1. Spirit Fanfics >
  2. Host >
  3. Capítulo 11

História Host - Capítulo 11


Escrita por:


Notas do Autor


Me desculpem pela demora, era para ter postado ontem, mas estou um pouco enrolada por esses dias e devido a isso não posso garantir que o próximo capítulo saíra na semana que vem.

Boa leitura!

Capítulo 11 - Capítulo 11


Revisou mais uma vez seus status junto de suas habilidades tentando encontrar qualquer coisa para melhorar. Já tinha feito o possível no melhoramento de seus status e suas habilidades quando seu encontro com a ANBU seria no dia seguinte na parte da manhã e está um pouco ansioso para tal apesar da calma completa gerada por Mente ninja, a habilidade é boa, mas sempre que alguma emoção está mais intensa do que deveria o sistema já ativa a habilidade que deveria ser passiva.

Cansado de procurar um erro em seus status finalmente se dá por vencido indo dormir. As horas se passaram e finalmente acorda com a bendita mensagem de HP e Chakra completamente restaurados e provavelmente precisaria de cada gota de ambos em sua luta que já previa ser difícil, mas esperava que todo seu preparamento fosse o suficiente para ao menos conseguir impressiona-los.

––––––––––––//––––––––––––//––––––––––––
Nome: Yuri Takuma                                     Idade: 6 anos
Nível: 25                                                        Progresso: 8,55%
Patente: Estudante da academia               Rank: E
Título: Prodígio em ascensão


Status:
HP: 2188/2188                    (109 rec/m)
Chak: 2594/2594                (130 rec/m)
For: 72
Vit: 70
Resist: 72
Agil: 81

Dest: 81
Prec: 77
Cont: 97
Int: 83
Sab: 70
Sorte: 20

Pts (status): 0
Afinidade elemental: Vento (10%) e relâmpago (5%)
Status: Calmo (passiva), ansioso, preocupado...
––––––––––––//––––––––––––//––––––––––––

 

Talvez tivesse exagerado um pouco no controle, mas tinha descoberto um truque sobre o status, se você tem um alto controle você consegue até fazer o jutsu em uma versão reduzida e se você ter a inteligência alta você pode fazer os jutsus, mas provavelmente pode até dobrar a quantidade de chakra gasta no mesmo.

Mas só havia gasto tantos pontos em controle e um pouco em inteligência para conseguir usar jutsus elementais, os pontos que tinham sobrado colocou em agilidade, destreza e precisão aumentando suas habilidades com kunais e espadas, esse último até chegou à comprar um pergaminho com estilos de kenjutsu e aproveitou colocando 2 pontos em sabedoria só para diminuir a diferença no status.

Um ANBU aparece em sua janela batendo no vidro chamando sua atenção, era a hora da verdade.

[...]

Tinha certeza que o ANBU menosprezou sua velocidade ao pular os prédios com a atenção sobre si, juntamente do silêncio incomodo sendo rompido pelos sons dos moradores abaixo deles alguns muito barulhentos, em sua maioria comerciantes que gritam sobre seus produtos como se alguém ali fosse realmente surdo.

Minutos depois chega em uma região mais afastada da vila cercada de árvores tendo uma construção de dois andares feita de metal com uma coloração esverdeada de um tom escuro que facilmente passaria despercebida de noite, mas em um dia claro como aquele tinha o efeito totalmente ao contrário. Dois ANBUs guardam a entrada que rapidamente liberam a sua passagem.

O lado interno do prédio é desprovido de qualquer coloração além da metálica com poucas luzes dando uma sensação estranha em si, quase como se quisesse lembra-lo que qualquer sensação que fosse além do toque gélido do metal e a lembrança que a escuridão é sua maior aliada, por mais estranho que deveria ser não se sentia acuado como qualquer criança, contudo, ainda sim está calmo.

Era algo realmente estranho dizer isso, mas por que se sentia minimamente acolhido entre aquelas paredes e trevas? Talvez sua personalidade e até suas habilidades indicavam que deveria ser uma pessoa que estava brincando de ser ninja entre as crianças com sua idade quando na verdade sempre deveria ter estado entre eles.

Depois de andar um pouco finalmente chegam em um elevador e se põe atrás do ANBU observando que a construção tem mais três andares inferiores a qual o botão que foi pressionado foi o terceiro andar subterrâneo, sentiu o mesmo descer e poucos segundos depois já estava no andar desejado que ao dar alguns passos pelo corredor chega em uma área aberta que podia ver o andar inferior com algumas pessoas lutando entre si.

Cada movimento claramente calculado com alguns demonstrando uma dança de espada ansiando pela vitória enquanto outros simplesmente assistiam há demonstração de força de seus companheiros. Todos estão com o uniforme da ANBU sendo diferenciados somente por suas máscaras a qual algumas foram direcionadas para si o que notou alguns competidores pararem de lutar para observa-lo, olhou na direção do ANBU que deveria estar seguindo apertando o passo para alcança-lo até que outro ANBU se pôs à sua frente obstruindo o caminho.

– A creche fica para o outro lado – ignorou a fala idiota e os outros idiotas que riram.

– Não esperava que um ANBU tão caridoso me ajudaria em minha busca – o tom calmo parece irritar o ANBU junto do sorriso debochado – me ajudaria a encontrar uma pessoa?

A esse ponto já tinha notado que o ANBU que seguia já tinha sumido, talvez tivesse ido atrás de quem quer que tinha vindo conhecer e provavelmente não se importo em colocar um idiota antes no lugar devido.

– E por que eu ajudaria um pirralho de merda?

– Seus superiores não o ensinaram nem mesmo um pingo de ética? – o outro ameaça responder, mas é interrompido antes – Pessoas como você parecem ser do tipo que não aprende apenas com palavras, se cortássemos sua língua afiada melhore um pouco seus modos.

Tinha falado cada palavra calmamente sem qualquer tipo de sarcasmo e sem sorrisos debochados, um tom levemente frio olhando diretamente para os olhos escondidos atrás da máscara. O silêncio reinava e tinha certeza que ninguém parecia ter esperado por aquilo e sendo sincero as palavras tinham soado melhores em sua mente do que ao ouvi-las com seus próprios ouvidos.

– Ora seu...!

Ao ser agarrado pela camisa e ser erguido não o incomodou em nada esperando alguma atitude do gênero, os olhos indiferentes e frios fizeram ser ainda mais apertado e estava pronto para o punho que vinha em sua direção, mas esse foi fortemente segurado por outro ANBU que ao notar quem era, o idiota o solta imediatamente, com certeza aquele cara era o seu capitão.

– O que pensam que estão fazendo?

– Capitão! E-esse garoto... – o nervosismo era mais do que óbvio, com certeza já tinha sido chamado atenção anteriormente e quando a atenção foi direcionada a si teve a certeza que era a pessoa que o estava procurando com a confirmação nas palavras que seriam ditas.

– Yuri Takuma?

É extremamente comum dizer o nome do clã antes do nome, mas isso sempre soou tão estranho e agora havia sido a mesma coisa, os olhares medindo-o como se quisessem ter certeza que era mesmo de seu próprio clã. Verdade seja dita, seu clã nunca tinha gostado de se misturar e agora estava praticamente extinto e pensar que pode ser o último de sua própria família mesmo que não lembre de qualquer um deles era no melhor dos casos desconfortável e estranho.

– Sim.

– Esse é mesmo aquele garoto que capturou um tokubetsu jōnin que tentou raptar a herdeira dos Hyūga?

Então ele era um tokubetsu jōnin... tinha certeza que estava enfrentando mais um chūnin do que um jōnin além do extremo cuidado que ele tomava para não usar qualquer jutsu espalhafatoso que pudesse chamar a atenção de alguém, ainda assim tinha certeza que ele também tomava esse cuidado pela hora que o clã Hyūga soubesse do desaparecimento de Hinata e ser obstruído por uma criança e voltar sem nada seria no melhor dos casos motivo de piada e aparecer sem a kekkei genkai para seu líder devia no mínimo custar sua vida caso o mesmo entrasse em estado de fúria.

– Sou Karito, capitão do esquadrão Shi.

Quem é que escolhia esses codinomes e principalmente os nomes dos esquadrões? Shi significa morte, só por isso já podia deduzir que é um esquadrão especializado em assassinato e provavelmente em ocultação de cadáveres e ainda colocar o codinome Karito só podia ser uma piada interna de péssimo gosto ao chamar seu próprio capitão de ceifador.

– Venha comigo Yuri.

Havia ido com Karito até uma sala que obviamente é um escritório bastante organizado com móveis de madeira a qual lhe foi indicado que se sentasse enquanto o ANBU foi até uma estante com compartimentos com pergaminhos e embaixo de cada compartimento tem uma pequena placa de metal com os nomes dos esquadrões: Hakugai, Ro, Senshi, Shi, Tsuki, Yoake.

– Vou ser bem direto, até uma semana atrás eu não acreditaria que uma criança seria capaz de derrotar um chūnin quanto mais tokubetsu jōnin – então ele sabia dos seus outros assassinatos? Ele se pôs a sua frente escorado na mesa com um pergaminho que tinha tirado do compartimento de seu próprio esquadrão – e precisamos confirmar que foi só você mesmo que estava lá e como Hyūga estava desacordada...

– Preciso provar minha força em um combate – o interrompe.

– Sim e sendo sincero o que não falta são pessoas querendo ter uma luta com você.

[...]

Karito explicou superficialmente sobre a investigação e ao que indicava realmente só duas pessoas lutaram, mas como o traidor havia se limitado nos jutsus poderia sim ele ter tido chance assim como ele deixava a entender que não acreditava que fosse somente isso, parecia que ele realmente acreditava em si, ou melhor, em suas habilidades.

Quanto ao traidor está com Morino Ibiki, um tokubetsu jōnin especializado em extração de informação, era só pra não o assustar porque tinha certeza que a palavra certa era tortura, e o esquadrão Senshi queria logo que o Morino terminasse seu trabalho para que os mesmos tivessem a guarda dele e a julgar pela irritação de alguns desses que estavam de vigia naquela noite além de estarmos falando de roubo de kekkei genkai quando a maioria do esquadrão tem uma.

Voltando para o presente se encontra na frente dos outros ANBUs que faziam um meio círculo e Karito fala sobre o teste que deveria ser realizado com ele, incluindo algumas regras como nada de ferimentos fatais e permanentes entre outras coisas que não prestou muita atenção por ser mais limitações para os ANBUs do que para si.

Foi para o centro da área enquanto eles parecem ainda escolher alguém, começa a sentir como se alguém o olhasse tão fixamente como se o “toque” fosse palpável, olha ao redor e encontra o autor no piso superior sem uma máscara o que estranha imediatamente com metade do rosto coberto por ataduras, talvez fosse o líder da ANBU que não atuava mais como ANBU.

––––––––––––//––––––––––––//––––––––––––
Confiança merecida
Vários ANBUs duvidam de suas habilidades, essa é a hora de mostra-las!
Lute contra Tori até que o tempo acabe e ganhe o respeito da ANBU.

Tempo restante: 00:05:00

Recompensas:
Jutsu ???
???

Punições:
???
––––––––––––//––––––––––––//––––––––––––

 

Vendo a mensagem do sistema olha imediatamente para as duas pessoas que se aproximavam, um era Karito que seria o juiz enquanto o outro usa o uniforme padrão da ANBU com uma máscara branca com o rosto de uma ave com detalhes em verde escuro que assim que começa a luta o ANBU puxa a tantō de suas costas e segurando-a com a direita, o Yuri puxa a espada presa nas costas a segurando com a direita também.

Os dois ficam se estudando por longos segundos até que o ANBU se dá por vencido avançando aparecendo na sua frente como um passe de mágica desferindo um corte transversal que por pouco consegue defender o ataque na direção do seu peito, esse foi o primeiro movimento que deu inicio a dança de espada e que daria uma ideia de quem é seu adversário.

Só pode ser brincadeira! Tinha que ser um Uchiha?



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...