo e sair correndo, adeus!

Capítulo 8 - Boa pra você








Desço as escadas soltando o cabelo que ficou amassado na touca durante duas horas, até passar a mão na cabeça me dava nervoso despois de assistir a mais uma neurocirurgia.

Definitivamente não era o caminho que eu queria pra mim, mas teria de arrumar um jeito de falar com Kakashi sobre isso sem desmerecer o seu esforço por me fazer aprender mais sobre aquela área, mesmo que eu não tivesse - necessariamente - pedido sua ajuda.

Isso me levou a questionar toda sua benevolência, muitos diziam que eu tinha me tornado a preferida do grisalho, e embora enxergue nossa relação apenas como superior e subordinada/professor e aluna, comecei a pensar que talvez não fosse somente dessa forma que ele queria levar as coisas.

Chego até o andar da ortopedia e dou de cara com Sasuke. Nos encaramos sem nada dizer, pelo menos até ele lançar aquele maldito sorriso de lado e me empurrar para parede mais próxima da saída de emergência.



— Sasuke! - reclamo quando ele pressiona o corpo contra o meu - O que está fazendo?!



Espero por uma resposta, mas ela não vem. Quando nos beijamos eu esqueço completamente o ambiente em que nos encontramos, retribuo mordendo seu lábio inferior e circulando seu pescoço com os braços.

Sua mão corre pelas minhas costas até minha nuca onde ele espalma os dedos enganchando-os na raiz do meu cabelo e puxando enquanto chupava minha língua. A aflição por conta da cirurgia se foi no instante em que sua pele entrou em contato com a minha.

O aperto sutil de seu braço em minha cintura me segurando possessivamente era a única certeza de que não estava presa em algum sonho erótico desses que nos fazem acordar molhada e suada.

Com uma última sugada em meu lábio inferior ele se afastou.
Ofegante e corado, Sasuke parecia travar uma batalha interna ao me olhar debaixo para cima.
Abriu a boca algumas vezes para dizer algo, mas suas palavras não saíam e a frustração logo tomou seu rosto.

Suas atitudes confusas começavam a me irritar, por mais que eu não conseguisse disfarçar o quanto ele mexia comigo, ainda tinha a opção de me afastar. E foi isso o que fiz.
Ele poderia me procurar quando soubesse o que dizer, ou explicar porquê continuava me beijando o tempo todo sem dar grandes explicações e depois agia como se nada tivesse acontecido.

Rumei a porta da escada decidida a deixá-lo sozinho. Ledo engano. Fui puxada pela cintura com tamanha violência que pude sentir o impacto de seus quadris na minha barriga



— Odeio quando você fica lá em cima. - sussurrou em meu ouvido arrastando os lábios sobre o meu cabelo

— Por que? - minha tentativa de me manter firme parecia patética quando estávamos próximos assim, minha voz soava mais como um gemido do que uma indagação

— Interrompo algo? - um tom mais grave soou atrás de nós e me afastei num pulo ao perceber que Kakashi estava parado no topo da escada

— Não.

— Sim. - Sasuke disse logo depois de mim e eu o olhei com cara feia

— O hospital não é ambiente para namorarem, façam isso fora das dependências ou terei de falar com a Tsunade.



Repreendida como uma adolescente no colegial, cocei a tempora direita nervosa pelo meu comportamento e imaginando o que poderia acontecer caso sua ameaça se concretizasse.

Envergonhada. Queria sair correndo dali e não ter de encarar o neurocirurgião, arrisquei uma olhada para Sasuke e ele permanecia impassível, não se abalou um instante sequer com as palavras de Kakashi e eu não sabia se o admirava pela calma, ou o socava pela ousadia de nos colocar nessa situação e ainda por cima se manter tão equilibrado assim.



— Peço desculpas, vamos nos controlar de hoje em diante. - me abraçou de lado



O rosto de Kakashi tomou uma coloração avermelhada e seu semblante mudou de desconfiado para extremamente irritado num piscar de olhos.

Os dois se encaravam como se estivessem se desafiando, seriam capazes de ler a mente um do outro apenas com o olhar mortal que era lançado entre ambos.

De repente me senti como um mero joguete nessa briga de ego infundada.
Não era sobre quem tinha o maior cargo dentro do hospital, ou quem ganharia aquela discussão silenciosa, era sobre mim: quem detinha a posse de Sakura Haruno.

Kakashi sabia que com a posição que ocupava não poderia ser contestado por um mero residente, - que além de tudo estava em situação duvidosa - mas não foi isso que Sasuke fez.
Se desculpou como um verdadeiro subordinado e ainda deixou claro que estava de fato cometendo algum ato promíscuo comigo naquela escada.

Eu seria capaz de jurar que ele preferiria que tivéssemos sido vistos há poucos minutos no meio da sessão de amassos só pra confirmar a perversão que se passava na mente do Hatake.

Aquilo me cansou, talvez até mais do que passar duas horas revirando a cabeça de uma pessoa no centro cirúrgico.

Me afastei do agarre do Uchiha e saí porta afora sem me justificar ou desculpar, no fim das contas nem tinha por quê.



                                      ○



— Você não tinha o direito de fazer isso! - grito com ele ao chegarmos em casa

— Não sei do que está falando.

— Sabe perfeitamente do que estou falando, Sasuke Uchiha. Eu não sei que porra de implicância é essa que você tem com o Kakashi, mas não pode me meter no meio. Assim como não pode sair me beijando quando tiver vontade!

— Não é implicância nenhuma e não aja como se não gostasse que eu te beije.

— Essa não é a questão, o fato é que você parecia um cachorro marcando território e... - me interrompi pensando com mais clareza e só então me dei conta - Meu Deus, é isso, não? Queria mostrar pra ele que estamos juntos?!

— Não sei do que está falando.

— Céus, para de ficar repetindo isso, nem você acredita nessa merda!

— Não, Sakura, não te beijei pra mostrar nada a ninguém. - se aproximou me encurralando no balcão da cozinha - Fiz isso porque passei a porra do dia inteiro pensando em você e quis aproveitar que estávamos sozinhos, não era pra ele nos ver. Mas que bom que viu! Não estou nenhum pouco arrependido de mostrar a ele que você não está sozinha e assim esse escroto pode parar de dar em cima de você! Ou não notou que ele desceu para te procurar?

— Q-que?

— Todos os residentes sabem que ele te priveligia nas cirurgias porque quer te comer e eu não aguento mais ficar de braços cruzados sem fazer nada porque ele é meu chefe naquela merda de hospital. Queria a verdade? É essa.

— É isso que pensam de mim?

— Não, - suspirou passando a mão pelo cabelo - ninguém acha que você se aproveita disso, talvez duas ou três pessoas, mas a maioria só acha que será inevitável vocês dois saírem e eu não gosto das investidas dele.

— Eu já tinha decidido parar de ir à neurologia, ia pedir hoje mesmo a Tsunade. - me segurei no balcão completamente desnorteada

— Posso saber por que...?

— Não é mesmo a minha praia, não tem nada a ver com as investidas dele. - suspiro - Bom, agora tem, não quero que os outros residentes pensem que ele está me privilegiando.

— Eu fico feliz que seja uma decisão sua e não que ele tenha feito algo desagradável.

— Se importa mesmo com isso?

— Eu me importo com tudo que tem a ver com você. - fechou o espaço entre nós - Não é uma briguinha de ego idiota para ver quem fica com a garota, Sakura. - pôs a boca bem perto do meu ouvido - Eu quero que todos saibam que sou eu quem beija a sua boca, que é comigo que você dorme e é o meu nome que geme quando está gozando, mas não tem nada a ver com Kakashi.

— E por que quer tanto isso?

— Preciso de um motivo específico?

— Do jeito que está falando parece até que... - namoramos, era o que queria dizer, mas me contive

— Que...?

— Nada. - suspiro - Só quero descansar, essa história toda me deixou com a cabeça fervendo. - reclamo me virando em direção ao quarto

— Nada disso. - me puxou de volta pela cintura - Esqueceu do nosso jantar?

— É hoje?

— Sim, anãzinha. Vou me trocar e espero que faça o mesmo.

— Tudo bem. - mordo o lábio involuntariamente pensando em que lugar ele me levaria



Depois de um banho muito caprichado visto um top preto de ombro a ombro e uma saia na mesma cor justa juntamente com um salto.
Deixo os cabelos soltos agradecendo que a temperatura havia caído na cidade.

Pego minha bolsa e saio do quarto encontrando-o sentado na sala me esperando.
Lindo. Usando um jeans, blusa branca de linho e um tênis ele mexia na boca enquanto parecia perdido em pensamentos.

Me aproximo aproveitando a visão antes de chamar sua atenção e quase infarto quando ele se levanta.


— Está linda. - diz sorrindo de lado com o maldito piercing na boca e eu respiro fundo inalando com lábios entreabertos

— Obrigada. - me limito a dizer ainda sem deixar de encará-lo

— Alguma coisa errada? - pergunta de modo irônico

— Não. - balanço a cabeça



                                      ○



Sasuke era um verdadeiro príncipe comigo. Me conduziu pela cintura até o lugar onde sentariamos, pediu um drink para mim e concordou em não beber para dirigir o trajeto de volta.

Até o jeito que ele me olhava era diferente, a forma como acariciava minha mão sobre a mesa, o olhar demorado sempre que parávamos de falar. Sem contar que conversávamos sobre absolutamente tudo.

Podia sentir minhas bochechas pegarem fogo quando ele roçava a perna na minha casualmente enquanto eu falava e sorria como se tivesse a intenção de me distrair.
Tudo aquilo estava mexendo comigo de um jeito que eu não esperava.

Tinha tempo que alguém não me tratava tão bem assim e confesso que sentia falta de ser mimada.
Sasuke não era como os outros caras e garotas com quem me relacionei, seu carinho era genuíno, não haviam segundas intenções por trás, aliás as segundas intenções eram as minhas.

Mesmo que não devesse, ele me atraía de uma forma sem igual. Tínhamos química, nos gostávamos e éramos amigos.
Então porque eu sentia que de repente tudo isso acabaria?

Acho que o fracasso das relações anteriores mexeu comigo mais do que eu gostaria.
Queria poder me permitir viver algo com ele, mas tinham tantos fatores impedindo que o medo de estragar nossa relação falava mais alto.



— Pedi a sobremesa que você gosta.

— Nossa, nem reparei quando o garçom chegou aqui. - rio sem graça

— Isso é porque está com a mente longe desde que terminamos de comer.

— Desculpe, é que...

— Seja o que for, não pense nisso hoje, ok? - ele me interrompe

— Certo.



Quando a sobremesa chega Sasuke se aproxima ainda mais na pequena mesa redonda, começo a comer o pequeno bolo de chocolate com sorvete e sinto seus olhos grudados em mim.


— Você quer um pouco? - ofereço uma colherada e ele assente tomando-a de bom grado - Achei que não gostasse muito de doces.

— E não gosto.



Continuo comendo mesmo que desnorteada por seu olhar que seria capaz de causar uma combustão espontânea em mim.

O tempo todo eu senti como se ele quisesse me dizer algo, mas não encontrava modos de falar, então ficávamos nos encarando como se conversassemos silenciosamente.

Dou uma última colherada no sorvete e antes que possa limpar os vestígios do doce em minha boca ele se aproxima e suga meu lábio inferior.

Meus olhos involuntariamente se fecham enquanto espero ele aprofundar o beijo, mas isso não acontece.

Tão rápido quanto veio ele se afasta fazendo um carinho no meu rosto com o polegar.



— Vamos pra casa.



                                          ○




— Obrigada pelo jantar, foi incrível.

— Eu que agradeço, sabe, pelo lance todo com Itachi.

— Nem precisa. - digo envergonhada - Bem, eu vou... - aponto para o meu quarto

— É, hã, vi que seu ar condicionado voltou.

— Sim. Obrigada por me deixar dormir no seu quarto esses tempos.

— Sempre que precisar.

— Boa noite, Sasuke.

— Boa noite, Sakura.



Entro no quarto respirando fundo como se o ar me faltasse nos pulmões.
Meus olhos ardiam e meu peito pegava fogo, não sabia porque estava me sentindo assim e isso me enlouquecia.
Será que estava apaixonada pelo Sasuke?

Não. Sem chance. Era só amizade e um pouco de tesão. Se tem uma coisa que os anos me ensinaram era para nunca confundir amizade com desejos sexuais.

E mesmo que eu estivesse apaixonada, ele não estava.
Meu estado de espírito atual não me permitia me aventurar assim.

Deitada na cama, rolo de um lado para o outro feliz pelo jantar com Sasuke, mas frustrada pelo fim de noite.
Queria transar com ele, mas não queria por em risco o que tínhamos e muito menos me envolver e depois não dar certo.

Minha cabeça fervia com as inúmeras possibilidades, analisava os prós e os contras e mesmo assim não chegava a conclusão nenhuma.

Me sinto uma fodida ao me levantar sem saber ao certo que rumo seguir.
A minha vontade era entrar no quarto dele e beijá-lo até perder o ar.

Hesito um instante na porta e ao abri-la me deparo com Sasuke parado do outro lado.
Nada precisava ser dito. A vontade dele era a mesma que a minha e não precisávamos verbalizar isso.

Avanço sobre ele abraçando seu pescoço com os braços e o beijando com afinco.
Somente quando o ar se faz rarefeito nos separamos para respirar e ele desce os beijos pro meu pescoço puxando minha cintura para circular as pernas em torno dele.

Anda comigo no colo e me deposita na cama sem descolar a boca do meu corpo, a mão atrevida percorrendo com carinho a tatuagem abaixo do meu seio antes de acariciar meu mamilo entumescido pelo tesão.

Deixo que ele suba o tecido e faça o mesmo com o outro enquanto desce a boca lambendo as auréolas com cuidado circulando os biquinhos antes de abocanhar por inteiro e sugar deixando uma marca roxa em cada um deles.



— Sasuke... - sussurro ao sentí-lo lamber o vale dos meus seios traçando um caminho até minha boca

— Adoro quando você fala meu nome desse jeito. - diz com a voz embargada de tesão e suga meu lábio inferior - Quero ouvir isso a noite toda. - morde meu queixo enquanto corre a mão para minha nuca - Deixa eu te fazer gemer assim a noite toda? - pergunta olhando em meus olhos

— Eu acho que... - hesito por um instante mantendo o olhar fixo no dele e ele percebe

— Do que você tem medo, Sakura? - sinto sua mão adentrar meu short e percorrer minha vulva espalhando a lubrificação que escorria ali

— Hãããn! - solto um gemido sem vergonha quando ele circula meu clitóris

— Porra. - ele praticamente grunhe na minha boca - Quero te fazer minha. - intensifica os movimentos no botãozinho e eu jogo a cabeça para trás dando livre acesso para que ele beije meu pescoço - Diz que sim. - pressiona mais meu clitóris e sinto meu ventre pegar fogo com o orgasmo se aproximando - Diz que sim e eu te como até você desmaiar de quatro nessa cama.

— Sim. - respondo o beijando e gozo em seus dedos enquanto ele engole meus gemidos



Respiro descompassadamente o encarando e salivo ao vê-lo sugar o vestígio do meu orgasmo em seus dedos.
Puxo-o pela nuca e aproximo minha boca da dele ajudando-o a lamber o líquido transparente nos dígitos melados.



— Gosta? - pergunta esfregando a língua na minha

— Uhum.



Ele abaixa o rosto até minha intimidade, puxa meu short pro lado e lambe minha boceta toda dando uma sugada no clitóris antes de subir novamente com o rosto brilhando.



— Então me deixa limpinho. - pede sorrindo de lado e eu não resisto atacando sua boca



Meus braços entrelaçados em seu pescoço e minha mão puxando seu cabelo eram as únicas coisas que ainda me mantinham sã nesse momento.
Os gemidos roucos dele durante o beijo eram o incentivo que eu sequer precisava, sentia sua ereção contra minha pélvis e o roçar do tecido na carne sensível me deixava febril.

Precisava dele dentro de mim, precisava sentí-lo.
Virei nossos corpos na cama e abaixei sua calça apenas o suficiente para tirar seu pau dali.

Pincelei na minha vulva e antes que eu pudesse encaixá-lo na minha entrada, ele me interrompeu girando novamente e me colocando por baixo.



— Deixa que eu faço isso. - puxou meu short para o lado na pressa de nos encaixarmos logo - Da última vez você dormiu.

— Me desculpe. - disse rindo enquanto ele abaixava a calça



Estávamos tão afoitos pelo momento que sequer pensamos em tirar toda a roupa, minha camisa ainda estava enrolada acima dos seios e meu short arrastado para o lado quando Sasuke se colocou em cima de mim.

Ele me penetrou devagar, entrando e se retirando todo para abrir espaço na minha boceta.
Quando finalmente se colocou todo dentro gememos juntos de satisfação.

Metia em ritmo lento, me beijando sempre e aproveitando para gemer na minha boca.
Seu pênis parecia uma rocha de tão duro, arranhei suas costas e puxei seu cabelo enquanto ele apertava minhas coxas e mordia meu lábio inferior.

De repente um som de batidas podia ser ouvido ao longe, procuramos ignorar, mas ele se misturou a campainha e logo se tornou impossível.



— Sasuke, precisamos ver quem é! - praticamente gemi em sua boca

— Isso não pode estar acontecendo. - reclamou sem deixar de se mexer

— Mas está. - o empurro de leve mas ele não se move

— Deixa baterem, por favor. - praticamente implorou saindo e voltando me fazendo revirar os olhos

— Sasuke... - suspiro - Temos que... - me interrompo quando ele começa a estocar mais forte - hãããn, Sasuke...

— Porra! - ele grunhe de frustração se retirando de dentro de mim e arrumando a calça com violência - Eu juro que vou matar quem quer que seja.

— É melhor atendermos, vai que os vizinhos reclamam. - ajeito a roupa depressa e caminho com ele para a sala


Fico atrás dele enquanto a porta se abre e meu coração para de bater na hora.
Fecho os olhos sem acreditar nisso.


— Naruto? - o Uchiha pergunta com os olhos arregalados





Notas Finais


Até a próxima!


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