História Hot Imagine BTS - Capítulo 66


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Btshot, Conto Erotico, Daddykink, Hentai, Hoseok, Hot, Jhope, Jin, Jungkook, Moviethink, Original, Romance, Seokjin, Suga, Taehyung
Visualizações 110
Palavras 4.842
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Ecchi, Harem, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Yuri (Lésbica)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu sei que demorei... Fiz um capítulo maior com toda a dedicação no mundo. Acreditam que fiquei dez dias fazendo esse hot? Hotzin difícil, espero que goste.beijo.

Muito obrigada pelos 90k de visualizações,mano do céu... Eu não esperava um trem desse nos meus maiores sonhos. Eu entendo que tem uma galerinha acompanhando essa fic, mesmo que estes não tenham favoritado ou comentado. E tudo bem. Ah mano, tô feliz. Obrigada

Obrigada pelos comentários dos capítulos anteriores, prometo respondê-los em breve.

Capítulo 66 - Hey, I'm Not Just a Genius - Dia 9


POV 3 ON

Os irmãos permaneceram em silêncio por breves cinco segundos, ainda com aquele sorriso tolo exposto. Só sairam de seu transe quando foram capazes de escutar gritos vindos em dua direção,  e é claro que não ficariam ali para descobrir o que os homens queriam.

O mais velho dos Kim foi rápido,  já tinha previsto o pouco tempo que tinham para fugir até que finalmente fossem pegos, e por isso tinha deduzido uma saída subindo o corredor a esquerda, ou seja, na direção oposta de onde tinha vindo.

  _ Só me siga- Balbuciou ele, voltando a correr, agora segurando o irmão pelo pulso. Porém,  havia algo nos olhos de Taehyung, algo que jamais fora descoberto. A esta altura, as máscaras não conseguiriam ficar firmes o suficiente para não cairem.

_ Anda logo, caralho_ Namjoon disse em tom audível.

Os garotos castigavam as solas de seus sapatos, a escadaria acima os guiava para o desconhecido. O castanho ousou olhar para trás,  e foi então que se deu conta que estavam perto demais. Armas em punho, rostos mascarados acompanhados de roupas escuras.

Os perseguidores já não gritavam, ou faziam quaisquer ameaças,  na verdade, o silêncio seria intocado se não fosse pelo barulho de passos. A escadaria parecia não ter fim, os degraus eram testemunhas inférteis do que estava prestes a acontecer.

O castanho tomou a frente, notando que o loiro já estava ficando cansado demais. O mais novo tratou de chutar a porta. A estrutura de madeira pobre rebentou-se. E em seguida,  o mais novo inverteu a posição das mãos de modo a segurar a mão de seu irmão.~ Me desculpa por tudo o que eu fiz, Hyung~ Ao atravessarem a porta cinzenta, encontraram-se no telhado, onde o vento assobiava e a incerteza entorpecia seus sentidos.

Os garotos avançaram em direção ao parapeito enegrecido pelo tempo, o olhar deles se cruzou, quando a respiração ofegante de ambos se mesclava com a expressão estática das pessoas mascaradas. O coração deles batiam em unissono, proporcionando a mais sincera agonia.

O olhar ansioso dos Kim se debruçava sobre as máscaras enfeitadas, sem se distanciar da mata escura que se aproximava do concreto mal feito que cobria a terra. Em frente deles, a iminência de uma captura, atrás de si, uma queda fatal. Não havia saída afinal, seriam pegos ali.

_ Isso é mais um motivo para que eu me desculpe_ O mais novo gritou, arrastando o loiro consigo em direção a escuridão abrasiva.

Um arquejo baixo se deixou desprender das caras cobertas, e seus movimentos foram lentos demais para evitar a evasiva. Os garotos se atiraram, cairiam no calçamento torto a cerca de trinta metros de onde estavam.

Nem mesmo o baque de seus corpos atingindo o chão foi ouvido. A pouca receptividade da dureza inerente ao concreto não foi capaz de atiçar a curiosidade dos mascarados. A maquiagem chinesa detalhada sobre a estrutura de plástico cobria o horror em seus rostos.

(...)

______ já não conseguia respirar, a fumaça lotava o pequeno espaço,  e apesar da toalha molhada em seu rosto, sentia o ar se esvair. Ela ouvia cuidadosa a conversa a alguns passos de si, silenciosa o suficiente para não denunciar sua presença.

Não podia acreditar no que tinha ouvido. Então, a grande mãe protetora e amorosa não passava de uma bandida perversa? E quanto toda aquela conversa sobre o amor que tinha por seus filhos. A garota prendeu um suspiro, ciente de que viraria cozido se não pensasse numa saída urgente.

~ Suho não é uma opção,  Sun Hye está junto dele. Para ela me matar não deve ser difícil.  Pensa pelo amor de Jeová~

A toalha foi ainda mais pressionada entre seus dedos, fazendo dos nós brancos. Ouviu a clara ameaça, antecedida por um choro por clemência.  Ela iria matá-lo. Um arrepio atracou sua língua no céu da boca.

O fogo se tornava cada vez mais intenso fora do pequeno compartimento onde ela se escondia. A porta do armário foi aberta com cautela, dando a ______ plena visão das labaretas que já tomavam conta das costinas cor champanhe.

Sem deixar quaisquer pensamento pessimista assombrar seu coração,  a garota analisou cada opção sobressalente. Seus ouvidos estavam atentos, memorizando cada ameaça e confissão proferida pela mulher.

Sun Hye tinha que sair daquele quarto, antes que o banheiro se transformasse em cinzas. _______ colou o ouvido contra a parede, segurando respirando fracamente para economizar oxigênio.  

________ pode reconhecer arranhar de uma lâmina bem polida,  assim como certo peso ser pocisionado contra a parede oca. Palavras de mais ódio definharam em seus ouvidos. A saliva não lhe descia, não havia opção a não ser interferir. O babaca morreria, ou no mínimo,  iria virar carne de segunda em um açougue qualquer. Talvez uma torta recheada ( imagina a última refeição em que comeu carne.

Será que era carne humana?)

(...)

A brisa tropical acalentava o rosto moreno de Namjoon, e apesar de nutrir certo temor por altura, sua queda em câmera lenta foi muito agradável.  Os corpos masculinos planavam dentre o ar denso, até seus músculos mal se contraiam a cada deslocamento pequeno que faziam.

A pele de seus rostos parecia querer desgrudar, a carne de seus lábios era instável e maleável.  O moletom do mais velho não chegava nem a se deformar. O rapaz tentou perguntar ao irmão o que acontecia,  mas este, berrava ao seu lado como a voz totalmente engraçada.

Conforme foram se aproximando do chão,  o loiro tomou consciência de que o rapazote ao seu lado não tinha a mesma percepção que lhe enchia os olhos e embrulhava o estômago. Os gritos do mais novo, assim como suas expressões exageradas foram o suficiente para tal conclusão.

Entretanto, em certo ponto da queda,  os corpos voltaram a acelerar de tal forma que um grito surpreso arrancou da garganta do Kim mais velho. Até finalmente ambos encontrarem o frio do chão.

_ Mas que porra foi essa, Taehyung?_ Murmurou o mais velho.

_ A gente se jogou, 'né migo'_ Respondeu ele entre gemidos. Taehyung tinha caído de barriga para baixo, e a esta altura rolava de um lado para o outro.

_ Essa parte eu entendi, não entendi f..._ O garoto foi interrompido.

_ Corre, Hyung!_ O castanho gritou após se levantar abrupto. De modo que arrastou seu irmão,  mesmo que ele ainda estivesse parcialmente sentado.

Os dois começaram a correr, claro que para algum lugar além do que seus olhos poderiam enxergar. A mata densa fazia com que um palmo a frente dos olhos não fizesse qualquer diferença.  Correr no escuro já não era uma tarefa fácil, agora, ser perseguido enquanto corre mata a dentro no completo breu seris pedir demais.

_ Não solta minha mão_ Ordenou Nammie que apesar de ver tanto quanto o outro,  se viu na obrigação de guia-lo.

No fundo de sua mente, ele sabia, havia um abrigo por dentre toda aquela rota desconhecida.  Sua única missão era despista-los, para então se dedicar a leva-los até um lugar seguro.

Seus corpos latejavam, e a mochila grudada nas costa do loiro sacolejava persistente. Os rapazes correram ainda mais rápido,  esgueirando-se pela mata inóspita com os olhos vendados. Por um golpe de pura sorte, Namjoon foi veloz o suficiente para puxar o irmão consigo para detrás de alguns arbustos.

_ Eu tive uma ideia_ O castanho avisou.

_ Uh?_ O outro respondeu, sem conseguir articular uma única frase.

_ Tira a mochila_ Ditou.

_ Meu café está nela, eu vou morrer sem café_ Dramatizou ainda respirando descompassado.

_ Você vai morrer se nos pegarem_ Afirmou ele firme. Namjoon não precisava ver o rosto do irmão para saber que ele falava sério. 

_ Como você é grosso garoto, quem andou te ensinando esse péssimo hábito? _ O dono das covinhas mais adoráveis do universo retirava a mochila das costas, com tanta hesitação que irritava o outro.

_ Com você,  óbvio_ Sussurrou ele, rancoroso_Você que vive pagando de sem coração , e me abandonou.

_ Eu não te abandonei, tive que assumir a empresa. Você sabe_ O tom de Namjoon se tornou um pouco mais alto, talvez irritado, o mais jovem não sabia.

_ Abandonou sim, larga_ Rugiu entre os dentes, o castanho, puxando a mochila com força.

O que nenhum dos dois contava era que estavam na beira de uma encosta. Qualquer movimento em falso, como aquele, causaria um terrível acidente. A mochila foi puxada com certa força,  mas sem que Taehyung tivesse percebido, seu irmão soltou a parte que agarrava, fazendo então com que o corpo magro do filho único dos Kim despencasse ladeira abaixo.

O arquejo desesperado pendeu na garganta do outr Kim, que indo contra tudo em si, se calou. Existiam ainda mais pessoas, e agora, elas estavam próximas do esconderijo nada seguro dos meninos. Ele chegou a ouvir um deles levantando a hipótese de eles terem descido a ladeira, mas um outro apenas negou.

_ Vamos, homens, eles devem ter seguido rumo a cidade_ Um outro disse com tom autoritário. 

Namjoon esperou cauteloso até que todos os ruidos diminuissem até sumirem. Mesmo depois do silêncio estar reinando, o menino não foi capaz de se mover, reunindo mentalmente toda sua nova lista de prioridades e medos. Como ele gostava de dizer, mais uma merda para o seu currículo.

Ele tateou, até ter certeza de que ficar a beira do precipício escuro não o faria cair também.  Buscou certa clareza, mas diante de tamanha escuridão, nada foi capaz de ultrapassar seu cristalino. Preocupou-se. Engoliu saliva, ganhando breves minutos afim de raciocinar.

O homem respirou fundo, ciente de que seus perseguidores poderiam voltar a qualquer momento. Com isso, o garoto se convenceu a escorregar ladeira abaixo, deixando-se guiar pelas pedras sem encaixe. Seu corpo se arranhava contra a superfície imprecisa, rasgabdo-se de modo seleto. Ao finalmente encontrar o final da encosta, seu corpo já reclamava e suas têmporas, estas, estavam encharcadas de suor.

Olhou para os lados, aproveitando de uma luz cuja a procedência era desconhecida. O asfalto falho e despedaçado dissolvia conforme os pés do homem castigavam a terra batida que cobria o concreto. A pouco mais de quatro metros do rapaz um corpo jazia estirado no chão. Os olhos aparentemente cerrados e o corpo tão pesado que podia se fundir com o chão.

Namjoon forçou seu corpo a correr, mesmo que este mal respondesse seus comandos. A brisa gélida da madrugada castigava seus dedos, e seu rosto parecia assustado sob a luz esbranquiçada que os iluminava, fraca demais para ser precisa. O corpo alto se ajoelhou diante do outro, observando seu rosto etéreo cujo brilho se resumia a sujeira e suor. De imediato, as mãos grandes do Kim mais velho tatearam o pescoço do outro, buscando sua jugular. Sem dificuldades, esta foi encontrada.

Respirava.

O loiro pigarreava coisas aleatórias para si mesmo, mantendo-se concentrado na situação. Verificou-se mais uma vez o corpo do garoto, tendo certeza que nada em si sangrava ou estava fora do lugar. Jogou-o nas costas, deixando sua valiosa mochila atirada no meio da estrada. Suspirando pesado, enquanto oscilava entre descontentamento e preocupação. Precisava de café. Estava exausto.

Porém, apesar das lamúrias internas do garoto haviam prioridades maiores do que uma boa xícara de café, como por exemplo arranjar um abrigo. Decidiu seguir a estrada, ao menos tinham algumas lâmpadas apta alumiar o caminho, pensara ele. O garoto em suas costas parecia dormir tranquilo, a queda não lhe fizera mal algum afinal. Ao contrário do outro que mal conseguia continuar em pé, tinha de admitir, o irmão era mais pesado do que parecia.

Ao longe, depois de cerca de meia hora de caminhada uma pequena case se mostrou, tão próxima a um rio que poderia ser inundada. Ele sorriu, um sorriso de puro alívio. Seguindo adiante, Namjoon chamou por alguém, mas o breve aposento não se mostrava morada de alguém a muitos anos. Era literalmente uma cabana úmida a beira de um rio qualquer.

Não podia largar o irmão em qualquer lugar, então apenas adentrou com ele em suas costas. Coisa que já não sentia. Enfim, o garoto observou os pequenos cômodos e deitou o mais novo num quarto minúsculo que cheirava a peixe. Andou pelos outros três cômodos e encontrou sacos de dormir novos e que ainda cheiravam a amaciante. Pegou-os e tratou de arrumar tudo para que Taehyung acordasse menos dolorido na manhã seguinte.

O cansaço lhe bordava as entranhas,a fome e a ansiedade latente lhe assombrava. Tinha a sensação de estar esquecendo algo importante, mas não conseguia lembrar o que. Ele apertou os olhos,fazendo com que as fendas sumissem em seu desespero. De súbito, Kim ouvia seu peito bater,mas não era isso o que o assustava. O farfalhar de folhas o importunava, não ventava naquele instante. Não era o vento. Seriam animais? Ou talvez... Não. O corpo moreno retesou-se temendo o pior.

Pegou um pedaço de madeira qualquer, que repousava num canto monotóno da escuridão. Aproximando se da porta com cautela, preparado para acertar quem se esgueirava por seu paradeiro. A porta abriu em um assalto e a face escurecida se mostrou entre as sombras.

Dois gritos foram ouvidos.

_ Está louco, Bolonha de frango?_ Questiona a voz conhecida.

_ Você... _______ _ O garoto apenas a reconheu , tomando seu corpo miúdo entre os braços. Apertando-o com esmero.

_oi_ Disse ela. Seu coração estava feliz em vê-lo, senti-lo né pois não via nada além de silhuetas.

_senti sua falta_ A racionalidade do homem o traiu.

_ Acho que também senti dessa chatice de ser humano que você é_ O abraço se encerrou e por um instante, os garotos se olharam mesmo que nada vissem.

Abraçaram-se novamente.

_ O que aconteceu com você?_ Namjoom começou.

_ Depois_ Respondeu ela sem querer falar.

_ Tá bem_ Concordou,afastando-sr assustado. Se sentia envergonhado.

_ Eu preciso de um banho_ A moça falou.

_ Eu também_ Respirou fundo com carinha de nojo e concordou entre gargalhadas.

(...)

Namjoon POV ON

Em algum momento depois do início de nosso banho, a desculpa de tocar um ao outro para ajudar a se lavar não era mais o suficiente para aplacar meus desejos.

Em algum momento, a aspereza de minhas mãos deslizam pela pele macia. A proximidade dos corpos me fere, arrasta minha sanidade spbre o asfalto; quero possui-la. A umidade erótica que nos rodeia torna tudo ainda mais forte, a intensidade é ouvida por nós. 

Inicio um beijo cálido,  permitindo que meus lábios deslizem sobre os seus. Minha carne sedenta se encendeia de form gradadiva, e já posso sentir mjnha virilha formigar desejosa. Escuto um suspiro escapar de seus lábios,  e não deixo de sorrir satisfeito com isso.

Ela até pode não ser a pessoa mais sã das proximidades, nem a mais sóbria;  e nem precisa, porque só o que eu quero é estremecer naquelas curvas, me afogar em seus vales e retesar, relaxando inúmeras vezes sobre seu corpo magnífico. Não há palavras para descrever o flamejar dentro de mmi.

Permito meu velejar sobre o movimentos suave de nossas línguas. O vai e vem serenamente molhado, a quentura profana que transcede a nossa carne com mera radiação;  tóxico.  Meus dedos dedilham sua cintura, de modo que possa mapear a pele macia, e até mesmo as partes mais acidentadas de suas curvas a fazem provocativa.

Não ouso pronunciar uma palavra, ela desliza os dedos finos pela minha nuca, trazendo-me aind amais para si. Eu sou um tolo, acabei querendo tanto esta mulher que sequer sou capaz de dizer não;  apenas gemo entre seus dedos, como um homem fraco. ________, você me faz fraco demais para dizer não.

O ósculo não se finda, o calor se propaga ainda mais, e mesmo ali, dentre as águas calmas. Até o ceu parece se agitar diante daquilo. Não há nada em minha mente além de desejo. 

Minhas mãos exploram suas costas com delicadeza, sinto medo de ela voar. As unhas curtas agarram minha carne sem pudor, e deixo escapar um suspiro sôfrego entre as lufadas, que deixo escapar num momento triste onde não sinto seus lábios junto aos seus.

_ Nam..._ Ela começa.  Algo em seus olhos pede ajuda, mas nego, a lua refletida ali é o suficiente para banir quaisquer traço racional de mim.

_ Vamos fazer..._ Murmuro, cravando os dedos mais fundo em sua cintura. Ela geme, sinto-me mais rijo_ Amor_ Assumo com os olhos apertados. Minhas bochechas estão quentes, e não consigo respirar.

_ Tentando não me dar meu dinheiro é,  senhor Kim?_ Ela brinca abrindo um sorriso genuíno.

_ Eu vou te dar algo mais satisfatório do que isso_ Sorrio mordaz e puxo seu corpo ainda mais para mim.

Eu poderia foder essa mulher nos quatro cantos do mundo, em todas as mais estranhas localidades. Devoro seus lábios e castigo seu corpo, arrepios bordam meus poros e cada pelo do meu corpo se eriçam; carentes por seu toque.

________ me puxa para mais longe da marguem, a água bate em seu cotovelo, e na minha cintura. Agarro seus cabelos, fechando os fios em torno do meu punho. Ela suspira, e desta vez quem se desfaz sob sua pele sou eu, a excitação cresce escala exponencial.

_ Me fode_ Ela murmura. ______ tomba a cabeça para o lado, onde encosto o nariz e aspiro o delicioso odor de seu corpo floral; a quero desabrochando sobre mim.

_ Quieta_ Ordeno um tanto autoritário, encaixo as mãos em suas nádegas e a ergo.

Suas coxas fartas se enovelam em meu quadril,  seus braços repousam sobre meus ombros. A olho por um segundo, maos logo trato de castigar minha baby. Aperto sua bunda macia, fazendo questão de arranha-las mesmo que com unhas curtas. Ela geme, tentando escapar, mas logo se rende.

_ Já te disse que quem lidera essa brincadeira sou eu_ Balbucio entre dentes, demonstrando uma raiva puramente teatral.

_ Como quiser daddy_ responde cínica.

Mais um como outros incontáveis beijos se inicia, sua língua se enerva na minha, assim como meu a aperto cada vez mais. Suas unhas destroem minha pele, sua boca me faz esquecer de quem eu sou. Sinto-me desplicente, mesmo que assombrado por uma ansiedade animalesca de possuir seu corpo. 

Minha tentativa de ser romântico começa a falhar conforme a ereção parece querer explodir de uma vez só. Ela percebe e me usa comi apoio para roçar-se contra mim, esfregando-ee em movimentos que aumentam a minha urgência. 

Mordo sua boca, engulo sua alma e desarmo sua essência. Meus olhos devem ter se tornad mais intensos, ou foram os dela, pois nosso olhos não se destraem; não se afastam nenhuma vez de si mesmos; ligados por um fio invisível.

As carícias se intensificam a agressividade se faz entre nós.  Os gemidos preenchem meus ouvidos, as respiradas fundas, o cabelo molhado nas costas. A necessidade entre nós cresce, seguro sua perna direita rente a meu quadri, causando certo atrito entre meu pau e sua coxa exposta.

_ Desculpe não ser muito carinhoso_ Digo entre os beijos que deposito em seus seios claramente inchados.

_ Eu não quero carinho, quero prazer_ _______ diz sedutora, acho que ela está ciente do poder visceral que possui sobre mim.

_ Seu desejo é uma ordem_ Digo sem pensar.

Pince-lo me nela, arrancando um suspiro desejoso de seus lábios.  Sinto sua excitação rala, e em quantidade que faz a boca salivar. Seguro sua coxa com maior firmeza, enquanto amparo seu corpo com o outro braço.  Aperto seu corpo contra mim, deslizando em todas as direções que me permitem.

Ela segura em mim, liberando meu braco esquerdo. Ela geme em ansiedade. Foder; amar sob a luz do luar é realmente emocionante. Forço meu pau em sua entrada, saboreando o aperto suave que ela produz em mim. Mais forte, e empurro metendo-me ainda maisnpara dentrl dela.

Ela geme, assim como eu. Minha voz se tornou mais grave, ela parece gostar. Murmjro coisas sem sentido em seus ouvidos,  enfiando-me mais ainda oara denteo dela. Seu ventre se contrai, sua carne se molda em torno de mim, e a umidade é calorosa; eu poderia morrer por essa buceta.

_ Aperta o daddy_ Digo.

Ela parece confusa, mas mesmoa assim ela está fazendo.  Li uma vez na internet que as mulheres tem controle e como nao? Suas paredes já me apertavam com volúpia,  mas agora, o ritmo se intensifica junto as minhas estocadas.

_ Sim, continue_ Murmuro.

_ Você é um tarado_ ela geme entre suspiros.

_ E você gosta, miss bolonhesa_ Mordo boca e voltamos a nso beijar.

O vai e vem se torna enlouquecedor, minhas pernas chegam a tremer. Seu interior é ainda mais delicioso conforme o tempo passa, rla se desfaz sobre meu penis, fazendo-o apenas seu. Seus lábios entre abertos, nossa respiração entrecortada é embalada pelos meus gemidos cada vez mais graves.

A eego com certa velocidade, mantendo a em meu colo, sem parar de penetra-la com a mesma velocidade de antes. Nossa respiração já tinha se tornado a mesma, nossos corpos, conectados pela mais pervesa e bela união.  Mordo o lábio infeiror, navegando pela dobras que me apertam com cada vez mais força. O tesão é inimaginável.

_ Goza, baby_ digo por fim, fodendo-a em meus braços,  levando-nos ajnda mais para água.

Tenho de fazer ainda mais força para ter o efeito que espero, por a água agora cobrindo até seus ombros feria meus movimentos. A aperto contra mim. Ela geme jogando a cabeça para trás.

_ Você tem que me encher, daddy_ murmura com os olhos lotafos de luxúria.

Os movimentos se intensificaram, estalo dentro dela, num vai e vem louco. Sua carne me aperta, latejo feito louco, duro feito pedra, concreto; sinto que vou explodir. Puxo seu cabelo, beijando sua boca, de modo a sufocar nossos grito ao alcançar o ápice.

Gozo dentrl dela, sentindo o líquido quente brotando de suas entranhas, misturando-se ao meu. Respiro fundo, ainda trêmulo,  e a Abraço,  segurando seu corpo estremecidp por prazer.

_ consegui? _ Pergunto convencido.

_ Talvez_ Ela gargalha me apertando.

Retiro-me de dentro dela, fazendo questão de dedilhar a região sensibilizada. Ela quase me bate, claro e reclama algo sobre tarados e bolonhesas que não prestei atenção.  Continuo passando minha mão, um pouco enorme, sobre o 'v' delicado que sua intimidade forma, virando-a de costas para mim.

_ Que fofinha_ Digo sem pensar. Yoongi sempre recita " Os três mandamentos do amor, para conquistar uma mulher é que tem que ter jeitinho... tem que dar aquilo que ela quer" isso deve incluir elogios, mas não acho que foi jm bom elogio.

_ Isso não é sobre minhs buceta, né? _ Pergunta ela, se virando meio indignada.

_ Sim, olha que gordinha_ Cutuco a pele macia com o indicador.

_ Se foder, Namjoon.

_ E aquele negocio de bolonhesa?_ Pergunto provocativo.

_ Uhmm..._ Antes que ela responda, viro-a de novo e continuo a acariciar seu 'v' fofo. E é claro que isso me deixa um pouco excitado, nos filmes pornos não tem bucetas fofinhas. 

_ Já está... Já? _ Pergunta meio irritada, não sei se ela está zangada.

_ Me desculpe_ Digo_ deve estar com frio.

_ Estou, podemos voltar?_ Ela pergunta.

Eu não nego, de jeito nenhum, eu sou um completo deprado. Suspiro enquanto, já vestidos andamos de volta a nosso acampamento, detalhe importante,  de mãos dadas. ______ me guia cautelosa, como se já tivesse andado por ali dezenas de vezes, o qur não era bem verdade.

Cerca de quatro minutos depois, chegamos até nosso acampamento. Adentramos na cabana abandonada, a sala minúscula oferta um cheiro grosseiro e a umidade é palpável;  umidade me faz lembrar da buceta da _____, foco!

Vou até ao onde Taehyung permanece dormindo, não parece ter acontecido nada, já qhr ele ronca como trator wue é.  _______ vem atrás de mim, e silenciosa, enlaça seus dedos nos meus.

Sorrio.

_ Quer dormir comigo?_ Pergunto sem graça.

_ Dormir?_ Ela sorri desconfiada e com uma sombrancelha arqueada.

_ Posso chupar seus peitos até dormir? _ Pergunto sem um pingo de senso.

_ Ta_ Ela responde simples.

_ Você deixou?_ Pergunto incrédulo,  ainda observando meu irmão dormindo ao nosso lado. O saco de dormir lhe serviu bem, e ele parecia estar sonhando muito, pois roncava e falava coisas sem sentido.

_ Sim_ Confirma _ Saber que estava excitado, me excitou.

_ Se soubesse disso tinha falado de todas as outras vezes_ Murmuro.

_ Outras?_ Pergunta curiosa.

_Vamos deitar, sim?_ Digo segurando seus pulsos, de modo a guia-la ao outro cômodo.

O quarto era igual ao que Taehyung dormia, mas um pouco mais arejado. Forrei o colchão com o saco de dormir, mesmo sem ter ideia de como fazê-lo. _____ ficou observando, apenas a luz da lua nos iluminava, mesmo que não seja mesmo ela,  mas o sol.

_ Vem_ Chamo-a calmo. Seguro sua mão e a guio até que esteja feitada.

Contemplo seu rosto, cada detalhe se tornou de tamanha importância qur piscar seria errado. Ela sorri com minha curiosidade,  e então sorrio, os furos nas minhas bochechas deviam ter aparecido, pois seus sorriso  se alarga e ela leva o dedo até elas.

_ São fofas_ Ela afirma, as tocando com afeto.

_ Que nem sua buceta?_ Provoco.

_ Péssima comparação_ Ela gargalha  e faz com qur eu me deite ao seu lado.

Nossos corpos estão alinhados, seu rosto de frente para o meu, e o meu de frente oara o dela. Os olhos se iluminam com um brilho sutil, o sorriso é terno e suave. Ela é uma linda perdição,  afinal.

_ Me da peito_ Digo na tentativa de ser fofo.

_ Nunca mais faça isso_ Ela diz com certo desdém.

Aceno em concordância e puxo sua bulsa branca. O tecido fino revela o lindo círculo delicado em torno do pequeno bico. Sorrio ao vê-lo. Coloco-o na boca, na verdade o abocanho cauteloso.

_ É lindo_ Murmuro.

_ Obrigada, passo creme todo dia_ Ela parece relaxar.

_ Sério?- Paro de chupar e a olho incrédulo.

_ Não_ Ela sorri e tira a blusa, jogando-a para o lado.

Seguro seu seio esquerdo e o aperto, enquanto chupo o outro cuidadosamente. _______ afaga meus cabelos, e percebo seu corpo relaxando cada vez mais. Lambo cada pedacinho de seu peito, me deliciando por sua extensão e delicadeza, sinto algo me incomodar dentro da cueca.

Dou uma leve mordicada em seu seio direito quando sem querer aplico mais força no direito. _______ geme.

_ Machuquei?_ pergunto meio assustado.

_Não_ Ela diz calma, sem abrir os olhos_ Acho que lá embaixo é uma área alagada.

_ Uhm_ Um sorriso mordaz surge.

Capturo seu seio novamente entre os lábios,  sugando com mais força, junto a pequenos arranhões deferidos no outro. Ela morde o lábio,  parece sedenta outra vez. Queria fode-la novamente, mas ela parece cansada, deve ficsr quietinha enquanto lhe dou mais prazer.

_ Baby_ chamo e rla abre o olhso_ Não faça barulho, caladinha... _ Aviso e ______ assente.

Mordo seus seios com certo descuido,  fazendo-a se contorcer sob mim. Linda. Aperto seu quadril, mantendo-a quieta, coloco-me sobre ela roçando meu joelho sobre a intimidade coberta por um shorte jeans. Sorvo sua pele, usurfruindo de seu sabor, memorizo cada traço; tal combinação sobrenatural que me põe de joelhos.

Durante saborosos cinco minutos, absorvo sua carne entre os dentes, sugando-a com um cuidado estranho. Suspiro. Fito seu rosto, afim de receber certa aprovação para descer ainda mais, porém,  ela parece ter relaxado o suficiente para cair no sono.

_ Peculiar, devo admitir_ Sussuro para mim mesmo.

_ Te amo_ Balbuciou ela, imersa no universo de seu próprio sono.

Rapidamente fecho sua blusa, cubro-a com nosso cobertor improvisado e a Abraço,  depositando um beijo sutil sobre a lateral de sua testa. A garota respira calmamente, seu peito sobe e desce num movimento quase que imperceptível.

_ Você não. Eu te amo_ Sussurrou rente a bochecha alheia e deixou-se levar por um sono turbulento como os céus de uma tempestade.

(...)

POV NAMJOON OFF

POV ________ ON

" Você tem que contar a a ele,  tem de dizer a verdade" o espectro grita, entre urros arrastados " o tempo está se acabando. O tempo. O tempo flui... deve acontecer como deve acontecer;  tudo acontece independente das tuas vontades!"

_ Quem é você? _ A voz soou impaciente e em um segundo, ______ acordo sobressalta.

_ Eu tenho que te contar uma coisa, Nam_ Digo aturdida.

_ Diga_ Respondeu simples. Apesar disso, a ruga de julgamento se mostrava entre as sombrancelhas grossas. Os olhos negros se fixaram em mim,de modo que não pude perder seu brilho metódico.

_ Sua mãe está envolvida nessa merda. Digo, ela encomendou sua morte_ Disparo. Mas é claro que me arrependo logo após notar a expressão alheia. O loiro se levanta rápido, soltando minha mão que com esmero, segurava.

_ O que está tentando fazer, _____? _ A eloquência em sua voz máscaras certo escárnio.

_ Te dizer a verdade_ Sento na cama, sem distanciar meus olhos suplicantes dos seus.

_ Eu não quero ouvir nada de você_ Comenta, seco demais para ser o homem que me tomou na madrugada.

_ É a verdade_ Murmuro pesarosa, sentindo certa raiva por ele estar duvidando de minha palavra.

_ Quanto tempo achou que iria levar essa farsa?_ Indagou, retórico_ Eu não te amo... Você não me ama. Leve seu dinheiro e não me procure mais.

O peso de suas palavras me atingiram em cheio. Um soco no estômago teria doído menos, as letras sublimes atravessaram meu corpo e cada uma delas traçou certa agonia em meu amigo, uma tristeza e repulsa tão palpáveis que feriam tudo aquilo que sentia. Como pude me envolver com este homem.

_ Lave essa boca para falar de mim_ Respirei fundo. Vendo que ele deu os ombros respirando ainda mais fundo _ Quem você pensa que é para achar que sabe algo sobre mim ou sobre os meu sentimentos?

Ele gargalhou amargo e respondeu: Você os vendeu para mim. E saiu pela porta quebradiça. Meu corpo se dispersou em frangalhos fazendo um baque surdo contra o colchão fedido.

~ Não vou atrás de você... não vou me humilhar novamente pelo afeto de ninguém~

Este pensamento bradou minha mente, moldando o choro silencioso.



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