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História Hotel Califórnia - Capítulo 9


Escrita por:


Notas do Autor


Boa tarde meus amores.

Atenção para lemonada na área (e ficou uma delícia)

Bem, tenho alguns recados e observações.

Esse é o penúltimo capítulo também. Por que estou adiantando essas histórias em andamento? Porque depois que finalizar as três, irei ficar pelo menos uns dez a quinze dias (ou mais) em hiatus. Eu sinto que meu cérebro vai explodir a qualquer momento, preciso mesmo descansar minha mente que trabalha 30 horas por dia kkkkkkkkkk

Mas quando eu voltar, voltarei com três bombas.

Obsession - A Chave Final
Nove Meses
Contrato de Casamento

Todas com Exo. Obsession é a segunda temporada de A 7 Chaves, Nove Meses é a versão Chanbaek de Diário de um Pai Solteiro e Contrato de Casamento é Chanbaek aleatório mesmo kkkkkkkkkkkkkkk porque o plot é lindo kkkkkkkkkkkkk

Eu escrevo há muitos anos e sempre tive essas pausas pra descansar a mente mas desde o dia em que voltei, em 2011, não parei de escrever um só minuto (não aqui no site mas pra mim)
Então, sinto que realmente preciso parar um pouco antes de entrar num colapso.

Espero que, quando eu voltar, vocês estejam aqui me esperando ❤️ pois vou voltar com tudo kkkkkkkkkkk

Sobre o capítulo.

Chanyeol não é menor de idade mais, por isso esperei pra escrever o lemon depois que ele completasse a maioridade por conta das diretrizes do site. Ele é maior okay?

Bom, é isso. Espero que gostem como eu gostei do capítulo e espero vocês aqui quando eu voltar mas ainda tenho que finalizar kkkkkkkkk não vão se livrar de mim tão cedo kkkkkkkkkkk

Bora parar de falar e vamos ler ❤️

Capítulo 9 - Stairway The Heaven (Escapada para o céu)


Capítulo 09 – Stairway The Heaven (Escapada para o céu)


If there's a bustle in your hedgerow

Don't be alarmed now

It's just a Spring clean for the May queen

Yes, there are two paths you can go by

But in the long run

There's still time to change the road you're on

And it makes me wonder

Your head is humming and it won't go

In case you don't know

The piper's calling you to join him

Dear lady, can you hear the wind blow

And did you know

Your stairway lies on the whispering wind




Baekhyun entrou no carro desesperado, se culpava o tempo todo pelo Park mais velho ter machucado o garoto, se não tivesse lhe expulsado de seu quarto, Chanyeol não teria passado por mais aquela decepção em sua vida.

Chovia muito naquela madrugada, já passava de uma hora da manhã e Chanyeol andava pela estrada escura sem rumo. Gostava da chuva. Tantas vezes a mãe o repreendia por brincar em meio à temporais junto com Jongin.

Enquanto a chuva molhava seu corpo, sentiu tanta saudade do melhor amigo que saberia o que fazer naquele momento, ou daria uma bela dura no pai do amigo, ou no próprio Chanyeol por ficar chorando feito um bobo quando isso não resolveria se não tomasse uma atitude e parar de ser tão ingênuo. Jongin era o garoto que colocava Chanyeol para frente, o ensinando a ser mais esperto mas já chegava à quase dois anos que não se viam, os contatos por telefone eram escassos, Chanyeol soube que Jongin estava namorando um garoto que estudava consigo, no mesmo curso da faculdade.

Jongin havia entrado na faculdade como havia sonhado junto com o melhor amigo. Engenharia civil. Mas somente Jongin pôde concluir e realizar o sonho. Chanyeol não.

O garoto com quem o melhor amigo tinha um relacionamento sólido, era Do Kyungsoo, Chanyeol sabia quem era. O mesmo garoto com quem o moreno trocou uns beijos na adolescência e o Park pensava que o baixinho era uma pessoa má, quando na verdade, Kyungsoo era apenas tímido.

Jongin agora tinha a sua própria vida, fazia faculdade junto ao namorado, continuava morando na mesma cidade na mesma casa e Chanyeol perdeu parte de sua vida, sua história desconstruída parou no meio do caminho quando o pai lhe bateu pela primeira vez.

Estava triste, sozinho, encharcado de chuva, correndo o risco de pegar um belo resfriado e Baekhyun o procurava como um louco pela estrada quando o viu caminhando perto do acostamento. Seu coração parecia saltar do peito vendo que era realmente Chanyeol ali. Correu o mais rápido que conseguia, parando o carro e saiu gritando pelo grandão.

— Chanyeol! Entra no carro!

O garoto parou lhe encarando, o rosto ainda sangrava um pouco e estava inchado por conta dos socos que o pai lhe dera. Não disse nada, o coração estava triste por tanta coisa ruim que lhe acontecera nos últimos dois anos que se de fato Deus lhe ouvisse as preces, o colo da mãe seria de um conforto imensurável.

— Me deixe em paz, Baekhyun! Eu não vou voltar pra lá. Vou pegar uma carona e vou voltar pra minha cidade.

Baekhyun correu atrás dele, só então viu o estrago que o Park mais velho havia feito em seu rosto. — Ele não podia ter feito isso com você... — O coração apertou, aproveitou que o rosto estava molhado de chuva e deixou as lágrimas escorrerem. Chanyeol não poderia ser tão machucado assim, não podia sofrer tanto como sofria por tantas coisas e Baekhyun se sentia cada vez mais culpado pelo acontecido.

— Não vá... Por favor? Eu... eu não quero viver em um lugar que não seja com você. — Tocou seu rosto onde não estava ferido, percebeu que Chanyeol chorava baixinho então trouxe seu corpo para um abraço leve para não lhe machucar, mais do que já estava. — Eu amo você, Chanyeol. Eu amo você... — Sussurrou em seus ouvidos, acariciando seus cabelos molhados e conseguiu convencer o Park a voltar para o hotel porém, o grandão não ficaria com o pai e sim com o Byun.

Chegaram à locadora Baekhyun tinha todo cuidado com Chanyeol que demonstrava tristeza o tempo todo, estava quieto, calado e o Byun respeitou o silêncio do namorado.

Entraram no quartinho e enquanto Baekhyun procurava sua caixa de primeiros socorros, Chanyeol se acomodava sentando-se na cama lhe esperando. Tantas coisas passavam por sua cabeça, talvez tenha sido o pior aniversário de sua vida e ele tinha tantos momentos bons naqueles dias especiais. Sempre era uma festa, ou uma surpresa da mãe ou do melhor amigo. A última surpresa fora de Baekhyun e Minseok.

Sentia tanta saudade de Minseok que a dor poderia ser palpável, o sorriso, as brincadeiras, a alegria que o garoto exalava por onde passava. Sentia falta de tanta coisa que já não sabia o que mais lhe doía.

Baekhyun sentou-se na cama, de frente para o grandão que permanecia de cabeça abaixada, lhe ajudou a tirar a jaqueta e a camisa molhada, lhe dando algo seco para vestir antes que pegasse um resfriado. Secou seus cabelos com cuidado, lhe tratando com o carinho que Chanyeol merecia.

— Eu sinto tanto por isso, Chan... — Pegou um algodão, encharcando com soro para limpar a ferida no rosto, o olho estava inchado e roxo e o nariz tinha sangue ressecado. A medida que limpava seus ferimentos, Baekhyun chorava baixinho sem conseguir se conter pelo absurdo de ver seu amor machucado, resmungava o tempo todo, dizendo que o senhor Park jamais poderia ter feito o que fez ao filho, ele não merecia ser castigado daquela maneira. Chanyeol segurou sua mão, lhe encarando nos olhos e sorriu leve.

— Está tudo bem. Não fique assim. Já passou.

— Não passou Chan. Você não vai voltar pra lá. Eu não vou permitir porque se ele te tocar mais uma vez eu juro que o mato.

Chanyeol segurou em seu rosto, acariciando com os dedos, lhe deu um selar longo e colaram as testas uma na outra. — Não pode perder sua liberdade. Eu preciso de você. — Sorriu fechando os olhos e o Byun o beijou, agora com um beijo quente e intenso, assim como o fogo que esquentava seu corpo dentro daquele quarto.

— Me perdoe por ter estragado seu aniversário. Seus dezoito anos são muito especiais mas prometo que irei recompensar.

Chanyeol sorriu se afastando um pouco do mais velho, arrastou o corpo pela cama, até se deitar no travesseiro sorria com ternura para o namorado que o observava com atenção. Retirou a própria camisa e estendeu a mão para Baekhyun. — Vem cá.

Baekhyun entendeu o que o namorado queria, o amor que sentiam um pelo outro era mágico e tudo se tornava perfeito. O mais velho retirou a camisa, subindo na cama engatinhando, se encaixou entre as pernas do namorado e o beijou tão intenso quanto antes.

Descobriu os pontos mais erógenos do mais novo, quando mordiscava seu pescoço e Chanyeol gemia rouco adorando aquele carinho que o deixou excitado. A boca de Baekhyun desceu até os mamilos durinhos, a língua rodeava ali fazendo a pele eriçar deliciosamente. O Byun sabia como conduzir as carícias no corpo do outro e era correspondido rápido. As mãos de Chanyeol embrenhavam nos cabelos do mais velho, sumindo entre os fios um tanto longos e Baekhyun mordiscava agora o seu abdômen desnudo, causando inúmeras sensações deliciosas.

Desabotoou a calça do Park que ergueu o quadril para ajudá-lo e tirar a peça, sorriu acanhado afinal, era a primeira vez que ficava nu, excitado perto de alguém. Nem com Jongin, Chanyeol havia ficado assim mesmo com tantos beijos que já tiveram trocado.

Chanyeol estava excitado. Muito na verdade. A visão de Baekhyun era da posição mais linda do mundo, tendo um garoto em sua frente com as pernas abertas, completamente nu e com o pau duro, por causa dos beijos que ganhara segundos antes. Baekhyun o observava cada espaço de pele que seus olhos capturavam e constatou que Chanyeol era o homem mais lindo do mundo.

Voltou a beijá-lo com intensidade, quase lhe roubando todo o ar dos pulmões, faria daquele momento inesquecível, daria o melhor presente de aniversário ao seu amado e Chanyeol aceitou de bom grado o que Baekhyun lhe oferecera.

A boca do Byun desligou até o membro teso do Park, passou a língua tomando para si o pré gozo que expelia da fenda, segurou a base, masturbando lentamente enquanto a garganta acomodava o membro alheio.

Ouvir Chanyeol gemer rouco e intenso, deveria ser considerado a primeira maravilha do mundo mas era, aos ouvidos de Baekhyun que tinha todo aquele momento somente dele.

Quanto mais sugava a glande do grandão, mais Baekhyun amava ouví-lo gemer. Chanyeol era intocado até o Byun entrar em sua vida, as experiências que teve nunca chegaram ao sexo, nunca havia se imaginado fazendo sexo com alguém mas com Baekhyun era diferente. O mais velho lhe fazia tocar o céu sem ao menos sair do chão.

Baekhyun ergueu o corpo, pedindo que Chanyeol se levantasse também, queria lhe proporcionar o melhor do prazer para a sua primeira experiência e assim o Park o fez. Se posicionou de quatro para o mais velho que sorriu ao ter aquela visão deliciosamente tão insana do grandão exposto.

Acariciou suas costas, deslizando as mãos até suas nádegas, apalpou levemente e Chanyeol gemeu escondendo o rosto no travesseiro, envergonhado.

Beijou toda a extensão das costas do mais novo, até chegar nas nádegas, ali separou as bandas e sugou com tudo o que tinha, a entrada que se contraia. Chanyeol gemeu tão alto que Baekhyun sentiu uma fisgada gostosa no baixo ventre.

Continuou sugando a entrada do outro, cada vez mais rápido, a língua trabalhava tão assídua e o próprio pau pedia por toques, ia fundo apertando, espalmando a carne, deixando a pele orvalhada.

Baekhyun ergueu o corpo, se livrando da calça e da cueca, se posicionou por trás do garoto, bombeando seu membro algumas vezes, tocando lentamente na entrada do outro que arqueou o corpo.

— Quer mudar de posição, amor?

— Quero... Quero olhar para você...

Sussurrou rouco fazendo Baekhyun sorrir, sentando-se na cama, arrastando até encostar na cabeceira e segurou seu membro para que Chanyeol se sentasse. O mais novo foi até o namorado, o beijando afoito, ergueu o corpo sentando-se lentamente no pau teso do Byun, gemendo rouco e arrastado até que se encaixou finalmente.

O rosto estava suado, os fios dos cabelos estavam colados na testa e Baekhyun retirava carinhosamente, lhe beijou com amor, segurando em sua cintura o fazendo cavalgar à medida que aguentava a dor. O desconforto passou e Chanyeol cavalgava rápido no colo do namorado que lhe ajudava tendo o melhor do prazer para ambos.

Jongin dizia a Chanyeol que ele deveria perder a virgindade com um cara que amasse, aquele que faria seu coração bater tão rápido à ponto de doer de amor e Chanyeol levou à sério. Nunca quis se entregar aos rapazes que beijava escondido. Para ele, deveria ser um momento especial, entregaria o seu apenas para aquele com quem passaria os melhores momentos de sua vida.

Esse alguém dividiria o melhor consigo, estaria ao seu lado para todas as ocasiões, jamais lhe faria sofrer. Esse alguém poderia até mesmo ser intitulado como o seu príncipe encantado. Era Byun Baekhyun. O cara que sabia como fazer Chanyeol chegar aos céus sem sair do lugar, esperou pacientemente aquele momento até que o menino completasse a maioridade. Baekhyun poderia até mesmo ser um cara marrento, que todos tinham medo mas com Chanyeol, ele se transformava. Era como se uma nova identidade tomasse conta de si, era como se uma nova vida fizesse a antiga desaparecer sem deixar rastros. Era amor.

Baekhyun amava Chanyeol como jamais amou antes, teve todos os motivos para sumir no mundo mas Chanyeol cruzou seu caminho, lhe fazendo querer mais da vida, mais que lhe era de direito. E Chanyeol amava Baekhyun.

Cavalgava rápido no colo do mais velho, apoiado em seus ombros largos, gemia descontrolado enquanto Baekhyun segurava seu corpo, mesclando o suor dando cores diversas para todo o sentimento que exalavam naquele quarto.

O mais velho segurou o membro do namorado, lhe acariciando com destreza, fazendo Chanyeol querer mais e mais, dando o melhor que tinha em si.

Lágrimas escorriam pelo seu rosto, mas eram lágrimas de felicidade, essa que há muito já tinha lhe abandonado. Baekhyun tocava seu rosto com carinho, colhendo as lágrimas com beijos leves, Chanyeol era o anjo mais precioso que poderia ter aparecido em sua vida, mesmo quando não acreditava na existência de um ser superior. Deus lhe mostrou que ele poderia ter sim, um pedacinho do céu e lhe deu o seu anjo para amar e cuidar.

Chanyeol estava chegando ao ápice. Seu corpo tremia e arrepiava. Estava pronto para Baekhyun que entendeu quando o garoto lhe olhou nos olhos que estavam marejados e sorriu entre arfares profundos.

— Vem meu amor. Venha pra mim... — Baekhyun sussurrou segurando seu rosto e sorriu quando sentiu o gozo quente do outro melar seu abdômen e junto à um gemido alto e rouco, Chanyeol chegava ao seu primeiro orgasmo. Continuou cavalgando para prolongar a sensação deliciosa e logo Baekhyun preenchia seu interior, abraçando seu corpo enquanto tremia.

Eram como se ondas elétricas passassem por toda a sua curvatura, arrepios e gemidos davam mais cores ao amor que faziam, à entrega total. Mais do que nunca, Baekhyun amava Chanyeol e era recíproco.



[...]



Baekhyun deitou Chanyeol na cama, o garoto ofegava de olhos fechados, o corpo estava coberto de suor e ele ainda tremia não pelo frio, mas pela sensação de pós orgasmo. Achou tão fofo vê-lo tremer, era tão adorável. Beijou seus cabelos molhados, deitando-se de frente segurando suas mãos.

— Eu amo você, Chanyeol. Eu te amo muito.

— Eu também te amo, Baek. Amo muito.

Sorriram e Chanyeol se aconchegou nos braços do namorado até finalmente pegar no sono. Dormiram naquela madrugada, embalados no mais puro amor, tantos sentimentos misturados mas a única certeza era que não se separariam jamais.

Na manhã do dia seguinte, Baekhyun havia preparado um belo café reforçado para Chanyeol que com certeza, acordaria sentindo dores no corpo por causa da surra que o pai lhe dera, a adrenalina estava baixa e a dor viria rápido. O Byun saiu cedo do quarto, indo até a farmácia comprar alguns analgésicos, passou num mercado comprando tudo o que precisava para alimentar o seu garoto e voltou, o vendo sentado na cama com uma carinha bastante inchada e o olho roxo.

Baekhyun o olhou com pesar mas não comentou sobre o que via diante de seus olhos, não queria estragar o momento de cumplicidade entre eles. — Bom dia meu amor. Trouxe seu café e remédio pra dor. — Lhe deu um beijo em meio a sorrisos, estava realizado, feliz e completo.

— Eu tô com muita dor, Baek. Minha cabeça tá explodindo e sinto meu rosto todo inchado.

Baekhyun sentou-se na cama, suspirando profundamente, lhe acariciou levemente, dando selares pelo rosto. — Fique quietinho aqui. Eu vou cuidar de você. Tome um banho que vou arrumar seu café.

Chanyeol assentiu com a cabeça, se levantando com a ajuda do namorado que o levou até o banheiro para tomar um banho quente. Enquanto isso, Baekhyun arrumava o café do grandão na mesa, com direito a uma flor dentro de uma garrafa de cerveja vazia.

Sentiu que finalmente conseguiu a vida que tanto queira, que tanto pedia, agora mais do que nunca, queria sair dali, daquele fim de mundo porém, juntamente com o seu menino, para um lugar que fosse somente deles, sem interrupções, nem lembranças ruins, nem sofrimento. Só queria viver intensamente com Chanyeol e faria de tudo para que mais aquele sonho se tornasse realidade.

Alguns minutos depois, Chanyeol saiu do banheiro com uma toalha enrolada na cintura, cabelos molhando os ombros e as costas e Baekhyun pensou que não tinha mais jeito de como se apaixonar pelo Park. Descobriu que existiam mil e uma maneiras de se apaixonar e vê-lo apenas com uma toalha na cintura, era uma delas.

Analisou seu corpo de cima a baixo, sorriu vendo que as bochechas do grandão tremiam e ele apertava os lábios um no outro e foi até o guarda roupa pegar algo para que ele vestisse.

— Você fica lindo com as minhas roupas. — Sorriu vendo que a camisa do Ramones havia ficado curta em seu corpo. Foram até a mesa, dando início ao café preparado com tanto amor pro Baekhyun que sorria o tempo todo, talvez fosse mesmo a primeira vez que sentia aquele amor tão grandioso mas Chanyeol sentia o mesmo.

A primeira vez, jamais seria esquecida.

Ouviram então, alguém bater na porta do quarto de Baekhyun, o garoto se levantou para atender e se deparou com Marilyn junto com o senhor Park parados.

— O que você quer aqui?

— Calma Baek. Ele veio buscar o Chanyeol para irem embora. Eu imaginei que ele estivesse aqui com você e trouxe o senhor Park.

Baekhyun sentiu o chão sair debaixo dos pés naquele momento, não imaginou que aquele dia chegaria mas chegou. Chanyeol e o pai estariam de partida para os EUA e talvez, nunca mais visse o namorado novamente.

Chanyeol estranhou a demora do Byun, indo até a porta e ao ver o pai, seu coração disparou, principalmente quando o homem deu passos em sua direção a fim de pedir perdão pelo que havia feito.

— Chan... Filho... Nós conseguimos. Vamos para os EUA hoje. A minha vaga saiu meu filho. Eu prometo que será diferente. Eu juro.

As lágrimas insistiam em molhar o rosto do garoto que estava afastado o bastante do pai e Baekhyun estava no caminho, à postos para lhe proteger de qualquer atitude que fosse.

— Não pai. Eu não vou com o senhor. Eu vou ficar aqui e vou embora com o Baek.

Baekhyun sorriu olhando para o namorado e encarou o senhor Park novamente. — Deixe ele em paz. Agora ele é maior de idade, pode decidir por si só que caminho tomar. Vá embora! 

O homem olhava para o filho, observando como havia deixado seu rosto, machucado, com marcas e se arrependeu amargamente mas ainda tentava levar o garoto consigo.

— Filho, eu só tenho você. É a minha única família. Perdemos a sua mãe, eu sei o quanto você sofre mas eu também sofro e se eu perder você, juro que não vou suportar. Venha comigo, por favor?

Chanyeol olhou triste para o pai, estava entre a cruz e a espada. O pai também era a única família que havia lhe restado. Poderia sim estar dizendo a verdade sobre tudo ser diferente dali para frente, poderia experimentar a liberdade numa boa vida nos EUA mas teria que abrir mão de Baekhyun, ficaria mais longe ainda de Jongin e sabe-se quando o veria novamente.

Olhou para Baekhyun que o encarava sério, implorando internamente para que não lhe deixasse e o garoto não sabia o que fazer.

— Baek... Eu te amo... Eu não posso...

Baekhyun aproximou-se do namorado, lhe abraçando enquanto chorava e o pai virou-se de costas para não ver o filho ser beijado por um homem.

— Eu também te amo, Chan. Mas eu acato a decisão que você tomar. Eu nunca vou te esquecer Chan. Eu juro.

— Baek...

O garoto se desfez em lágrimas agarrado ao corpo do mais velho, Marilyn estava com o coração apertado também por presenciar uma despedida incerta.

— Vamos filho, nosso novo lar nos espera.

Chanyeol suspirou profundamente ainda abraçado ao namorado, não queria lhe soltar por nada e Baekhyun lhe correspondia. — Eu te amo, Chan. Nunca se esqueça disso. Nunca.


Notas Finais


Deve ter erros de digitação aí kkkkkkkkk eu não revisei e não tô vendo um palmo diante do meu nariz kkkkkkkkkkkk então me desculpem se encontrarem algo desconexo ou errado mas amo vocês ❤️❤️❤️❤️

Bjo bjo e até.

Link da música
https://open.spotify.com/track/5CQ30WqJwcep0pYcV4AMNc?si=323w7jhGSFiHW0RR-2QcbQ


Aaaaah, talvez eu finalize todas até semana que vem. Só pra avisar ❤️


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