História Hotter Than Hell - Capítulo 36


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Categorias 50 Tons de Cinza, Barbara Palvin, Dakota Johnson, Jamie Dornan, Justin Bieber
Personagens Anastasia Steele, Christian Grey
Visualizações 57
Palavras 3.135
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 36 - Bahamas!


Fanfic / Fanfiction Hotter Than Hell - Capítulo 36 - Bahamas!

Anastasia Steele

Tínhamos pousado em Toronto depois de quase quatro horas de vôo, Christian vai pegar as nossas malas enquanto eu fico no saguão do aeroporto deitada em um sofá junto com Safira, não me importava com as pessoas que passavam e me olhavam estranho, eu estava muito cansada para ligar para isso. Falei com o papai por FaceTime, ele queria saber se estava tudo bem e se eu já tinha chegado, ficamos conversando um pouco e eu falei com Duda, ela me pediu muitos presentes, digo que trarei o que ela quiser. Pego a jaqueta jeans que estava na minha bolsa e visto, afinal eu estava com frio, volto a deitar e fecho os olhos, eu queria dormir aqui mas não posso, alguém pode roubar as nossas coisas ou pior, a minha bebê! Eu não sei o que faria se isso acontecesse. Christian volta depois de muito tempo, levanta as minhas pernas e senta no sofá as colocando em seu colo.

— Tudo certo, já despachei as nossas malas.— Christian me olha.— O vôo é daqui a pouco.

— Ótimo, não estou mais aguentando fica em aeroportos.— digo bufando.— Dá tempo de comer alguma coisa?

— Você comeu no avião, Ana! — Christian me olha de olhos arregalados.— Se controla.

— Mas eu quero batatas fritas e refrigerante.— faço um biquinho.— Compra para mim?

— Você não vai comigo? — nego fechando os olhos.— Ok folgada. Eu já volto.

Christian se levanta e sai, tiro Safira da caixa e a coloco em cima da minha barriga, ela estava precisando sair um pouco. Tiro uma foto dela com o meu celular, estou distraída acariciando o seu pelo quando Christian volta com o meu lanche, me sento no sofá e ele me entrega, começo a comer. Ele se senta ao meu lado e tira Safira do mundo colo, ponho uma batata na boca e ofereço ao Christian que nega.

— São quantas horas de viagem até o seu lugar misterioso? — pergunto depois de dar um gole no refrigerante.— Eu não vejo a hora de saber para onde vamos.

— Quase nada, 3:10 minutos.— Christian olha para mim.— Estamos perto.

— Graças a Deus.— solto um suspiro e como mais baratas.— E que horas embarcamos.

— Ainda temos tempo.— Christian olha em seu relógio e se assustar.— Merda, não temos não. O vôo é daqui a 10 minutos, vamos.

— O quê? — digo com a boca cheia.— Mas eu ainda não terminei de comer!

— Leva com você.— Christian diz apressado e coloca a Safira na caixa.— Vamos, Ana! Está fazendo o que ainda parada aí? Se mexa!

— Ai está bem.— digo me levantando.— Não precisa ficar tão estressado.

Pegamos tudo e saímos correndo pelo aeroporto em direção a nossa sala de embarque, esbarramos em pessoas e posso dizer que por pouco eu não cai, mas está tudo bem! As batatas e o refrigerante estão intactos pessoal. Chegamos a sala de embarque e eu vou logo me sentar, respiro ofegante pela corrida. Depois de me recompor, eu volto a comer o meu lanche e Christian tira uma nova foto minha comendo, vai ser sempre assim? Ele tirando fotos apenas no momento que estou comendo, olho feio em sua direção e ele ri olhando como a foto tinha ficado. Chegando a hora embarque, nós preparamos para adentrar o avião.

Como eu já tinha terminado o meu lanche, jogo o pacote das batatas e o copo do refrigerante no lixo, pegamos nossas coisas e caminhamos em direção a aeronave, eu vou caminhando na frente e Christian um pouco atrás, quando olho para ele, vejo que está filmando.

— Pare com isso.— digo risonha que vou até ele colocando a mão na frente da lente, Christian se esquiva.— Não me filma, eu devo estar horrível!

— Não, você está linda.— Christian continua a me filmar mesmo eu protestando.— Vamos lá, dê um sorrisinho! É a nossa primeira viagem juntos, Ana! Eu tenho que registrar tudo.

— Como você é irritante.— digo gargalhando.— Vamos entrar.

— Vai desfilando na minha frente que eu te filmo daqui.— Christian ri.— E não seja rabugenta.

Balanço a cabeça negativamente e solto um riso divertido. Saio andando pelo corredor e faço algumas palhaçadas que fazem o Christian ri, quando estamos entrando no avião, Christian guarda a filmadora e nós procuramos por nossos assentos. Acomodo Safira e em seguida me sento colocando o cinto, depois de Christian guardar as coisas no bagageiro, ele se senta na poltrona ao meu lado. Pego a coberta que as comissárias de bordo oferecem e cubro as minhas pernas, fecho a persiana da janela e o avião se prepara para decolar e eu seguro a mão do Christian apertado.

Quando já estamos voando, eu coloco os meus fones de ouvido e ponho uma música para tocar, encosto minha cabeça em um pequeno travesseiro e fecho os olhos. Eu queria dormir, mas eu não estava conseguindo, acho que dormi demais nos outros vôos, não tinha nada que me tirasse do tédio então eu desligo a música e guardo o celular. Olho para o Christian que está cochilando enquanto ouve música, sinto muito baby, você vai ter que acordar. Começo a cutucar o seu ombro e ele se mexe um pouco e abre os olhos.

— O quê? — pergunta confuso e olha para os lados.— O avião está caindo?

— Não.— solto um riso baixo.— Eu estou no tédio. Faça alguma coisa a respeito.

— Você me acordou, só por que está no tédio? — Christian me olha em acreditar e em seguida fecha os olhos. Resmunga.— Você é inacreditável.

— Não sou não.— digo rindo.— Eu sei o que você pode fazer para me tirar do tédio.

— O quê? — Christian pergunta revirando os olhos.— Vou precisar fazer algum tipo de esforço?

— Depende.— me viro para ele com um sorriso malicioso.— Topa foder no banheiro do avião?

— O banheiro é minúsculo, Ana.— ele balançou a cabeça negativamente.— Não dá.

— Ah vamos lá.— solto o cinto e me aproximo dele, começo dar beijos em seu pescoço.— Vai ser divertido. Nós ficamos bem apertadinhos, vai ser gostoso. Você não acha?

— Não sussurra desse jeito, e não fale como quisesse gemer. Você sabe como isso me deixa.— Christian diz baixo, eu levo uma das mãos para baixo de sua coberta e seguro o seu pau com firmeza.— Não faça isso, Anastasia!

— E por que não? — mordo o lóbulo de sua orelha esquerda. Abro um sorriso.— Eu sei que você quer Daddy, não adianta bancar o garotinho difícil. Vamos lá.

— Você ainda vai me matar.— Christian sorri e se solta do cinto.— Vamos.

Ele se levanta, segura a minha mão e nós caminhamos até o final do corredor onde ficava o banheiro, tinha um feminino e outro masculino mas ambos estavam ocupados. Me encosto em Christian e ele me abraça por trás e nós esperamos um dos banheiros serem desocupados. A porta do sanitário feminino se abre e uma senhora sai de lá, ela nos olha estranho e em seguida caminha em direção ao seu assento, Christian e eu soltamos um riso e entramos.

Christian tranca a porta e se volta para mim me dando um beijo intenso. Sorrio entre o beijo e seguro a sua nunca, como aquele lugar era extremamente apertado, tivemos que ficar colados um ao outro, não que isso seja um problema para nós, na verdade isso estava longe de ser um problema. Christian segura as minhas coxas e me põe sentada em cima da pia minúscula que tinha alí, ele tirou a minha jaqueta e em seguida eu tirei a sua. Quando a falta de ar se faz presente, nós separamos os nossos lábios. Christian distribui beijos pelo meu queixo, pescoço e clavícula, fecho meus olhos aproveitando a sensação dos seus lábios em minha pele, solto um gemido.

— Shhhh quieta.— Christian sussurra entre os beijos.— Não vai querer ser ouvida pelo avião inteiro.

— Que besteira.— minha respiração está ofegante. Solto um riso.— Algumas pessoas viram nós dois entrando juntos. O que acha que elas irão pensar? Que você está me ajudando a fazer xixi?

— Não fale em xixi ou outras necessidades fisiológicas quando eu estou assim com você.— Christian me olha divertido.— Só controle os seus gemidos para as comissárias não pegarem a gente. Agora, vamos voltar ao que interessa. Temos que ser rápidos.

Volto a beija-lo com mais rapidez que antes, enrolo as minhas pernas em volta de seus quadris e o puxo para mais perto de mim, Christian levanta o meu vestido até acima do busto deixando os meus seios a mostra, ele dá uma mordida suave no mamilo direito e em seguida começa a suga-lo. Fecho os olhos e levo uma mão até a sua nuca para incentiva-lo a continuar, ele leva uma mão até o seio esquerdo começando a apertar delicadamente, acho que poderia ter um orgasmo apenas com o que ele estava fazendo em meus seios.

Levo minhas mãos até o cós da sua calça e começo a abrir apressadamente, Christian me olha com diversão e ri sem tirar a boca do meu seio, ele sabe que eu quero apressar as coisas, mas mesmo assim queria fazer durar. O que era estúpido por que a qualquer momento, alguém pode querer usar o banheiro, quando ele se afasta de mim, Christian leva as mãos até a minha calcinha e a rasga em um único puxar, olho para ele com indignação e em troca eu ganho um sorriso safado.

— Eu vou voltar para o meu assento sem calcinha.— sussurro e Christian dá uma mordida em meu lábio inferior.— Não acredito que você fez isso, cretino.

— Não reclame.— me lança um sorriso sensual.— Você está prestes a ser fodida como nunca foi, pra que reclamar?

— Você é muito convencido.— abraço o seu pescoço e lhe lanço um sorriso irônico.— Meus dedos fazem um trabalho melhor.

— Você não disse isso.— me dá uma mordida forte no lábio, sai sangue.— Vamos ver se essas palavras valerão alguma coisa quando tudo acabar.

Ele tira o seu pau de dentro da calça e me penetra com tudo, solto um gemido que é interrompido por um beijo molhado seu. Minhas mãos entram dentro de sua camisa e eu começo a arranhar suas costas, Christian começa a me penetrar com rapidez, fecho os olhos e começo a arfar, o clima aqui dentro estava sufocante, essa caixa minúscula estava me fazendo transpirar assim como Christian também.

Christian desce seus beijos para o meu pescoço e começa a distribuir mordidas em meu pescoço. Sinto suas estocadas firmes e ele deslizava facilmente, estou com tanto tesão que não vou durar muito tempo. Eu estava tão entorpecida pela névoa de excitação que me esqueci que estávamos em um banheiro de avião, sou tirada da atmosfera de prazer com batidas na porta. Christian e eu nos olhamos alarmados, mas vocês acham que ele parou? Não, o Christian continuou com os movimentos com muito mais precisão.

— Olá.— mais batidas.— Eu preciso usar o banheiro!

— Me solta.— sussurro olhando para Christian de olhos arregalados.— Vamos, temos que sair Christian.

— Sem chance.— aumenta as estocadas.— Nós não vamos sair daqui sem gozar. Não existe a menor chance disso acontecer.

— Ahn só um segundo.— digo alto e em seguida solto um gemido. Levo minhas mãos a boca.— Ah isso, baby!

— Shhhh silêncio.— Christian morde o lóbulo da minha orelha.— Estou quase.

— Eu também.— digo ofegante e mordo os lábios, olho para cima.— Acaba logo com isso.

Christian segura a minha cintura com firmeza e suas investidas se tornam frenéticas, arranho suas costas com força e mordo o seu ombro para controlar os gemidos e gritos que querem sair. Estou perto e sinto que Christian também, a julgar por seu membro crescendo dentro de mim. Desço as minhas mãos e seguro a sua bunda o puxando para mim, afasto o meu rosto de seu ombro, Christian encosta a sua testa na minha e nós não tiramos os olhos um do outro. Arfamos e depois de mais algumas estocadas, gozamos juntos. Nossas respirações altas se misturam e nós não devíamos o olhar, somos tirados do transe pelas batidas fortes na porta.

Christian me puxa para um beijo e eu rio retribuindo, em seguida começamos a limpar a bagunça e a nos recompor, visto a minha jaqueta e arrumo o meu cabelo. Tudo em ordem, abrimos a porta e saímos dando de cara com uma velhinha que nos olha horrorizada.

— Seus desavergonhados! — a velhinha fala chocada.— Onde já se viu? A mãe de vocês não os ensinaram a terem bons modos? Que pouca vergonha!

— Que isso senhora! — digo indignada.— Eu estava passando mal e o meu namorado só estava me ajudando.

— E você acha que eu nasci ontem menina? Sei muito bem o que vocês estavam fazendo.— me olha com raiva e eu seguro o riso.— Quanta imoralidade! Saiam daqui! Andem! Seus pestinhas!

A velhinha começa a bater em mim e em Christian com a bolsa e nós tentamos de todas as formas nos esquivar dela, corremos para os nossos assentos e prendemos os cintos. Christian e eu nos entreolhamos e em seguida começamos a rir, definitivamente isso vai entrar para a história. Eu nunca irei esquecer.

— Você viu a cara dela? — pergunto rindo.— Seus pestinhas!

— E você acha que eu nasci ontem menina? — Christian repete a fala e em seguida ri ainda mais.— Isso vai ficar marcado.

— Com certeza.— digo concordando.— Eu por exemplo, nunca vou esquecer disso.

— Chocamos uma velhinha.— Christian estende a mão.— Toca aqui!

Faço um toque com ele e rio ainda mais, dou uma olhada em Safira e tudo estava bem com ela. Ainda faltava uma hora e meia de vôo, então eu deita a cabeça no travesseiro e pego no sono instantaneamente, acho que transar com o Christian me relaxou a ponto de sentir sono. Acho que quando eu acordar, estarei no meu tão aguardado destino.

Acordo assustada com a voz do piloto dizendo que nós já tínhamos pousado, não ouvi o destino por que estava muito confusa por causa do sono, olho para os lados e vejo os passageiros saindo calmamente. Passo a mão no rosto e solto um bocejo. Christian dá um beijo na minha testa e se levanta pegando nossas coisas no bagageiro.

— Chegamos babygirl.— Christian diz contente.— Vamos sair daqui.

— Ok.— me solto do cinto e pego Safira.— Agora você pode me dizer onde nós estamos?

— Claro.— Christian sorri para mim.— Estamos em Bahamas. Mais precisamente em Nassau.

— Sério? — tenho certeza que meus olhos estão brilhando.— Ah meu Deus! Que demais.

— Mas não vamos ficar na cidade.— saímos do avião. Christian passa um braço por meus ombros.— Vamos para uma ilha.

— Isso está ficando cada vez melhor.— digo animada.— Vamos ficar em uma ilha, sozinhos?

— Exatamente.— Christian sorri malicioso.— Lá você poderá gritar a vontade.

— Por quê? — pergunto inocente.— Vai me matar?

— Só se for de prazer.— me dá um selinho rápido.— Avante minha linda princesa, temos um paraíso inteiro para explorar.

— Brega.— digo rindo.— Vamos nessa.

E finalmente chegamos. Bahamas! Eu sempre gostei de lugares tropicais, e saber que vou ficar em uma ilha apenas com Christian, me deixa bastante animada. Ninguém irá nos perturbar, ninguém irá encher o nosso saco, será apenas ele e eu. Curtindo um paraíso só nosso, algo me diz que essa viagem será bastante divertida, eu irei aproveitar ao máximo. Estou tão feliz e ao lado da única pessoa que me importa, que nada e nem ninguém pode tirar esse sentimento de felicidade de mim. Agora é só curtir e esquecer as preocupações.

Leila Williams

Minhas pálpebras tremem quando eu abro os olhos, uma luz forte me atinge e eu vejo que era o Sol, pisco para me acostumar com a claridade e olho em volta, estou em uma estrada deserta onde só existia mato, tento me levantar mas não consigo, estou fraca e acho que perdi muito sangue, os cortes doem. Tenho a sensação que não irei durar muito, a dor que estava instalada em mim era insuportável, não sei se consigo sobreviver. Dói para respirar.

Meu joelho está com uma dor insuportável por conta do tiro que Anastasia me deu, inacreditável, quando pensei que tinha me livrado dela, a cretina volta mais cruel do que já foi antes. Ela tentou me matar, aposto que me largou aqui para morrer, tento mais uma vez me levantar mas sem sucesso, estou vendo que será o meu fim, vou morrer aqui e ninguém sentirá minha falta. Não posso morrer, eu ainda tenho que acabar com a vida daquela vagabunda. Faço um esforço para falar, mas até isso requer esforço, não tenho nem forças para gritar por socorro, mas eu preciso me esforçar, não posso me dar por vencida.

— Socorro.— tento gritar mas a minha voz sai em um sussurro.— Alguém me ajuda.

Não tem ninguém aqui que será capaz de me ouvir ou de me ajudar, lágrimas caem livremente em meu rosto ardendo os ferimentos do meu rosto, é o fim, eu não vou sobreviver a isso. Acabou para mim. Anastasia conseguiu o que queria, me arruinou, e o Christian aquele cretino, estava com ela o tempo todo, ele realmente conseguiu me enganar! Eu não acredito que ele mentiu e o tempo todo estava comigo a mando dela, eu só fui usada para um plano, e o pior é que eu acreditei em tudo o que ele disse, como eu sou burra. Me senti tão feliz quando ele me disse que queria me dar uma chance, ele beijava tão bem, mas tudo foi uma mentira.

Mas isso não importa mais, nada importa, eu vou morrer aqui nesse fim de mundo e ninguém vai se lembrar de mim, eu acho que a morte será melhor do que outra vingança de Anastásia. Já vi que eu não posso mais subestimar aquela vadia, eu prefiro morrer a cair nas mãos dela outra vez. Para mim chega. Eu já aceitei, ela venceu e eu perdi.

Estou respirando com dificuldade e ouço um barulho de carro, será que é minha salvação? Se for, não posso deixar passar. Junto todas as minhas forças e me preparo para gritar.

— Socorro. — digo e sai baixo, tento mais uma vez.— Socorro…- digo e novamente sai um sussurro baixo,tomo o máximo de fôlego que eu posso e tento outra vez. É agora ou nunca.— SOCORRO!!!

Cansada pelo esforço que eu fiz eu fecho os olhos respirando forte, ouço o barulho do carro parar, uma porta se fechando e passos se aproximando, ouço uma voz. É isso mesmo? Eu serei salva? Abro um sorriso fraco e abro os olhos, minha visão está desfocada.

— Clarie! Tem uma moça aqui.— ouço o homem gritando.- Está ferida! Ligue para uma ambulância.

E depois disso eu não ouço mais nada, tudo fica escuro. Eu só espero que não seja tarde demais e eu sobreviva, eu ainda preciso acabar com aquela vadia e o seu namoradinho bandido. Escutem o que eu digo, aqueles dois vermes ainda irão me pagar. Eles podem estar felizes agora, mas logo logo, essa felicidade irá acabar.



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