História Hospice - Capítulo 4


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Palavras 916
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aproveitem yup ❤

Capítulo 4 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction Hospice - Capítulo 4 - Capítulo 4

— Da onde me conhece? — Eu pergunto novamente e ele sorri encostando as costas na cadeira, me sento na frente dele e olho para cima do mesmo, vejo uma câmera, volto o olhar para baixo e ele usa um tipo de pulseira.

— Aquela câmera filma e grava áudio, eles estão nos escutando, devem achar que você me conhece em outro sentido. — Ele pausa a fala um pouco e eu o olho — A pulseira é de choque, se eu sair desse maldito hospício, bam! Carga elétrica nos meus pulsos.

— Certo... Mas então, da onde me conhece? — Eu não faço nada errado, então não tinha o porque esconder das pessoas que ouvia a nossa conversa e eu não queria saber nada sobre ele.

— Três dias atrás, vi você entrando no prédio do centro perto de uma padaria... Na verdade, lanchonete. Você saiu de lá acompanhada com Bryan Stick Somerhalder, filho do milionário mafioso Ian Somerhalder. Adentraram no prédio de mãos dadas, seu namorado? Talvez? Passei pelo lado da onde estavam e não tenho certeza mas acho... Que escutei gemidos. — PUTA QUE PARIU! Pensei. Ele ri maliciosamente e o mesmo carinha que me levou ali entra na sala enquanto eu fico sem reação e me leva para outro quarto em que Madelaine está escrevendo em algo.

— Olá companheira de quarto. — Ela diz e eu sorrio.

— Você irá ficar aqui com ela, mas antes o diretor quer falar com você. — O segurança mosculoso fala e me leva a outro lugar novamente. O mal educado que praticamente me expulsou da sala dele, estava andando de um lado para o outro, agoniado.

— Eu não fiz nada, já vou logo avisando.

— Eu sei senhorita Roden. Sente-se por favor. — Sento, estranhando essa recepção do nada que eu mal sabia que era... ambiciosa, essa não é a palavra certa para usar, mas ao mesmo tempo é perfeita — Ouvimos sua conversa com o senhor O'brien, como você sabe, e sinceramente, achamos que ele não ia dizer absolutamente nada para ti. Lamento em informa-la que você foi a primeira pessoa que conseguiu fazer ele dizer um "a" desde que ele entrou aqui, tirando uns meninos.

— Por que o senhor "lamenta" em informar?

— Não sei se já sabe mas Dylan O'brien tem transtornos psicológicos fortes, ao ponto de matar pessoas, e ele sabe muito da sua vida pelo visto. Se ele não estivesse aqui, você poderia estar morta.

— Poxa, podiam ter deixado ele livre então. — Dei de ombros e ele suspira.

— Sei que está passando por uma depressão e não concordo com seus pais por terem te colocado aqui. Mas a vida é bela Holland, você tão nova... tanto para viver e aprender, os problemas que aparecem seja lá qual forem, são para te deixar mais forte. Não vou te dizer para largar os problemas de lado e não ligar, somos humanos, não tem como fazer isso, somos programados para cair de fato, mas também, programados para levantar. A decisão é nós mesmos que fazemos.

— Não sabe nada sobre mim... Não pedi para nascer.

— Não, não pediu. Mas nasceu, diferente de muitas pessoas que poderiam ter conseguido fazer tantas coisas mas não nasceram para faze-las. Sabe a sorte que tem por essa dádiva? Nascer? — Fico calada e me levanto:

— Posso ir?

— Pode sim, já acabamos. Só três coisas antes, não fique perto do Dylan, não conte nada da sua vida para ele. Segunda coisa, depois de amanhã começa as terapias com o psicólogo. E terceira, uma amiga quer falar contigo no telefone, Aaliyah o nome dela se não me engano.

— Não está enganado! É ela mesma. — Fico animada lógico, Aaliyah é minha melhor amiga desde a infância quando o miniatura daquele britânico metido deu um tapa no meu rosto e me mordeu, Aaliyah quebrou o braço dele, e alguns dentes também. Enfim, fui até a sala telefônica parecida com a mesma de uma cadeia e ouço a doce voz preocupada da louca da Liyah:

— Holl! Meu Deus, você ta viva! Menina do céu, fiquei agoniando teus pais até eles me dizerem aonde você estava. Por que não me contou que tinha ido para a faculdade piranha? Ou pior! Por que não me levou junto e me tirou da desgraça dessa lanchonete? Me dá vontade de vomitar ver o rosto da Camila e do Bryan todo dia aqui.

— Amiga, estou só a três dias nesse hos... Faculdade!

— Quando eu te ver eu vou te bater, tinha que ter me contado, era para estarmos fazendo juntas faculdade lembra? É uma eternidade ver eles trocando selinho e bebendo o milk-shake com cuspi.

— Cuspi? Você colocou cuspi nos copos deles Aaliyah? — Começo a dar risadas altas e depois vejo a vergonha que estou passando. Dylan passa do meu lado com alguns guardas do seu lado mas antes ele soletra alguma coisa para mim: A-a-l-i-y-a-h — COMO ELE SABE SEU NOME?

— Ele quem sua louca? — Ela pergunta sem entender nada — Três dias sem mim e você já ta caducando, ta repreendido em nome do meu brioco.

— Preciso ir. Tchau meu love. — Desligo e vou até ele mas os guardas em volta me seguram falando para eu sair. — Esperem! Eu preciso saber, como sabe quem é ela O'brien? — Ele sorri e vira para frente, me ignorando e andando, algo me diz que eu estava encrencada mesmo, tanto fora, como ali dentro. 


Notas Finais


Espero que estejam gostando, no começo pode ser chatinho mas virá novas emoções e explicações... ❤


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