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História Hot stuff - Capítulo 1


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Notas do Autor


BOA NOITE QUERIDOS

essa one faz parte do meu projeto pessoal, o 12345 challenge
espero que gostem e me perdoem por quaisquer erros
(O plot foi inspirado em um dos figurinos que a minnie usou em uh oh!)

Capítulo 1 - Intimacy


— Não, não, não, não… Por favor, agora não. — Miyeon implorou não a alguém, mas a algo: seu carro. Havia acabado de sair do trabalho e se encontrava exausta após ter dado aula para crianças por 6 horas seguidas e ainda ter tido que passar boa parte da tarde corrigindo provas na escola. Não que não gostasse do seu trabalho, apenas reconhecia que era um bem desgastante e queria mais do que tudo apenas chegar em casa e relaxar.

A Cho suspirou ao parar o carro no acostamento para se acalmar. Nos últimos segundos, o carro foi ficando progressivamente mais lento e fez barulhos estranhos, a levando a encostar o automóvel. Tentou ligar o carro novamente, sem sucesso. Soltou um palavrão e saiu do veículo.

Não ficou surpresa ao ver fumaça fugindo do capô fechado. Ao abrí-lo, se arrependeu imediatamente de ter ficado tão perto do veículo, já que foi atingida por uma nuvem de fumaça assim que abriu o compartimento. Tossiu um pouco e observou o estado do motor, porém não fazia ideia do que fazer.

Pegou seu celular e ligou para sua colega de quarto, felizmente não demorou muito para que fosse atendida.

— Soojin-ah, você tinha dito que sua amiga é um guincho, não é?

 

Miyeon agora tinha os primeiros botões de sua camisa social abertos e as mangas estavam dobradas, o calor do verão a atingia em cheio agora que não contava com o conforto do ar condicionado. Considerava prender o cabelo, mas antes que pudesse o fazer, viu um caminhão guincho surgir em sua vista na estrada. Acenou para o veículo, que sem delongas foi estacionado a frente do de Miyeon. Uma mulher loira e um tanto baixinha saiu do caminhão, lhe exibindo um sorriso amigável.

— Miyeon-ssi?

— Eu mesma. Você é Soyeon-ssi, certo? — Miyeon perguntou ao se aproximar.

— A própria. — Soyeon respondeu e observou o carro de sua cliente. — Dia de sorte, não?

— Pois é. — Miyeon riu para não chorar.

— Você tem alguma mecânica em mente para levar o carro? — Soyeon perguntou enquanto abaixava a plataforma do caminhão.

— Na verdade, não. Eu estava na esperança de que você pudesse me recomendar alguma, na última que eu fui eles mentiram os preços pra mim, paguei uma fortuna por coisas que nem eram tão caras. — Miyeon cruzou os braços, se sentindo levemente irritada com a lembrança.

— Pô, vacilo isso aí. — Soyeon comentou, terminando de abaixar a plataforma. — Olha, tem a mecânica de uma amiga minha, posso te garantir que é de confiança. Sempre que eu tenho problemas no meu carro ou preciso fazer manutenção, é lá que eu vou.

— Está ótimo pra mim! Obrigada, Soyeon-ssi.

— Disponha, madame. — Soyeon piscou para a cliente, amigável.

 

Alguns minutos depois, Soyeon e Miyeon chegaram à mecânica. Era um espaço grande e bem organizado, era perceptível que os materiais e equipamentos do local eram prezados e bem cuidados. Miyeon desceu do veículo e soltou seu cabelo que havia prendido dentro do caminhão de Soyeon.

A dona do caminhão sem demora abaixou a plataforma e, com a ajuda de Miyeon e mais um funcionário, retirou o carro de sua cliente do caminhão.

— Miyeon-ssi, eu adoraria ficar e te guiar, mas acabei de receber outro pedido de reboque. — Soyeon disse e Miyeon concordou, dizendo que não havia problemas. — Minha amiga provavelmente vai estar naquela garagem. — Apontou para o local. — Se ela não estiver, pergunte à algum dos outros funcionários, o nome dela é Minnie. Foi ótimo te conhecer Miyeon-ssi.

Miyeon pagou o valor do reboque, se despediu da mulher e a viu entrar em seu caminhão novamente, antes de virar e seguir seu caminho ao local indicado.

A Cho cautelosamente adentrou o local, vendo que havia uma pessoa debaixo de um carro, em um daqueles carrinhos esteira que mecânicos usam para mexer na parte de baixo dos veículos.

— Minnie-ssi? — Miyeon chamou, tomando cuidado para não assustar quem quer que fosse.

A pessoa que estava debaixo do carro impulsionou para frente com seus pés, se retirando dali com o carrinho e revelando uma mulher que fez Miyeon perder o ar. Usava um macacão de mecânico, mas tinha os botões abertos até o umbigo e usava um top preto. O suor em sua pele fez com que alguns fios de seu cabelo se grudassem em seu pescoço e em sua testa, assim como fez com que sua barriga lisa ficasse em evidência com o brilho que o fluído proporcionava.

Descaradamente, Miyeon seguiu com o olhar uma das gotas que descia de seu pescoço, passando por sua clavícula e chegando cada vez mais perto de seus volumosos— 

— Pois não? — Minnie perguntou, a tirando de seus devaneios.

— É que… — Miyeon disse após chacoalhar a cabeça, se livrando dos pensamentos impuros. Explicou a situação para a mulher enquanto a levava aonde seu carro estava. Minnie deu uma olhada no veículo e logo viu o problema.

— Então, Miyeon-ssi. — Minnie se virou para si e Miyeon não ouviu mais nada. Sabia que a mulher estava falando, via seus lábios se movimentando, mas apenas conseguia se concentrar no quanto eles pareciam convidativos. Se perdeu nos olhos de Minnie, tão charmosos, atraentes, sentia que podia admirá-los por incontáveis horas sem cansar.

Miyeon não sabia se Minnie era a mulher de seus sonhos ou se sua vida sexual estava tão inativa que se sentiu devastada pela primeira pessoa atraente que viu.

— E qual vai ser o procedimento? — Miyeon perguntou ao notar que Minnie havia parado de falar. Dessa vez, resolveu prestar atenção no que era dito pela mecânica. Teve de morder o lábio inferior para reprimir sua vontade de voltar a apreciar a mulher e pode jurar que viu o olhar de Minnie vacilar para seus lábios. Interessante. — Qual vai ser o valor?

— Não é muito caro, pode ficar tranquila.

Minnie explicou tudo o que pode à Miyeon que ouviu e no fim concordou que o preço era justo.

Após cerca de uma hora da mulher, que Miyeon logo descobriu ser tailandesa, mexendo em seu carro, finalmente, Minnie se levantou e limpou as mãos. 

— Pronto, Miyeon. Tudo certo, seu carro está prontinho pra pôr o pé na estrada.

Miyeon sorriu e agradeceu, logo depois efetuou seu pagamento. Sem querer se despedir ainda, jogou conversa fora com Minnie, volta e meia jogando seu charme para cima da mulher. Mesmo que não demonstrasse, Minnie também havia notado a coreana. Miyeon era, inegavelmente, uma deusa grega. Seus traços eram finos, sua aparência era extremamente atraente, seu sorriso era estonteante. Isso sem contar que o papo com a mulher parecia não ter fim, se mostrava uma pessoa extremamente agradável de se ter por perto.

Minnie também notou que seus botões abertos deixavam à mostra o colo de seus seios, assim como um pedacinho discreto de seu sutiã preto. Mas assim, não que tivesse encarado como uma tarada. Minnie apenas notou, só isso. 

— Miyeon, você… — Minnie começou, despretensiosamente, após fechar o portão da garagem. — ...tem alguma coisa pra fazer depois daqui?

— Na verdade, não. — Miyeon pôs uma mecha de seu cabelo atrás da orelha. — Por quê?

— É que a Soyeon me deu uma garrafa de vinho faz um tempo e até hoje eu não achei ninguém pra estreiar ela comigo. — Minnie encostou o cotovelo no portão e apoiou a cabeça em sua mão, deixando o pescoço à mostra. — O que me diz?

Miyeon mordeu o lábio inferior. Sabia muito bem onde isso poderia parar, mas também sabia muito bem que teria que ir trabalhar bem cedo no dia seguinte. Então, foi juntando todas as forças que tinha que disse:

— Eu adoraria.

Merda.

 

Durante todo o trajeto que Miyeon fazia até a casa de Minnie, ambas conversavam, descontraídas, volta e meia rindo ou cantando alguma música que tocava no rádio juntas. Contudo, ainda que o clima estivesse tão confortável, ainda era possível notar uma certa tensão no ar, que denunciava as vontades de ambas as mulheres. Trocavam olhares discretos e volta e meia flertavam, sentindo uma ardência familiar no peito. Em algum momento, Minnie pôs a mão na coxa de Miyeon, que apertou o volante da mesma forma que a tailandesa apertou a região que tocava, e lhe direcionou um olhar recheado de segundas intenções.

Quando chegaram na residência da tailandesa, saíram do carro aos risos. Minnie se enrolou um pouco na hora de abrir a porta de casa, já que Miyeon resolveu descansar a cabeça em seu ombro, juntando seus corpos levemente como consequência.

 Minnie retirou os sapatos e adentrou a casa logo em seguida. Miyeon copiou a ação da outra e fechou a porta atrás de si. Colocou seus calçados no chão e se levantou, entretanto, mal teve tempo para ficar de pé antes de sentir mãos firmes em sua cintura. Foi empurrada para trás até suas costas se encontrarem com a parede. Olhou nos olhos da mulher à sua frente, que a encarava com desejo. Minnie deu um sorriso singelo, ainda que sensual, e aproximou seu rosto do da Cho.

— Me diz que eu não entendi tudo errado… — Miyeon sentiu a respiração da outra em seu rosto, incapaz de desviar seus olhos dos hipnotizantes de Minnie, que completou a frase. — …e que você também me quer.

Miyeon, ao invés de responder, levou suas mãos ao macacão da outra e a ajudou a tirar a parte de cima, que ficou pendurada pelo cinto em sua cintura.

— Você entendeu certo, Minnie. — Miyeon sorriu e mordeu o lábio inferior, correndo as mãos pelos braços definidos da mulher antes de levá-las à nuca da outra. Alternou o olhar entre os olhos e os lábios de Minnie, em seguida juntando-os aos seus em um beijo afoito, se deliciando com o gosto da tailandesa.

Minnie soltou um grunhido de satisfação e apertou a cintura da Cho, dominando e determinando o ritmo do ósculo. Não tinham medo de ir rápido demais, ambas queriam algo e sabiam disso, de nada adiantava enrolar ou fingir que não o queriam.

Miyeon não conseguiu evitar de soltar um gemido ao sentir a língua da outra se encontrar com a sua, a acariciando e a fazendo perceber o quanto sentiu falta de ter um contato mais íntimo com alguém. Minnie encaixou uma de suas pernas entre as de Miyeon, trazendo uma pressão gostosa ao centro a coreana, que arfou e buscou por mais contato.

A fricção começava a lhe fazer enlouquecer. Miyeon se esfregou contra a perna da outra e apartou o beijo para soltar um gemido necessitado, suas roupas começavam a incomodar. Minnie, por sua vez, não perdeu tempo e avançou no pescoço da outra, beijando e lambendo fervorosamente sua extensão, chupando os pontos mais sensíveis da coreana sem dó.

Minnie se afastou momentaneamente para desabotoar os botões da camisa de Miyeon e disse, ofegante:

— Por mais que minha vontade no momento seja de tirar suas roupas e te foder aqui mesmo… — Minnie soltou uma risada lasciva, explorando com suas mãos a pele de Miyeon que estava exposta por sua camisa, agora aberta. — Eu trabalhei o dia inteiro mexendo com graxa, óleos e tudo mais. Eu preciso de um banho.

— E vai me deixar aqui, cozinhando? — Miyeon perguntou quase indignada com a excitação que sentia e, sem perceber, fez um bico.

— Você não me deixou terminar. — Minnie riu e selou os lábios da outra rapidamente, sem conseguir resistir. — Eu estava prestes a te chamar pra ir tomar banho comigo... se você quisesse.

— É sério? — Miyeon perguntou, surpresa. Não esperava tal sugestão.

— Só se você quiser. — Minnie respondeu, mordendo o lábio inferior, ansiosa.

Miyeon pensou por alguns segundos, mesmo que nunca tivesse tomado banho com nenhum de seus antigos parceiros sexuais, a ideia lhe parecia inesperadamente atraente. Ainda que parecesse um contato íntimo demais inicialmente, em pouco tempo não teriam mais nada a esconder uma da outra em seus corpos. Assim, levantou uma de suas pernas, a grudando na cintura da outra e trazendo Minnie para ainda mais perto.

— Por que não? — Miyeon disse, dando seu melhor sorriso safado.

Minnie retribuiu o sorriso e levou as mãos às coxas de Miyeon, a levantando e a fazendo soltar um grito surpreso. A Cho riu e se apertou mais contra a outra, tanto pelo contato quanto para se assegurar de que não iria cair.

Já no banheiro, Minnie pôs a coreana no chão e sem demora a ajudou a tirar a camisa. Retirou, também, a calça de Miyeon, descendo conforme a peça descia, sem tirar os olhos dos da mulher à sua frente. Jogou a roupa em algum canto e se ajoelhou, depositando um selar molhado e sem pudor no ventre da coreana.

Miyeon gemeu e jogou a cabeça para o lado, ofegante. A tailandesa estava fazendo um ótimo trabalho em deixar o interior da coreana pegando fogo. Miyeon puxou Minnie para cima, a fazendo ficar em pé novamente, e retirou o cinto que segurava a parte de baixo de seu macacão, finalmente deixando a mulher apenas com as roupas de baixo quando a peça foi ao chão.

Minnie puxou a coreana, suspirando ao sentir, enfim, o contato de sua pele com a de Miyeon. Abaixou a cabeça em direção ao colo dos seios da garota, deixando alguns selares arrastados na região antes de lamber o vale entre os seios de Miyeon, que jogou a cabeça para trás e levou as mãos aos cabelos de Minnie, os puxando sem muita força.

Com delicadeza, ainda que rápido, Minnie abriu o fecho do sutiã de Miyeon e o retirou, tendo a visão dos seios médios da mulher. Sentiu a boca salivar ao notar que os mamilos se encontravam eriçados e, sem hesitar, abocanhou um dos seios, rodeando a aréola com a língua e mordendo suavemente o bico rijo do peito da coreana. Miyeon puxou os fios de Minnie com mais força, os efeitos da boca da tailandesa em si se davam diretamente em sua intimidade, que ficava mais molhada a cada segundo que se passava.

Minnie levou uma de suas mãos ao seio livre, passando a estimulá-lo também, e levou a outra às costas de Miyeon, segurando a mulher contra si. A coreana volta e meia soltava gemidos, em sinal de aprovação. Não iria mentir, sentia que poderia gozar só de observar Minnie chupando seus seios de maneira tão obscena.

Começando a perder a paciência, Miyeon afastou a outra e retirou o top que esta usava. Admirou os seios de Minnie por alguns segundos antes de juntar seus corpos novamente, a iniciando outro beijo com a tailandesa. Dessa vez, o ósculo era mais profundo, molhado, depravado. Miyeon mais uma vez puxou os cabelos de Minnie e sentiu a mulher descer as mãos até a região de seu traseiro, apertando com firmeza sua bunda, a fazendo gemer arrastado.

Sem apartar o beijo, Minnie levou ambas para dentro do box, colocando mais uma vez Miyeon contra a parede, que se sentiu arrepiar ao chocar sua pele quente contra os azulejos gélidos. Se separaram e, ainda ofegante, Minnie se ajoelhou mais uma vez, levando as mãos ao cós da calcinha da coreana. Antes de prosseguir, repousou a bochecha na cintura de Miyeon e a olhou nos olhos.

— Posso?

Por algum motivo, a cena fez Miyeon sentir uma excitação enorme, então, sem conseguir falar, sinalizou positivamente com a cabeça e mordeu o lábio inferior mais uma vez. Minnie retirou a peça de roupa, enfim tendo a visão da intimidade de Miyeon, encharcada, implorando por algum tipo de estímulo.

A tailandesa não pensou duas vezes antes de levar dois dedos aos lábios inchados da vulva, os abrindo lentamente, assim tendo uma visão mais completa do sexo molhado de Miyeon e, mais uma vez naquela noite, se sentindo salivar. Se controlou para não cair de boca na boceta da coreana e com calma aproximou sua cabeça da região.

Miyeon não conseguiu reprimir o grunhido alto de satisfação que soltou assim que sentiu Minnie passar a língua por toda a extensão de sua vulva, estimulando brevemente seu clitóris ao fim do trajeto. Buscando por um melhor posicionamento, a tailandesa segurou uma das pernas de Miyeon e a repousou em seu ombro.

Sem demora, Minnie levantou o capuz do clitóris da mulher e o envolveu com seus lábios, o chupando com vontade.  Miyeon mais uma vez levou suas mãos aos cabelos de Minnie, dessa vez os puxando com um pouco mais de força. A coreana quase se sentiu desfalecer ao sentir a língua da tailandesa provocar sua entrada, agora estimulando o clitóris com os dedos.

— M-Minnie… — Miyeon disse arrastado,  forçando a cabeça da mulher contra si. — Anda logo… — Pediu manhosa.

Minnie não ousou desacatar o pedido da coreana. Adentrou sem pressa a entrada da boceta de Miyeon com sua língua, começando a entrar e sair em um ritmo lento. A Cho passava a se sentir ensandecida pelo tesão que tomava seu corpo, logo passou a rebolar contra a boca de Minnie. Apenas se sentia ficar cada vez mais molhada com as estocadas gostosas da língua da tailandesa, seus gemidos ficavam cada vez menos envergonhados e progressivamente mais desesperados.

Ouvindo Miyeon soltar um gemido alto e longo, Minnie gemeu junto da coreana, a vibração do som estimulando ainda mais seu sexo. A tailandesa, por sua vez, se sentia enlouquecer, o néctar de Miyeon era tão viciante, tão delicioso, a fazia se inebriar em seu gosto. Miyeon acelerou seu ritmo, rebolando mais depressa contra a tailandesa, que também acelerou suas estocadas.

— Aah… Minnie! — Miyeon apoiou as mãos nos ombros da mulher, buscando por apoio. — Isso! M-Minnie… — Soltava gemidos incongruentes, embebedada pela sensação viciante da boca de Minnie em sua boceta. — N-Não para, eu vou… — Miyeon se perdeu na frase, gemendo alto com a investida mais forte e precisa do músculo da tailandesa em sua entrada.

Entretanto, enorme foi sua frustração ao sentir Minnie abandonar completamente seu sexo. Soltou um gemido manhoso, franzindo o cenho. Minnie apenas riu e se levantou, a boca molhada, lambuzada com os fluídos de Miyeon. A Cho quase esqueceu de sua insatisfação ao ver a cena.

— Por que fez isso? — Miyeon perguntou, em tom indignado. Minnie apenas riu e beijou a Cho, a fazendo sentir seu próprio gosto, Miyeon não tendo retirado suas mãos dos cabelos de Minnie, apenas afrouxando o aperto.

— Porque… — A tailandesa começou, após se separar minimamente da coreana, ainda sentindo os lábios de Miyeon roçarem contra os seus, e desceu uma das mãos de volta à boceta encharcada da mulher. — ...eu quero que você goze nos meus dedos. — Foi o que disse antes de penetrar lentamente a entrada de Miyeon com seu dedo médio, sentindo o sexo da coreana se contrair contra seu dígito.

Miyeon gemeu e jogou a cabeça para trás, a repousando na parede. Minnie não esperou muito antes de adicionar mais um dedo à ação, sentindo a coreana puxar os fios de cabelos de seu couro cabeludo. A tailandesa mantinha um ritmo estável, suas estocadas fortes e rápidas, fazendo a coreana balbuciar sílabas desconexas e gemidos agudos.

— Q-qual seu nome? — Miyeon perguntou com o resto de sua sanidade, ofegante.

— O que? — Minnie perguntou confusa e soltou uma risada curta, estaria a coreana tão exaltada assim?

— S-seu nome… — Miyeon tentou continuar, mas pausou a frase para soltar um gemido manhoso. — ...d-de verdade, você tinha dito que— Ahh… que Minnie é seu a-apelido. — A Cho segurou as laterais da cabeça de Minnie, a fazendo olhar em seus olhos. — Eu quero gemer seu nome de verdade. — Conseguiu dizer sem gaguejar.

Minnie sentiu a queimação de seu interior aumentar em dez vezes, a ideia de ter Miyeon gemendo seu nome lhe soando extremamente prazerosa. Antes de responder, aumentou a velocidade de suas estocadas e curvou seus dedos para dentro ainda no interior de Miyeon, atingindo seu ponto G enquanto estocava.

Miyeon arqueou as costas e soltou um gemido intenso, acelerando ainda mais seus movimentos. Sentiu os olhos revirarem e se deixou se perder na sensação avassaladora e gostosa que Minnie estava a proporcionando. Como a cereja no bolo, a tailandesa passou a estimular novamente o clitóris da coreana com o polegar, sentindo a mulher se contorcer sob si, descontrolada de tesão.

— Meu nome é Nicha. — A tailandesa sussurrou no ouvido de Miyeon, tornando suas estocadas mais profundas e mais fortes. — Goza pra mim, goza gritando meu nome…

A coreana sentia que seu ápice estava cada vez mais perto, apertou a cabeça de Minnie contra si, gemendo em seu ouvido, sentindo a pele da tailandesa contra a sua, a respiração dela em sua pele, a mão firme dela segurando sua cintura, os dedos dela invadindo sua boceta sem dó, forte, fundo.

— Ah! Ahhh, Nicha! — Gemeu  longo e alto ao finalmente alcançar seu orgasmo, rebolando contra os dedos de Minnie, que de bom grado sentia o gozo de Miyeon encharcar sua mão a cada estocada que dava enquanto a coreana finalizava o orgasmo.

Com as respirações descompassadas, se encararam mais uma vez. Lentamente, sorrisos brotaram em seus rostos, logo evoluindo para risadas, ambas sentindo um calor de satisfação no peito. Miyeon beijou Minnie mais uma vez, um beijo calmo, sem pressa, singelo.

Depois disso, Minnie retirou suas últimas peças de roupa para que pudessem, finalmente, tomar banho. Miyeon ajudou Minnie a lavar as partes que ela não alcançava e a tailandesa fez o mesmo consigo, volta e meia trocavam palavras, mas não sentiam necessidade de quebrar o silêncio confortável que apenas era quebrado pelo som da água caindo.

Miyeon decidiu, então, que passaria o shampoo nos cabelos de Minnie. Esfregou o couro cabeludo da mulher com delicadeza e com carinho, olhando no fundo de seus olhos. Se conheciam há tão pouco tempo, mas sentiam uma conexão forte e genuína uma com a outra. Após terminar de aplicar o produto das madeixas de Minnie, a ajudou a enxaguá-las.

Após o banho, se ajudaram a secar seus cabelos, o gesto doce aquecendo ambos os corações. A intimidade que criaram foi instantânea, porém nem por isso era menos válida.

 

Miyeon deitou Minnie na cama, deixando a parte inferior do corpo da tailandesa para fora, e se ajoelhou ao pé do móvel, entre as pernas da mulher. As apoiou em seus ombros e, sem enrolar, começou a chupar a intimidade de Minnie, se deliciando com seu gosto. Seu ritmo era lento, sem pressa, como se não precisasse se preocupar com nada no mundo que não fosse fazer a tailandesa sentir prazer.

Os gemidos de Minnie começaram, baixos, arrastados, aproveitando a sensação da boca de Miyeon explorando seu sexo. Levou uma de suas mãos à cabeça da coreana, iniciando um carinho lento na região, em busca de encorajar a mulher a continuar.

Ali, se deram prazer pela noite adentro, ora depressa, ora devagar, mas sempre buscando a satisfação mútua. Perderam a conta de quantas vezes chegaram ao orgasmo. Só que de uma coisa tinham certeza: foi ótimo.

 

No dia seguinte, com um copo cheio de café na mão enquanto tentava não dormir no intervalo das aulas, Miyeon não conseguia se arrepender do sono que sentia. Sorriu travessa e tomou mais um gole do líquido escuro, contente.

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


E aí quem amou



NWKSKSK ta mas agora ta aqui o link pra quem quiser dar uma olhada no que é o 12345 challenge
https://twitter.com/Its_Bren10/status/1289282071748177922?s=19


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