História Hotline Bling (Jungkook - Hot) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais
Tags Bts, Hentai, Hetero, Hot, Jungkook, Pwp, Sexting, Threeshot, Victra
Visualizações 1.082
Palavras 2.107
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eu não tenho ideia do que to fazendo. segue o baile.

Boa leitura (♡)

Capítulo 1 - Call me


Quente.

O dia está quente. Meu corpo está quente. Ela é quente.

Eu me remexo na arquibancada, inquieto. As mãos são constantemente espalmadas em minhas coxas e minha postura é ajeitada a cada vez que percebo o quanto a presença dela me afeta.

— Mais uma vez e estão liberados, huh? — ela diz, tirando a jaqueta bomber azul e branca, e, desta forma, deixando seu uniforme a vista de quem quiser admirar.

Por que tão linda?

Ela sorri quando todos assentem. Suas mãos ajeitam o rabo de cavalo no qual seu cabelo se agrupa antes de apertar o botão que faz a música tocar outra vez.

Meu corpo se agita. Vejo o restante da equipe voltar à formação quando ela se junta a eles. Então o treino recomeça.

Jung Hana é a capitã da equipe de torcida da Universidade de Seul. E é fácil entender o porquê. Além de seus longos anos entre escolas de ginástica e dança contemporânea, ela é uma líder nata; a pessoa mais justa e esperta que já conheci.

E, bem, a pessoa mais justa e esperta que nunca me conheceu.

Entrei na faculdade um ano depois dela. Apaixonei-me nesse mesmo ano.

Apenas ouvi as histórias sobre como ela se tornou capitã um ano depois de ingressar nos estudos. Ela possui bolsa como esportista. Olheiros a encontraram — e, céus, como sou grato a eles!

A coreografia é impecável. Todos os membros da equipe são dotados de perfeita sincronia.

Mas nenhum outro se destaca como ela.

Ao menos, para mim.

Para mim, é impossível desviar o olhar da garota quando ela executa passos provocantes e balança seus quadris. É impossível desviar o olhar de suas acrobacias com aterrisagens perfeitas. É impossível desviar o olhar de seu sorriso a cada vez em que ela levanta uma das pernas tão alto quanto os saltos que meu coração dá ao vê-la. E no momento em que ela é posta no topo da pirâmide perfeitamente executada, é impossível não suspirar ao olhar seu peito descendo e subindo em uma respiração descompassada, sendo ministrada pelos lábios fartos entreabertos.

A garota mais sexy que eu já conheci.

E a garota mais sexy que nunca me conheceu.

Temos grades muito diferentes. Ela cursa Direito e eu, Design de Games. Sou um maldito nerd que só é notado por ela quando nos esbarramos no campus ou em qualquer lugar que eu vá apenas para vê-la. Hana sorri para mim às vezes. Até acena, já que me tornei um rosto conhecido devido a minha frequência assídua aos jogos e campeonatos os quais ela participa.

Jung Hana acredita que sou um amante dos esportes, assim como ela. Tolice. Sou um amante da maneira na qual ela se move no campo. Sou amante da ideia de tornar-me seu amante.

Ela é colocada no chão pelos mesmos caras que a levantaram. Vejo-a liberar e se despedir da equipe. O time de futebol, que treinava na quadra ao lado, também começa a se dispersar.

A Jung recolhe suas coisas sem pressa. Apanha sua garrafa da água após soltar o cabelo. Eu sinto minha boca salivar quando ela se abaixa para pegar sua jaqueta do chão, fazendo com que a saia curta e pregada de seu uniforme de torcida levante ainda mais. Sua bolsa é alcançada em seguida. E eu só deixo o recinto quando a vejo passar pelo portão do ginásio, balançando os quadris de forma que só ela sabe enquanto braceia para seus conhecidos.

Assim que ela some de meu campo de visão, pareço acordar de um estado de transe. Suspiro ao levar as mãos ao meio de minhas pernas, apertando levemente a região e ponderando quando me tornei tão viciado nela.

Meu celular vibra no bolso. Respiro fundo antes de apanhá-lo e ignoro o pop-up de mensagem quando me dou conta da hora. Por fim, jogo o notebook que mal fiz questão de fingir mexer na mochila e saio pelo mesmo local que Hana.

Checo o celular de minuto em minuto, esperando a ligação. Rumo o meu dormitório com pressa, equilibrando a mochila nas costas e tentando afastar os pensamentos do corpo da líder de torcida para evitar qualquer constrangimento. Ainda assim, tenho o cuidado de abaixar um pouco mais a camiseta branca. Só por precaução.

Quando finalmente chego ao meu prédio, adentro-o e subo as escadas rapidamente. O som de minhas botas batendo contra o piso ecoa oca e ritmadamente.

— Jeon? — Hoseok se volta à mim logo que entro em nosso quarto. Forço um sorriso a ele, tentando esconder meu estado afobado.

 — Boa tarde, hyung. — observo-o terminar de ajeitar sua roupa antes de ouvir sua resposta:

— Boa tarde, Jungkookie — aproxima-se, bagunçando minhas madeixas. — Vou sair com Hyeri-noona, okay? Coma e durma bem enquanto eu estiver fora. Não se esqueça de beber água, também — confere se pegou a carteira, então caminha até a porta.

— Claro — rio de lado. —. Vou me cuidar. Bom encontro, hyung — aceno para ele, vendo-o me lançar um sorriso e deixar o cômodo em sequência.

Suspiro, aliviado. Posso, enfim, livrar-me do peso da mochila e relaxar os músculos. Deixo o celular em minha escrivaninha, ainda atento, e trato de me livrar dos sapatos, meias e camisa.

Vamos lá, telefone, toque.

Enquanto espero, sento na cadeira em frente à mesinha. Jogo a cabeça para trás e permito-me, finalmente, pensar nela. O treino de hoje me volta à mente; posso vizualizá-la no top e saia curtinhos que compõem seu uniforme de cheerleader. Vejo-a se abaixando e levantando, quebrando e rebolando.

Céus, ela faz isso tão bem.

Não é preciso muito esforço para imaginá-la repetindo os movimentos em meu colo. Mordo o lábio inferior, pressionando a região com minha destra. Quase posso sentí-la aqui, sobre mim, subindo e descendo com seu corpo tão bem desenvolto.

Um muxoxo sai pela minha boca. Começo a massagear o membro sob a calça com mais força. Minha mente é criativa; dá à garota o papel principal em meus desejos mais secretos. Seu corpo se ondula sobre o meu enquanto a beijo os seios. O atrito de sua intimidade contra a minha me entorpece, ocasionando em gemidos arrastados os quais sou obrigado a pausar meu trabalho em seus pomos para soltar.

Mais rápido e intenso. Eu agarro sua cintura com força. Ela geme perante o toque. As veias de meus braços e mãos estão saltadas; ela sorri, acintosa, quando traça as unhas pelos caminhos que minha excitação deixa à mostra, rumando meu pescoço, o qual ela puxa para si ao enroscar meu lábio inferior em seus dentes.

Aperto seu traseiro sem qualquer resquício de gentileza, empurrando-a contra meu membro rijo. Ela arfa; o som saindo junto ao ar quente próximo a minha boca.

É minha vez de soltar um sorriso ladino. Eu desço minha canhota por seu corpo, passando pelos cintura, quadril e coxa, então adentro a saia rodada de seu uniforme, pressionando os dedos em sua intimidade coberta e sentindo-a úmida.

The Weeknd.

Espera. O quê?

Abro os olhos quando a voz do artista ressona o quarto. Miro-os em meu celular e sorrio ao ver o número ornando a tela. A respiração que não percebi ter prendido é solta sem candura antes de que eu atenda o aparelho.

— Se divertindo, JK? — a voz feminina soa do outro lado da linha. Meu peito se contrai ao ouví-la.

— A diversão só começa quando você chega, Na. — cicio em resposta, agraciando-me com sua voz. Sua bela voz. Tão parecida com a de Jung Hana.

Eu cheguei à Na por um anúncio no jornal. Namjoon, um de meus hyungs, o achou entre os anúncios profissionais. Lá estava ela, oferecendo sexo por telefone em troca de dinheiro. Prostituindo-se, em um discurso mais direto. E é claro que quando o mais velho disse que eu poderia usá-la para me aliviar, eu recusei. Todavia, quando eu recebi a primeira ligação e descobri que o Kim havia pagado um mês de serviços para mim, acabei mudando de ideia.

Não me leve a mal. Eu não me orgulho disso.

Foi essa voz, tão parecida com aquela. Assim que a ouvi pela primeira vez, assustei-me, acreditando que se tratava de um sonho até receber uma mensagem de meu amigo minutos depois, perguntando como havia sido a sessão.

“Pense nisso como uma terapia”, ele disse. Eu devia saber que Kim Namjoon é um idiota. Afinal, terapias tratam e curam assuntos psicológicos como o que essa me causou: o vício. Viciei-me nos gemidos ronronados da garota com o timbre tão similar ao de minha paixão secreta.

— Oh, oppa — ela ri baixinho —. Eu também só me divirto com você.

Sei que é mentira. Ela se diverte com qualquer um que a pague para isso. Mas teimo em me convencer do contrário, afundando-me ainda mais em minhas ilusão e obsessão.

— Eu só me divirto quando te imagino aqui comigo, me tocando…

Eu arfo involuntariamente, inerte pelo seu tom doce e, ao mesmo tempo, erótico.

— Ah, é? E onde quer ser tocada? — volto a massagear meu pênis sob o tecido da calça.

— Quero que me beije. Lenta e deliciosamente. Sua boca tem gosto de morango. — ela começa. Eu imediatamente me lembro dos inúmeros papéis de bala sabor morango jogados em minha mochila. A minha favorita. Mas eu nunca contei isso à Na. — Suas mãos estão passeando por meu corpo. Você não é gentil, oppa. Mas não quero que seja; adoro as marcas que deixa em minha pele. — geme baixinho. — Primeiro em meu pescoço. Sua boca o mordisca e suga com tanta destreza, ah… e então você desce. Suas mãos apertam meus seios e sua boca os beija sobre a blusa.

— De que cor é a blusa? — indago, já abrindo os zíper e botão dos jeans que uso.

— É azul, oppa — suspira —. Meu sutiã também, um pouco mais escuro. É tão bonito, mas você não se importa em estourar o fecho dele…

Eu abaixo as calças até os joelhos e puxo o membro ereto para fora da cueca box. Seguro sua base com firmeza.

— Mas eu te retribuo.

— Retribui. — afirma. — Você chupa meus seios, JK. Você faz isso tão bem — alonga a última fala em um gemido manhoso. — E aperta e assopra. Você fica lindo com o rosto enterrado entre eles.

— E você soa linda quando geme o meu nome. — arfo, correndo a extensão de meu falo com a mão. — Geme o meu nome. Geme o meu nome enquanto eu desço os lábios pela sua barriga e aperto suas coxas com força.

— JK… — ela faz o que lhe foi pedido, arrancando-me um grunhido.

— E eu desço a sua saia bem devagarinho, olhando em seus olhos enquanto o faço. — aumento o ritmo de minha mão, esparramado o corpo na cadeira giratória e comprimindo os lábios. — Você está ofegante. E arfa quando eu pressiono os dedos contra sua calcinha. — minha fala é cortada por meus gemidos arrastados e graves — Você está tão molhada.

— Estou. — ela também tem dificuldade em falar. Posso ouvir os sons molhados de seus próprios estímulos — Estou pronta pra você. Preciso de você. JK…

— Precisa, huh? — diminuo a velocidade dos movimentos, mas aumento a pressão dos mesmos. — E merece?

— Mereço. Sou uma boa garota. — solta um muxoxo — Uma boa garota que o deita e tira suas roupas, oppa. Você está vestido?

— Você tira minhas calças e minha cueca.

— Tiro. Você está tão duro.

— E o que você faz em relação a isso, huh? — espalho o pré gozo que espreita pela glande em sua extensão com meu polegar, então desço por meu comprimento de forma lenta novamente.

— Eu te chupo, oppa. Do jeito que você gosta.

— Como eu gosto?

— Fundo. E rápido.

Não consigo mais controlar; aumento a velocidade. Meu peito sob e desce de forma descompassado, mas meus gemidos parecem rítmicos. Eu continuo os soltando pelo telefone e ouvindo os da mulher em troca. Sussurro o nome dela e escuto quando ela grita o meu, anunciando seu orgasmo. O meu vem em seguida: tão avassalador quanto revigorante.

Resta o barulho de nossas respirações. Focamo-nos em recobrar o controle delas durante poucos minutos.

— Oppa… — ela me chama. Eu estremeço. Sua voz é meu calcanhar de Aquiles, seus gemidos são minha maior fraqueza. Apenas porque me remetem a Hana.

— Sim, querida? — replico, ainda pensando na Jung, como o louco apaixonado que sou. Louco. A paixão me fez perder a sanidade. Ao menos, é o que me obrigo a acreditar quando ouço, ao fundo da ligação, o barulho de uma porta abrindo seguido da frase:

— Hana, o que está fazendo?


Notas Finais


isso é tudo que eu nunca pensei que ia escrever, mas acho que sair da zona de conforto é bom as vezes né

se querem a continuação, me deixem saberr, por favor ♡

desculpa qualquer errinho


xx, Lis-ah ♡


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